quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Dilma, a sombra de Lula.


Beata da selva já rachou o PSB

O secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, rompeu com a candidata Marina Silva. Aliados da candidata também estão descontentes com o discurso retrógrado da beata da selva contra o agronegócio. "Sustentabilidade", esse conceito vago lançado pela doutrina politicamente correta, está sempre na ponta da língua da macilenta. E não podemos esquecer que ela é criacionista, isto é, não acredita na teoria da evolução, abundantemente confirmada pelas ciências de ponta. Marina assume, portanto, uma posição anticientífica: 


“A senhora está cortada das minhas relações pessoais”. Foi com essa frase que Carlos Siqueira, secretário-geral do PSB, rompeu com a nova candidata à presidência pelo partido, Marina Silva, segundo a Folha de S.Paulo. A discussão entre os dois aconteceu em uma reunião entre a ex-senadora e as cúpulas do PSB e da Rede na quarta-feira (20), dia em que ela foi oficializada como candidata.

Segundo o jornal Estadão, o desentendimento começou quando Marina comunicou seus planos sobre a equipe de campanha. “Vou deslocar o Bazileu [Margarido] para o comitê financeiro e trazer o Walter Feldman para a coordenação da campanha. Se o PSB quiser, o Siqueira pode continuar”. Siqueira se sentiu rejeitado e retrucou dizendo que ele é que tinha segurado o acordo entre Rede (partido que ela tentou criar sem sucesso) e o PSB. “As divergências são imensas e você pensa que elas não existem”, afirmou.

A DR - discussão de relacionamento - entre os dois continuou. Marina Silva tentou dissuadi-lo dizendo que não passava de um mal-entendido. Não funcionou. Mesmo com esforços e outras reuniões nesta quinta-feira (21), o coordenador de campanha abandonou o cargo dizendo que “da senhora Marina Silva eu quero distância”. Mal conseguiu sair como candidata e já enfrentou na pele que as divergências são realmente grandes, como esbravejou Siqueira.

(....)

Não é só a desistência de Siqueira que o PSB enfrenta. O novo candidato a vice-presidente Beto Albuquerque (PSB) terá como missão conter uma debandada do PMDB gaúcho da campanha de Marina Silva. O gaúcho vai prometer que Marina Silva (PSB) vai honrar os compromissos da chapa original.

O medo, segundo a Folha, é que as posições “radicais” da candidata comprometam o discurso moderado de Eduardo Campos. “Nós defendemos o agronegócio. Se a Marina insistir naquele discurso estreito do ambientalismo, não teremos outra alternativa senão apoiar o Aécio Neves”, afirmou o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), da bancada ruralista. (Continua).

Aécio manterá Bolsa Família, mas sem o círculo vicioso do petismo.

Em campanha no Rio Grande do Norte, o candidato Aécio Neves que o Bolsa Família precisa de ajustes, para que as pessoas que recebam o benefício possam ascender socialmente. O lulopetismo, de fato, transformou o programa em benefício partidário para arregimentar seu curral eleitoral:


O candidato a Presidência da República Aécio Neves (PSDB) afirmou nesta quinta-feira (21), em visita a Natal (RN), que pretende ser o "presidente do emprego".

Ele visitou a fábrica de confecções do grupo Guararapes, em Extremoz, na região metropolitana, e concedeu entrevista na sede do PSDB

"Serei o presidente da República do emprego, do desenvolvimento, do trabalho, da solidariedade. A nossa proposta é a que vai recuperar a confiança no Brasil para que os investimentos que no deixaram retornem, e o Brasil possa se desenvolver em todas as regiões. O Brasil tem que voltar a.crescer para gerar emprego e renda", disse o candidato.

A programação da agenda de Aécio em Natal seria na última quarta-feira (13), mas foi adiada devido à morte, nesse dia, do então candidado do PSB, Eduardo Campos.

"Foi impossível não lembrar porque nós soubemos da queda do avião justamente quando chegávamos a Natal na semana passada. É um lamento muito grande, e que fique o exemplo da vontade do Eduardo, que é também a nossa, de mudar o Brasil".

Na entrevista, Aécio Neves reafirmou que manterá o programa Bolsa Família e que pretende fazer "ajustes" no programa.

"O Bolsa Família vai permanecer, mas nós vamos permitir que a pessoa receba não só o recurso financeiro, mas ascenda socialmente. Vamos suprir outras necessidades como saneamento, saúde, qualificação. Portanto, nós traçamos um programa chamado Família Brasileira que vai, dentro do cadastro único, dividir em cinco níveis de carência todos os que recebem o Bolsa Familia", declarou. (Continua).

De volta, com os canhões apontados para o Partido Totalitário.

Já em Floripa, livre do maldito OI 3G, que cancelarei amanhã mesmo. Aliás, as comunicações, em geral, são péssimas porque o petismo enfiou militantes nas agências regulatórias - que nada regulam.

Começo disparando a primeira carga do canhão: atenção, eleitor, não adianta trocar uma desconexa arrogante por uma maritaca esganiçada. Dilma ou Marina, tanto faz, é mais do mesmo. 

A única saída é Aécio Neves, candidato do PSDB, que tem quadros preparados, e não apenas militantes.

Saluti aos leitores e amigos.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Brasil perde mercados. É o retrato do governo petista.

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,nota-baixa-para-o-sus-imp-,1545539O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,nota-baixa-para-o-sus-imp-,1545539O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,nota-baixa-para-o-sus-imp-,1545539
Editorial do Estadão vai ao ponto:



Tendo sido mais afetado do que outros países emergentes pela crise iniciada há seis anos no mundo rico, o Brasil é um dos que menos podem ganhar agora que as economias desenvolvidas começam a se recuperar. O governo petista, quando chefiado por Lula, desdenhou a crise mundial - era só uma "marolinha", dizia ele - e impôs ao País um custo pesado em termos de crescimento, que a sociedade já paga e continuará pagando por algum tempo; na gestão Dilma, agravou problemas antigos e criou novos.

A falta de dinamismo das exportações - notável pela perda contínua dos espaços do produto nacional em mercados tradicionais, como os dos Estados Unidos e da Europa unificada, mostrada pelo Estado (13/8) - é uma das consequências nocivas para a economia brasileira de 12 anos de governo petista.

A presença brasileira nos mercados dos países industrializados, consolidada por anos de relações comerciais profícuas, seria um poderoso instrumento para estimular a atividade produtiva, no momento em que os seguidos incentivos ao consumo doméstico dão claros sinais de esgotamento - os já fracos resultados dessa política se tornam cada vez mais tênues. Mas, por uma série de erros da administração petista - uns decorrentes da má escolha de parceiros comerciais, determinada por interesses ideológicos; outros, de sua incapacidade de avaliar as dificuldades que tolhem a produção -, o Brasil tem poucas possibilidades de utilizar esse instrumento.

No comércio com os 26 países da União Europeia, o Brasil passou de um superávit de US$ 3,2 bilhões no primeiro semestre de 2009 para um déficit de US$ 2,6 bilhões nos primeiros seis meses deste ano.

Há alguns anos, por desinteresse do governo petista nesse mercado, o Brasil é um dos raros países que registram déficit no comércio com os Estados Unidos, que, apesar de sua enorme capacidade de produção, sempre foram um grande importador. O problema é que o déficit mostra tendência de crescimento desde 2009. Há cinco anos, o saldo negativo no primeiro semestre foi de US$ 2,5 bilhões; neste ano, está em US$ 4,7 bilhões.

Os EUA e a Europa recuperaram a capacidade de importação que tinham antes da crise, diz o consultor de empresas e ex-secretário de Comércio Exterior do governo Lula Welber Barral. Mas o espaço antes ocupado por produtos brasileiros está sendo tomado por outros países, sobretudo asiáticos.

O forte crescimento da economia chinesa compensou, parcialmente, a perda das exportações para os países industrializados. Nos últimos anos, a China tornou-se o principal parceiro comercial do Brasil. Mas, embora ainda vultoso, da ordem de US$ 5,5 bilhões no primeiro semestre, o superávit comercial brasileiro no comércio com a China está estagnado.

Movido por razões ideológicas, o governo do PT concentrou a atenção de sua política comercial no Mercosul, que, após a chegada dos petistas ao poder, incorporou a Venezuela então governada pelo bolivariano Hugo Chávez e hoje sob o domínio de seu seguidor Nicolás Maduro. Por um momento, a escolha parecia pouco nociva para a economia brasileira, pois o superávit comercial do País com o bloco cresceu nos primeiros anos que se seguiram ao início da crise mundial. Mas há três anos o saldo positivo vem encolhendo. Depois de ter chegado perto de US$ 4 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, o superávit se reduziu para US$ 1,7 bilhão no primeiro semestre de 2014. Em crise, a Argentina, principal parceiro comercial do Brasil no Mercosul, vem reduzindo suas importações, tanto pela desaceleração da atividade econômica como, sobretudo, pelas restrições que o governo chefiado por Cristina Kirchner - que, ainda assim, é tratada com deferência por Dilma - impõe aos produtos brasileiros.

Tolhida por impostos excessivos, infraestrutura precária e falta de mão de obra treinada e prejudicada por políticas públicas que desestimulam a busca de mais produtividade, a indústria está perdendo o mercado que ainda pode abastecer - o Mercosul - e não tem condições de conquistar novos. É o retrato do governo petista.

Chega de alimentar o monstro estatal

No rádio, o tiranete Lula substitui Dilma, enquanto Aécio não se esconde.

O comportamento do falastrão de São Bernardo é, no mínimo vergonhoso. A Justiça Eleitoral devia proibi-lo de invadir o horário eleitoral de seu poste:


A propaganda eleitoral no rádio teve início às 7 horas desta terça-feira, marcada por homenagens a Eduardo Campos, presidenciável do PSB morto na última quarta-feira em um acidente aéreo. A coligação do PSB dedicou todo o tempo a Campos – Marina Silva só foi citada diretamente em discursos dele. As falas do presidenciável escolhidas para abrir o horário eleitoral, porém, serviram para impulsionar a candidatura da ex-senadora. Em um dos discursos, Campos afirmava: “Vamos unir o Brasil. Eu e Marina estamos prontos para fazer as mudanças que o Brasil precisa”.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, abriu sua propaganda com um discurso em homenagem a Campos. E afirmou: “Tínhamos sonhos parecidos. Colocar em prática os ideais que tínhamos em comum é a melhor forma de celebrar a vida de Eduardo”. O tempo do tucano foi dedicado, em sua maior parte, a apresentar Aécio aos eleitores – o personagem escolhido para tal foi “Mineirinho”. O jingle de campanha afirma que o senador mineiro “tem história, é neto de Tancredo, conhece o caminho”. E pede ao eleitor: não tenha medo.

Já a propaganda da presidente-candidata Dilma Rousseff deixou apenas para os segundos finais as citações a Campos. A homenagem ficou a cargo do ex-presidente Lula, protagonista da propaganda da petista. Lula utilizou-se, inclusive, da última frase de Campos dita no Jornal Nacional: “Não vamos desistir do Brasil”. O novo lema de campanha do PSB foi incorporado à fala do ex-presidente: “Nós tínhamos um afeto de pai e filho”, afirmou sobre Campos. E encerrou dizendo que não se pode “nunca, jamais, desistir do Brasil”.

Dilma, por sua vez, foi apresentada como “uma mulher de mãos firmes” – e a responsável por evitar que a crise financeira internacional atingisse gravemente o Brasil – discurso padrão da petista, utilizado em entrevista concedida na noite de segunda-feira ao Jornal Nacional. Lula encerrou dizendo que “Dilma é a pessoa certa para manter o país no rumo certo”. Foi Lula também - e não Dilma - quem apresentou os candidatos do partido a deputado federal. (Veja).

Os memes de Dilma x Bonner

Confiram aqui

Dilma esquece a amiguinha no horário eleitoral


No JN, não falou a candidata, mas a arrogante presidente.

Refém da desconexão OI 3G (essa porcaria), não pude comentar ontem a entrevista da candidata-presidente Dilma Rousseff ao Jornal Nacional, mas meto agora minha colher (através da rede de um restaurante). 

Acho abusivo que a candidata seja entrevistada na sede do governo. A entrevistada é, de fato, a candidata, não a presidente. Isso permitiu que ela respondesse com arrogância, fugindo das questões de William Bonner, que a pressionou a responder o que fora perguntado. Em "sua casa", Dilma se permitiu extrapolar os 15 minutos reservados à entrevista dos candidatos. Bonner teve de cortá-la. Isto revela que Dilma estava mal preparada: não vi a entrevista de Eduardo Campos, mas a de Aécio Neves cumpriu o tempo destinado às respostas, com objetividade e clareza, sem fugir dos temas.

Outra coisa: durante todo o tempo Dilma falou em "nós" (o governo e seu partido, certamente), pouco faltando jogar a culpa pela sua péssima gestão no governo FHC, de 12 anos atrás! Quem são "eles"? São a oposição e todas as pessoas contrárias ao Partido Totalitário.

Resumindo: até onde sei, apenas a Folha de São Paulo (Frias está claramente comprometido com o lulopetismo) achou que Dilma "foi bem". Na minha opinião, a candidata apenas apenas demonstrou, uma vez mais, que não tem projeto, agindo no escuro, menosprezando a realidade e atribuindo a decadência da economia ao "mau humor" dos analistas e da oposição.

Para o bem do país, candidata Dilma, que outubro seja o início de sua aposentadoria.


domingo, 17 de agosto de 2014

Você ainda acredita em petistas? Papuda News alinha mais 13 motivos para não votar no 13.


Nova edição do Papuda News, a sede legal do lulopetismo, faz um resumo da semana e aponta novos motivos para derrotar o Partido Totalitário. Grato, Lucas Daniel:


1) Ariano Suassuna, recentemente falecido, foi ao ponto G: ‘Votei no Lula e na Dilma… Não votaria mais. Tive que ceder aos fatos de que o PT que eles representam está apodrecido. Eles representam hoje o que de pior já existiu na nossa política”. Ou seja, até aqueles que já votaram no Lula da Silva e na Dilma Roussef ainda podem se redimir, para o bem do Brasil

2) Aécio, em entrevista ao JN, dá a dimensão exata da diferença entre o tratamento que o “Partido do Mensalão” deu aos seus mensaleiros e o que o PSDB promete dar aos seus membros que vierem a ser condenados: “Nós não vamos tratar condenados como heróis”.Isso significa que, se algum tucano vier a cumprir pena na Papuda, não será visto como um “herói do povo brasileiro”, nem terá a militancia tucana pagando multas que lhes tenham sido impostas pela Justiça, como fizeram os petistas com os seus bandoleiros de estimação..

3) Levantamento feito pela Folha de São Paulo, a partir de dados do Ministério do Trabalho, mostram que o aumento do emprego no país se concentrou em postos de baixa qualificação, o que é uma das possíveis explicações para o lento avanço da eficiência da economia brasileira. Pouca eficiência, baixa produtividade e, naturalmente, limitada capacidade de crescimento.

4) Desde que Eduardo Campos foi lançado como candidato à presidência, vinha sendo desqualificado de todas as formas possíveis pelo “Partido do Mensalão”, que o acusava, no mínimo, de “traidor”. Lula da Silva chegou a compará-lo a Collor, denegrindo os dois ao mesmo tempo, já que Collor, que hoje é seu “amiguinho de infancia”, foi apresentado como um péssimo exemplo. Depois de sua morte, Eduardo passou a receber rasgados elogios dos petistas, já de olho no seu legado eleitoral.

5) Enquanto Rui Falcão, presidente do “Partido do Mensalão”, publicava nota em que afirmava que “o PT continua chocado e de luto pela tragédia que causou a morte do presidenciável Eduardo Campos e reitera que não tem feito nenhuma interlocução eleitoral com o PSB", o seu presidente almoçava com Lula da Silva. Como se pode ver, a desfaçatez do “Partido do Mensalão” não tem mesmo limites.

6) Diante da movimentação sorrateira e inescrupulosa de Lula da Silva, que teria assediado Roberto Amaral antes mesmo do sepultamento de Eduardo Campos, numa tentativa de se apropriar do legado político do candiadto falecido, a família deste não teve outra alternativa senão declarar, publicamente, a sua preferência pela candidatura de Marina Silva.

7) Padilha, o mais novo “poste” de Lula da Silva, que não decola nas pesquisas, pede mais cobertura à Globo.A emissora decidiu que somente faz a cobertura diária de candidatos com intenção de voto acima de 6%. E Padilha, como se sabe, continua patinando..Como se pode ver, ninguém mais quer saber dos postes com que Lula da Silva disse que iria “iluninar” o país. Bastaram Dilma Roussef e Haddad. Bastou o próprio Lula da Silva.



8) Somente um louco investe hoje no Brasil, diz presidente da CSN. Será que Lula da Silva vai pedir a cabeça dele, a exemplo do que fez com a analista econômica do Santander?

9) O Financial Times comparou as perspectivas de crescimento da economia brasileira com a dança da cordinha, em que as pessoas têm que passar sob uma corda esticada que vai ficando mais perto do chão a cada rodada. Como na brincadeira, as previsões feitas pelos economistas brasileiros ficam a cada dia “um pouquinho mais baixas”, diz o jornal. Não é a primeira piada que se ouve sobre a economia brasileira. Aliás, nunca antes na história deste país o país foi alvo de tantas piadas internacionais.

10) Desde 2009, após um acordo entre os governos de Brasil e Cuba, o Grupo Odebrecht está construindo na ilha o Porto de Mariel, que já recebeu do nosso país, mediante empréstimo de cerca de R$ 2 bilhões, do BNDES. Embora a primeira etapa da obra tenha sido concluída no dia 28 de janeiro de 2014, o local já recebe navios há mais tempo. De acordo com relatório da ONU o porto foi usado para o contrabando de mais de 200 toneladas de armas para a Coreia do Norte, violando, assim, sanções internacionais.

11) Essas revelações são preocupantes, sobretudo porque o Brasil tem estreitado cada vez mais sua relação com Cuba, fazendo seguidos empréstimos também para setores agrícola, turístico e de produção de medicamentos. Mas principalmente porque, para driblar Lei da Transparência, o governo brasileiro classificou como “secretos” os detalhes do financiamento do porto de Mariel.

12) A propósito, é preciso destacar que a ditadura cubana vem sendo financiada pelo governo brasileiro. Com o nosso dinheiro, claro. Só o programa eleitoreiro ‘Mais Médicos”, que importa médicos cubanos para trabalhar no Brasil, num regime análogo ao da escravidão, já desviou, nos últimos doze meses, R$ 1,16 bilhões! É um valor que, segundo a revista Veja, supera em cinco vezes toda a receita anual de exportações da ilha para o Brasil.

13) A Procuradoria Geral da República vê indícios de crime na trama montada por políticos do “Partido do Mensalão”, membros da cúpula da petroleira e assessores do Palácio do Planalto, para enganar o Congresso e desmoralizar a CPI da Petrobrás. Ah, se o Brasil fosse um país minimamente sério...! É perfeitamente possível supor que nenhum dos governos petistas teria chegado ao seu término. Haveria impeachment, na certa!


*O Papuda News é distribuído gratuitamente na internet. Sendo uma publicação da imprensa livre, não aceita financiamento de estatais. Portanto, não faz parte do PiG (Partido da Imprensa Governista). Ou seja, não é “progressista”.

Quem, a título de colaboração, quiser fazer uma assinatura anual do Papuda News, receberá de brinde um “kit” contendo: uma foto 3X4, autografada, do “Barba” (do tempo em que ele ainda usava barba), um lindo broche decorado com a estrelinha vermelha, a foice e o martelo, e um cartão vitalício do Bolsa Família.

Aécio e a conjuntura com a beata da selva no jogo

Coluna de Dora Kramer, no Estadão, merece reflexão: o que pensa o candidato oposicionista Aécio Neves em relação à situação criada com a morte do candidato do PSB? Segue o texto:


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, aponta dois movimentos imediatos no cenário eleitoral em decorrência da substituição de Eduardo Campos por Marina Silva como titular da chapa do PSB.

O primeiro, a consolidação do segundo turno. "O que era uma tendência passa a ser um fato". O segundo diz respeito às perdas e ganhos em termos de intenções de voto.

Na opinião do tucano, na largada só Marina ganha. Ele prevê que no primeiro momento, em boa parte devido ao clima de comoção, a ex-senadora talvez apareça nas pesquisas com o dobro dos índices registrados por Campos, previsão esta coincidente com as expectativas de políticos do PSB.

O senador mineiro acha que a presidente Dilma perde um pouco, ele próprio acredita que deva ter uma pequena queda nos índices ("isso vai atrasar meu crescimento"), mas imagina que a maior fonte de votos da ex-senadora esteja no grupo dos pesquisados dispostos a anular ou deixar o voto em branco.

O fato de o quadro se alterar, na visão de Aécio não quer dizer que a mudança será radical. "Não tem essa história de que o jogo ficou zerado".

Obviamente ele continua trabalhando com o cenário de um segundo turno entre ele e a presidente Dilma Rousseff, embora reconheça que a vaga agora será mais disputada. Este pensamento é traduzido assim por um companheiro dele de partido radicado em São Paulo: "Antes haveria segundo turno sem o risco de Aécio ser ultrapassado, agora já não podemos ter tanta certeza".

Voltando ao candidato, para ele a "grande incógnita" é saber como Marina vai se posicionar uma vez assumida a candidatura: se terá um discurso franca e nitidamente de oposição ao PT, a Dilma e a Lula ou se vai se concentrar em falar de si, de suas propostas e concepções sobre grandes temas de interesse nacional deixando de lado o embate mais agressivo.

E por que isso é importante? Justamente por causa do segundo turno. Aécio não se concentra na possibilidade de ter ou não o apoio pessoal de Marina. Até porque há certo consenso no PSDB de que pelo histórico de 2010 e pela personalidade dela o mais provável é que caso fique de fora da fase final não apoie nenhum dos dois concorrentes.

A preocupação do tucano é herdar o eleitorado dela. Se não na totalidade, a maior parte. Por isso a intenção dele será manter a sintonia com o eleitor de oposição, imaginando que quem escolhe Marina Silva não vota no governo.

Neste aspecto, não há mudança estratégica no rumo da campanha. A avaliação é a de que os setores do PSB próximos ao PT ficarão com Dilma e os que já têm boas relações com o PSDB em vários estados não têm motivo para romper acordos já fechados.

O que muda nesse momento e pelas próximas duas semanas é o grau de atritos. Haverá uma "baixada" de alguns decibéis no tom dos discursos. A morte de Eduardo Campos abalou a todos; até que o efeito do choque se amenize não há clima para beligerância.

Atenção, Marina é a quinta coluna do lulismo.

O blogueiro continua com problemas de conexão via OI 3G, mas quando encontra alguma rede disponível, ufa, volta à ativa. E volto com a matéria do Estadão sobre as diferenças de ideias entre o falecido Eduardo Campos (cuja morte lamento) e Marina Silva, sua vice, que sempre chamei aqui de quinta coluna do lulismo. 

A beata da selva é inimiga do agronegócio, contra os transgênicos e, pior de tudo, até onde sei não acredita na teoria da evolução, ou seja, tem mentalidade anticientífica.  Para mim, é o suficiente para rejeitá-la. E lamento que, até agora, nenhum jornalista a enfrentou na questão do criacionismo, defendido por todas as seitas que hostilizam Darwin. 

Leiam aqui o texto do Estadão.

P.S.: o lulopetismo tem dois candidatos: Dilma e Marina. A oposição só conta com Aécio. Abra os olhos, eleitor.
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sábado, 16 de agosto de 2014

Refém da maldita OI

O blogueiro está em viagem e continua refém do péssimo OI 3G, que praticamente não funciona fora dos grandes centros.

Tão logo retorne a Floripa, "estarei cancelando" essa porcaria, embora se saiba que a concorrência está, em geral, no mesmo patamar, isto é, na altura do rodapé.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Pesquisa com modelo estatístico norte-americano projeta vitória de Aécio

O método utilizado pelo Ibope é de Nate Silver, que acertou o resultado de todos os 50 Estados na eleição presidencial dos EUA. Não é pouco, viu, Dilma. Matéria do Valor Econômico:


A mais recente pesquisa do Ibope projeta uma vitória do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno, com uma vantagem de 2 a 3,6 pontos percentuais sobre a presidente Dilma Rousseff (PT), de acordo com a consultoria Macrométrica. Para fazer a projeção, a Macrométrica usou o esquema de análise de Nate Silver, o editor-chefe do site "FiveThirtyEight". Silver ficou famoso por ter acertado o resultado de todos os 50 Estados na eleição presidencial americana de 2012, quando Barack Obama se reelegeu, ao vencer Mitt Romney.

O relatório pede cautela. Segundo o texto da consultoria do ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes, ela "corre riscos em função de eventual repúdio do eleitorado à política em geral e de uma eventual perda de competitividade de Aécio, afetando seu fator de conversão (o percentual de eleitores que não votou no tucano no 1º turno e o faz no 2º)".

No mais recente Ibope, Dilma aparece com 38% das intenções de voto no 1º turno e Aécio, com 23%. No 2º turno, a presidente bateria o tucano por 42% a 36%, com 22% dos entrevistados não optando por nenhum dos dois. "Esse último percentual de não comprometidos tende a cair ao longo do tempo, na medida em que uma parte for migrando para os dois candidatos", diz a Macrométrica. Na enquete sobre o 1º turno, 39% dos ouvidos não escolhem nem Dilma nem Aécio - preferem Eduardo Campos (PSB) ou o voto nulo, por exemplo. Na simulação para o 2ºturno, essa fatia cai para 22%.

Aí entra "a única hipótese arbitrária nesse exercício de projeção, que não sai diretamente da pesquisa eleitoral", segundo a Macrométrica - o percentual de eleitores não comprometidos com nenhum dos dois candidatos que vai permanecer assim até o fim da eleição. Na primeira simulação, esse percentual é fixado em 4%, próximo aos 4,2% registrados na eleição de 2006, quando Luiz Inácio Lula da Silva venceu Geraldo Alckmin, de acordo com a consultoria. Números do TSE, porém, mostram que o total de votos em branco e nulos naquela disputa foi de 6%.

Para chegar à previsão sobre o 2º turno, a consultoria calcula os fatores de conversão para estimar como seriam distribuídos para Aécio e Dilma os votos que no 1º turno não foram para nenhum dos dois. No Ibope, dos 17 pontos percentuais que migram para ambos, 23,5% - ou 4 pontos percentuais - vão para Dilma e 76,5% - ou 13 pontos percentuais - para Aécio.

"Esses fatores de conversão são parâmetros-chave para a projeção", destaca a Macrométrica, notando que, na sua hipótese, os 39% eleitores não comprometidos vão cair para 4% no 2º turno, um recuo de 35 pontos percentuais. Mantido o mesmo fator de conversão no Ibope, Dilma ficaria com 8,2 pontos percentuais dos 35 pontos e Aécio, com 26,8.

"O resultado é a vitória de Aécio com 49,8% dos votos, contra 46,2% para Dilma e 4% de VNC (votantes não comprometidos). Como os VNC nunca são considerados na apuração do resultado final, a vitória de Aécio seria com 51,8% contra 48,2% de Dilma, ou seja, por diferença de 3,6 pontos percentuais."

A consultoria observa, contudo, que esse percentual de não comprometidos no 2º turno pode ser considerado muito baixo. Em 2010, quando Dilma derrotou José Serra, a fatia ficou em 6,7%. A Macrométrica faz mais uma simulação, dessa vez considerando que 7% não optarão por nenhum candidato. Mantidos os mesmos fatores de conversão, o tucano continuaria vitorioso, mas a diferença seria de 2 pontos - 51% a 49%.

O relatório estima ainda que, se mais de 11% dos eleitores não escolherem nenhum dos dois no 2º turno, Dilma ganhará de Aécio. Isso pode ocorrer "se a falta de empolgação dos eleitores com a campanha representar repúdio à maneira como a política é feita", diz o relatório. Nesse cenário, o total de votos em branco ou nulos será maior do que o normal.

"Outro ponto de vulnerabilidade da projeção está nos fatores de conversão", afirma a consultoria. Se o fator de conversão de Aécio ficar abaixo de 71,5%, Dilma ganharia mesmo se apenas 4% dos eleitores não votar em nenhum dos dois no segundo turno. "Aconselha-se, portanto, acompanhar as pesquisas com cuidado antes de soltar fogos para qualquer candidato." (Valor Econômico).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dilma trouxe de volta a inflação, diz Aécio.

Veja.com também resumiu a entrevista de Aécio Neves ao Jornal Nacional da Globo, ressaltando que Dilma trouxe de novo a inflação para atormentar a vida dos brasileiros:


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta segunda-feira em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que o governo Dilma trouxe de volta a inflação para a vida dos brasileiros. Aécio também abordou a questão dos baixos investimentos externos no país e afirmou que não é preciso nenhum plano mirabolante para salvar a economia brasileira. “Não é compreensível que um país com as potencialidades do Brasil seja a lanterna do crescimento na América do Sul e estejamos de novo com uma agenda que achávamos já derrotada há tempos atrás, como a da inflação que, de novo, atormenta a vida do cidadão e da cidadã brasileira”, disse o tucano, que ainda declarou que pretende enxugar o número de ministérios – atualmente são 39. 

Questionado sobre as medidas que pretende adotar para diminuir a inflação e ajustar os preços represados, como as tarifas de energia e o valor dos combustíveis, o presidenciável descartou lançar novos pacotes econômicos como, segundo ele, tem feito o atual governo da presidente-candidata Dilma Rousseff. “Ninguém espere no governo Aécio Neves um pacote A, um PAC disso, um PAC daquilo ou plano mirabolante. Nós vamos tomar as medidas necessárias. Óbvio que vamos ter um processo de realinhamento dos preços. Como e quando, obviamente, será quando tivermos os dados sobre a realidade do governo. Eu vou tomar as medidas que sejam necessárias para controlar a inflação, retomar o crescimento e, principalmente, a confiança perdida no Brasil”, afirmou. (Continua).

Aloprados do PT fazem o diabo

Aliás, nem só os aloprados. O Partido Totalitário em bloco é capaz de qualquer coisa para se manter no poder - principalmente lançar mentiras contra a oposição e perseguir os raros jornalistas independentes. Artigo de Merval Pereira no Globo:


O hábito de enviar mensagens por meio de robôs com ataques a jornalistas independentes, e invadir sites ou usar os que são abertos, como o Wikipedia, para denegrir a imagem dos que consideram seus inimigos políticos, é um expediente comum dos militantes petistas aloprados.

Em 29 de outubro de 2011 esses marginais entraram na minha página na Wikipedia para incluir uma suposta notícia de que eu havia sido identificado pelo Wikileaks como “informante” do governo dos Estados Unidos, juntamente com outros jornalistas. Na verdade, o Wikileaks havia divulgado uma série de telegramas do embaixador dos Estados Unidos, entre os quais relatos de encontros que mantivera comigo e com outros jornalistas, onde conversamos sobre diversos assuntos, inclusive as eleições presidenciais de 2010. Nada do que disse naquele encontro diferia do que escrevi nas minhas colunas naquela ocasião, nenhum segredo havia para ser informado.

O encontro de jornalistas com diplomatas estrangeiros é o que há de mais normal no mundo todo, e essa troca de opiniões faz parte de um relacionamento profissional que apenas mentes pervertidas, ou a soldo, podem transformar em uma atividade de “espionagem”. Alertado, eu mesmo entrei no Wikileaks e retirei a peça infamante. Esta semana, vendo o que aconteceu com Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardemberg, lembrei-me do episódio e mandei fazer um levantamento na Wikipedia para verificar se era possível, a partir do IP dos computadores, saber de onde haviam sido acionados.

Para minha surpresa, descobri que haviam feito, de junho de 2011 até 8 de agosto deste ano, diversas entradas em minha página na Wikipedia para acrescentar comentários desairosos ou informações falsas. Algumas dessas aleivosias foram retiradas pela própria direção da Wikipedia, outras por pessoas que discordavam do que lá estava escrito, como, por exemplo, de que eu nas colunas destilo meu ódio contra o ex-presidente Lula.

Ontem, retiraram qualquer juízo de valor sobre minhas atividades jornalísticas. O levantamento feito pelo jornal não indicou nenhum servidor de órgãos do governo, inclusive o Palácio do Planalto, nas agressões inseridas no Wikipedia contra mim. Os servidores utilizados são de Toronto, no Canadá, da Austrália e apenas um tem origem em São Paulo, mas não foi possível definir com precisão sua localização.

O que espanta no caso atual, em que Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardemberg foram os alvos, é que as agressões partiram de computadores alocados no Palácio do Planalto, o que indica que essa ação de alterar perfis de jornalistas e pessoas consideradas “inimigas” já se tornou tão habitual para a militância petista que deixaram de lado a cautela, utilizando até mesmo o Planalto para suas investidas ilegais.

É sintomático que jornalistas independentes tenham sido vítimas dessas ações de guerrilha na internet, pois desde que chegaram ao poder, em 2003, há um núcleo petista que tenta de diversas maneiras controlar a imprensa, a última delas com o tal “controle social da mídia”. Os conselhos populares fazem parte desse mecanismo de controle estatal que os petistas tentam impor à sociedade brasileira.

O fato de que os atos delinquenciais partiram de dentro do Palácio do Planalto os coloca muito próximos, pelo menos fisicamente, do centro do poder. O episódio revela, no mínimo, uma falta de controle do pessoal que trabalha no Palácio do Governo. Quando não a conivência de algum alto assessor com o crime contra a liberdade de imprensa numa campanha em que “fazer o diabo” estava previsto pela própria presidente Dilma Rousseff.

Aécio no JN: só o PT trata seus condenados como heróis.

Em sua entrevista ao JN, o candidato tucano Aécio Neves disse que, se alguém do partido for condenado, não será tratado como herói - caso dos mensaleiros petistas Zé Dirceu, Genoino, Delúbio et caterva:

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta segunda-feira que existe uma diferença enorme, quando o assunto é corrupção, entre seu partido e o PT, "que foi julgado, condenado e tem lideranças presas". Ele também defendeu que todas as denúncias sejam investigadas. "Se eventualmente alguém for condenado no PSDB, não será tratado como herói, como fez o PT", disse.
Questionado sobre Eduardo Azeredo, implicado no chamado mensalão mineiro, Aécio disse que é preciso aguardar primeiro o julgamento da Justiça. "Eu não pré julgo. Independentemente de qualquer partido político, quem fez coisas erradas deve ser julgado", afirmou. Sobre o aeródromo de Cláudio, o presidenciável tucano disse, na entrevista ao Jornal Nacional da Rede Globo, que a obra teve o objetivo de interligar, assim como outras obras, cidades importantes para o desenvolvimento regional. "Se teve alguém prejudicado, foi meu tio avô, que reivindica uma indenização maior pela desapropriação. Foi tudo feito de maneira transparente."
Aécio confirmou que usou a pista, mas não sabia que ela não estava homologada. "Visitei todos os aeroportos de Minas Gerais, trabalhando, como governador", frisou, ao ser questionado se não se sentia constrangido por usar essa pista de pouso construída em um terreno da família. "Essa fazenda está na minha família há 150 anos, é um sítio que minha família vai nas férias. Essa cidade precisava do aeroporto como outras de Minas Gerais. Criou-se uma celeuma em torno deste caso, a propriedade não tem nada a ver com a (construção) do aeroporto", afirmou.
Bolsa Família
O candidato do PSDB disse também que pretende continuar com o Bolsa Família, mas vai avançar ainda mais em áreas como saneamento e segurança. "Ninguém tem de ter vergonha de copiar e aprimorar o que vem dando certo no País", reiterou. Ao falar dos números de Minas Gerais, que tem cidades com IDH mais baixos do que os do Nordeste, como as do Vale do Jequitinhonha, o tucano disse que seu governo sanou muitas coisas e o Estado é hoje referência, por exemplo, em áreas como saúde e educação.
Indagado sobre os avanços na saúde estarem mais relacionados com investimentos do governo federal, o candidato refutou a alegação e disse que seu governo deu à saúde a prioridade necessária. "Quero governar o Brasil para iniciar um novo ciclo, com ética e eficiência. A coragem que teremos para fazer o que precisa ser feito permitirá ao Brasil voltar a crescer", disse, citando o nome de pessoas das comunidades de todo o País que esperam um Brasil melhor. E terminou a entrevista pedindo o apoio e o voto dos brasileiros "para mudar o País". (Estadão).

Estudo aponta 2003-2012 como a década perdida para o Brasil. É a era da mediocridade petista.

O historiador Marco Villa escreveu um livro sobre a "década perdida", corroborado agora por um estudo realizado por três economistas. De fato, sob os governos de Lula e Dilma, o Brasil cresceu  bem menos que outros países emergentes. As eleições de outubro são a oportunidade que temos para nos livrar dessa desgraça:


Estudo elaborado por três economistas ataca os resultados obtidos pelo Brasil ao longo dos primeiros dez anos da administração petista no governo federal.

Intitulado "A Década Perdida: 2003-2012", o trabalho aponta que indicadores econômicos e sociais do país apresentaram melhora no período, contudo, na maioria dos casos, o progresso obtido por países comparáveis ao Brasil foi maior.

O texto foi publicado pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio), berço da equipe que elaborou o Plano Real e conduziu a política econômica no governo de Fernando Henrique Cardoso.

"O Brasil avançou, mas poderia ter avançado muito mais. Nesse sentido, a década foi perdida", escrevem Vinicius Carrasco e Isabela Duarte, da PUC-Rio, e João Manoel Pinho de Mello, do Insper (instituto de ensino e pesquisa em economia).

Para sustentar a tese, os autores examinaram a evolução de diferentes dados –como renda por habitante, produtividade, comércio exterior, infraestrutura, desemprego, escolaridade, gasto em saúde, desigualdade social e taxa de homicídios.

Cada resultado foi comparado com os obtidos por países emergentes cujo desempenho era semelhante ao brasileiro até 2002 –ou seja, antes de o PT chegar ao Palácio do Planalto. Assim, o grupo selecionado varia de indicador para indicador. No caso da inflação, por exemplo, a comparação é com China, Hungria, Peru, Turquia e África do Sul –e o Brasil sai perdendo.

É o que ocorre na grande maioria dos quadros expostos ao longo das 136 páginas do estudo, que pode servir como uma espécie de enciclopédia para as candidaturas de oposição. No texto, argumenta-se que, nos anos petistas, o país foi beneficiado por elevação aguda dos preços de seus produtos de exportação, mais favorável que a experimentada pelos países selecionados.

Também houve a ajuda decisiva das transformações demográficas do período, quando cresceu a proporção de adultos produtivos na população, com queda do número de crianças. Para os autores, o Brasil não aproveitou tanto quanto poderia essas duas vantagens transitórias, chamadas no trabalho de "manás".

Os principais feitos do país no período estão no mercado de trabalho, com o aumento da população empregada e da participação dos salários na renda nacional, superando com folga os emergentes adotados para comparação.

"No entanto, concomitantemente à incorporação de mais pessoas à força de trabalho, a produtividade do trabalho se estagnou e a falta de mão de obra qualificada se acentuou", diz o texto. Na área social, outro trunfo político petista, os cálculos apresentados no estudo apontam que a queda da pobreza foi inferior à do grupo de países selecionados –Honduras, Peru e Paraguai.

Procurada pela Folha, a Presidência da República não comentou os dados do estudo até a conclusão desta edição. (Continua-Folha Poder).

Desempenho de Aécio em SP será decisivo para derrotar Dilma

Surrupio na íntegra o post do jornalista Ricardo Setti, que chama atenção para o importante colégio eleitoral de São Paulo. Com a grande maioria que, certamente, obterá em Minas Gerais, e um amplo apoio dos paulistas, o candidato do PSDB estará a um passo do Palácio do Planalto. Enfim, o Brasil terá alternância de poder, depois de 12 anos de péssima gestão petista, coberta de escândalos:


Vocês certamente viram, na segunda-feira passada, dia 4, no Jornal Nacional, campeão de audiência da Rede Globo: com a emissora começando uma cobertura da eleição presidencial e atribuindo o mesmo tempo de exposição para cada um dos três candidatos à Presidência, todos os três — a presidente Dilma (PT), o senador tucano Aécio Neves e o aspirante do PSB, Eduardo Campos — apareceram realizando atividades em São Paulo, a maior cidade do Brasil.

Não por acaso, foi em São Paulo — e não em Belo Horizonte — que o PSDB realizou sua convenção nacional que escolheu o mineiro Aécio para disputar o Planalto.

Nem foi sem caso pensado que a escolha de Aécio do candidato a vice-presidente para compor sua chapa tenha recaído num político do Estado, Aloysio Nunes Ferreira, que em 2010 obteve o galardão de senador mais votado do Brasil, com mais de 11 milhões de votos.

Não é por acaso, também, que as eleições deste ano tenham levado, pela primeira vez na história da República, um candidato que não nasceu nem reside no Estado a instalar em São Paulo o quartel-general de sua campanha, como é o caso do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

Na campanha de 1989, a primeira após o longo jejum da ditadura, Fernando Collor, então governador de Alagoas, manteve uma importante operação em São Paulo, a cargo de seu irmão, Leopoldo, mas a sede central ficou sendo em Brasília.

O ex-governador de Pernambuco, porém, não apenas tem seu QG na maior cidade do Brasil como passou a morar em São Paulo. E está certíssimo. Sem familiarizar-se com um Estado que tem 645 municípios, 8 deles entre os 30 mais populosos do país, sem um bom desempenho em São Paulo, suas chances são muito pequenas, por mais que eventualmente obtenha excelentes números em seu Nordeste de origem e em outras regiões.

Capital econômica e cultural do país, origem e sede dos dois partidos políticos que se revezam na disputa pelo poder na República — PSDB e PT –, sede das grandes centrais sindicais, dono de um Produto Interno Bruto de 630 bilhões de dólares (dados de 2013), que representa um terço da economia brasileira e é superior ao de países inteiros, como a Argentina e a Colômbia, São Paulo precisa ser “conquistado”, e muito bem, por qualquer dos três principais candidatos à Presidência.

Mas papel crucial que o Estado de São Paulo jogará na eleição presidencial de outubro próximo reside, é claro, nas dimensões enormes de seu eleitorado — que dos 22% do total de eleitores do país que representou no pleito anterior, em 2010, subiu quase meio ponto, passando para 22,4%, ou 32 milhões de eleitores.

É em São Paulo que está boa parte das fichas que o presidenciável tucano Aécio Neves jogará para tentar derrotar a presidente Dilma.

Em 2010, tendo São Paulo como terra natal e base política, o tucano José Serra venceu a presidente Dilma, com uma vantagem de 1,8 milhão de votos. Foi pouco — poderia e deveria ser mais. O governador Geraldo Alckmin, em 2006, disparou no primeiro turno 4 milhões de votos à frente do adversário petista — e ele era ninguém menos do que o próprio Lula, o “Deus” da ministra Marta Suplicy.

Se, neste outubro, Aécio Neves conseguir o mesmo que Alckmin em 2006, somada à quase certa grande vantagem que obterá em sua Minas Gerais natal, a vida da presidente Dilma estará complicada — sobretudo porque o confiável Instituto Datafolha aponta que, no Estado, sua rejeição é altíssima: 47% dos eleitores dizem que não votarão nela em nenhuma hipótese, cifra que atinge espantosos 49% na capital, que, sozinha, tem 8,8 milhões de eleitores — 1 milhão mais do que todo o Estado do Paraná.

A importância de um desempenho esmagador junto ao eleitorado paulista fica mais clara quando se constata que o candidato tucano tem condições muito melhores do que José Serra alcançou em 2010 para equilibrar as coisas em Estados cruciais como a Bahia, com seus 10 milhões de eleitores — e onde Dilma derrotou Serra por 2,8 milhões de votos de vantagem, uma margem muito maior do que a que o tucano obteve em seu próprio Estado.

Agora, o candidato ao governo baiano que apóia Aécio, o ex-governador Paulo Souto (DEM), está disparado à frente nas pesquisas de intenção de voto. É claro que seu desempenho no Rio de Janeiro ainda é incerto — a chapa que o apoia, tendo à frente o governador Pezão (PMDB), está embolada com outros três candidatos.

Mas se repetir ou superar o feito de Alckmin em 2006 em São Paulo, melhorar a situação em Estados em que agora o PSDB tem boa estrutura de apoios, como o Ceará, Amazonas e Maranhão, constatar uma derrocada de Dilma diante de Eduardo Campos em Pernambuco (onde ela venceu Serra por incríveis 2,3 milhões de votos) e repetir as vitórias tucanas anteriores em Estados importantes como Rio Grande do Sul (a candidata que lidera as pesquisas, a senadora do PP Ana Amélia, está em seu palanque), Santa Catarina, Paraná, os dois Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, Acre e Roraima, Aécio estará perto do Palácio do Planalto.

É esperar para ver. E não falta muito, não: são apenas 56 dias até o Dia D, 5 de outubro.

A crueldade do fascismo islâmico

Reproduzo artigo de Denis Rosenfield, que não fala em fascismo islâmico - mas eu considero que é disto que se trata. O título original, "Jonas", não dá conta da gravidade dos acontecimentos em nome de seitas contrárias ao mundo moderno - islâmicos, como sempre, na linha de frente. Inimigos da Civilização Ocidental e da sociedade aberta, esses grupos intolerantes proliferam graças à tolerância do modo de vida que eles odeiam, infestado de relativismo cultural e moral:


Quando Deus veio a Jonas, instando-o a dirigir-se a Nínive para clamar “contra ela, porque sua maldade subiu à [Sua] presença”, a maldade referida era a dos pecados cometidos por seus habitantes. Na tradição profética, a missão do mensageiro de Deus consistia em produzir o arrependimento que seria seguido do perdão divino.

O que, hoje, está acontecendo nesta mesma região remete a outro tipo de maldade, a de terroristas islâmicos, abrigados em um autointitulado Estado Islâmico do Iraque e do Levante, sigla Isil em inglês, que procura impor a ferro e fogo a sua cruel interpretação da Sharia islâmica. Para eles, outras religiões constituem algo por si mesmo imperdoável.

Este grupo se apoia no seguinte tripé da intolerância em relação a outras religiões: abandono de casas e bens, conversão ou execução, com preliminares violentas como a matança de homens e o estupro de mulheres. Qualquer culto que se oponha a seus desígnios torna-se imediatamente objeto desta forma de terror.

Quando o Mausoléu de Jonas foi destruído há poucas semanas, observávamos o prenúncio do que viria a ser a perseguição sistemática de cristãos, yazidis e muçulmanos xiitas.

Note-se que esta população cristã é uma das mais antigas do mundo, sendo constituída por poucas centenas de milhares de pessoas. O seu êxodo é já superior a cem mil crentes, fugindo da morte e violência. Não é melhor o destino da comunidade Yazidi, cuja religião de tipo monoteísta é formada por um sincretismo entre zoroastrismo, islamismo, cristianismo e judaísmo. Não importa, pois eles caem sob a rubrica dos “infiéis”, dos que devem ser extintos. Sua população fugiu para as montanhas e dezenas de crianças já foram mortas, enquanto 40 mil adultos encontram-se, sem água e comida, à beira da morte.

Observe-se que o Mausoléu de Jonas foi objeto de profanação precisamente por exprimir o reconhecimento de um profeta venerado por judeus, cristãos e muçulmanos. Na Bíblia, Deus lá aparece como magnânimo e benevolente, o que confere a esse livro uma significação particularmente ecumênica.

Isto é intolerável para o terror islâmico. Quem não segue os seus preceitos torna-se um infiel. Infiéis são cristãos, judeus, yazidis e muçulmanos de outras orientações. Nada muito diferente do que foi observado no Afeganistão quando os Talibãs também destruíram belas esculturas budistas, consideradas como heréticas.

Nada tampouco diferente do Estatuto do Hamas quando prega a exterminação dos judeus da face da Terra e a perseguição aos cristãos. O tronco é o mesmo, a diferença reside nos ramos que se desenvolveram segundo as peculiaridades de cada região. Al-Qaeda, Talibãs, Irmandade Muçulmana, Isil e Hamas são apenas ramificações de uma mesma doutrina, baseada no culto da morte e da violência.

Em alguns casos, o culto da morte não se manifesta somente no assassinato sistemático dos infiéis, não poupando crianças e mulheres, mas na educação dada às suas próprias crianças, formadas no ódio aos “infiéis” e para se oferecerem ao “martírio”. A leitura dos Estatutos do Hamas pode ser, neste sentido, muito ilustrativa. Seria interessante que os esquerdistas que os defendem incorporassem essas “premissas da morte” nos programas de seus próprios partidos. Teriam, pelo menos, o mérito da coerência, em vez de propagarem as mentiras do terror.

Particularmente eloquentes são as estatísticas que estão sendo apresentadas de mortes de palestinos em Gaza. Mais de 1.800 pessoas teriam lá morrido, supostamente por ataques “indiscriminados” de Israel. Curioso é que as fontes utilizadas são o Ministério da Saúde do Hamas e a ONU na região! Ou seja, é o próprio Hamas que fornece as cifras que são simplesmente transmitidas pelas agências de notícias, quando deveriam saber que a especialidade desta organização terrorista consiste na manipulação da verdade. O terror tem na mentira um instrumento de sua dominação.

O mesmo vale para a ONU, de nenhuma credibilidade na região. Três escolas — deve haver outras — já foram descobertas por serem abrigos de foguetes, algo denunciado por funcionário da própria organização. Uma clínica sua foi construída com explosivos dentro das paredes, para serem detonados quando da entrada de soldados israelenses. O que efetivamente aconteceu com a morte de três deles.

Note-se que a estatística apresentada é veiculada de maneira a produzir a percepção de que as Forças Armadas de Israel teriam como alvo os civis. A seguir este raciocínio, teríamos a conclusão esdrúxula e hilária de que os combatentes do Hamas não teriam morrido ou, talvez, nem mesmo existido. Israel estaria lutando contra moinhos de vento!

Israel calcula que em torno de 50% dos mortos são membros do Hamas. Boa parte das mortes civis foi produzida por escudos humanos, pois os terroristas se escondem em abrigos, os túneis, enquanto enviam os seus próprios civis para o martírio. Se Israel tivesse os civis como alvos não faria o combate por terra, que procura evitar precisamente a morte de civis. Arrasaria cidades, como foi a prática na Segunda Guerra Mundial. A BBC e o “New York Times” estão, agora, produzindo uma revisão geral dessas estatísticas por sua inconsistência e reduzida credibilidade.

Aliás, foi nesses dias descoberto um manual, o Manual do Terror, em que o próprio Hamas reconhece a utilização de escudos humanos e, mesmo, o caráter moral das Forças Armadas israelenses que, ao preservarem os civis, colocam os seus próprios soldados em situação de risco. Tornam-se, assim, alvos do terror.

O Isil tem em relação ao Hamas o mérito da coerência e, de certa maneira, da “honestidade”. Diz claramente que procura converter e executar os infiéis (cristãos, yazidis e xiitas), enquanto a organização de Gaza é dissimulada, procurando abusar da boa-fé dos ocidentais não judeus, apesar de visar igualmente aos cristãos. Colocam-se como “vítimas”, quando são os agentes do terror e da intolerância. (O Globo).

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,jonas-imp-,1541883
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