sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Dilma abraçará tiranos, mas nega encontro com oposicionistas.


Nada de espanto: é o lulismo no poder - com ou sem o falastrão de Garanhuns.
Apesar de o governo brasileiro ter concedido visto para a blogueira cubana Yoani Sánchez, que se tornou uma das principais vozes críticas ao governo de Cuba, a presidente Dilma Rousseff não pretende incluir em sua agenda o pedido de audiência feito por oposicionistas daquele País. A concessão do visto e a nota publicada pelo Itamaraty anunciando a decisão foram consideradas um "gesto público forte" do governo no sentido de posicionar em relação à questão. Auxiliares da presidente asseguram que receber os oposicionistas seria um ataque direto ao regime cubano, o que atrapalharia o bom rendimento da visita de três dias de Dilma a Havana, que começa na próxima segunda-feira.
Nos discursos que fará em Cuba, a presidente Dilma aproveitará para elogiar a abertura comercial cubana, dizendo que vê com bons olhos a iniciativa e que o Brasil fica feliz em poder estar contribuindo para melhorias na ilha cubana. Na avaliação de auxiliares de Dilma, esta é uma maneira "mais eficiente" de apoiar e sugerir mais mudanças e a modernização no País. (Continua).

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Sai da frente que lá vem o Dilmóvel!



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A desmoralização do Enem

O que levou o Enem à desmoralização? Erros metodológicos, inépcia da gestão Haddad e o "estilo publicitário (e só!) de governar." E dá-lhe enganos, desperdício de recursos e injustiças. 


Leiam artigo de José Serra em seu blog.


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As sacolinhas do ecofascismo

A estupidez politicamente correta começou em Belo Horizonte no ano passado. De uma hora para outra, as sacolinhas plásticas foram abolidas e os clientes do comércio tiveram que carregar compras em caixas ou pacotes.


A trapalhada consiste no seguinte: ao invés de embutir o custo das sacolas biodegradáveis na conta, os comerciantes as vendem separadamente, a 20 centavos por sacola.


Ontem, São Paulo aderiu à estupidez. A confusão era previsível. 


Bene, em Florianópolis as sacolas biodegradáveis já são usadas há mais de dois anos, sem cobrança em separado, sem amolação. As autoridades e os supermercados não têm a pretensão de ensinar aos clientes a doutrina ecofascista de "salvação do planeta".


P.S: a propósito, vale reler post publicado em setembro do ano passado.


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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

País sem oposição vive ditadura consentida


O historiador Marco Villa chama atenção para o silêncio da oposição, que em nenhuma outra época foi tão omissa. Como tem insistido este blog, já vivemos uma ditadura consentida.

O silêncio da oposição incomoda. Desde 1945 - incluindo o período do regime militar - nunca tivemos uma oposição tão minúscula e inoperante. Vivemos numa grande Coreia do Norte com louvações cotidianas à dirigente máxima do país e em clima de unanimidade ditatorial. A oposição desapareceu do mapa. E o seu principal partido, o PSDB, resolveu inventar uma nova forma de fazer política: a oposição invisível.


A fragilidade da ação oposicionista não pode ser atribuída à excelência da gestão governamental. Muito pelo contrário. O país encerrou o ano com a inflação em alta, a queda do crescimento econômico, o aprofundamento do perfil neocolonial das nossas exportações e com todas as obras do PAC atrasadas. E pior: o governo ficou marcado por graves acusações de corrupção que envolveram mais de meia dúzia de ministros. Falando em ministros, estes formaram uma das piores equipes da história do Brasil. A quase totalidade se destacou, infelizmente, pela incompetência e desconhecimento das suas atribuições ministeriais.


Mesmo assim, a oposição se manteve omissa. No Congresso Nacional, excetuando meia dúzia de vozes, o que se viu foi o absoluto silêncio. Deu até a impressão que as denúncias de corrupção incomodaram os próceres da oposição, que estavam mais preocupados em defender seus interesses paroquiais. Um bom (e triste) exemplo é o do presidente (sim, presidente) do PSDB, o deputado Sérgio Guerra. O principal representante do maior partido da oposição foi ao Palácio do Planalto. Numa democracia de verdade, lá seria recebido e ouvido como líder oposicionista. Mas no Brasil tudo é muito diferente. Demonstrando a pobreza ideológica que vivemos, Guerra lá compareceu como um simples parlamentar, de chapéu na mão, querendo a liberação de emendas que favoreciam suas bases eleitorais.


Em 2011 ficou a impressão que os 44 milhões de votos recebidos pelo candidato oposicionista incomodam (e muito) a direção do PSDB. Afinal, estes eleitores manifestaram seu desacordo com o projeto petista de poder, apesar de todo o rolo compressor oficial. Mas foram logrados. O partido é um caso de exotismo: tem receio do debate político. Agora proclama aos quatro ventos que a oposição que realiza é silenciosa, nos bastidores, no estilo mineiro. Nada mais falso. Basta recordar o período 1945-1964 e a ação dos mineiros Adauto Lúcio Cardoso ou Afonso Arinos, exemplos de combativos parlamentares oposicionistas.


E pior: o partido está isolado, fruto da paralisia e da recusa de realizar uma ação oposicionista. Desta forma foi se afastando dos seus aliados tradicionais. É uma estratégia suicida e que acaba fortalecendo ainda mais a base governamental, que domina amplamente o Congresso Nacional e que deve vencer, neste ano, folgadamente as eleições nas principais cidades do país. (Continua).

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Grotão lulista é um dos piores lugares do mundo para o exercício do jornalismo

Petistas e seguidores de Lula jamais manifestaram apreço pela liberdade de imprensa e pela democracia. O resultado, vergonhoso, aí está: o Brasil é um dos piores lugares do mundo para o exercício do jornalismo:


A ONG Repórteres Sem Fronteiras colocou o Brasil na 99ª posição de seu ranking da liberdade de imprensa 2011-2012 sobre as condições de trabalho dos jornalistas em179 países.
Com isso, o país caiu 41 posições em relação ao relatório de 2010, último a ser divulgado. O ranking é feito desde 2002.
Segundo a organização, o Brasil é o país da América Latina que mais caiu no período. O motivo foi o "alto índice de violência" contra os jornalistas, em especial nas regiões Norte e Nordeste, de acordo com ela.
A entidade cita o assassinato de três jornalistas como argumento, mas não fala quais são.
No ano passado, a Repórteres Sem Fronteiras divulgou notas contra a morte de, pelo menos, quatro profissionais brasileiros --Valério Nascimento, Luciano Leitão Pedrosa, Ednaldo Figueira e Gelson Domingos da Silva.
Nos primeiros lugares da lista estão Finlândia, Noruega e Estônia. Nos últimos, estão Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritreia.
Na América Latina, o Uruguai, na 32ª posição, foi o melhor colocado. Na frente do Brasil estão Argentina (47º), Chile e Paraguai (ambos na 80º). (Da Folha).

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Dilma vai abraçar a tirania mais antiga do mundo



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De boas intenções o Brasil está cheio, "presidenta".

Editorial do Estadão:


O governo Dilma Rousseff viveu na segunda-feira, com a realização da primeira reunião ministerial de 2012, um esplendoroso dia de Poliana, dando uma demonstração para lá de eloquente de que entra no segundo ano da nova administração cheio de boas intenções. Para começar, a presidente assinou decreto que cria uma supersecretaria, destinada a reestruturar o funcionamento do primeiro escalão do governo e a monitorar suas ações, que Dilma definiu com entusiasmo aos seus 38 ministros como um sistema de monitoramento online de todo o governo, "um projeto revolucionário, progressista e indispensável para a verdadeira reforma do Estado".
Na reunião, quem mais falou foi o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prometeu que o País cumprirá este ano a meta de superávit primário sem reduzir os investimentos do PAC ou outros que, ao contrário, serão reforçados, e ainda capitalizará os bancos públicos e manterá os programas sociais responsáveis pelo fortalecimento do mercado interno. Isso tudo apesar dos substanciais cortes no Orçamento que serão anunciados em meados de fevereiro. Tudo indica, portanto, que, apesar da crise financeira que tira o sono de europeus e norte-americanos, mais uma vez o mundo se curvará diante da pujança econômica brasileira. Tomara. (Continua).

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Caixa preta da Monstrobras: tão secreta quanto nos tempos da ditadura.

Ninguém jamais soube o que se passa na mais "soviética" das estatais.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Adeus, FHC. Pijama já!

Leiam entrevista do ex-presidente FHC, que enterra José Serra pela milésima vez. O "príncipe dos sociólogos" é o grande responsável pelo fim do PSDB. Addio!

Em uma conversa com a jornalista Helen Joyce, chefe do escritório da revista em São Paulo, realizada no dia 12 de janeiro, o ex-presidente destaca a importância de unidade dentro do PSDB para a escolha de seu candidato daqui a três anos. Questionado sobre quem seria o "candidato natural", FHC respondeu sem rodeios: "Aécio Neves". (Continua).

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Adeus, militante Gabrielli. Já vais tarde.

Enfim, sai o homem que afundou a Monstrobras (aliás, preposto do "quadrilheiro" Zé Dirceu):


A chegada de Maria das Graças Foster no comando da Petrobras no lugar de José Sergio Gabrielli representará também uma transição entre presidentes com perfis muito diferentes. Para o diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE) e especialista em energia, Adriano Pires, sai de cena um executivo que prejudicou minoritários, fez com que a compahia não conseguisse cumprir suas próprias metas de produção e, principalmente, aprofundou, e muito, a ingerência política na companhia. Entra uma presidente oriunda dos quadros técnicos da empresa – e não alguém com ligações partidárias, o que não ocorria há 20 anos – e que chegou onde chegou por mérito. O saldo, portanto, é positivo. (Continua).

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O Brasil é mesmo uma potência: tem 3 vezes mais comissionados que os EUA!


E a contratação de militantes não pára de crescer no governo Dilma, que gastará com eles 203 bilhões em 2012. Este gigantesco loteamento é o verdadeiro duto da corrupção.

A presidente Dilma Rousseff bem que tenta promover a austeridade fiscal, mas o governo federal não consegue frear o inchaço da máquina pública - nem os gastos com pessoal. Para se ter uma ideia, a União vai arcar, em 2012, com uma folha de pessoal e encargos sociais acima de 203 bilhões de reais somente com os trabalhadores que ocupam os chamados cargos de confiança, como mostra reportagem do jornal O Globo desta segunda-feira.
Desde o segundo ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva, as funções comissionadas no Executivo federal só crescem. Em 2003, primeiro ano de Lula, houve uma queda no total de cargos de confiança, de 18.374 do último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, em 2002, para 17.559 no final do ano seguinte. Depois disso, o número só cresceu. No final de 2011, já na gestão Dilma, foi de 21.870 para 23.579, conforme mostrou reportagem de VEJA em novembro do ano passado. (Corrupção).

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Pouco dinheiro para as engenharias e muito para as baboseiras politicamente corretas


Governo sem rumo: Plano Plurianual não passa de exercício burocrático. 
Formar 140 mil profissionais da rede pública de educação "nas temáticas de gênero, relações étnico-raciais e orientação sexual" talvez seja uma meta, mas o conjunto parece um tanto desequilibrado, quando se planeja "alcançar o número de 13.400 bolsas de iniciação tecnológica concedidas pelo CNPq para as Engenharias". Ou quando se considera o objetivo de 30 mil bolsas de pós-graduação e de 49.500 para iniciação à pesquisa. Quando se tem de competir com a China, capaz de formar uns 400 mil engenheiros por ano, os objetivos do PPA para ciência e tecnologia parecem modestíssimos.
A leitura dos detalhes do PPA reforça a impressão de um mero ajuntamento de ideias mal articuladas - uma indisfarçável negação do conceito de planejamento. Continua com razão quem descreveu o PPA como um exercício burocrático. (Continua).

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domingo, 22 de janeiro de 2012

Senado comemora fim do mundo em 2012 com milhares de talheres

Tá bom, desta vez não se trata de piada pronta:

A semana foi agitada no Senado Federal, apesar do recesso parlamentar. A alta Casa parece estar se preparando para algum banquete. Para tanto, o órgão comprou 1,2 mil colheres de aço inoxidável por R$ 2,8 mil. O jogo de talheres ficou completo com as 1,2 mil facas e 1,2 mil garfos comprados, todos do mesmo material que as colheres, somando mais R$ 6 mil.
Mas banquetes não são feitos apenas com comida e talheres. Por isso, o Senado adquiriu 100 bules de café ao preço unitário de R$ 55, totalizando R$ 5,5 mil. Outros itens também eram necessários. Dessa forma, foram reservados ainda R$ 155,5 mil. (Continua).

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Fedor de pizza "Mensalão"



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sábado, 21 de janeiro de 2012

Morte e repressão no paraíso de Frei Betto


Prisioneiro político morre em greve de fome e a ditadura prende opositores para evitar protestos. O fradeco que foi conselheiro "espiritual" de Lula e o escritor Fernando Morais estão mudos como sempre. Só abrem a boca para elogiar os tiranos de Cuba.
O preso político cubano Wilman Villar Mendoza, de 31 anos, morreu em um hospital de Santiago de Cuba na tarde da quinta-feira, sob a custódia do governo da ilha, durante uma greve de fome que fazia para protestar contra sua condenação. Ontem, enquanto o dissidente era velado, ONGs cubanas denunciaram uma nova onda de detenções, que impedia o funeral de se transformar numa manifestação.
Integrante da União Patriótica de Cuba (Unpacu), entidade que desde agosto busca reunir a dissidência nas províncias orientais do país, Villar cumpria 4 anos de prisão - condenado por "resistência, desacato e atentado" - na penitenciária de Aguaderos, segundo José Daniel Ferrer, o líder da Unpacu, relatou ao Estado.
Ferrer afirmou que Villar começou a greve de fome assim que foi condenado, em 24 de novembro. "Dez dias antes, ele tinha sido preso enquanto distribuía folhetos em Contramaestre. Na delegacia, disseram que se ele deixasse a dissidência, nada mais ocorreria. Mas ele não aceitou a oferta." (Continua).

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Um país de muitas Luízas e pouco juízo



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O Itamaraty de Dilma mudou? Não, continua aliado da escória internacional.


"Adolfinejad", o fantoche da teocracia iraniana, tem apoio do governo Dilma, mera continuidade do desvario lulista, apesar da boa vontade da imprensa que tenta mostrá-la como independente. Dá vergonha.

O embaixador brasileiro em Teerã, Antonio Salgado, advertiu contra a "demonização" do Irã e disse que a frase "infeliz" do presidente Mahmoud Ahmadinejad sobre "varrer Israel do mapa" -citada como evidência de intenções agressivas- foi "aparentemente mal compreendida" no Ocidente.
"Na realidade ele não queria dizer que Israel deveria desaparecer do mapa, mas sim desaparecer da história. Seria mais uma analogia com o que aconteceu com a União Soviética ou a África do Sul do apartheid", afirmou Salgado em debate no Rio com o chanceler britânico, William Hague.
O diplomata disse que, em vez de aprovar novas sanções contra o Irã -defendidas por Hague como "pressões pacíficas"-, o Ocidente deveria insistir em negociações sobre o programa nuclear. Citou a proposta "passo a passo" feita pela Rússia, que prevê um processo paulatino de concessões mútuas.
"Não estou defendendo o Irã, mas existe nos últimos anos uma demonização que tem mais a ver com a fase inicial da revolução [islâmica]. Depois houve oportunidades de normalizar relações com o Ocidente que foram perdidas", acrescentou.
Ao relativizar a declaração de Ahmadinejad -por sua vez uma citação do aiatolá Khomeini, líder da Revolução Islâmica- o diplomata retomou polêmica que vem desde que ela foi reportada pelo "New York Times" em 2006.
Especialistas como o americano Juan Cole dizem que a frase foi mal traduzida e a versão correta é metafórica, e não uma ameaça de guerra: "Esse regime de ocupação sobre Jerusalém deve desaparecer da página do tempo".
Outros, porém, argumentam que o próprio governo do Irã já usou a expressão "varrer do mapa" em páginas em inglês na internet.
No debate promovido pelo Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) no palácio do Itamaraty, Hague não recuou diante das críticas de brasileiros -que também questionaram, como o embaixador Marcos Azambuja, a viabilidade de uma solução para o caso iraniano enquanto Israel mantiver arsenal atômico.
O britânico disse que a recente invasão da embaixada de seu país em Teerã "mostra como é difícil tentar boas relações com o Irã" e que há "sinais perigosos" vindos do país, como o suposto complô para matar o embaixador saudita em Washington.
Ele se mostrou confiante em que o embargo ao petróleo iraniano será aprovado pela União Europeia na segunda-feira. A diplomatas brasileiros, informou que a única dúvida é se será implementado em dois meses, como querem Reino Unido, Alemanha e França, ou em seis, como propõem Grécia, Itália e Espanha, mais dependentes do produto.
O enviado especial brasileiro ao Oriente Médio, embaixador Cesário Melantonio, disse que o acordo feito por Brasil e Turquia com Teerã no ano passado "continua na mesa". No entanto, ele acha difícil que seja reativado em ano de eleições nos EUA, na França e no Irã (legislativas).
Essa hipótese foi sugerida por Anne-Marie Slaughter, ex-conselheira do presidente Barack Obama, e pela revista "Economist" nesta semana, entre outros. (Da Folha).

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Quem manda no "novo" ministério? Ora, ora, o Instituto Lula.



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Um texto de Savater sobre as ideias filosóficas

Quando falamos na terceira pessoa, distanciando-nos de nós próprios, somos cientistas; quando nos perdemos na interioridade subjetiva e falamos desde um eu irrenunciável, somos poetas; quando nos situamos entre as duas coisas, tentando captar a ideia, mas também a experiência que produz a ideia, então somos filósofos. Quem faz esta distinção é o filósofo espanhol Fernando Savater, em texto publicado na revista Letras Libres, que organizou um dossier sobre "os mecanismos da criação".

Crear una idea es una labor que Hegel caracterizó como el trabajo de la muerte. No quiero ponerme lúgubre, pero en cierta medida es así. La obra del entendimiento –la abstracción, el análisis, etcétera– es semejante a la muerte porque separa lo que está junto, separa lo que no puede subsistir separado. La realidad es un bloque, un magma que nosotros cortamos, separamos, descartamos y por lo tanto hacemos una tarea que es también la que lleva a cabo la muerte.

La muerte destruye lo individual, lo perecedero y se queda con los géneros. Nos destruye a cada uno de nosotros y se queda con los seres humanos, con la humanidad: los humanos siguen y nosotros nos morimos, los perros siguen y Rin Tin Tin se muere. Las cosas concretas desaparecen y en cambio lo demás continúa. Estamos acostumbrados a sustituir en nuestra casa un peine viejo por un peine nuevo, la lavadora vieja por una lavadora nueva, el iPhone viejo por un nuevo modelo, porque continúa el modelo, continúa la idea pero desaparecen los objetos particulares. Esa es la tarea de la muerte, es al final de cuentas la tarea del pensamiento. La tarea del pensamiento es buscar lo que dura, lo que permanece, descartando lo que muere, lo que perece, lo individual.

Aristóteles decía: “No hay pensamiento de lo individual, todo pensamiento es de lo general.” Podríamos preguntarnos: ¿por qué no hay pensamiento de lo individual? Porque el pensamiento mata lo individual, lo hace desaparecer para quedarse con la categoría. Por lo tanto crear ideas es imitar a la muerte. Imitar el despojamiento que la muerte lleva a acabo en la realidad para quedarse con lo perdurable, con lo eterno. Por eso las ideas son eternas –son eternas porque han sido despojadas del magma perecedero que es la individualidad, que es la existencia–. Esa es la contraposición permanente que María Zambrano estudió en Poesía y filosofía: la poesía se queda con lo perecedero, con lo que pasa, con lo que desaparece, con el temblor, con el instante, y la filosofía busca lo que no pasa, lo que perdura, lo que no cambia. Esa es la oposición permanente entre pensar y ser. Somos individuos, pero cuando tenemos que pensar, pensamos en categorías eternas. Spinoza decía que nos sabemos y nos experimentamos como eternos. El que piensa sabe que es eterno, pero sabe que es eterno en cuanto piensa. En cambio, cuando siente, cuando ama, cuando necesita, cuando añora es perecedero.

El trabajo de la idea –el trabajo de la idea del mundo– es ir categorizando el mundo de acuerdo con núcleos de eternidad y despojándolo de todo aquello que está constantemente pereciendo. Por eso decía Hegel que el rostro del pensamiento es el rostro aterrador de la muerte, porque cuando miramos de frente a los conceptos vemos que nosotros no tenemos puesto entre ellos.

En la ciudad de las ideas eternas platónicas está el Bien, está la Verdad, está la Belleza, están los conceptos pero no estamos nosotros. Nosotros somos barridos para dar paso a la idea. De ahí esa suerte de lucha entre la filosofía y la experiencia vital. La filosofía no puede ser ciencia, porque esta describe pero no busca significados, busca lo que hay pero no lo que significa. La poesía, en cambio, tiene el proceso inverso. Mallarmé, en sus consejos al joven poeta, dice “nunca preguntes qué es, pregunta qué significa”. La pregunta poética es ¿qué significa? La pregunta científica es ¿qué es? Y la pregunta filosófica es algo a caballo entre el “¿qué es?” del científico y el “¿qué significa?” del poeta. En medio de eso está la pregunta filosófica. La pregunta filosófica es categorizar como si fuéramos científicos, pero incorporando nuestra experiencia. La ciencia es experimento, la filosofía es experiencia. Eso hay que metérselo en la cabeza a los filósofos de la ciencia. Cuando nos ponemos completamente fuera y estamos hablando en tercera persona, somos científicos; cuando nos perdemos en la interioridad subjetiva y estamos hablando desde el yo irrenunciable, irrepetible, frágil y mortal entonces somos poetas; y cuando estamos a caballo entre las dos cosas, tratando de captar la idea pero también la experiencia que produce la idea, entonces somos filósofos. (Continua).


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Reforma ministerial



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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Por que Gilberto Carvalho e Zé Dirceu não estão na cadeia?

Porque no Grotão lulista impera a impunidade, em todos os níveis.


Aqui está um dos crimes que ambos praticaram: corrupção, sempre a corrupção. O irmão do assassinado Celso Daniel que o diga.


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Anvisa: sempre na contramão.


Como já foi dito aqui, a Anvisa - aparelhada pelo petismo - se mete onde não deve e não faz o que lhe compete:
A questão que me preocupa é a seguinte: é válido o órgão governamental responsável por autorizar e fiscalizar o uso de agrotóxicos no País, em vez de tomar decisões amparadas no rigor técnico-científico, fazer uso político dos instrumentos de fiscalização a ele outorgados pelo Estado? A meu ver, tal uso político é uma distorção do trabalho da Anvisa.
É um desperdício de tempo, que deveria estar sendo alocado para a realização de ações que incentivem o uso mais eficiente e correto dos agroquímicos. É um desperdício de recursos, pois, ao não informar com precisão os resultados contidos no Para, não permite à população fazer um julgamento correto sobre se os alimentos ingeridos são seguros ou não. E é um desperdício de inteligência, porque a Anvisa poderia estar liderando a construção de uma agenda positiva sobre o uso de agrotóxicos no Brasil, estimulando as empresas produtoras a dialogar com todos os órgãos governamentais que regulam o setor e, em conjunto, criar canais de comunicação com a sociedade.
Em vez de promover um debate educativo e criar medidas de treinamento dos agricultores para aproximar do zero as não conformidades que persistam, a Anvisa opta por questionar a necessidade dos agrotóxicos. Uma opção duvidosa, sobretudo vinda de um organismo importante, cujas decisões deveriam basear-se na melhor ciência disponível. (Continua).

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Perigo: deputado petista na rodovia!


Com toda a supostamente rigorosa legislação, a figurinha do PT gaúcho continua solta. A etnia petista - que goza de Cartilha de Impunidade - dirige o país como esse aí dirige no asfalto:
O deputado federal Dionilso Marcon (PT-RS) teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida na noite desta segunda-feira, 16, no município de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, após ser pego dirigindo com a habilitação suspensa. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o deputado acumula 101 infrações de trânsito.
Marcon foi parado por agentes depois de realizar uma ultrapassagem em local proibido no km 196 da BR-158, por volta das 20h. Os policiais pediram a documentação do parlamentar e, ao verificar a sua situação no sistema, constataram que ele estava com o direito de dirigir suspenso.
Marcon estava com outras pessoas no carro. Ele foi levado para a delegacia da cidade e assinou um termo circunstanciado. Depois, o deputado foi liberado. (Continua).

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Brasileiro segue Lula e foge dos livros



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