quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O senhor dos frangos

O tirano venezuelano Hugo Chávez, com seu estatismo fidelista, desabasteceu o comércio na Venezuela. Agora já posa até com frangos congelados, coisa tão rara quanto o leite, hoje, no país petrolífero. A coisa lembra o tenebroso congelamento de preços aqui no Grotão nos tempos do neolulista Sarney.

É o "socialismo do século XXI" a pleno vapor! (Leiam aqui).

6 comentários:

Maria do Espírito Santo disse...

E o rei do galinheiro está abraçadinho com uma bela franga de granja.

O galo é o dono da casa
a galinha, da cozinha
ou se porta direitinha
ou apanha com a asa
que o galo é o dono da casa

O galo canta de galo
a galinha cacareja
e o pintainho deseja
o fim de tanto badalo
e o galo canta de galo

O galo come faisão
a galinha é quem o assa
e o pobre do pinto passa
passa uma fome de cão
e o galo come faisão

O galo é o dono dos ovos
a galinha é quem os bota
e o pinto é compatriota
da miséria de outros povos
que o galo é o dono dos ovos

Por mais que cante de galo
o galo está a dar o berro
é que nem com mão de ferro
faz do pinto seu vassalo
por mais que cante de galo

Anda amarelado o galo
como a gema que o pariu
o sol nunca lhe sorriu
quanto ao pinto é um regalo
não há sol que não o tisne
o galo canta de galo
para o pinto é canto do cisne.

Aluizio Amorim disse...

Tambosi: esta foto é ridícula, principalmente pelo fato de que nosso Estado é um dos maiores produtores de frango do mundo! Só para ver o miserê que é essa tal República Bolivariana. Bom, mas se triunfarem por aqui os botocudos petralhas logo, logo estaremos também saudando em alto estilo o aparecimento de um frango congelado...HAHAHAHA

Debora disse...

Uma nota Aluizio: boa parte do frango que se vende na Venezuela é produzido em Santa Catarina.

Victor Carlson disse...

Eu só vi frango "catarina" por lá. Mas o mais me chamou a atenção, foi a quantidade de pessoas na fila do "Mercal", o mercado bolivariano. Era incompatível com o tamanho da população da favela que visitei (Maracao). Não tive tempo para investigar, mas me pareceu óbvio que o Mercal não era aberto para todos. A área era cercada, e depois de atender umas 150 pessoas, que aguardavam desde cedo numa longa fila, o Mercal fechava.

Fábio Mayer disse...

Nada demais, para quem canta de galo mas não passa de pintinho...

Leticia disse...

Olha, os refugos de Natal estão sendo vendidos aqui a doi reáu o quilo. Se aqui está esse desvalor todo, imagina a pindaíba da Venezuela, hein!...