sexta-feira, 11 de julho de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Iconoclástico, anti-ideológico e politicamente incorreto.
A censura à imprensa avança a passos largos no Grotão. Desta vez, alcança o Diarinho, de Itajaí (SC), por iniciativa do prefeito Volnei Morastoni (acompanhe aqui).
Ah, sim, o prefeito é do PT, off course.
Postado por
Orlando Tambosi
às
21:44
16 comentários:
Olha o quanto alguns brasileiros podem ser tão imorais.
Deixam o país porque querem e ficam exigindo direitos especiais e com alto custo para os contribuintes brasileiros que ficam se matando de trabalhar pagar tributos no Brasil:
http://www.conselho-brasileiro.ch/
http://www.conselho-brasileiro.ch/atividades/i_conferencia_comunidades_brasileiras_exterior/Propostas%20do%20Conselho.pdf
http://www.estadodoemigrante.org/index.html
"Olha o quanto alguns brasileiros podem ser tão imorais."
"Deixam o país porque querem e ficam exigindo direitos especiais e com alto custo para os contribuintes brasileiros que ficam se matando de trabalhar pagar tributos no Brasil"
Exma. Senhora,
Tendo em vista a imoralidade apontada esclareço os seguintes pontos:
1) os brasileiros que estão exterior enviam um volume de recursos financeiros muito grande. É dinheiro que entra como se tratasse de exportações.
2)muitos brasileiros que estão no exterior deixam no Brasil participações em sociedades e bens. Pela lei brasileira passa a ser um investimento estrangeiro e os lucros gerados por esses negócios são taxados diretamente a taxa bruta de 25%, mesmo que se trate dum aluguelzinho duma casinha de fundo de quintal;
3º) a experiência e os contatos desses brasileiros proporcionam inúmeros negócios ao Brasil sendo cada cidadão brasileiro, em princípio, um promotor do país;
4º)a descedência desses brasileiros
é instruída fora do Brasil e sendo razoável considerar que muitos irão morar no Brasil, este beneficiará da preparação acadêmica dessa pessoas sem ter gasto nenhum tostão. Lembre-se o que o estado brasileiro gasta muito dinheiro enviando estudantes para formação no exterior;
5º) os serviços consulares brasileiros cobram muitos dos serviços que prestam. E como não poderia deixar de ser: cobram caro(!);
6º) A saída maciça de brasileiros faz com que o número de desempregados no país diminua, contribuindo para um melhor nível de vida dos que ficam;
7º) o envio de remessas financeiras ao Brasil sustenta e/ou ajuda muitos nacionais a viverem diminuindo a pressão por serviços públicos;
8º) o bom tratamento do estado brasileiro a seus cidadãos residentes no estrangeiro promove uma boa visão que nacionais doutros estados tem em relação ao Brasil;
O que expliquei aqui pode facilmente ser constatado ao analisar a maneira como se processou e processa a imigração de varios outros países.
Dá até preguiça de clickar no link para ler
Arre !!
Exmo/a. Cfe
Até parece que estas suas 8 explicacões se aplicam à maioria dos brasileiros no exterior.
Por que esta maioria não aprende a fazer trabalho voluntário, atividade imensamente desenvolvida por europeus principalmente, para ensinar o português e promover a cultura brasileira aos seus descendentes?
Qual o problema para que eles mesmos ensinem sobre a cultura brasileira aos seus descendentes?
Isto será tão somente mais um meio de desvio de dinheiro público, ralo de corrupcão, ralo sem fiscalizacão alguma que nem os ralos dentro do Brasil são fiscalizados, imagina em outro país.
Não tenho nada contra que demandem todo e qualquer direito que quiserem desde que sem ônus aos contribuintes de tributos no Brasil.
Lembrando ainda a situacão precária da Educacão no Brasil. Não oferecem educacão de qualidade aos residentes no país, irão desviar verba para pagar professor de português para brasileiro no exterior que já está tendo uma oportunidade na vida para melhorá-la?
É minha opinião, acho esta demanda imoral como tantas outras imoralidades fazem deste Brasil um profundo 'grotão'.
Minha cara,
Antes de mais esclareço que sou brasileiro e moro em Portugal portanto não advogo a medida para uso próprio.
Sobre considerar o que eu disse não aplicar-se à maior parte dos emigrantes brasileiro, digo-lhe que está enganada. Por mais pequenas que sejam as remessas, ao junta-las dá um enorme bolo. De certeza que o rácio entre as prováveis despesas com o ensino de português e as rendas já recolhidas pelo estado brasileiro é francamente benéfico ao segundo. É uma afirmação sem base em nenhum estudo, mas um muito leve olhar sobre o assunto basta para conferir a falta de proporção nas quantias em questão.
O dinheiro das remessas efetuadas por emigrantes para o Brasil é ou será taxado de forma direta ou indireta (consoante o caso, quantia e tipo de aplicação) portanto duma maneira ou doutra existe ou existirá contribuição (direta ou indireta) de quem mora fora, não procedendo a afirmação de seria gasto apenas o dinheiro de "contribuintes do Brasil".
Uma medida como essa traria enormes benefícios a longo prazo ao Brasil pois criaria um contigente de pessoas no exterior que saberiam falar português e com familiaridade com a cultura brasileira. Se não fosse assim países como Portugal, Espanha, Itália e tantos outros não aplicariam medidas semelhantes.
Não é verdade que seria "um ralo de dinheiro" impossível ou difícil de ser fiscalizado por ser "em outro país", a não ser que se perca antes de chegar aos destinos (em Brasília, por exemplo). Não existem consulados e embaixadas?
Ser contra essa medida pelo fato da educação ser precária para os residentes no Brasil é um argumento tão válido quanto a defesa do fecho das Universidades por não haver escolas do ensino fundamental. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
E se for seguir seu raciocínio vinculando a obrigatoriedade de ser contribuinte para ter direito ao uso de serviços públicos então a situação fica pior ainda para sustentar seu ponto de vista, um vez que a maior parte dos utilizadores do SUS, escolas públicas etc só contribuem com reclamação, depredação ou despesa.
Esse tipo de aulas normalmente são lecionadas em instalações cedidas com custos mínimos. Não seria necessário a construção de nenhum "brizolão" ou outro qualquer prédio assinado pelo Niemeyer. O maior peso adviria da contratação de professores mas numa esmagadora maioria dos casos, julgo nem ser necessário professor, seria talvez apenas um apoio pedagógico para saber ao certo o que ensinar, com vista a depois obter as necessárias equivalências na hora de retorno ao Brasil.
Medidas como essa promoveriam a integração de milhares de crianças brasileiras nascidas no exterior promovendo a coesão nacional.
Respeitosamente,
Cfe
PS 1: Eu não participo de nenhuma organização citada ou congênere
PS 2: Só por exemplo, sabia que o tratamento de portadores de HIV em Cabo Verde e São Tomé e Principe são pagos pelo Brasil?
Sobre essa contenda, CFE e Verena, apenas digo: se fosse mais jovem, iria embora, sem pedir nada nem mais olhar para o Grotão. Isto aqui está definitivamente minado. Teremos pelo menos 30 anos de continuidade do marasmo que aí está, com o abraço dos primos PSDB-PT. Delenda!
Tambosi,
Para onde iria? A violência está numa escalada fantástica em todos os lugares. A Europa e os EUA numa crise tamanha, não vejo boas nuvens por aqui: acho que ainda vão andar aos tiros.
Caro/a. cfe
Antes de mais esclareço que sou brasileira e moro na Suécia portanto advogo contra a medida ainda que esta me beneficiasse.
O que mais vejo é brasileiro perguntando por um meio de enviar dinheiro para familiares no Brasil sem pagar tributos, acabam guardando e levando no bolso quando viajam de férias.
Consulados e embaixadas com servidores brasileiros tão afeitos à corrupcão como qualquer outro da maioria dos brasileiros. Além disso e até por isto, embaixadas e consulados brasileiros prestam servicos públicos incompetentes e ralapsos como qualquer outra reparticão pública no Brasil.
Pelo seu raciocínio, já está ruim mesmo no Brasil, deixemos que fique pior, um pouco mais de desvio de verba pública não fará diferenca.
Porque o Brasil já pratica esta imoralidade de pagar tratamento de aidéticos em Cabo Verde e São Tomé e Principe então deveria também praticar mais uma imoralidade pagando professores de português para brasileiros no exterior.
Meu filho sabe português muito bem e conhece bem nossa cultura ensinados por mim mesma.
Repito as perguntas:
Por que esta maioria não faz trabalho voluntário, atividade imensamente difundida por europeus principalmente, para ensinar o português e promover a cultura brasileira aos seus descendentes?
Qual o problema para que eles mesmos ensinem sobre a cultura brasileira aos seus descendentes?
Estas organizacões de imigrantes para promocão de suas culturas já recebem apoio do governo onde se encontram. O que vejo aqui é promocão da vinda de Calypsos, sambistas semi-nuas e afins que tanto nos envergonham, além de serem cabides de empregos para familiares e amigos conseguirem o visto em país europeu.
Coesão nacional deve existir dentro do país primeiramente e não existe no Brasil além dos períodos da Copa e do carnaval.
Equivalência escolar já é efetivada normalmente tanto do ensino fundamental quanto do médio. Meu filho fez somente teste complementar de português, História do Brasil e Estudos Amazônicos para o ensino médio sem maiores dificuldades.
Não concordo de forma alguma que se onere o contribuinte brasileiro para benefício de uma minoria que deixou o país por livre vontade e já está tendo uma oportunidade melhor na vida.
Respeitosamente
Verena
Tambosi
A Suécia tem sido uma das maiores decepcões da minha vida. A cada dia, descubro, provo e comprovo que vive de fama e fachada mesmo que ainda seja melhor do que o 'grotão' em muitos aspéctos, mas não é bem a maravilha propagandeada.
Verena (seja bem-vinda),
não idealizo a situação de outros países. O que me entristece é a nossa eterna "terceiromundice", com seu patrimonialismo corrupto. Quando falo em ir embora (mas jamais irei..), a Escandinávia não seria meu rumo. Não acdredito nem mais na social-democracia.
O pior de tudo, Verena, é que não há perspectiva de mudança nem a médio prazo por aqui. É trabalho para algumas gerações.
Abs.
Verena (pode cahama-la assim?),
Mora na Suécia? Não posso falar sobre o que se passa aí porque não conheço a realidade. Mas em Portugal há agências do Banco do Brasil e uma porção de empresas de transferência de dinheiro, e são muito, muito utilizados.
Claro que se a pessoa (turista) vai passar férias o dinheiro irá no bolso (acho uma besteira se arriscar: é melhor levar o cartão). No entanto se for muito dinheiro, a via legal será a mais utilzada, como é que alguem vai justificar a compra dum imóvel à receita? O sujeito até pensa que faz uma vantagem em não declarar mas depois vai pagar o pato bem caro. É o processo burocrático que faz com as pessoas fujam de declarar seus rendimentos, mas uma vez o dinheiro internado no Brasil ele irá pagar tributos duma maneira ou doutra e à isso que me refiro especificamente.
Não me interprete mal pois não desconsidero a probabilidade de desvio de recursos porem se esse for o único motivo não se faz nada. Os métodos de controle tem de ser acautelados, óbvio.
Eu continuo achando as aulas de português uma boa medida para integração de descendentes de emigrantes brasileiros quando retornarem. Você pode ensinar seus filhos porque tem cultura para tal mas muitos não tem. Aí talvez desperdiçamos a hipótese de integração de pessoas com uma boa instrução recebida no exterior de graça, com um olhar diferente que enriqueceria o Brasil. Para alem disso muitos não retornariam mas integrariam-se no país que estão, e poderiam ascender a cargos que em determinada altura da vida beneficiariam o Brasil. Paises com especial apetência para isso são os EUA e o Reino Unido. Outro exemplo: anos atrás a Alemanha indicou um cidadão seu, nascido e criado até aos doze anos no Brasil e portanto fluente em português, para um importante cargo a nível mundial (se não me engano o Banco Mundial) no entanto foi vetado pelos EUA pela provavel simpatia que teria com seu local de nascimento.
E dei o exemplo dos doentes cabo-verdianos e são-tomenses com HIV, tratados de graça pelo Brasil, para demonstrar que há certos tipos de gastos cujo retorno são inquantificáveis .
Se o estado brasileiro gasta uma nota para enviar profissionais ao exterior para se preparar porque não haveria de gastar muito menos pela “papa feita”?
Mas tudo bem se vc não concorda pois todos tem direito a opinião.
Respeitosamente,
Cfe
PS: não escreve “ caro/a”, mas “caro” ou nada se preferir: fica mal pra um vascaíno ;)
Reinaldo Azevedo já disse que a pior parte (serviço para décadas) será desaparelhar o estado (assim, mesmo com minúscula) da petralha, depois que a Nação conseguir defenestrar o pestismo do governo.
Caro Cfe
Aí está que, se estes brasileiros não podem ensinar a cultura brasileira aos filhos porque não a conhecem mesmo após terem residido por 18 anos, pelo menos, no Brasil, isto prova a falta de seriedade pois tiveram a oportunidade de aprendê-la e não o fizeram.
Fica muito difício acreditar que 'descobriram' tal seriedade no exterior e menos ainda que possam ensiná-la aos seus filhos para que queiram aprender sobre a cultura brasileira realmente.
Eu sou de família muito pobre, fui aluna 'jacaré' de grupo escolar e fiz bom uso de todo o pouquinho que tive para estudar e trabalhar sempre com muitos sacrifícios, até fome passei e nunca perdi meu tempo com carnaval e outras porcarias do tipo às quais muitos brasileiros são tão afeitos e é tudo o que perpetuam mesmo morando em países mais civilizados, não mudam o comportamento, continuam querendo trazer o pior do Brasil para cá e é isto o que farão pago com os tributos dos contribuintes.
Uns poucos exemplos de brasileiros que levam alguns benefícios aos Brasil não compensam este gasto.
E não penso que tratar aidético em qualquer país traga algum retorno. Com excecão de pessoas que a contraíram sem dar causa para tal, todos os outros aidéticos deveriam arcar com as consequências de suas escolhas, assim como o fumante, o usuário de drogas e qualquer outro que dê causa à própria desgraca. Muito diferente de pagar estudos para pessoas que já demonstraram sua seriedade no Brasil quando se esforcaram para cursar uma faculdade.
Também respeito sua opinião ainda que oposta.
Respeitosamente.
Verena
Verena,
Sem querer ser condescendente dá para entender sua opinião. Em relação aos aidéticos concordo consigo, mas o que está ali em jogo é o fato do Brasil dispender recursos próprios para tratar cidadãos doutros países, o que provoca uma boa imagem nas autoridades dos países visados. É claro que poderiam fazer outro tipo de gesto...fazer o que? Governo brasileiro...
Mas coloquemos a questão no seguintes termos: um filho muito esforçado dum pai brasileiro relapso. Não é de se investir nele?
E depois o filho dum brasileiro que nasça no exterior é meio que "híbrido" em termos culturais e em princípio terá mais modos do que muitos no Brasil. É como se houvesse um "upgrade" na mudança duma geração relapsa para a seguinte e seria importante que esses estivessem bem inseridos dentro da cultura brasileira para influir melhorias tambem no Brasil. Não é a toa que a região sul do Brasil é a mais desenvolvida do país e que o Brasil ficasse em crise a partir do momento que a imigração de pessoas vindas de países com sólida cultura diminuiu.
Realmente há muito brasileiro que dá má fama ao Brasil: eu moro numa cidade a beira-mar, turística portanto e na minha rua tem um café que só é frequentado por brasileiros, ou melhor por pagodeiros que gostam de música alta nascidos no Brasil. Nunca botei os pés lá porque sempre que olho para dentro é a maior zona, mas zona mesmo!
Mas ainda bem que o Brasil tambem tem bem-educada e esforçada, não é?
Verena,
Sem querer ser condescendente dá para entender sua opinião. Em relação aos aidéticos concordo consigo, mas o que está ali em jogo é o fato do Brasil dispender recursos próprios para tratar cidadãos doutros países, o que provoca uma boa imagem nas autoridades dos países visados. É claro que poderiam fazer outro tipo de gesto...fazer o que? Governo brasileiro...
Mas coloquemos a questão no seguintes termos: um filho muito esforçado dum pai brasileiro relapso. Não é de se investir nele?
Realmente há muito brasileiro que dá má fama ao Brasil: eu moro numa cidade a beira-mar, turística portanto e na minha rua tem um café que só é frequentado por brasileiros, ou melhor por pagodeiros que gostam de música alta nascidos no Brasil. Nunca botei os pés lá porque sempre que olho para dentro é a maior zona, mas zona mesmo!
Mas ainda bem que o Brasil tambem tem bem-educada e esforçada, não é?
Serena,
Não sei o que aconteceu mas o que vale é a segunda versão porque a primeira não exprimia bem a opinião. Aquele parágrafo a mais não está legal.
Postar um comentário