sábado, 31 de janeiro de 2009

Sponholz e o escândalo Tarso-Battisti



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2 comentários:

Anônimo disse...

"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois uma horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo.
Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição,empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."

Créditos em: MOURÃO FILHO, Olympio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto
Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16

Maria do Espírito Santo disse...

A horda de aduladores é nefasta, mas pelo menos é mais claramente identificável do que aqueles (ou mais exatamente "aquela") que protegidos e garantidos pelo status de "filósofos" declaram sua "iluminação" derivada de um "líder".

"Esta é a grande perversão a que a noção positiva de liberdade tem estado sujeita: se a tirania provém de um líder marxista, um rei, um ditador fascista, os mestres de uma Igreja autoritária, classe ou Estado, ela procura o eu "real" aprisionado dentro dos homens e o "libera" (ou "ilumina", acrescento por minha conta), para que esse eu possa atingir o nível daqueles que dão as ordens.
(Isaiah Berlin - O valor das idéias)

E assim age dona Marilena Monista, a Iluminada: disseminando escuridão com seus brilhantes comentários.