quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dia das bolsas


Sem contar as bolsas que serão assaltadas nas ruas pelos eleitores lulistas. Bom dia, trabalhador esfolado pel IR (voltar, nunca se sabe...).

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4 comentários:

Leticia disse...

Dia do Trabalho é uma coisa tão populista e rasteira como o Dia Internacional do amolador de facas. Só serve à moleza sindical e a quem não faz porra nenhuma de útil no mundo.

Quem trabalha trabalha todo dia e descansa de vez em quando. Esta semana, por exemplo, tirei o total de um dia inteiro entre minha declaração, a de meu pai e a do zelador aqui do prédio, que passou do limite salarial ano passado e estava perdidíssimo...

Por causa disso, descontarei a produção atrasada amanhã e depois. A pergunta é: quem me ressarce por eu ter de lidar com um programinha casca-de-ferida como esse da Receita? Quem inventou essa porcaria?

Maria do Espírito Santo disse...

Onde será que a escrava núbia, formiga de fábula, guardou minha cigarra de ouro?! Preciso dela para me recuperar da noite infernal que passei...

Tive um pesadelo horrível: sonhei com o futuro, milênios adiante! Imagine que neste tempo horrendo, todos trabalhavam!

Lembro de retalhos do que vi e ouvi... frases esparsas "O trabalho dignifica o homem"... Ai, só de me lembrar tenho arrepios de febre!

E um homem barbudo urrava frases sem nexo, sobre a continuação de uma luta sobre a qual não faço a menor idéia de que luta seria aquela... Uma guerra no futuro entre Atenas e Esparta? Não sei dizer...

Consigo me lembrar que em um determinado momento do pesadelo, o homem barbudo tentou arrancar a minha querida cigarra de ouro que adorna os meus belos cabelos, com fúria, ira e desespero... E me disse com os olhos em chispas: Agora é a nossa vez!!!

Depois, com um gesto de ávida brutalidade, conseguiu o seu intento! E como tudo o que acontece no país dos pesadelos, o barbudo larápio com olhos de sapo fez um gesto sobre a minha belíssima cigarra de ouro e ela se transformou numa estranha estrela vermelha com as letras P e T no centro...

Era um larápio mago, fundador de uma coisa chamada partido dos trabalhadores!

Levarei ainda algumas horas para me recuperar desse pesadelo premonitório de um futuro que ainda bem me pareceu bastante longínquo!

Anônimo disse...

Internautas, espalhem mais essa frase do Apedeuta, para que todos tenham a exata noção do poste que botaram lá no Palácio do Planalto: "Eu nem sabia o que era ser torneiro mecânico. Eu metia a mão no óleo preto e sujava todo o macacão porque eu queria que a minha mãe ficasse impressionada com o caçula dela sendo mecânico. Pois bem. Por conta disso, eu cheguei à Presidência da República".

É possível uma coisa dessas? Como se não fosse suficiente a total falta de cultura, o "cara" ainda esbanja imbecilidade. Como é que pode o país ter eleito alguém tão obtuso assim para desgoverná-lo?

Maria do Espírito Santo disse...

RECEITA PÓS-MODERNA DE PRESIDENTE DO GROTÃO

Ingredientes

- Um sindicalista de barba cheia, cuja ignorância seja estupenda. (Para verificar se a ignorância estupenda não está com o prazo de validade vencido, observe se o sindicalista chama a companheira de "Torneira mecânica".)

- Um povo que não sabe sequer a hora em que está com fome.

- Um programa Fome Zero.

- Um Pac.

- Dois ou três Piripaques dos raros seres pensantes.

- Uma Bolsa Família.

- Uma Bolsa Escola.

- Um Progama de Cotas.

- Um frei Betto.

- Um Zé Dirceu.


Temperos

- Três folhas de Louro José.

- Um milagre acontecido diante das câmeras num programa televisivo da Igreja Universal do Reino de Deus.

- Nove missas dominicais do pe. Marcelo Rossi.

- Um coqueiro idílico de uma praia nordestina.

- Cinco orgasmos frustrados de Ideli Salvati no Jurerê internacional.

- Essência de escândalos.

- Sumo de laranjas.

Modo de preparar

Pegue o sindicalista de barba cheia e misture com o povo que não sabe a hora em que está com fome e não põe nem porá jamais as barbas de molho.
Acrescente, misturando bem devagar, o Fome Zero, o Pac, os dois ou três piripaques dos raros seres pensantes, as bolsas familia e escola, o programa de cotas.
Separe as claras - não importa se estiverem meio turvas ou até escuras - dos ovos do frei Betto e do Zé Dirceu. Bata as claras em neves do filme Bye Bye Brasil e derrame por cima de tudo.

Antes de levar ao for(n)o eleitoral, pegue todos os temperos e tasque por cima do assim assado a ser cozido.

Obs; trata-se de um prato indicado apenas aos que têm estômago de Ema. Sua digestão demora no mínimo oito anos! Raros são os que não pedem saquinhos. Quanto aos de estômago delicado, começam a pedi-lo nas primeiras horas após a ingestão do indigesto repasto e não páram nunca mais!