
domingo, 31 de maio de 2009
Estado espoliador

Ex-aluno fala sobre Berlin e sua obra
O caderno Mais, da Folha de hoje, traz uma série de matérias sobre o filósofo Isaiah Berlin. Surrupio aqui a entrevista com seu ex-aluno Henry Hardy, responsável pela organização e publicação de várias obras do mestre. A entrevista foi conduzida por Marcos Perez, editor do caderno.Hardy se tornaria o protótipo do editor: transformou o respeitado acadêmico de circulação restrita no intelectual público e de dimensão mais midiática. Conceitos como "pluralismo", "liberdade negativa" e "liberdade positiva" passaram a ser aplicados para explicar a conjuntura política internacional imediata, como os totalitarismos do Leste Europeu -de onde, aliás, provinha Berlin (ele era letão).
Paradoxalmente, sua defesa do não cerceamento ao indivíduo seria posteriormente adotada por ideologias conservadoras e interpretada a contrapelo, como uma crítica estrita ao Estado. Mas, como Hardy explica na entrevista abaixo, esse era justamente um traço marcante da prosa e da escrita de Berlin: a capacidade de "atear fogo" a qualquer debate.
FOLHA - Seria difícil começar uma entrevista com o sr. sem perguntar como se sente em relação ao status que ajudou a criar para Isaiah Berlin, desde que o convenceu a publicar as obras engavetadas. De certo modo, foi o sr. quem o "descobriu"...
FOLHA - Como foi seu primeiro contato com ele?
FOLHA - Como reagia à influência crescente de seu pensamento?
FOLHA - Ele é um best-seller?
FOLHA - Isaiah Berlin morreu em 1997, oito anos depois da queda do Muro de Berlim. Como ele enxergou um momento tão simbólico para a liberdade individual?
FOLHA - Para o sr., que o conheceu tão bem, como ele reagiria à apropriação de suas ideias por ideologias conservadoras? Como o sr. mesmo explica essa apropriação?
FOLHA - Há alguma obra dele que ainda falta ser publicada?
Ex-aluno fala sobre Berlin e sua obra
Atenção, chapas-brancas! Boquinha à vista.
Atenção, chapas-brancas! Boquinha à vista.
sábado, 30 de maio de 2009
Uma crítica bem-humorada da MPB
Uma forma condensada de crítica musical inspirada em Leminski
Tudo que li me irrita
Quando ouço
Rita Lee (Paulo Leminski)
E Agora...
Ney Matogrosso
Podia cair num fosso
Não sobrar nem osso
Entrei pelo cano
É outro lixo
O novo Caetano
Argh! Leila Pinheiro!
Preciso ir urgente
No Banheiro!
O bodum
do Olodum
Mata um
Açaí, imã e guardiã?
Só pode ser rima
Desse tal de Djavan
Queria ser menina
Pra traçar
Marina Lima
Razão pra comemorar!
Chico virou escritor
Pelo menos, parou de cantar
Arnaldo, Carlinhos, Marisa
Se bate um vento
o talento vai na brisa
Que bosta!
O novo disco
Da Gal Costa
Gil largou o tropicalismo
E foi pro planalto
Brincar de stalinismo
Digo uma coisa sem medo
Tenho saudade do Cazuza!
Esse, pelo menos, morreu cedo
Tudo ao redor me irrita
Quando escuto
Maria Rita
(Do livro O imbecilismo e outros textos de humor, de Edson Aran).
(Danke, Maria).
Uma crítica bem-humorada da MPB
Protógenes na UFRJ
Convidamos a todos para a palestra:
Sigilo Policial x Liberdade de Imprensa:
Formas de Interação.
Local: Auditório Pedro Calmon, Forum de Ciência e Cultura
Data: 04/06, quinta-feira, 19 às 21h.
A fim de esclarecer este e outros dilemas gerados em torno da Operação Satiagraha e compreender a sua contribuição para o desenvolvimento brasileiro, o palestrante convidado Protogenes Queiroz apresenta sua experiência sobre esse tema.
A palestra é uma atividade complementar da disciplina Comunicação e Realidade Brasileira, ministrada pelos professores Eduardo Refkalefsky e Fátima Fernandes, apoiada pelo Laboratório de Inteligência e Pesquisa deMarketing Social (LIMK), da Escola de Comunicação - UFRJ, aberta a todos os interessados.
Por favor nos ajude a divulgar e seja bem vindo!
-- LIMK - Laboratório de Análise e Pesquisa de Marketing Social
Av, Pasteur, 250 - Fundos - Sala 125
Escola de Comunicação - ECOUFRJ - Campus Praia Vermelha+55 21 22955896
Protógenes na UFRJ
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Annan e o terrorismo ecológico
Annan e o terrorismo ecológico
Lula para sempre
Lula para sempre
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Governador de SC é absolvido pelo TSE
Governador de SC é absolvido pelo TSE
Abaixo a soberania!
Abaixo a soberania!
A maratona do ditador na TV
A maratona do ditador na TV
Monstrobras: contratos turbinados.
O aditivo é uma espécie de anexo ao contrato original. Pode ser usado para multiplicar os valores de obras e serviços e, assim, engordar os pagamentos às empreiteiras contratadas pela estatal, muitas delas sem licitação. Em apenas uma dessas obras, a construção e montagem do gasoduto Urucu-Coari-Manaus, no Amazonas, dois contratos que somavam R$ 1 bilhão foram "aditivados" em mais R$ 612 milhões. Em outro projeto, destinado a modernizar o sistema de produção da refinaria de Duque de Caxias (RJ), ao longo dos 780 dias em que vigorou o contrato foram assinados 24 termos aditivos - praticamente um por mês. (Continua).
Monstrobras: contratos turbinados.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Fascismo chavista censura Vargas Llosa
Fascismo chavista censura Vargas Llosa
Nobel para Lula? Só se for de corrupção.
Nobel para Lula? Só se for de corrupção.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Refúgio de terroristas
Refúgio de terroristas
Derrubem o tampinha!
Derrubem o tampinha!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Só agora?
Pois é, só agora o mundo acordou para o perigo representado pelo ditador stalinista da Coreia do Norte. Ditaduras sempre foram e são um perigo para a humanidade, ainda mais o restolho contemporâneo, que tem acesso à energia atômica.
Até ontem, o mundo tinha se calado, supondo que eram blefes as ameaças do ditador que usa saltos altos para não parecer o tampinha que é. Ele cuspiu para todos os países, irritando até a parceira China, também ditatorial.
Ah, como as "potências imperialistas" são boazinhas! Aposto que, apesar dos últimos acontecimentos, não vão dar um tranco no tirano Ahmadinejad, representante da teocracia iraniana que também brinca com a energia nuclear e já prometeu destruir Israel.
Vem mais bomba por aí.
Só agora?
domingo, 24 de maio de 2009
Passeata de pelegos e chapas-brancas
Passeata de pelegos e chapas-brancas
O Rio de Janeiro era lindo
O Rio de Janeiro era lindo
sábado, 23 de maio de 2009
Stanislaw previu o lulo-petismo
Stanislaw previu o lulo-petismo
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Chega de impostos extorsivos!
Recebi da amiga Anita Lucchesi, do Instituto Millenium, esta boa notícia:
***
Rio de Janeiro terá pela primeira vez o Dia da Liberdade de Impostos .
em todos os produtos e serviços.
No Brasil, infelizmente, a maioria da população não sabe o quanto paga de tributos. Entretanto, todos os brasileiros, direta ou indiretamente, pagam uma grande quantidade de impostos, taxas, contribuições etc. O cidadão tem todo o direito de ser informado, a todo o momento, do valor dos tributos que é obrigado a pagar.
De acordo com a carga tributária atual, os brasileiros têm de trabalhar 145 dias por ano (de 1º de janeiro até 25 de maio) apenas para pagar os tributos (impostos, taxas e contribuições) cobrados pelos governos (Municípios, Estados e União Federal). Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro, o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos, que será pago pelas entidades organizadoras. Parte de um esforço nacional, além do Rio de Janeiro, o evento também será realizado em Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.
No dia que simboliza a data em que o consumidor para de trabalhar para pagar impostos, a venda de gasolina será subsidiada no Posto Repsol (em frente ao Canecão), que fica na Rua Gen. Goes Monteiro, 195, Botafogo. Em lugar dos R$ 2,54 por litro/gasolina normalmente cobrado, os consumidores pagarão o valor de R$ 1.27 por litro, que é quanto a gasolina custaria se não incidissem tributos como a CIDE, PINS, Cofins e ICMS.
No Rio de Janeiro, o Dia da Liberdade de Impostos está sendo organizado pelo Instituto Millenium e pelo Ordem Livre. Para Túlio Severo Jr., um dos organizadores do evento, o objetivo principal é “permitir que a população compreenda que todos pagam impostos e que todos devem participar, legitimamente, na construção de um Brasil melhor, exigindo melhores serviços públicos e maior transparência”.
Paulo Uebel, Diretor Executivo do Instituto Millenium, que está colaborando para o Dia da Liberdade de Impostos, explica que decidiu apoiar o Dia da Liberdade de Impostos para ajudar na educação cidadã das pessoas. “Como temos a missão de promover a Democracia, é fundamental envolver todos os cidadãos brasileiros na discussão de temas importantes para o desenvolvimento do Brasil. Quando as pessoas tomam conhecimento de que são pagadores de impostos, mesmo que indiretamente, elas ficam mais motivadas e legitimadas a participar deste debate. A alienação popular é muito ruim para a Democracia”, explica.
Para Diogo Costa, coordenador geral do OrdemLivre.org, a redução dos impostos está intimamente ligada à diminuição da pobreza. “Nenhum país conseguiu se desenvolver por meio da tributação excessiva”, afirma. “Quem gasta o dinheiro dos outros, gasta mal e irresponsavelmente. Se queremos um Brasil mais próspero, um dos primeiros passos é garantir que a renda das famílias brasileiras não seja tomada de suas mãos pelos impostos do governo. É mais do que uma questão de economia. É uma questão de justiça”.
As vendas serão limitadas a 20 litros de gasolina por veículo. As senhas para abastecer com desconto serão distribuídas a partir das 10h e a venda se inicia às 11h. Somente os consumidores que tiverem a senha poderão abastecer com desconto e, após encerrada a cota de 4.000 litros, a ação será encerrada. Será aceito somente pagamento em dinheiro. A diferença no preço do combustível será paga pelas entidades organizadoras.
Serviço – Dia da Liberdade de Impostos Rio de Janeiro.
Data: 25 de maio de 2009.
Local: Posto Repsol (Canecão)
Endereço: Rua Gen. Goes Monteiro, 195, Botafogo
Horário: Distribuição de senhas a partir das 10h. Abastecimento após às 11h.
Valor da Gasolina: R$ 1,27 litro/gasolina (valor original: R$ 2,54 litro/gasolina)
Pagamento: Apenas dinheiro.
Demais locais onde será realizado o Dia da Liberdade de Impostos:
Belo Horizonte: Posto Albatroz (Esso) - Av. Afonso Pena, esquina com a Av. Brasil – Pç. Tiradentes
Porto Alegre: Firenze Combustíveis – Rua Santana, 345
São Paulo: Posto Centro Automotivo Portal das Perdizes (Ipiranga): Av. Sumaré, esquina com a rua Dr. Franco da Rocha.
Sobre o Instituto Millenium (http://www.imil.org.br/) – é uma entidade sem fins lucrativos, sem vinculação político-partidária, que promove a Democracia, a Economia de Mercado, o Estado de Direito e a Liberdade. Entre as suas atividades, o Instituto Millenium realiza campanhas de conscientização, colaborando para ter melhores cidadãos, com valores claros e sólidos.
Sobre o OrdemLivre.org –
Informações para a Imprensa:
Túlio Severo Jr – tulio@infinitecard.com.br
Fone: (21) 8225-9927
Diretor Executivo do Instituto Millenium
Paulo Uebel – paulo.uebel@institutomillenium.org
Chega de impostos extorsivos!
Estado de Direito atrai capital
***
Ahora que la fiesta terminó y el día después llegó, es hora de separar la paja del trigo. Una forma de hacerlo es observar el Índice de Calidad Institucional 2009, diseñado por el economista Martín Krause para la International Policy Network. Es un ránking de los países según el grado de libertad económica, democracia y Estado de Derecho que ofrecen. Como los países con puntaje más alto han atraído más financiación y capital que aquellos con calificación más baja, lo previsible es que estos últimos las vean muy negras en los años venideros. (Leiam o artigo completo de Álvaro Vargas Llosa).
Estado de Direito atrai capital
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Ministro contra a internet
A fim de anunciar a consulta pública para a definição do padrão digital de rádio, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, na capital federal, o político disse que o jovem brasileiro precisa tirar o foco da internet. Ou melhor, distribuir sua atenção em outros meios de comunicação.
“Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na internet. Tem que assistir mais rádio e televisão”, disse o ministro, conforme informaram sites noticiosos, como o Monitor Mercantil Digital.
E ele justifica isso pelo baixo faturamento do setor de rádio e TV. Segundo Hélio Costa, o setor de telecomunicação fatura R$ 110 bilhões por ano, sendo que somente R$ 1 bilhão está no rádio e R$ 12 bilhões vem das TVs. “O resto vocês sabem muito bem onde está”, pontuou.
Voltando ao tema principal, o ministro disse que se uma decisão sobre o rádio digital não for tomada ainda em 2009, a situação das rádios caminhará para "uma situação de insolvência".
(Fonte: Info online).
Ministro contra a internet
Riam com a Irmã Selma
Do ótimo Terça Insana. Humor politicamente incorreto - claro que não sai na TV.
Riam com a Irmã Selma
Monstrobras, a estatal "soviética".
Monstrobras, a estatal "soviética".
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Prisão perpétua já!
Prisão perpétua já!
Dividindo o Brasil em raças
O estatuto, na sua essência, é muito similar às leis segregacionistas em vigor nos Estados Unidos antes da vitória da luta pelos direitos civis e às leis sul-africanas ao tempo do Apartheid.
Não importa que o objetivo explícito aqui seja “promover” a “raça” negra; importa que, para fazê-lo, o estatuto olha os brasileiros, vê dois grupos estanques, impõe-lhes a afiliação a uma de duas “raças”, separa-os, conta-os e concede privilégios a um e não ao outro. Não há igualdade nisso, apenas discriminação.
Os Estados Unidos sempre estiveram sob o comando da Constituição, e esta sempre declarou que todos os homens são iguais. Como explicar, então, que, por tantos anos, tenham estado em vigor leis segregacionistas? Porque, lá, construíram-se leis como as que querem construir aqui: cidadãos iguais, sim, mas separados, cada um do seu lado “para o seu próprio bem”. A mistura era vista com horror, como algo que enfraqueceria tanto os negros quanto os brancos, daí a segregação.
No Apartheid da África do Sul, o discurso era o mesmo. O mestiço era considerado um pária, algo que já começam a repetir no Brasil, segundo denúncia de Demétrio Magnoli aqui mesmo nesta página. Esse estatuto, em que pesem as intenções em direção oposta, tem exatamente a mesma essência. O resultado será sempre o pior possível.
Vou dar apenas dois, de muitos exemplos. O projeto determina que todas as informações do SUS sejam desagregadas por “raça, cor, etnia e gênero” (vejam a obsessão, “raça, cor e etnia”), para que as doenças da população negra sejam mais bem entendidas e combatidas. Ocorre que a ciência já provou que não existem doenças vinculadas à cor da pele da pessoa: não existe doença de branco, de negro, de moreno.
Existem doenças que, geneticamente, estão mais presentes em grupamentos humanos, especialmente entre aqueles que não se misturam.
É só pensar na África: ali, a imensa maioria é negra, mas a incidência de certas doenças varia de região para região. Algumas tribos, que não se casam com gente de fora, perpetuam certa doença que não ocorre em outras tribos, igualmente negras. Da mesma forma e pelos mesmos motivos, num país onde a segregação foi muito severa, talvez seja possível encontrar incidência maior de uma doença entre negros. Mas, em países abençoadamente miscigenados, como o nosso, isso simplesmente não existe.
Como todos sabem, o SUS é procurado mais que preponderantemente por pessoas pobres, brancas ou negras ou morenas, ou amarelas. Qualquer estatística produzida pelo SUS, hoje, mostrará quais as doenças que afetam mais os pobres, e essa incidência será relacionada corretamente à pobreza. Se o estatuto for aprovado, haverá uma distorção enorme: como os negros são a maioria entre os pobres, as doenças que acometem mais os pobres em geral, pelas péssimas condições em que vivem, serão vistas como doenças dos negros, de qualquer renda. A crença dos que defendem o estatuto é que, com esse dado na mão, os negros poderão se beneficiar de políticas de prevenção.
Não tardarão a aparecer, contudo, racistas em algumas empresas evitando, disfarçadamente, a contratação de negros porque, supostamente, eles são mais vulneráveis a tais e tais doenças. Será o efeito oposto do que prevê o estatuto.
Outro exemplo: o projeto também impõe que toda criança declare a sua cor e a sua “raça” em todos os instrumentos de coleta do Censo Escolar (válido para escolas públicas e privadas). A ciência já mais do que provou que todos os seres humanos, independentemente da cor da pele, têm o mesmo potencial de aprendizado, ou, dito de uma maneira mais clara, são igualmente inteligentes.
Com essa medida, o que os proponentes do estatuto desejam é, ao final de um período, mostrar o desempenho de alunos negros e brancos.
Como, novamente, os negros são a maioria entre os pobres e como os pobres estudam nas piores escolas, é provável que os negros apresentem um desempenho pior, o que será exibido, não como resultado da penúria por que passam os pobres em geral (negros ou brancos), mas do racismo.
A crença dos proponentes é que os dados tornarão possível uma ajuda maior aos negros, mas o efeito prático é que os negros, de todas as faixas de renda, ganharão mais um rótulo, a ser explorado pelos racistas abjetos que existem em toda parte.
Estão criando um monstro.
Aos deputados que vão votar o projeto, especialmente àqueles que ainda não se decidiram, eu lembro: a ciência já provou que raças não existem, nós seres humanos somos incrivelmente iguais, apesar da diferença de nossos tons de pele; reforçar a noção de “raça” só aumenta o racismo; todas as políticas devem ser voltadas à promoção dos pobres em geral, negros, brancos, pardos, amarelos, qualquer um; nossa maior contribuição ao mundo, até aqui, foi a exaltação da nossa miscigenação, algo realmente inédito na história dos povos.
Mudar isso é mudar a essência de nossa nação. Para pior, muito pior.
No século XXI, nossa visão de mundo tem de ser pós-racial: lutar com todas as forças contra o racismo, não para enaltecer as “raças”, que não existem. Mas para que todos possam ser vistos apenas pelo que são: homens e mulheres. Alguém não deve ser ajudado porque é dessa ou daquela cor ou “raça”, mas simplesmente porque precisa.
Não há igualdade racial no estatuto proposto; apenas discriminação.
Dividindo o Brasil em raças
terça-feira, 19 de maio de 2009
Salve, Sponholz!
A charge, diz Sponholz, é antiga. Ora, será atual enquanto durar o governo Lula. E depois ficará para a história, que saberá examinar a podridão que hoje procuram esconder. E que dá bolsas a chargistas como Ziraldo e Jaguar, os milionários da ditadura (cuspo na desonrosa velhice deles).Salve, Sponholz!
Terceiro mandato? No STF não passa.
Ressuscitada por governistas, a tese do terceiro mandato para o presidente Lula (que a rejeita publicamente) é tratada como "sonho de uma noite de verão" por ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), uma ideia que levará "bomba" no tribunal mesmo que seja aprovada em plebiscito. O presidente do STF, Gilmar Mendes, que já disse que a proposta tem "forte sentido casuísta", mantém a posição. Outros magistrados são até mais incisivos e a criticam publicamente.
Terceiro mandato? No STF não passa.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O petróleo é dos petralhas!
É de morrer de rir. A petralhada veste as bombachas de Gétúlio e (re)lança -contra a CPI - a campanha "O petróleo é nosso, PSDB!" Como se ninguém soubesse que a caixa preta com o excremento do Diabo é do PT. Agora é literalmente deles...A CPI da Petrobrás, recém-criada no Senado Federal por iniciativa do PSDB e a mando evidente da eminencia parda da agremiação, o governador José Serra, é o mais novo avanço dos entreguistas de que falava Getúlio Vargas, aos quais o país se opôs e criou a empresa petrolífera.
Como disse recentemente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a descoberta e o início das operações de exploração do pré-sal constitui a “Segunda Independência” do Brasil. Através dessa riqueza imensa que jaz em nosso litoral Sudeste, o Brasil poderá ascender ao Primeiro Mundo talvez em uma década, se conseguirmos manter a riqueza a salvo das garras tucanas.
Não é por outra razão que venho propor a criação da nova campanha em defesa das riquezas minerais brasileiras, sugerindo o bordão “O petróleo é nosso, PSDB!”
E, sem titubear, começo propondo o início dessa campanha num ato público em defesa da Petrobrás a se realizar o quanto antes diante do diretório estadual do PSDB em São Paulo, no bairro de Indianópolis, na avenida que leva o mesmo nome, pois o ataque à Petrobrás vem do mesmo partido que começou a entregar o petróleo brasileiro há 12 anos e que quer voltar ao poder no ano que vem para continuar sua obra nefasta.
O petróleo é dos petralhas!
Black box continuará preta?

Black box continuará preta?
domingo, 17 de maio de 2009
Populismo fascista

Populismo fascista
CPT e o banditismo agrário
CPT e o banditismo agrário
sábado, 16 de maio de 2009
Aborto seletivo na Suécia
O leitor deste blog sabe que sou favorável à descriminalização do aborto no Brasil. Mas fico com um pé atrás quanto à decisão tomada na Suécia, que permitiu a uma mulher que abortasse uma filha porque ela desejava ter um filho (ela já tem duas meninas). Aborto seletivo na Suécia
Leminski (1944-1989)

No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto
a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela - silêncio perpétuo
extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais
mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas.
Leminski (1944-1989)
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Yeda é bandida?
Yeda é bandida?
Petrobras sob cerco
Petrobras sob cerco
PAC continua empacado
PAC continua empacado
A caixa preta da Petrobras

A caixa preta da Petrobras
Tradições religiosas vs. cultura grega
Do sociólogo italiano Luciano Pellicani, sobre as diferenças entre a racionalista tradição cultural grega e as tradições judaica, cristã e islâmica, prisioneiras da fé e do dogma: Tradições religiosas vs. cultura grega
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Lula e Dilma não fazem campanha, não...
Lula e Dilma não fazem campanha, não...
Bolivarianismo antissemita
Bolivarianismo antissemita
Chávez: "rico não é humano".
Chávez: "rico não é humano".
Guerra
Guerra
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Itamaraty lulesco: de mal a pior.
Itamaraty lulesco: de mal a pior.
Marx e seu guru idealista
Marx e seu guru idealista



