sexta-feira, 31 de julho de 2009
As teorias conspiratórias dos Vermelhos
Adeus à "era dos jornais"?
Os diários impressos estão em crise em quase todo o mundo e poucos deverão suportar os desafios impostos pela internet. Pessimista, o professor Paul Starr, da Woodrow Wilson School (Universidade de Princeton), afirma que estamos chegando ao fim da "era dos periódicos", que daria início a "uma nova era de corrupção".Adeus à "era dos jornais"?
América Latina, viveiro de ditaduras.
América Latina, viveiro de ditaduras.
O fracasso da TV Lula
O fracasso da TV Lula
Chavismo fecha cerco à imprensa
O fascismo bolivariano dá um último golpe na liberdade de imprensa: a "Lei Especial de Delitos Mediáticos" deixa no chinelo a draconiana Lei de Segurança Nacional dos tempos da ditadura no Brasil. Chavismo fecha cerco à imprensa
quinta-feira, 30 de julho de 2009
El Gorilón
El Gorilón
Curso de jornalismo para sem-terra
Curso de jornalismo para sem-terra
Zelaya ainda tenta banho de sangue
Zelaya ainda tenta banho de sangue
Farc sobrevivem com o bolivarianismo
Farc sobrevivem com o bolivarianismo
Orgânicos? Nem tão benéficos assim...
Orgânicos? Nem tão benéficos assim...
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Chávez, entre Mussolini e Fidel.
Chávez, entre Mussolini e Fidel.
Uma boa história da evolução
Dawkins é tão chato, no papel de militante ateísta, quanto os militantes das centenas de religiões que nos importunam nas ruas e na tv - mas sem o refinamento do biólogo inglês. O alívio será triplo. Primeiro, porque Dawkins consegue manter seu excelente estilo na maioria das muitas páginas. Depois, porque o britânico consegue manter sob controle dois de seus vícios, o desprezo por quem acredita em deus(es) e o endeusamento do DNA. Por fim, porque consegue manter o interesse do leitor em toda a longa narrativa que leva do homem ao ancestral comum de todos os seres vivos da Terra, há mais de 3 bilhões de anos.
É uma história complexa, como a evolução da vida. Nesse livro de 2004, anterior a "Deus, um Delírio", Dawkins adota um expediente engenhoso: refazer o caminho evolutivo de trás para a frente.
Parte das espécies como elas são hoje e ruma para o passado, como quem escala uma árvore da vida de ponta-cabeça.
Uma boa história da evolução
Chegada de açúcar é grande notícia na Venezuela
A economia do "socialismo do século XXI" vai tão bem que o próprio ministro da Alimentação da Venezuela anuncia a chegada de três barcos de açúcar importado. Aliás, nós já vimos o próprio Chávez posando ao lado de frangos catarinenses...Pero esto no fue suficiente, Chávez también tuvo que ir y empezar a tomar las tierras donde se cultiva la caña de azúcar y dividirlas para permitir que las familias trabajaran pequeñas parcelas. Si uno agrega a esto la corrupción que rodea a la plantas de procesamiento de azúcar (Pueden preguntar: ¿Qué pasó con los $ 500 millones de dolares gastados en CAEEZ,? Tal vez a finales del año estará funcionando, con sólo 5 años de retraso) y se ve claro lo que pasa: Venezuela, a pesar de los revolución Chavista en el sector del azúcar, produce sólo el 60% de lo que consumimos. (Continua).
Chegada de açúcar é grande notícia na Venezuela
O palanqueiro do atraso

O palanqueiro do atraso
A política bananeira da ONU e da OEA
A política bananeira da ONU e da OEA
terça-feira, 28 de julho de 2009
O leitão da gripe é grotense?
O leitão da gripe é grotense?
É a cultura, estúpido!
É a cultura, estúpido!
Suécia pede explicações ao gorila bolivariano
Suécia pede explicações ao gorila bolivariano
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Lições que os bolivarianos não aprendem

Lições que os bolivarianos não aprendem
Fuga da tirania chavista
Há uma verdadeira "fuga de cérebros" da Venezuela. Nove mil cientistas já residem nos Estados Unidos. Artistas, advogados, médicos e engenheiros abandonam o país em massa, fugindo da opressão chavista. Segundo as estimativas, um milhão de venezuelanos deixou o país nos últimos 10 anos.Fuga da tirania chavista
Dilmentiras
Corre no Youtube a prova de que Dilmona, a ministra do PAC, mentiu sobre seu currículo. Não é mestra nem doutora, mas ficou quietinha quando foi anunciada como pós-graduada. Aliás, parece que Paulo Markun, do Roda Viva da TV Cultura, gosta muito de entrevistar a candidata lulista. E, nas entrevistas, quase sempre convida o chapa-branca Luiz Nassif. Vão mentir assim no inferno!
Dilmentiras
O sonho ditatorial das "esquerdas" brasileiras
Augusto Nunes foi na couve: o sonho das "esquerdas" brasileiras era substituir a ditadura militar por uma "ditadura do proletariado". Para os líderes, que ainda vivem com a cabeça enterrada no passado, esse sonho nefasto ainda não morreu.O belo texto vai aqui na íntegra. (Obrigado, Leite de Pato).
“Ainda bem que a gente não chegou ao poder: se isso acontecesse, teria de devolver no dia seguinte”, disse Vladimir Palmeira, em maio do ano passado, num debate entre veteranos de 1968. “A gente sabia muito pouco, não tinha preparo para governar país nenhum”. Certíssimo. “A gente não tinha nem mesmo um projeto de poder”. Errado. Os comandantes do movimento estudantil (e, sobretudo, seus mentores na clandestinidade) tinham um projeto, sim. Tão claro quanto perverso: substituir a ditadura militar pela ditadura do proletariado.
Quem não tinha projeto de poder era a “massa de manobra”, como se referiam os chefes à multidão de jovens ingênuos, generosos, anônimos, que repetiam palavras-de-ordem cujo real significado ignoravam e cumpriam ordens e instruções vindas de cima. Os soldados rasos lutavam pela liberdade. Os comandantes planejavam suprimi-la. O rebanho sonhava com a ressurreição da democracia. Os pastores queriam muito mais, confirma Daniel Aarão Reis, ex-militante do MR-8, ex-exilado e hoje professor de história da Universidade Federal Fluminense.
“As esquerdas radicais não queriam restaurar a democracia, considerada um conceito burguês, mas instaurar o socialismo por meio de uma ditadura revolucionária”, fala de cadeira Aarão Reis, principal ideólogo de uma dissidência do PCB que desembocou no MR-8. “Não compartilho da lenda segundo a qual fomos o braço armado de uma resistência democrática. Não existe um só documento dessas organizações que optaram pela luta armada que as apresente como instrumento da resistência democrática”.
Recrutados na massa de manobra, os alunos dos cursinhos intensivos de revolução ainda estavam na terceira vírgula de O Capital e no quinto parágrafo de Engels quando descobriam que desistir das aulas semanais era crime sem perdão. “Ele desbundou”, desdenhavam os mestres de qualquer discípulo sumido. Meia dúzia de panfletos de Lenin depois, os aprendizes descobriam que se haviam tornado oficiais do exército mobilizado para sepultar o capitalismo e conduzir o povo ao paraíso comunista.
Muitos se diplomavam sem sequer desconfiar da grande missão. Mas gente como Vladimir Palmeira tinha idade e milhagem suficientes para saber que perseguia um regime ainda mais selvagem, brutal e infame que o imposto ao Brasil. Conviviam com tutores de larga milhagem. O sessentão Carlos Marighela, por exemplo, ensinava aos pupilos da ALN a beleza que há em “matar com naturalidade”, ou por que “ser terrorista é motivo de orgulho”. Deveriam todos orgulhar-se da escolha feita quando confrontados com a bifurcação escavada pelo AI-5.
A rota certa era a esquerda, avisavam os que nunca tinham dúvidas. Passava pela luta armada e levava à luz. A outra era a errada. Passava pela rendição vergonhosa e levava à cumplicidade ostensiva com os donos do poder. Ou, na menos lamentável das hipóteses, aos campos da omissão onde se amontoavam desertores da guerra justa. A falácia foi implodida pelos que se mantiveram lúcidos, recusaram a idiotia maniqueísta e percorreram o caminho da resistência democrática.
Estivemos certos desde sempre. Desarmados, prosseguimos o combate contra quem os derrotara em poucos meses. Enquanto lutávamos pela destruição dos porões da tortura, eles se distraíam em cursinhos de guerrilha ou no parto de manifestos delirantes. Estavam longe quando militares ultradireitistas tentaram trucidar a abertura política. Só se livraram do cárcere e do exílio porque conseguimos a anistia, restabelecemos as eleições diretas e restauramos a democracia. Nós vencemos. Eles perderam todas. Alguns enfim conseguiram tornar-se contemporâneos do mundo ao redor. Quase todos permaneceram com a cabeça estacionada em algum lugar do passado. E voltaram com a pose dos condenados ao triunfo.
Fantasiados de feridos de guerra, os sessentões de 68 se apropriaram de indenizações milionárias, empregos federais, mesadas de filho mimado. Com a velha arrogância, seguem convencidos de que quem está com eles tem razão. Passa a fazer parte da esquerda, formada por guerreiros a serviço das causas populares. Quem não se junta ao bando é inimigo do povo, lacaio dos patrões, reacionário, elitista, golpista vocacional. O comportamento e a discurseira dos dirceus, franklins, dilmas, genoínos, palmeiras, garcias, tarsos, vannuchis e o resto da turma confirmam: passados tantos anos, estão prontos para errar de novo. Infiltrados no governo de um presidente que não lê, não sabe escrever, merece zero em conhecimentos gerais e faz qualquer negócio para desfrutar do poder, eles aparelharam o Estado e vão forjando alianças com o que há de pior na vizinhança para eternizar-se no controle do país. Se não roubam , associam-se a ladrões. Se não matam, tornam-se comparsas de homicidas.
Sequestradores da liberdade e assassinos da democracia jamais deixam de sonhar com o pesadelo. Não têm cura. Nenhum democrata lhes deve nada. Eles é que nos devem tudo, a começar pela vida.
O sonho ditatorial das "esquerdas" brasileiras
Obama, o omisso, despenca ainda mais.
Obama, o omisso, despenca ainda mais.
domingo, 26 de julho de 2009
Os 10 maiores atos secretos do Senado
Os 10 maiores atos secretos do Senado
sábado, 25 de julho de 2009
Bolivarianismo e burrice
Bolivarianismo e burrice
sexta-feira, 24 de julho de 2009
O inferno do racionamento em Cuba
Eis o paraíso de Lula, Dilma, Frei Betto, Dirceu, Chico Buarque, Antônio Cândido, Marilena Chauí, Hugo Chávez et caterva:
No sábado pela manhã soube que havia chegado frango ao mercado racionado e fui ao açougue, onde habitualmente são vendidos os ovos e o picadinho de soja. Contudo, não havia alí nenhum cliente. O empregado, com o mutismo da moda entre os que atendem o público, apontou com o dedo uma centena de pessoas que fazia fila na frente da peixaria.
Já faz tempo que há escassez de produtos do mar e as fontes naturais para se obter fósforo estão mais perdidas que a arca nos filmes de Indiana Jones. Daí que na tabuleta onde deveriam marcar a quota de cavala ou merluza, agora anotam uma porção mínima de coxa e contra-coxa de frango. Passei várias horas na fila de espera e finalmente entrei neste lugar onde já não tem nada do odor das costas da África, que era onde a frota pesqueira cubana capturava os peixes, lá…nos idealizados tempos do socialismo real.
A vendedora estava parada sobre um tapete de cartões, onde se podia ler - com toda clareza - a procedência da mercadoria: “Made in USA”. Um ancião de língua maliciosa não deixou escapar o detalhe e comentou: “Esses frangos americanos estão mesmo bem alimentados”. A senhora pegou nossa caderneta de racionamento onde se diz que somos três pessoas, jogou sobre a balança um quilo - não incluía peito - e me disse que o preço era um peso e cinquenta centavos. “Quando vem o pescado?” - indaguei - porém ela não me respondeu com palavras, e sim apontando com seu indicador para o céu. (Continua).
O inferno do racionamento em Cuba
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Alô, TSE, tem juiz aí?
- A Zezé leu tantas vezes o nome da Dilma que se tivesse aqui algum juiz eleitoral a Dilma já estava pejudicada.
Alô, TSE, tem juiz aí?
Obama, o Kerensky americano.
Recebi de Armando Valladares, ex-preso político da ditadura castrista e ex-embaixador dos EUA na Comissão de Direitos Humanos na ONU, o seguinte artigo, que publico na íntegra.
Kerenskismo obamista, Honduras y abismo chavista
Así como el presidente Eduardo Frei Montalva pasó a la historia como el Kerensky chileno, por pavimentar el camino al socialista Allende, el presidente Obama corre el riesgo de pasar a la historia como el Kerensky de las Américas si empuja a Honduras al abismo chavista
Cuando se produjo la destitución del presidente hondureño Zelaya, por orden de la Suprema Corte de ese país, y con el respaldo mayoritario del Congreso, Honduras caminaba a pasos rápidos hacia una dictadura chavista, pasando por encima de la Constitución y las leyes. Además del más alto órgano judicial de Honduras, estaban advirtiendo sobre ese riesgo chavista las más importantes figuras políticas y religiosas de Honduras.
No obstante, ni el presidente Obama; ni el secretario general de la OEA, el socialista chileno Insulza; ni el "moderado" presidente del Brasil, Lula da Silva; y ni siquiera, que nos conste, ningún otro presidente latinoamericano, dijo una palabra al respecto. Se alegaba la autodeterminación, la necesidad del diálogo, del respeto de los procesos políticos internos, etc.
Todas esas personalidades políticas, tuvieron oportunidades de hablar en favor de la libertad de Honduras, y esas oportunidades son muy recientes por cierto, pero prefirieron lavarse las manos, como Pilatos. Menciono las dos más notorias.
La primera de ellas fue la Cumbre de las Américas, en Trinidad y Tobago, cerca de Honduras, en la cual el presidente Obama, con su estilo neokerenskista, se deshizo en sonrisas con el presidente-dictador Chávez, flirteó con el propio Zelaya y con otros presidentes populistas-indigenistas como el ecuatoriano Correa y el boliviano Morales, prestigió al "moderado" Lula y anunció que estaba dispuesto a dialogar y a establecer un "nuevo comienzo" con la sanguinaria dictadura castrista.
La segunda de ellas fue la Asamblea General de la OEA, por una ironía de la Historia realizada en la propia Honduras, en la cual, con la aprobación del gobierno Obama, se absolvió a la dictadura castrista y se le abrieron las puertas para poder retornar al referido organismo internacional.
En sus propias narices, y delante de sus propios ojos, los cancilleres de los gobiernos de las Américas pudieron sentir y ver la grave situación interna de Honduras, pero prefirieron lavarse las manos como Pilatos.
Cuando se produjo la destitución del presidente Zelaya, ordenada por la Suprema Corte, con base en preceptos constitucionales que impiden que un presidente intente reelegirse, ahí sí rasgaron sus vestiduras, y comenzó una de las mayores griterías conjuntas de izquierdistas y "moderados útiles" de la Historia contemporánea, con un verdadero ensañamiento contra un pequeño país que decidió resistir a esas presiones. Un pequeño país que se agigantó espiritualmente, inspirado en la expresión de San Pablo, esperando "contra toda esperanza" humana, pero aguardando todo de parte de la Providencia, y haciendo recordar, a quienes ven aprensivos el drama hondureño, a la figura bíblica de David contra Goliat.
En momentos en que escribo estas líneas, el destituido presidente Zelaya amenaza con retornar a Honduras, con lo cual, según advertencia del Cardenal de ese país, se tornará reponsable por la sangre fratricida que pueda correr. Delante de la resistencia hondureña, hasta el presidente-dictador Chávez mira hacia el presidente Obama y espera que éste quiebre las resistencias hondureñas a la chavización del país. También en momentos en que escribo estas líneas, se difunde la noticia de que la secretaria de Estado Hillary Clinton acaba de llamar al presidente interino de Honduras, y corren versiones que le habría dado una especie ultimátum. La misma secretaria Clinton que en Honduras, en la reciente reunión de la OEA, aprobó la absolución de la sanguinaria dictadura castrista; la misma que, junto con el presidente Obama, está dispuesta a dialogar con el gobierno pro-terrorista iraní, abre sus brazos a los comunistas cubanos, se reúne y ríe con el presidente-dictador Chavez, dio un portazo a la delegación civil hondureña que llegó a Washington simplemente a explicar su versión de los hechos. Son dos pesos y dos medidas de una injusticia, una hipocresía y una arbitrariedad que claman a los cielos.
Como ya fue recordado, el Cardenal de Honduras advirtió al depuesto presidente Zelaya que será responsable por el baño de sangre que pueda ocurrir si fuerza su regreso a su país.
Por mi parte, en cuanto ex preso político cubano durante 22 años en las mazmorras castristas, em mi condición de embajador estadounidense ante la Comisión de Derechos Humanos de la ONU durante varios años, y en cuanto simple ciudadano de las Américas, tengo la certeza de que así como el presidente Eduardo Frei Montalva pasó a la historia como el Kerensky chileno, por pavimentar el camino al socialista Allende, el presidente Obama corre el riesgo de pasar a la historia como el Kerensky de las Américas si contribuye a empujar a Honduras al abismo chavista.
Armando Valladares, ex preso político cubano, fue embajador de Estados Unidos ante la Comisión de Derechos Humanos de la ONU, en Ginebra, durante las administraciones Reagan y Bush. Acaba de recibir en Roma un importante premio de periodismo por sus artículos en favor de la libertad en Cuba y en el mundo entero. E-mail: armandovalladares2006 @ yahoo.es
Obama, o Kerensky americano.
Crononologia do golpismo chavista em Honduras
Veja, passo a passo, porque Zelaya foi chutado (constitucionalmente) do governo.
Crononologia do golpismo chavista em Honduras
Governador petista festeja ditador cubano
O governador baiano Jacques Wagner, ex-ministro de Lula, lambeu as botas do ditador cubano Raúl Castro, de passagem pela Bahia.Governador petista festeja ditador cubano
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Honduras marcha contra o chavismo
Os hondurenhos voltam às ruas em defesa da democracia e contra a volta do fantoche do chavismo Manuel Zelaya. Serão estes os golpistas, assim chamados pelo Itamaraty apetralhado, pela OEA dos tiranos eleitos e pelo obamismo complacente? Confira aqui.Honduras marcha contra o chavismo
Obama e o fascismo chavista
Sobre o "esquerdismo" da diplomacia norte-americana em Honduras:
Quando Hugo Chávez pede ajuda a Washington pessoalmente, como fez no último dia 9 de julho, isso levanta sérias questões a respeito daquilo que o presidente Barack Obama tem sinalizado para o ditador mais perigoso do hemisfério.
O que está em questão é a determinação de Mr. Chávez em, valendo-se de pressões multilaterais, restabelecer no poder Manuel Zelaya, o presidente deposto de Honduras. Seu telefonema a uma autoridade do Departamento de Estado mostrou que sua campanha não estava indo bem, e que ele achou que poderia obter ajuda dos EUA.
Não são boas notícias para a região. O venezuelano pode achar que seus objetivos têm apoio bastante dos EUA e da OEA para que ele se sinta justificado em forçar Mr. Zelaya a Honduras, apoiando a derrubada violenta do governo atual. Que ele tenha motivos para pensar assim é mais um sinal de que o governo Obama está do lado errado da História. (Continua).
Obama e o fascismo chavista
terça-feira, 21 de julho de 2009
Solidariedade a Honduras
Cartas para fernando.berrios@elheraldo.hn, que é o editor de El Heraldo, um dos principais jornais de Honduras.
Já mandei o meu recado.
Solidariedade a Honduras
Obama = Bush
Só faltou perguntarem aos eleitores o que acham da ridícula política externa de Obama, um zero à esquerda (principalmente se levarmos em conta sua complacência com o chavismo).
Obama = Bush
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Duda Mendonça continua mamando
Duda Mendonça continua mamando
Liberdade ofende as religiões?
Por estranho que soe, respeitar as sensibilidades dos seguidores de uma e apenas uma religião se converteu em algo politicamente correto. A esquerda, que, herdeira secularista do iluminismo, criticou sempre o conservadorismo religioso, tem reagido de forma tíbia e, às vezes, até endossado as limitações crescentes que fanáticos e parte do clero muçulmano buscam impor às sociedades abertas do planeta. Talvez o enigma se explique devido ao fato de que, na mitologia terceiro-mundista atual, o Islã é a fé dos novos oprimidos, os que assumiram o papel há muito descartado pelo proletariado industrial.
Acontece que a liberdade de expressão é direito fundamental numa sociedade moderna e democrática. Há milhares de religiões no mundo, e aquilo que numa delas é verdade indiscutível não raro é falsidade ofensiva para as demais. Como conciliar tais desavenças? Há duas maneiras: impondo uma crença uniforme (ou a descrença) a toda a coletividade ou mantendo a religião confinada à esfera privada, liberando de forma igualitária todos os pontos de vista. Dizer o que quer que seja sobre uma religião e seus personagens mitológicos ou históricos não equivale, de modo algum, a atacar seus fiéis. Apesar de tudo, o conflito de civilizações talvez seja realmente inevitável, não porque a modernidade não tolera gente, grupos, mesmo nações apegadas a tradições reais ou inventadas, mas porque estes se consideram ameaçados (e, pior, seduzidos) pelas sociedades liberais e avançadas.
Liberdade ofende as religiões?
domingo, 19 de julho de 2009
Latinoamerica
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
("Cidadezinha qualquer", de Carlos Drummond de Andrade).
Latinoamerica
sábado, 18 de julho de 2009
Ditadura politicamente correta
Mãe-África pode; Mãe-Europa, jamais.
Ditadura politicamente correta
Ah, essa "mídia" malvada e golpista...
Na Cucaracholândia é assim: tudo é "fabricado" pela imprensa malvada e golpista. Principalmente quando os acusados se dizem "progressistas".
Que vão todos se roçar nas ostras.
Ah, essa "mídia" malvada e golpista...
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Dilmona, a impostora.
Quem é Dilma? O que todos sabemos: uma farsante.
(Apud Coturno Noturno).
Dilmona, a impostora.
Coco de Bigode contra a imprensa malvada
Coco de Bigode contra a imprensa malvada
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A caixa continuará preta
A caixa continuará preta
terça-feira, 14 de julho de 2009
Questão de saúde? Porta do inferno.
Questão de saúde? Porta do inferno.
Ninguém chora pelos Kirchner
El resultado electoral es la culminación de un proceso que comenzó a gestarse hace algunos años. Los Kirchner, que llegaron al poder en 2003, gozaron de popularidad durante un tiempo. Luego su estilo autoritario y demagógico, y su modelo económico populista, basado en ordeñar a la vaca de la agricultura en un momento en el que la soja atraía una elevada demanda internacional y en redistribuir el dinero entre su vasta clientela, empezó a provocar hastío. La decisión de elevar los impuestos a los agricultores causó una fractura con las bases rurales. Medidas posteriores como la nacionalización de los fondos de pensión y el zarpazo a empresas privadas como Aerolíneas Argentinas ampliaron el resentimiento popular contra los Kirchner. Pronto, decisiones que habían sido populares años antes, como la sustitución del Fondo Monetario Internacional por Hugo Chávez como fuente de créditos financieros para el gobierno argentino, fueron cuestionadas.(Continua).
Ninguém chora pelos Kirchner
Prêmios da corrupção nacional
Os gastos da União no primeiro semestre deste ano com distribuição de prêmios a políticos, autoridades, personalidades, atletas, entre outros, cresceram quatro vezes em relação ao mesmo período de 2008. A conta paga pelos órgãos públicos federais (incluindo Executivo, Legislativo e Judiciário) para custear “premiações culturais, artísticas, científicas, desportivas e outras” somou o montante de R$ 15,2 milhões entre janeiro e junho de 2009, ante R$ 3,5 milhões registrados no ano passado. O montante desembolsado este ano é superior, por exemplo, à quantia aplicada com o programa de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente em todo o ano passado, R$ 13,4 milhões. (Continua).
Prêmios da corrupção nacional
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Um ditador a menos
Para o bem de todos, ele está muito mal.
Um ditador a menos
sábado, 11 de julho de 2009
Intelectuais e anticapitalismo
O blog tinha, na seção Arquivos à margem direita, um texto do filósofo Robert Nozick ("Por que os intelectuais são contra o capitalismo?") em espanhol. Só agora descobri que há uma tradução portuguesa. Merece (re)leitura. Aí vão alguns picles, observando-se que Nozick se refere principalmente a acadêmicos e jornalistas. O escrito mostra a tendência preferencial de certos grupos ao esquerdismo (a América Latina que o diga).Intelectuais e anticapitalismo
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Zé da laia chavista
Zé da laia chavista
Obviedade: Lula quer Irã nuclear.
Obviedade: Lula quer Irã nuclear.
Os falsos poços da Petrobras
Os falsos poços da Petrobras
"Doutorado" sem concluir o "mestrado"? Isto é só para gênios, Dilmalévola.
O leitor Rodrigo Castelan Carlson, engenheiro que está fazendo doutorado na Grécia, levanta uma boa questão sobre o currículo inchado da Dilmona:O que não entendo é como é que ela começou o doutorado sem ter terminado o mestrado. Alguém entende? Conheço pessoas que começaram direto o doutorado e pessoas que fizeram os créditos do mestrado e passaram para o doutorado por mérito acadêmico sem escrever uma dissertação. Nesta última foi em seguida, e não dez anos depois.
"Doutorado" sem concluir o "mestrado"? Isto é só para gênios, Dilmalévola.
Envergonhem-se, bolsistas da ditadura!
Envergonhem-se, bolsistas da ditadura!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O homem porco (ou vice-versa)
O espécime aí é resultado de mutação, isto é, do descaso pelas coisas públicas na América Latina, com ou sem gripe a ele atribuída.Em geral, a criatura chafurda no nosso dinheiro, alcançando peso considerável durante o tempo de engorda nas entidades também consideradas públicas.
O homem porco (ou vice-versa)
A OEA é dos tiranos
Consideremos apenas o que aconteceu neste país na última semana: um prefeito privado de 90% dos recursos da maior prefeitura de Caracas — cargo para o qual foi eleito pela maioria dos habitantes — fez uma greve de fome de cinco dias diante da sede da OEA em Caracas [1].
A OEA é dos tiranos
Liberdade de não acreditar
A União dos Ateus e Agnósticos Racionalistas, da Itália, promoverá um encontro nacional no dia 19 de setembro próximo. A Uaar, que inclui entre seus membros a Prêmio Nobel Margherita Hack, reivindica uma sociedade "moderna, laica e europeia". Seu manifesto:Liberdade de não acreditar
Lattes e Unicamp tentam limpar a cara da Dilma
Lattes e Unicamp tentam limpar a cara da Dilma
Sarney & Monstrobras
É um dever quebrar a caixa-preta da Petrobras e expulsar Sarney do Senado.
Sarney & Monstrobras
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Sem-teto na frente da residência de Lula
Sem-teto na frente da residência de Lula
Lixo europeu é despejado no Brasil
Lixo europeu é despejado no Brasil
Um som da Idade da Pedra
Trata-se do som de uma flauta que é o instrumento musical mais antigo (aproximadamente 35 mil anos) de que se tem notícia. Feita de osso de abutre, a flauta foi encontrada por arqueólogos numa gruta no sudoeste da Alemanha.Um som da Idade da Pedra
Grotão antiliberal
Grotão antiliberal
Enfim, termina a festa macabra.
O pai de Jacko, aquele gangster gordo e escroque, ganhou mais alguns milhões de dólares às custas do cadáver do filho.Enfim, termina a festa macabra.
A alma bolivariana de Lula
Do Pequeno Timoneiro, referindo-se a Khadafi, ditador da Líbia há 40 anos e financiador do terrorismo nos anos 90:A alma bolivariana de Lula








