sexta-feira, 31 de julho de 2009

As teorias conspiratórias dos Vermelhos

No site Vermelho, do PCdoB, um selinho chama para um debate sobre "como enfrentar o PIG" ("Partido da Imprensa Golpista", isto é, a imprensa livre). Estão lá os chapas-brancas Paulo Henrique Amorim, Laurindo Leal Filho e Altamiro Borges. O fantasma de E. Hoxa (falecido tirano da Albânia e antigo modelo do vermelhos do Grotão) só não comparecerá porque não "ecxistem" fantasmas. Ainda bem que os ditadores morrem. Definitivamente. Pero que hay seguidores, hay.
Na mesma página, o escritor Moniz Bandeira (autor de Formação do império americano) desfila, em entrevista, outra teoria conspiratória: o "golpe" em Honduras tem o dedo da "direita" norte-americana.
Para variar...

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Adeus à "era dos jornais"?

Os diários impressos estão em crise em quase todo o mundo e poucos deverão suportar os desafios impostos pela internet. Pessimista, o professor Paul Starr, da Woodrow Wilson School (Universidade de Princeton), afirma que estamos chegando ao fim da "era dos periódicos", que daria início a "uma nova era de corrupção".
Há quem comemore a decadência das redações, mas Starr vê sérios riscos à democracia. Os jornais não nos brindaram apenas com a cobertura de notícias, diz o professor, mas deram ao público "um poderoso meio de influência sobre o Estado que agora está em risco."
Suas conclusões:
Se encaramos seriamente a noção dos diários como um quarto poder, o fim da era dos períodicos implica uma mudança no próprio sistema político. Os diários nos ajudaram a controlar as tendências corruptas tanto no governo quanto nos negócios. Se quisermos evitar uma nova era de corrupção, teremos de reunir esse poder por outros meios. Nossas novas tecnologias não eliminam nossas velhas responsabilidades.
O artigo de Starr foi publicado originalmente no The New Republic. Em espanhol, há uma versão html no Letras Libres e outra, mais completa, em pdf, na Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano.

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América Latina, viveiro de ditaduras.

"O caso de Honduras, onde um aliado de Hugo Chávez provocou uma resposta militar ao violar a lei com sua tentativa de permanecer no poder, nos lembra que a ameaça à democracia liberal na América Latina provém hoje de populistas autoritários que abusam da legitimidade das urnas. Sugere também que a Organização do Estados Americanos (OEA), organismo hemisférico que deveria zelar sem descanso pela manutenção do Estado de Direito, é parte do problema."
Só faço um reparo ao ponto de vista de Álvaro Vargas Llosa: a OEA está, de fato, em poder dos "tiranos eleitos", como bem os designou Ana Júlia Jatar. Chamá-los de "populistas autoritários" é muita brandura: são tiranos mesmo, ainda que tenham passado - sabe-se lá com quantas violações - pelas urnas.

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O fracasso da TV Lula

Insignificante no cenário nacional, a TV Brasil funciona apenas como cabide de empregos. Mesmo assim, a cada dia há baixas de diretores e conselheiros. Em editorial, a Folha recomenda que a TV seja fechada - para que não se enterre ainda mais dinheiro público nessa nulidade.
Lançada em 2007 pelo governo como se fosse uma espécie de versão brasileira da BBC, a TV Brasil já perdeu 6 dos seus 15 conselheiros originais em pouco mais de um ano e meio. Coincidentemente, a TV criada por Lula acabou de ganhar uma nova identidade visual, que, segundo comunicado da emissora, dará "uma cara moderna e atual" ao logotipo. Mas pouca gente ficou sabendo, dado o exíguo alcance do canal.
A TV Brasil integra a EBC (Empresa Brasil de Comunicação), que tem Orçamento de R$ 350 milhões por ano e abarca nove rádios e duas outras emissoras, além de seu carro-chefe.
O governo queria, com a EBC, criar uma grande rede pública nacional. Após a saída de três diretores vinculados ao Ministério da Cultura, o controle ficou nas mãos da Secretaria de Comunicação, do ministro Franklin Martins. A TV que se queria pública é antes de mais nada um cabide de empregos.
O lance mais recente da novela da emissora foi o anúncio feito à Folha pelo presidente do conselho curador, Luiz Gonzaga Belluzzo, de que entregará o cargo.
Antes dos problemas políticos, a empresa padece de irrelevância técnica. Tem alcance muito restrito pela rede aberta, funcionando basicamente para clientes de operadoras de TV por assinatura. Segundo a emissora, muitos espectadores assistem à programação por antena parabólica, o que também serve como justificativa para não divulgar dados sobre audiência.
O fato é que a TV Brasil já começou mal, através de uma medida provisória, em vez do encaminhamento por projeto de lei. Tem 15 "representantes da sociedade civil" em seu conselho, todos nomeados pelo presidente Lula. Os vícios de origem e o retumbante fracasso de audiência recomendam que a TV seja fechada -antes que se desperdice mais dinheiro do contribuinte.

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Chavismo fecha cerco à imprensa

O fascismo bolivariano dá um último golpe na liberdade de imprensa: a "Lei Especial de Delitos Mediáticos" deixa no chinelo a draconiana Lei de Segurança Nacional dos tempos da ditadura no Brasil.
É claro que os jornalistas estão de cabelo em pé:
"¿Qué entiende la Fiscalía por delito mediático?", se preguntó el Colegio Nacional de Periodistas a través de un comunicado difundido el jueves. "¿El uso deliberado de un adjetivo? ¿La parodia política de un humorista? ¿La publicación de una denuncia que afecte intereses sacrosantos? ¿La cifra sobre los índices de criminalidad? ¿Las críticas ante los excesos de un poderoso". Para el gremio, dice el documento, este proyecto está enmarcado "dentro de un ataque orquestado por todos los instrumentos estatales para amedrentar a la población e instarla a que haga silencio". El cerco contra 285 emisoras de radio y televisión que, a finales de junio, fueron amenazadas por el Gobierno con el cierre; el anuncio de reformas a la Ley de Ejercicio del Periodismo; y la criminalización de la disidencia política, sostiene el CNP, son acciones que forman parte de ese ataque. La organización francesa Reporteros Sin Fronteras también ha denunciado que modificaciones legislativas como ésta que hoy se promueven en Venezuela constituyen una "cruzada" del Gobierno de Hugo Chávez contra los medios de comunicación privados. (Leia aqui e também no El Cato).
(Caricatura: Nelson Santos).

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

El Gorilón

Os que criticam o mal-denominado "golpe militar" em Honduras nunca se referem a Hugo Chávez como coronel do Exército venezuelano. Ah, como é de "esquerda", não é gorila...

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Dilmentirosa

Veja a folha corrida de mentiras da candidata lulista em Gente que mente.

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Curso de jornalismo para sem-terra

Depois que o STF derrubou a exigência de diploma para o exercício do jornalismo, até os sem-terra serão jornalistas. Aliás, há um cursinho especial para eles na Universidade Federal do Ceará.
A coisa será assim:
Além das disciplinas comuns, os jovens ligados ao MST terão matérias voltadas para temas da área rural. Parte das aulas será ministrada na universidade e parte, nas comunidades dos assentados. Instituído em 1998, o Pronera se destina a estimular a educação nas áreas de reforma agrária em todo o País. Inicialmente era voltado sobretudo ao combate ao analfabetismo. Mais tarde passou a apoiar o ensino profissionalizante e a formação universitária.
Imagino que Pol Pot Stédile, o comandante do MST, será o patrono da primeira turma de jornalistas sem-terra.
Pois é, sem terra, mas com diploma.

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Zelaya ainda tenta banho de sangue

Zelaya, depois do avança-recua que promoveu na fronteira entre Honduras e Nicarágua, procura agora mercenários para formar um "exército popular e pacífico" (quá!) e voltar ao país. Deve ter todas as despesas pagas pelo tirano Chávez, que a todo custo busca promover um banho de sangue em Honduras.
Enquanto isso, a OEA e a ONU assistem tudo de poltrona. Só falta aplaudir o gorila de Caracas.

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TSE é apenas uma sigla


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Farc sobrevivem com o bolivarianismo

Os governos delinquentes associados ao retrógrado "socialismo do século XXI" apoiam direta ou indiretamente os terroristas e sequestradores das Farc. Armas da Suécia passaram do exército venezuelano para os facínoras. Agora se descobriu uma rede de apoio e financiamento ao terror - inclusive no Brasil.
Nenhum espanto:
As suspeitas sobre o alcance das conexões internacionais da guerrilha colombiana vão muito além da Venezuela.O Tribunal Penal Internacional (TPI) está analisando indícios de que uma rede de apoio e financiamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) atuaria em diversos países, entre eles o Brasil.
A informação foi confirmada à Folha pelo promotor-chefe do TPI, o argentino Luis Moreno-Ocampo, em recente passagem pela Suíça. Seu escritório enviou uma carta às autoridades brasileiras para saber se foi aberta investigação sobre as atividades da guerrilha no país.
Segundo o promotor, os indícios sobre as ações no Brasil aparecem em mensagens encontradas num dos computadores de Raúl Reyes, o número dois das Farc que foi morto num ataque do Exército colombiano a seu acampamento no Equador, no ano passado.
"Estamos avaliando o que está sendo feito na Colômbia e descobrimos que há conexões das Farc em outros países, inclusive no Brasil", disse o promotor, na cidade de Basileia.
No ano passado, o governo brasileiro negou qualquer envolvimento com as Farc depois que e-mails obtidos do computador de Raúl Reyes revelaram esforços da guerrilha em abrir um diálogo com PT e Planalto. (Continua, para assinantes).

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Orgânicos? Nem tão benéficos assim...

O De Gustibus flagrou bem: alimentos orgânicos não representam benefícios nutricionais superiores aos dos alimentos comuns.
Tomem, verdolengos. Tomem, reacionários anti-transgênicos.

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De porcos, patetas e fantasmas.


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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Chávez, entre Mussolini e Fidel.

O jornalista e professor venezuelano Ramón Guillermo Aveledo escreveu um livro sobre ditadores em que, intencionalmente, não incluiu o tirano Hugo Chávez, de modo a cutucar seus compatriotas. No elenco, Mussolini, Stálin, Trujillo, Hitler, Mao, Fidel e Franco.
A estratégia surtiu efeito. Segundo a opinião geral, Chávez é o resultado de um "cruzamento" entre Mussolini (histriônico e voluntarioso) e Fidel Castro (loquaz e inescrupuloso).
Montaner comenta o livro em "Um ditador, todos os ditadores".

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Uma boa história da evolução

Dawkins é tão chato, no papel de militante ateísta, quanto os militantes das centenas de religiões que nos importunam nas ruas e na tv - mas sem o refinamento do biólogo inglês.
Pois bem, o livro A Grande História da Evolução (ver ao lado), publicado em 2004 e traduzido agora pela Companhia das Letras, é leitura recomendável também para os que detestam o militante.
Na alentada obra, o autor traça a história da evolução de trás para frente, isto é, do presente para o passado.
Marcelo Leite fez uma pequena resenha na Folha (surrupio na íntegra):
Quem leu com enfado a investida de Richard Dawkins -estrela da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty- contra a religião, em "Deus, um Delírio", lerá aliviado este "A Grande História da Evolução ". É mesmo um grande livro. Seria uma lástima se poucos mostrassem fôlego para atravessar suas 703 páginas (fora anexos).
O alívio será triplo. Primeiro, porque Dawkins consegue manter seu excelente estilo na maioria das muitas páginas. Depois, porque o britânico consegue manter sob controle dois de seus vícios, o desprezo por quem acredita em deus(es) e o endeusamento do DNA. Por fim, porque consegue manter o interesse do leitor em toda a longa narrativa que leva do homem ao ancestral comum de todos os seres vivos da Terra, há mais de 3 bilhões de anos.
É uma história complexa, como a evolução da vida. Nesse livro de 2004, anterior a "Deus, um Delírio", Dawkins adota um expediente engenhoso: refazer o caminho evolutivo de trás para a frente.
Parte das espécies como elas são hoje e ruma para o passado, como quem escala uma árvore da vida de ponta-cabeça.
Evolução para leigos
A estratégia perde um pouco da graça, ao menos para o leitor brasileiro, quando Dawkins equipara o percurso imaginário ao do albergueiro nos "Contos de Cantuária", de Geoffrey Chaucer (1343-1400).
É o tipo do floreio que sugere um contato apenas superficial da divulgação científica com o universo literário, sem estabelecer um diálogo real. O título original inglês é "Contos do Ancestral - Uma Peregrinação à Alvorada da Vida", mais fiel ao dispositivo. Cada um dos 40 "encontros" (capítulos) do Homo sapiens com seus ancestrais -neandertais, bonobos, camundongos, tatus, dodôs, salamandras... até chegar às bactérias- ganha vários contos, como os do clássico quatrocentista.
Contos, vírgula. Não chegam a ser narrativas. E nem sempre contam coisas diretamente relacionadas com o organismo do título. Vários tentam destrinchar itens cabeludos da genética e da evolução para leigos. Alguns conseguem.
Passeio fascinante
As primeiras cem páginas são duras de roer por quem não tenha interesse e algum conhecimento prévio de biologia. A partir daí, Dawkins embala e conduz o leitor num passeio fascinante pela melhor literatura sobre o mundo natural. São páginas inspiradas, várias sobre organismos de que nunca se ouviu falar.
Como a vaca-marinha-de-steller, com mais de cinco toneladas, que vivia no estreito de Bering. Bastaram 27 anos de caça para extingui-la, no século 18. Outros mais familiares (por assim dizer), como o ornitorrinco e seu bico-sensor, ganham luz nova sob a redação brilhante: "Quando você pensar em um ornitorrinco, esqueça os patos; pense no Nimrod, pense no Awacs [aviões com radares sensíveis]. Pense numa mão enorme tateando, percebendo por meio de formigamentos remotos; pense na luz do relâmpago e no estrondo do trovão propagando-se pelos lamaçais da Austrália".
Surpresa final
A tradução pode não ser perfeita, mas dá conta do recado. Já uma revisão mais cuidada teria afastado alguns poucos erros constrangedores numa obra sobre ciência, como a troca de bilhão por milhão (pág. 212) e de bilhão por trilhão (pág. 301) de anos.
O mais surpreendente Dawkins reservou para o final. Mesmo reafirmando seu "desdém pela reverência quando o objeto é qualquer coisa sobrenatural", o zoólogo-escritor baixa a guarda diante da religião: "Minha objeção a crenças sobrenaturais é justamente porque não fazem de forma alguma justiça à sublime grandiosidade do mundo real. Elas representam um estreitamento da realidade, um empobrecimento de tudo o que o mundo real tem a oferecer", professa. "Desconfio que muitos dos que se intitulam religiosos acabariam concordando comigo."

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Chegada de açúcar é grande notícia na Venezuela

A economia do "socialismo do século XXI" vai tão bem que o próprio ministro da Alimentação da Venezuela anuncia a chegada de três barcos de açúcar importado. Aliás, nós já vimos o próprio Chávez posando ao lado de frangos catarinenses...
O Excremento del Diablo relata o que se passa sob a tirania bolivariana:
Porque la escasez de azúcar es esencialmente culpa del Gobierno. Recuerden que el azúcar fue el primer sector que la revolución sintió tenía la necesidad de declarar como prioridad. El Gobierno empezó por traer a Venezuela los mismo técnicos cubanos que fueron responsables de la desaparición de la industria azucarera de ese pais. Como si eso no fuera suficiente, el Gobierno cubano nos vendió, como baratijas a los indios, sus anticuadas plantas de procesamiento de azúcar. Para Hugo Chávez, esta fue una de sus primeras fijaciones en el sector económico, mientras Fidel tomó el dinero por las baratijas, el infantil Hugo-le dijo al mundo cómo Venezuela se convertiría en autosuficiente en la producción de azúcar.
Pero esto no fue suficiente, Chávez también tuvo que ir y empezar a tomar las tierras donde se cultiva la caña de azúcar y dividirlas para permitir que las familias trabajaran pequeñas parcelas. Si uno agrega a esto la corrupción que rodea a la plantas de procesamiento de azúcar (Pueden preguntar: ¿Qué pasó con los $ 500 millones de dolares gastados en CAEEZ,? Tal vez a finales del año estará funcionando, con sólo 5 años de retraso) y se ve claro lo que pasa: Venezuela, a pesar de los revolución Chavista en el sector del azúcar, produce sólo el 60% de lo que consumimos. (Continua).

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O palanqueiro do atraso


Ele ri da Justiça Eleitoral há anos. Não governa. Apenas viaja e sobe em palanques, aqui ou no exterior. Vive em campanha, jogando pobres contra a classe média e os ricos.
Os velhos manezinhos aqui da ilha diriam, muito apropriadamente, que ele não passa de "presepeiro".
O fato é que o Pequeno Timoneiro apenas prossegue sua caminhada de destruição da ética, de louvação às oligarquias nordestinas, de embevecimento com o poder. Coisas dignas do pai da etnia petista que ele é - a etnia que vive do passado e que só instalou no país o torpor ideológico, a letargia da burrice.
A última do palanqueiro: o Estado (que ele confunde com o governo) já não é mais "pai dos pobres", mas a própria mãe.
Vale a pena acompanhar Gente que mente.

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A política bananeira da ONU e da OEA

"Zelaya, Insulza, Chávez, a ONU e todos os Estados membros da OEA é que estão praticando uma política bananeira - não o governo de Tegucigalpa."
Apenas acrescento: eles fecham os olhos aos tiranos eleitos da América Latina.

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Ideli e sua especialidade


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terça-feira, 28 de julho de 2009

O leitão da gripe é grotense?

A reação à pandemia da gripe suína, aqui no Grotão, já se tornou ridícula, além de pouco eficaz. Espanta que Usp, Unesp e Unicamp adiem o retorno às aulas. Até parece que a gripe é paulista.
Enquanto isso, amigos que fizeram viagem a países condenados pela campanha do ministro Temporão, da Saúde (como Argentina e Chile), voltaram de lá com boas notícias.
Não há ninguém com as "focinheiras" na cara, exclusividade de brasileiros em viagem. Em compensação, há limpeza nos restaurantes e hotéis, álcool-gel nos banheiros públicos e privados - coisa que não se vê por aqui em parte alguma, inclusive nos banheiros de aeroportos, supostamente, junto com os aviões, grandes transmissores do vírus.
No Brasil, a coisa se resume ao alarde do governo, seguido pela imprensa. Não se vê prevenção por parte da sociedade.
Só imagino o estrago quando a gripe chegar a lugares de porquinhos que não costumam nem sequer lavar as mãos...

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É a cultura, estúpido!

De Xinran Xue, escritora chinesa hoje residente na Inglaterra:
Eu concordo totalmente com a ideia ocidental de liberdade e democracia e sei que nós precisamos disso. Mas a questão é que há trinta anos esse conceito não existia na China. Os atuais governantes não foram educados à luz desse conceito. O mesmo se pode dizer dos professores. É ainda muito recente a geração de professores que aprendeu inglês e, portranto, tem acesso a pontos de vistas do Ocidente. Acredito que, às vezes, os ocidentais cometem o mesmo erro que os governantes chineses, que pensam que basta modernizar as ruas para modernizar o país.
(...)
Não estou falando só da China. Acho que há desconhecimento também em relação ao Japão, à Coreia do Sul, a Cingapura, à Malásia - lugares que têm as mesmas raízes culturais que a China. Ainda que em países como o Japão e a Coreia do Sul você enxergue um verniz ocicental, se você entrar nas casas dos japoneses e dos coreanos, verá que não existe igualdade de direitos entre homens e mulheres e que eles não assimilaram preceitos democráticos. Pergunte a um japonês se é possível questionar o imperador. Pergunte a um sol-coreano se uma filha pode contrariar o pai. Pergunte em Cingapura se alguém pode contestar o governo. Também no regime chinês, há aspectos que não são políticos, mas culturais.
Ainda assim, há quem pense que a cultura conta pouco. É a visão dos "economicistas", por exemplo. Mas o fato é que a cultura pode ser tanto um fator de emancipação quanto um obstáculo às liberdades e à democracia. Os aspectos culturais não devem ser superestimados, como pretendem os "culturalistas", mas tampouco subestimados.

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Papai-bispo Lugo X Lulinha de Garanhuns


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Suécia pede explicações ao gorila bolivariano

A Suécia exige explicações sobre armas vendidas à Venezuela que foram parar em poder dos terroristas das Farc. O chanceler venezuelano se limita a dizer que tudo não passa de "show midiático". O fato é que Chávez é capaz de tudo para botar fogo na região.
Na Folha:
Armas de fabricação sueca vendidas nos anos 80 à Venezuela foram encontradas em poder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), afirmou ontem o governo da Suécia, que questionou o governo Hugo Chávez a respeito.O pedido de explicações, apresentado em Estocolmo pelo conselheiro político do Ministério do Comércio da Suécia, Jens Eriksson, reforça as acusações feitas pelas autoridades colombianas à Venezuela no fim de semana e ontem.
O chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, disse que a acusação é um "show midiático" para justificar o aumento da presença militar dos EUA na Colômbia. Os países negociam ampliar o uso pelos americanos de ao menos três bases colombianas, o que Chávez considera uma ameaça.
O vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, mencionou ontem a apreensão de um "potente arsenal" com a guerrilha, parte dele vindo da Venezuela. Santos pediu "vigilância externa" sobre a questão.
Anteontem, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse ter reclamado "nos canais diplomáticos apropriados" sobre as armas das Farc. Ele afirmou que a guerrilha marxista, que se financia com o narcotráfico, estuda comprar mísseis terra-ar. (Continua, para assinantes).

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Lições que os bolivarianos não aprendem


Um bom texto sobre as razões do fracasso do socialismo no século XX - fracasso que será repetido, passo a passo, pelo retrógrado "socialismo do século XXI"...
O socialismo é a Grande Mentira do século XX. Embora prometesse a prosperidade, a igualdade e a segurança, só proporcionou pobreza, penúria e tirania. A igualdade foi alcançada apenas no sentido de que todos eram iguais em sua penúria.
Do mesmo modo que um esquema de pirâmide ou as cartas de uma corrente inicialmente têm êxito mas acabam fracassando, o socialismo pode mostrar sinais iniciais de sucesso. Porém, qualquer realização rapidamente desaparece assim que as deficiências fundamentais do planejamento central aparecem. É a ilusão inicial de sucesso que confere à intervenção governamental seu apelo pernicioso, sedutor. A longo prazo, o socialismo sempre demonstrou ser uma fórmula para a tirania e para a penúria. (Continua).

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Fuga da tirania chavista

Há uma verdadeira "fuga de cérebros" da Venezuela. Nove mil cientistas já residem nos Estados Unidos. Artistas, advogados, médicos e engenheiros abandonam o país em massa, fugindo da opressão chavista. Segundo as estimativas, um milhão de venezuelanos deixou o país nos últimos 10 anos.
Chávez apenas repete os erros do passado - do comunismo ao fascismo. O tirano e seus asseclas são incapazes de aprender as lições da história - mal comum, aliás, à "idiotia latino-americana".
O El País fez uma ampla reportagem sobre o tema. Aqui vai um trecho:
El éxodo separa a las familias e interrumpe carreras profesionales, pero también sabotea el futuro del país. Mientras muchos países en vías de desarrollo logran atraer de vuelta a sus ciudadanos diseminados por el mundo, con la finalidad de incentivar a sus economías en recuperación e incorporarse a democracias vibrantes, la estampida del poder cerebral venezolano afecta a universidades y centros dedicados al estudio y análisis económico, político y social, deja tullidas a las industrias y acelera el desorden económico que amenaza destruir a uno de los países más ricos del hemisferio. Hay que olvidarse de los minerales, el petróleo y el gas natural porque la principal exportación de la Revolución Bolivariana es el talento.

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Paga, brasileiro!

Lula salva Lugo e nós pagamos a conta. Ainda bem que há políticos se mexendo...

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Dilmentiras


Corre no Youtube a prova de que Dilmona, a ministra do PAC, mentiu sobre seu currículo. Não é mestra nem doutora, mas ficou quietinha quando foi anunciada como pós-graduada. Aliás, parece que Paulo Markun, do Roda Viva da TV Cultura, gosta muito de entrevistar a candidata lulista. E, nas entrevistas, quase sempre convida o chapa-branca Luiz Nassif. Vão mentir assim no inferno!


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O sonho ditatorial das "esquerdas" brasileiras

Augusto Nunes foi na couve: o sonho das "esquerdas" brasileiras era substituir a ditadura militar por uma "ditadura do proletariado". Para os líderes, que ainda vivem com a cabeça enterrada no passado, esse sonho nefasto ainda não morreu.O belo texto vai aqui na íntegra. (Obrigado, Leite de Pato).

“Ainda bem que a gente não chegou ao poder: se isso acontecesse, teria de devolver no dia seguinte”, disse Vladimir Palmeira, em maio do ano passado, num debate entre veteranos de 1968. “A gente sabia muito pouco, não tinha preparo para governar país nenhum”. Certíssimo. “A gente não tinha nem mesmo um projeto de poder”. Errado. Os comandantes do movimento estudantil (e, sobretudo, seus mentores na clandestinidade) tinham um projeto, sim. Tão claro quanto perverso: substituir a ditadura militar pela ditadura do proletariado.

Quem não tinha projeto de poder era a “massa de manobra”, como se referiam os chefes à multidão de jovens ingênuos, generosos, anônimos, que repetiam palavras-de-ordem cujo real significado ignoravam e cumpriam ordens e instruções vindas de cima. Os soldados rasos lutavam pela liberdade. Os comandantes planejavam suprimi-la. O rebanho sonhava com a ressurreição da democracia. Os pastores queriam muito mais, confirma Daniel Aarão Reis, ex-militante do MR-8, ex-exilado e hoje professor de história da Universidade Federal Fluminense.

“As esquerdas radicais não queriam restaurar a democracia, considerada um conceito burguês, mas instaurar o socialismo por meio de uma ditadura revolucionária”, fala de cadeira Aarão Reis, principal ideólogo de uma dissidência do PCB que desembocou no MR-8. “Não compartilho da lenda segundo a qual fomos ­ o braço armado de uma resistência democrática. Não existe um só documento dessas organizações que optaram pela luta armada que as apresente como instrumento da resistência democrática”.

Recrutados na massa de manobra, os alunos dos cursinhos intensivos de revolução ainda estavam na terceira vírgula de O Capital e no quinto parágrafo de Engels quando descobriam que desistir das aulas semanais era crime sem perdão. “Ele desbundou”, desdenhavam os mestres de qualquer discípulo sumido. Meia dúzia de panfletos de Lenin depois, os aprendizes descobriam que se haviam tornado oficiais do exército mobilizado para sepultar o capitalismo e conduzir o povo ao paraíso comunista.

Muitos se diplomavam sem sequer desconfiar da grande missão. Mas gente como Vladimir Palmeira tinha idade e milhagem suficientes para saber que perseguia um regime ainda mais selvagem, brutal e infame que o imposto ao Brasil. Conviviam com tutores de larga milhagem. O sessentão Carlos Marighela, por exemplo, ensinava aos pupilos da ALN a beleza que há em “matar com naturalidade”, ou por que “ser terrorista é motivo de orgulho”. Deveriam todos orgulhar-se da escolha feita quando confrontados com a bifurcação escavada pelo AI-5.

A rota certa era a esquerda, avisavam os que nunca tinham dúvidas. Passava pela luta armada e levava à luz. A outra era a errada. Passava pela rendição vergonhosa e levava à cumplicidade ostensiva com os donos do poder. Ou, na menos lamentável das hipóteses, aos campos da omissão onde se amontoavam desertores da guerra justa. A falácia foi implodida pelos que se mantiveram lúcidos, recusaram a idiotia maniqueísta e percorreram o caminho da resistência democrática.

Estivemos certos desde sempre. Desarmados, prosseguimos o combate contra quem os derrotara em poucos meses. Enquanto lutávamos pela destruição dos porões da tortura, eles se distraíam em cursinhos de guerrilha ou no parto de manifestos delirantes. Estavam longe quando militares ultradireitistas tentaram trucidar a abertura política. Só se livraram do cárcere e do exílio porque conseguimos a anistia, restabelecemos as eleições diretas e restauramos a democracia. Nós vencemos. Eles perderam todas. Alguns enfim conseguiram tornar-se contemporâneos do mundo ao redor. Quase todos permaneceram com a cabeça estacionada em algum lugar do passado. E voltaram com a pose dos condenados ao triunfo.

Fantasiados de feridos de guerra, os sessentões de 68 se apropriaram de indenizações milionárias, empregos federais, mesadas de filho mimado. Com a velha arrogância, seguem convencidos de que quem está com eles tem razão. Passa a fazer parte da esquerda, formada por guerreiros a serviço das causas populares. Quem não se junta ao bando é inimigo do povo, lacaio dos patrões, reacionário, elitista, golpista vocacional. O comportamento e a discurseira dos dirceus, franklins, dilmas, genoínos, palmeiras, garcias, tarsos, vannuchis e o resto da turma confirmam: passados tantos anos, estão prontos para errar de novo. Infiltrados no governo de um presidente que não lê, não sabe escrever, merece zero em conhecimentos gerais e faz qualquer negócio para desfrutar do poder, eles aparelharam o Estado e vão forjando alianças com o que há de pior na vizinhança para eternizar-se no controle do país. Se não roubam , associam-se a ladrões. Se não matam, tornam-se comparsas de homicidas.

Sequestradores da liberdade e assassinos da democracia jamais deixam de sonhar com o pesadelo. Não têm cura. Nenhum democrata lhes deve nada. Eles é que nos devem tudo, a começar pela vida.


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Obama, o omisso, despenca ainda mais.

Enquanto o advogadão Obama se omite diante dos ditadores - eleitos ou não -, sua popularidade vai por água abaixo. Os gringos acham que ele anda muito "esquerdinha". Que agonize nos braços de Chávez, "Adolfinejad" et caterva.

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É corrupto? Então é petista "honoris causa".


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domingo, 26 de julho de 2009

Os 10 maiores atos secretos do Senado

1 – Indicação do sobrinho do José Sarney como Assessor de Assessoria para Assessórios Acessíveis.
2 – Aprovação do 14º, 15º, 16º, 17º, 18º e 19º salários para os senadores. Retroativos a 1822.
3 – Nomeação de Renan Calheiros como Supremo Lorde Negro dos Sith.
4 – Indicação do primo de José Sarney como Especialista Especializado de Especializações Especiais.
5 – Criação da verba especial para Amantes, Concubinas, Teúdas e Manteúdas de Senadores.
6 – Indicação do vizinho de José Sarney como Auxiliar Auxiliador de Auxílio Axilar.
7 – Aprovação do Auxílio-Cachaça e Auxílio-Vadia para todos os senadores. Retroativo a 1501.
8 – Indicação do primo do irmão do tio do vizinho de José Sarney como Supervisor de Supervisão Superficial Supervisionada.
9 – Criação de verba especial adicional para os membros do Conselho de Ética.
10 – Indicação de qualquer um de sobrenome Sarney, Serguey, Sensey, Sunsey, Surley, Sorley ou Shirley.

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sábado, 25 de julho de 2009

Os "gatos pingados" da democracia hondurenha



E convém acompanhar o blog La Honduras Possible.
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Bolivarianismo e burrice

O Insurgente fala sobre a desgraça do "socialismo do século XXI" na Venezuela, que, pela primeira vez, terá de importar café. E, com razão, afirma que "o socialismo é burro".

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

O inferno do racionamento em Cuba

Eis o paraíso de Lula, Dilma, Frei Betto, Dirceu, Chico Buarque, Antônio Cândido, Marilena Chauí, Hugo Chávez et caterva:

No sábado pela manhã soube que havia chegado frango ao mercado racionado e fui ao açougue, onde habitualmente são vendidos os ovos e o picadinho de soja. Contudo, não havia alí nenhum cliente. O empregado, com o mutismo da moda entre os que atendem o público, apontou com o dedo uma centena de pessoas que fazia fila na frente da peixaria.

Já faz tempo que há escassez de produtos do mar e as fontes naturais para se obter fósforo estão mais perdidas que a arca nos filmes de Indiana Jones. Daí que na tabuleta onde deveriam marcar a quota de cavala ou merluza, agora anotam uma porção mínima de coxa e contra-coxa de frango. Passei várias horas na fila de espera e finalmente entrei neste lugar onde já não tem nada do odor das costas da África, que era onde a frota pesqueira cubana capturava os peixes, lá…nos idealizados tempos do socialismo real.

A vendedora estava parada sobre um tapete de cartões, onde se podia ler - com toda clareza - a procedência da mercadoria: “Made in USA”. Um ancião de língua maliciosa não deixou escapar o detalhe e comentou: “Esses frangos americanos estão mesmo bem alimentados”. A senhora pegou nossa caderneta de racionamento onde se diz que somos três pessoas, jogou sobre a balança um quilo - não incluía peito - e me disse que o preço era um peso e cinquenta centavos. “Quando vem o pescado?” - indaguei - porém ela não me respondeu com palavras, e sim apontando com seu indicador para o céu. (Continua).


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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Alô, TSE, tem juiz aí?

Lula acha que não tem e tripudia no palanque ao lado de sua candidata Dilma Rousseff, lançando o tal de "Vale Cultura". Como se sabe, o Pequeno Timoneiro vive em campanha e rola de rir diante da omissão dos tribunais eleitorais. A última do palanqueiro foi na canela do Judiciário, referindo-se à atriz Zezé Mota, apresentadora do circo assistencialista:

- A Zezé leu tantas vezes o nome da Dilma que se tivesse aqui algum juiz eleitoral a Dilma já estava pejudicada.

Toc, toc! Tem alguém no tribunal?
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Obama, o Kerensky americano.

Recebi de Armando Valladares, ex-preso político da ditadura castrista e ex-embaixador dos EUA na Comissão de Direitos Humanos na ONU, o seguinte artigo, que publico na íntegra.

Kerenskismo obamista, Honduras y abismo chavista

Así como el presidente Eduardo Frei Montalva pasó a la historia como el Kerensky chileno, por pavimentar el camino al socialista Allende, el presidente Obama corre el riesgo de pasar a la historia como el Kerensky de las Américas si empuja a Honduras al abismo chavista

Cuando se produjo la destitución del presidente hondureño Zelaya, por orden de la Suprema Corte de ese país, y con el respaldo mayoritario del Congreso, Honduras caminaba a pasos rápidos hacia una dictadura chavista, pasando por encima de la Constitución y las leyes. Además del más alto órgano judicial de Honduras, estaban advirtiendo sobre ese riesgo chavista las más importantes figuras políticas y religiosas de Honduras.

No obstante, ni el presidente Obama; ni el secretario general de la OEA, el socialista chileno Insulza; ni el "moderado" presidente del Brasil, Lula da Silva; y ni siquiera, que nos conste, ningún otro presidente latinoamericano, dijo una palabra al respecto. Se alegaba la autodeterminación, la necesidad del diálogo, del respeto de los procesos políticos internos, etc.

Todas esas personalidades políticas, tuvieron oportunidades de hablar en favor de la libertad de Honduras, y esas oportunidades son muy recientes por cierto, pero prefirieron lavarse las manos, como Pilatos. Menciono las dos más notorias.

La primera de ellas fue la Cumbre de las Américas, en Trinidad y Tobago, cerca de Honduras, en la cual el presidente Obama, con su estilo neokerenskista, se deshizo en sonrisas con el presidente-dictador Chávez, flirteó con el propio Zelaya y con otros presidentes populistas-indigenistas como el ecuatoriano Correa y el boliviano Morales, prestigió al "moderado" Lula y anunció que estaba dispuesto a dialogar y a establecer un "nuevo comienzo" con la sanguinaria dictadura castrista.

La segunda de ellas fue la Asamblea General de la OEA, por una ironía de la Historia realizada en la propia Honduras, en la cual, con la aprobación del gobierno Obama, se absolvió a la dictadura castrista y se le abrieron las puertas para poder retornar al referido organismo internacional.

En sus propias narices, y delante de sus propios ojos, los cancilleres de los gobiernos de las Américas pudieron sentir y ver la grave situación interna de Honduras, pero prefirieron lavarse las manos como Pilatos.

Cuando se produjo la destitución del presidente Zelaya, ordenada por la Suprema Corte, con base en preceptos constitucionales que impiden que un presidente intente reelegirse, ahí sí rasgaron sus vestiduras, y comenzó una de las mayores griterías conjuntas de izquierdistas y "moderados útiles" de la Historia contemporánea, con un verdadero ensañamiento contra un pequeño país que decidió resistir a esas presiones. Un pequeño país que se agigantó espiritualmente, inspirado en la expresión de San Pablo, esperando "contra toda esperanza" humana, pero aguardando todo de parte de la Providencia, y haciendo recordar, a quienes ven aprensivos el drama hondureño, a la figura bíblica de David contra Goliat.

En momentos en que escribo estas líneas, el destituido presidente Zelaya amenaza con retornar a Honduras, con lo cual, según advertencia del Cardenal de ese país, se tornará reponsable por la sangre fratricida que pueda correr. Delante de la resistencia hondureña, hasta el presidente-dictador Chávez mira hacia el presidente Obama y espera que éste quiebre las resistencias hondureñas a la chavización del país. También en momentos en que escribo estas líneas, se difunde la noticia de que la secretaria de Estado Hillary Clinton acaba de llamar al presidente interino de Honduras, y corren versiones que le habría dado una especie ultimátum. La misma secretaria Clinton que en Honduras, en la reciente reunión de la OEA, aprobó la absolución de la sanguinaria dictadura castrista; la misma que, junto con el presidente Obama, está dispuesta a dialogar con el gobierno pro-terrorista iraní, abre sus brazos a los comunistas cubanos, se reúne y ríe con el presidente-dictador Chavez, dio un portazo a la delegación civil hondureña que llegó a Washington simplemente a explicar su versión de los hechos. Son dos pesos y dos medidas de una injusticia, una hipocresía y una arbitrariedad que claman a los cielos.

Como ya fue recordado, el Cardenal de Honduras advirtió al depuesto presidente Zelaya que será responsable por el baño de sangre que pueda ocurrir si fuerza su regreso a su país.

Por mi parte, en cuanto ex preso político cubano durante 22 años en las mazmorras castristas, em mi condición de embajador estadounidense ante la Comisión de Derechos Humanos de la ONU durante varios años, y en cuanto simple ciudadano de las Américas, tengo la certeza de que así como el presidente Eduardo Frei Montalva pasó a la historia como el Kerensky chileno, por pavimentar el camino al socialista Allende, el presidente Obama corre el riesgo de pasar a la historia como el Kerensky de las Américas si contribuye a empujar a Honduras al abismo chavista.

Armando Valladares, ex preso político cubano, fue embajador de Estados Unidos ante la Comisión de Derechos Humanos de la ONU, en Ginebra, durante las administraciones Reagan y Bush. Acaba de recibir en Roma un importante premio de periodismo por sus artículos en favor de la libertad en Cuba y en el mundo entero. E-mail: armandovalladares2006 @ yahoo.es


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Crononologia do golpismo chavista em Honduras



Veja, passo a passo, porque Zelaya foi chutado (constitucionalmente) do governo.
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Governador petista festeja ditador cubano

O governador baiano Jacques Wagner, ex-ministro de Lula, lambeu as botas do ditador cubano Raúl Castro, de passagem pela Bahia.

Louvar a tirania é típico da etnia petista.

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Se no Grotão houvesse lei...

O namorado da neta também está aí?

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Honduras marcha contra o chavismo

Os hondurenhos voltam às ruas em defesa da democracia e contra a volta do fantoche do chavismo Manuel Zelaya. Serão estes os golpistas, assim chamados pelo Itamaraty apetralhado, pela OEA dos tiranos eleitos e pelo obamismo complacente? Confira aqui.

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Obama e o fascismo chavista

Sobre o "esquerdismo" da diplomacia norte-americana em Honduras:

Quando Hugo Chávez pede ajuda a Washington pessoalmente, como fez no último dia 9 de julho, isso levanta sérias questões a respeito daquilo que o presidente Barack Obama tem sinalizado para o ditador mais perigoso do hemisfério.

O que está em questão é a determinação de Mr. Chávez em, valendo-se de pressões multilaterais, restabelecer no poder Manuel Zelaya, o presidente deposto de Honduras. Seu telefonema a uma autoridade do Departamento de Estado mostrou que sua campanha não estava indo bem, e que ele achou que poderia obter ajuda dos EUA.

Não são boas notícias para a região. O venezuelano pode achar que seus objetivos têm apoio bastante dos EUA e da OEA para que ele se sinta justificado em forçar Mr. Zelaya a Honduras, apoiando a derrubada violenta do governo atual. Que ele tenha motivos para pensar assim é mais um sinal de que o governo Obama está do lado errado da História. (Continua).


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terça-feira, 21 de julho de 2009

Solidariedade a Honduras

O Coturno Noturno pede solidariedade ao povo hondurenho, cercado pela complacência dos países que chamam de "golpe de Estado" a defesa da democracia naquele país, cercado pelo fascismo chavista.

Cartas para fernando.berrios@elheraldo.hn, que é o editor de El Heraldo, um dos principais jornais de Honduras.

Já mandei o meu recado.

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Obama = Bush

Não demorou muito para que a ficha caísse entre os norte-americanos. Seis meses depois de eleito, Obama está empatado com Bush em termos de popularidade.

Só faltou perguntarem aos eleitores o que acham da ridícula política externa de Obama, um zero à esquerda (principalmente se levarmos em conta sua complacência com o chavismo).
Espero que Barack Hossein despenque ainda mais...

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Duda Mendonça continua mamando

A agência do homem que edulcorou o Lulinha Paz e Amor sugou 16 milhões do governo só neste ano. Para quem não lembra, vai o refresco: Duda Mendonça é da quadrilha dos mensaleiros. Confira.

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Liberdade ofende as religiões?

Por estranho que soe, respeitar as sensibilidades dos seguidores de uma e apenas uma religião se converteu em algo politicamente correto. A esquerda, que, herdeira secularista do iluminismo, criticou sempre o conservadorismo religioso, tem reagido de forma tíbia e, às vezes, até endossado as limitações crescentes que fanáticos e parte do clero muçulmano buscam impor às sociedades abertas do planeta. Talvez o enigma se explique devido ao fato de que, na mitologia terceiro-mundista atual, o Islã é a fé dos novos oprimidos, os que assumiram o papel há muito descartado pelo proletariado industrial.

Acontece que a liberdade de expressão é direito fundamental numa sociedade moderna e democrática. Há milhares de religiões no mundo, e aquilo que numa delas é verdade indiscutível não raro é falsidade ofensiva para as demais. Como conciliar tais desavenças? Há duas maneiras: impondo uma crença uniforme (ou a descrença) a toda a coletividade ou mantendo a religião confinada à esfera privada, liberando de forma igualitária todos os pontos de vista. Dizer o que quer que seja sobre uma religião e seus personagens mitológicos ou históricos não equivale, de modo algum, a atacar seus fiéis. Apesar de tudo, o conflito de civilizações talvez seja realmente inevitável, não porque a modernidade não tolera gente, grupos, mesmo nações apegadas a tradições reais ou inventadas, mas porque estes se consideram ameaçados (e, pior, seduzidos) pelas sociedades liberais e avançadas.

Continua.


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domingo, 19 de julho de 2009

Latinoamerica

Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.

("Cidadezinha qualquer", de Carlos Drummond de Andrade).
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sábado, 18 de julho de 2009

Ditadura politicamente correta

Eurocentrismo é um horror. Defender a maldita "civilização ocidental" é coisa de "explorador". Já o afrocentrismo (acho que o termo nem sequer existe) é uma maravilha. É defender os "explorados".

Mãe-África pode; Mãe-Europa, jamais.

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Ah, essa "mídia" malvada e golpista...

Correião, o presidente do Equador que tem cara de leão-de-chácara, diz que não recebeu ajuda das Farc para se eleger, embora o vídeo em que um terrorista afirma isto corra o mundo. Como sempre, a culpa é da imprensa.

Na Cucaracholândia é assim: tudo é "fabricado" pela imprensa malvada e golpista. Principalmente quando os acusados se dizem "progressistas".

Que vão todos se roçar nas ostras.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Dilmona, a impostora.

De vez em quando, a petralhada lava a roupa suja em público. Como sempre, a coisa trata de cargos e "boquinhas". Um petralha paulista fala sobre a personalidade de Dilma, que turbinou seu currículo sem nunca ter feito mestrado ou doutorado.
Quem é Dilma? O que todos sabemos: u
ma farsante.
(Apud Coturno Noturno).

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Coco de Bigode contra a imprensa malvada

Demorou, mas o Coco de Bigode culpou a mídia malvada por tudo o que está acontecendo com ele.
Típico de ditadores, oligarcas, chefetes et caterva .
Saquinho, por favor.

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

A caixa continuará preta



Com o Partido de Manutenção da Desgraça Brasileira (PMDB) e do Partido das Trevas (PT), nenhuma luz haverá sobre os excrementos da Monstrobras. Viva a corrupção, entidade nacional.
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terça-feira, 14 de julho de 2009

Questão de saúde? Porta do inferno.

Anita Lucchesi, do Instituto Millenium - conhecida aqui no blog -, enfrentou o inferno ao levar seu pai a um hospital no Rio de Janeiro (mas isto vale para o Grotão inteiro). O fato é que, quando um doente chega a um hospital, já não é recebido por enfermeiros ou médicos, mas...por seguranças. Leia aqui.

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Ninguém chora pelos Kirchner

A Argentina avança: ninguém mais chora pelos Kirchner - como já chorou por Perón e Isabelita. Que se vayan los populistas.

El resultado electoral es la culminación de un proceso que comenzó a gestarse hace algunos años. Los Kirchner, que llegaron al poder en 2003, gozaron de popularidad durante un tiempo. Luego su estilo autoritario y demagógico, y su modelo económico populista, basado en ordeñar a la vaca de la agricultura en un momento en el que la soja atraía una elevada demanda internacional y en redistribuir el dinero entre su vasta clientela, empezó a provocar hastío. La decisión de elevar los impuestos a los agricultores causó una fractura con las bases rurales. Medidas posteriores como la nacionalización de los fondos de pensión y el zarpazo a empresas privadas como Aerolíneas Argentinas ampliaron el resentimiento popular contra los Kirchner. Pronto, decisiones que habían sido populares años antes, como la sustitución del Fondo Monetario Internacional por Hugo Chávez como fuente de créditos financieros para el gobierno argentino, fueron cuestionadas.(Continua).

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Queremos uma Bastilha grotense!


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Prêmios da corrupção nacional

Só em prêmios, o Grotão lulesco já gastou mais de 15 milhões neste ano. Na linha de frente, como de costume, políticos, autoridades e atletas (não é demais colocá-los todos juntos), além de personalidades - sabe-se lá o que isto significa na decadência petralha do país. Eu ficaria com os dois pés atrás se recebesse algum prêmio dessa desgraça. Pêsames a quem foi brindado com os afagos da corrupção nacional.

Os gastos da União no primeiro semestre deste ano com distribuição de prêmios a políticos, autoridades, personalidades, atletas, entre outros, cresceram quatro vezes em relação ao mesmo período de 2008. A conta paga pelos órgãos públicos federais (incluindo Executivo, Legislativo e Judiciário) para custear “premiações culturais, artísticas, científicas, desportivas e outras” somou o montante de R$ 15,2 milhões entre janeiro e junho de 2009, ante R$ 3,5 milhões registrados no ano passado. O montante desembolsado este ano é superior, por exemplo, à quantia aplicada com o programa de promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente em todo o ano passado, R$ 13,4 milhões. (Continua).

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Eles por eles





(Salve, Sponholz, contribuindo com as minhas "férias").

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Um ditador a menos

O mundo em geral e os norte-coreanos em particular se verão livres do ditador de saltos altos, Kim Jong-Il.
Para o bem de todos, ele está muito mal.
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sábado, 11 de julho de 2009

Paga, Sarney!



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Intelectuais e anticapitalismo

O blog tinha, na seção Arquivos à margem direita, um texto do filósofo Robert Nozick ("Por que os intelectuais são contra o capitalismo?") em espanhol. Só agora descobri que há uma tradução portuguesa. Merece (re)leitura. Aí vão alguns picles, observando-se que Nozick se refere principalmente a acadêmicos e jornalistas. O escrito mostra a tendência preferencial de certos grupos ao esquerdismo (a América Latina que o diga).
Não entendo por intelectuais todas as pessoas inteligentes com certo grau de instrução, mas aqueles que, por vocação, lidam com as idéias, expressam-se em palavras, moldando o fluxo de palavras que outros recebem. Esses forjadores de palavras incluem poetas, romancistas, críticos literários, jornalistas e numerosos professores. Não incluem aqueles que primordialmente criam e transmitem informação formulada de maneira quantitativa ou matemática (os forjadores de números) ou os que trabalham com meios visuais, pintores, escultores, câmeras. Contrariamente aos forjadores de palavras, as pessoas que se dedicam a essas profissões não se opõem ao capitalismo de maneira desproporcionada. Os forjadores de palavras de concentram em certos âmbitos de ocupação: as instituições acadêmicas, os meios de comunicação de massa, a administração.

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Zé da laia chavista

Mais uma opinião raramente vista na imprensa do Grotão. É do Cato Institute e usa uma expressão já batida aqui: a OEA faz vistas grossas aos violadores das Constituições na América Latina (e não só em Honduras):
El eje de apoyo principal de Zelaya es la comunidad internacional que casi unánimemente ha condenado su remoción del poder y se ha hecho de la vista gorda ante los abusos constantes y contra la Constitución que Zelaya venía cometiendo desde hace meses. Lamentablemente la OEA, la que más activa ha sido en esta condena, está actuando como una caja de resonancia de Hugo Chávez, debido a que de manera más vociferante ha condenado la remoción de Zelaya pero ha mantenido un silencio bastante claro en temas de abusos de la Constitución en otros países como en Venezuela, Bolivia, Ecuador o Nicaragua. De manera que un maneja un doble discurso. (Continua).

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Os bundões do G8


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Obviedade: Lula quer Irã nuclear.

O Pequeno Timoneiro defende o uso de energia nuclear pelos aiatolás (com fins pacíficos, hehe). Obama faz o contrário: aproveitou a reunião do G8 para advertir aquele bando de aiatolás com toalhas na cabeça sobre a corrida nuclear.
Olha os "caras" aí...
Lula é amigo de Hugo Chávez, que é amigo de "Adolfinejad", que quer destruir Israel.
Tirem suas conclusões...

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Os falsos poços da Petrobras

Pré-sal que nada! O que há de verdadeiro é o desvio de dinheiro na Monstrobras, a estatal soviética do Grotão.
Alô, bispo, vamos quebrar a caixa-preta? (Como nada acontece, reclamo ao bispo - ah, mas eles também são apetralhados...).
Poço sem fundo é o tal do "erário público".
Descanse em paz, Paulo Francis.

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"Doutorado" sem concluir o "mestrado"? Isto é só para gênios, Dilmalévola.

O leitor Rodrigo Castelan Carlson, engenheiro que está fazendo doutorado na Grécia, levanta uma boa questão sobre o currículo inchado da Dilmona:

O que não entendo é como é que ela começou o doutorado sem ter terminado o mestrado. Alguém entende? Conheço pessoas que começaram direto o doutorado e pessoas que fizeram os créditos do mestrado e passaram para o doutorado por mérito acadêmico sem escrever uma dissertação. Nesta última foi em seguida, e não dez anos depois.

Também não entendo, Rodrigo. Parece que, à petralhada, tudo é permitido. De brilhante, Dilmalévola só tem a peruca, não o intelecto.

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Envergonhem-se, bolsistas da ditadura!

O ex-blog do Cesar Maia chama atenção para uma entrevista do escritor espanhol Jorge Semprún, que diz não ter sido vítima do franquismo: "vítimas são os que sofreram a repressão com passividade."
Maia tem razão: trata-se de "uma lição contundente aos usufrutuários da bolsa-ditadura do Brasil. Uma vergonha para esses que se fazem de vítimas. Não são vitimas: são atores por opção política e ideológica e não podem cobrar por isso." E é bom lembrar que alguns se tornaram milionários, como Carlos Heitor Cony, Ziraldo e Jaguar, entre outros (perseguidos, sempre, por um bom uísque escocês...).
Alguns trechos da entrevista:
1) Jorge Semprún é uma testemunha excepcional do século XX. Nasceu em Madri, mas passou grande parte da vida em Paris, onde reside. Membro da resistência francesa durante a ocupação nazi, foi detido e enviado para um campo de concentração. Sobreviveu ao Holocausto e passou a ser ativista na clandestinidade contra o Franquismo pelo Partido Comunista. Depois da morte de Franco foi ministro de Cultura. Aos 85 anos, Jorge Semprún continua a escrever. Prepara um livro que sai ao final do ano.
2 "Na Europa e no mundo, há uma crise do sistema parlamentar faz alguns anos. E esta crise deve-se a vários fatores: uma classe política pouco apreciada no geral e, principalmente, uma percentagem de abstenção que continua a subir na Europa. Em todas as eleições europeias houve fortes abstenções e isso é um erro da opinião pública, que considera estas eleições menos importantes do que as regionais ou legislativas em cada país. Esta abstenção atinge percentagens surpreendentes, perigosas e alarmantes."
3. "Infelizmente estamos regressando a um período de lassidão. Esta frase pertence a uma filosofia alemã dos anos 30 (Edmund Husserl) e é válida hoje (…) o maior perigo é a lassidão, o desencanto, a indiferença… e esse perigo vem de tudo o que não oferecemos ideologicamente à juventude… Oferecemos à juventude coisas que lhe interessam muito, como os intercâmbios universitários, todo o tipo de viagens, mas não lhe oferecemos um projeto comum, global. Por que a Europa? Qual é o nosso papel? O que significa? "
4. "Não me considero vítima do franquismo. As vítimas são aqueles que sofreram a repressão com passividade. É uma distinção que faço… mas, como lutei contra, não me considero vítima, mas ator nesse período histórico. A reconstrução da democracia na Espanha fez triunfar os valores democráticos que eram os dos vencidos na Guerra Civil. É preciso restabelecer o equilíbrio, para que todos tenhamos direito à memória e a existir historicamente. É um processo complicado, mas essencial. Hoje, a democracia é suficientemente forte e consolidada para ter direito ao luxo de uma memória completa. É preciso que nos lembremos de tudo, do que é bom, do que não é e de uns e outros. "
A entrevista completa está aqui.

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

O homem porco (ou vice-versa)

O espécime aí é resultado de mutação, isto é, do descaso pelas coisas públicas na América Latina, com ou sem gripe a ele atribuída.

Em geral, a criatura chafurda no nosso dinheiro, alcançando peso considerável durante o tempo de engorda nas entidades também consideradas públicas.

Se você puxar a máscara de um congressista ou de um palaciano (cuidado com os seguranças!), verá a face nua e crua do bicho.

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Maldita imprensa!


Ainda bem que, agora, a família Sarney também pode ser jornalista...


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A OEA é dos tiranos

Já disse várias vezes aqui que a OEA virou poleiro de tiranos eleitos. Exige a volta de Zelaya ao governo de Honduras, mas nada diz sobre a nefasta ação do fascismo bolivariano na Venezuela. Gabriela Calderón vai na mesma linha:
Se o Secretário Geral da OEA passou uma semana exigindo aos quatro ventos que Manuel Zelaya volte à presidência de Honduras, também passou mais de quatro anos ignorando a erosão da democracia na Venezuela (e em outros países de que não tratarei, por falta de espaço).
Consideremos apenas o que aconteceu neste país na última semana: um prefeito privado de 90% dos recursos da maior prefeitura de Caracas — cargo para o qual foi eleito pela maioria dos habitantes — fez uma greve de fome de cinco dias diante da sede da OEA em Caracas [1].
No mesmo dia em que iniciou a greve, o governo venezuelano anunciou que 240 frequências de rádio AM e FM poderiam ser revertidas para o Estado por “não atualizar seus dados junto ao CONATEL”, e que outros meios sofreriam sanções por difundir publicidade em defesa da propriedade privada [2]. (Continua).

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Liberdade de não acreditar

A União dos Ateus e Agnósticos Racionalistas, da Itália, promoverá um encontro nacional no dia 19 de setembro próximo. A Uaar, que inclui entre seus membros a Prêmio Nobel Margherita Hack, reivindica uma sociedade "moderna, laica e europeia". Seu manifesto:
Queremos a igualdade, jurídica e de fato, de crentes e não-crentes;
Queremos a afirmação concreta da laicidade do Estado;
Queremos o fim de todo privilégio, de direito e de fato, concedido às confissões religiosas;
Queremos que as concepções de mundo não-religiosas tenham a mesma visibilidade e o mesmo respeito que têm as concepções de mundo religiosas.
As reivindicações são justas em qualquer lugar do mundo. Não combatem a idéia de Deus nem negam a fé dos crentes. Apenas exigem os mesmos direitos de que dispõem os diversos credos. E o mesmo respeito.

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Lattes e Unicamp tentam limpar a cara da Dilma

Ainda sobre o Programa de Aumento de Currículo (PAC), da ministra Dilma Rousseff:
Coisas mais estranhas começaram a ocorrer depois do episódio. É que o Sistema de Cadastramento de Currículos Lattes e a Unicamp resolveram salvar a cara da ministra e acabam de criar um novo campo, informando os alunos que fizeram mestrado e doutorado “incompleto”. É o caso de Dilma Roussef. (Continua).
Sem comentários. Saquinho, por favor.

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Sarney & Monstrobras

A Fundação José Sarney - entidade privada instituída pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para manter um museu com o acervo do período em que foi presidente da República - desviou para empresas fantasmas e outras da família do próprio senador dinheiro da Petrobrás repassado em forma de patrocínio para um projeto cultural que nunca saiu do papel.

É um dever quebrar a caixa-preta da Petrobras e expulsar Sarney do Senado.
O resto é conversa mole.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fordão Corruption 2009


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Sem-teto na frente da residência de Lula

Uau! Até que enfim um "movimento social" protesta contra o Pequeno Timoneiro.
Parece que o governo Lula, tão pródigo com as lideranças de associações e sindicatos, não botou nada no pires dos sem-teto.

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Lixo europeu é despejado no Brasil

Toneladas de lixo vieram da politicamente correta Europa para os portos brasileiros. Antes, só os países da África recebiam a "encomenda".
Os navios porta-lixo vieram da Inglaterra.
Duvido que o Pequeno Timoneiro ordene a devolução ao "Primeiro Mundo".

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Um som da Idade da Pedra

Trata-se do som de uma flauta que é o instrumento musical mais antigo (aproximadamente 35 mil anos) de que se tem notícia. Feita de osso de abutre, a flauta foi encontrada por arqueólogos numa gruta no sudoeste da Alemanha.
Os pesquisadores alemães acreditam que sua utilidade pode ter sido imensa. "A presença de música na vida das pessoas no início do Paleolítico Superior não produziu diretamente uma economia de subsistência mais eficiente e uma capacidade reprodutiva maior", escreveram os arqueólogos na Nature. "Mas, vista num contexto comportamental, a música no início do Paleolítico Superior pode ter contribuído para a manutenção de redes sociais maiores e, nesse sentido, talvez possa ter ajudado na expansão demográfica e territorial dos humanos modernos em relação às populaçãos de neandertais, que eram mais conservadoras e estavam mais isoladas do ponto de vista demográfico." (Continua).Ouça o som da flauta.
Os flautistas bolivianos que se cuidem...

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Grotão antiliberal

O Brasil é apontado pelo Fórum Econômico Mundial como um dos países mais fechados ao comércio internacional.
Razões da péssima avaliação: a existência de barreiras tarifárias, os elevados encargos alfandegários, a má qualidade das estradas, a corrupção e a ineficiência do governo.
E depois há quem ataque o liberalismo ou o "neoliberalismo" e queira ainda mais Estado. Liberalismo é coisa que nunca existiu por aqui. É fantasma de partidos, igrejas e movimentos atrelados à "idiotia latino-americana."
Resultado: mercado fechado.

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Enfim, termina a festa macabra.

O pai de Jacko, aquele gangster gordo e escroque, ganhou mais alguns milhões de dólares às custas do cadáver do filho.

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A alma bolivariana de Lula

Do Pequeno Timoneiro, referindo-se a Khadafi, ditador da Líbia há 40 anos e financiador do terrorismo nos anos 90:

- Khadafi é uma pessoa que alguns dizem ter problemas com a democracia.
Sem comentários.

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