quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Folhona é hóspede da Pensão Zelaya

A Folhona enfiou dentro da Pensão Zelaya (a ex-embaixada brasileira em Honduras) seu correspondente na Venezuela - não por acaso, certamente. Fará companhia aos chapas-brancas da estatal Telesur, cobras mandadas do tirano Chávez. Deve se sentir em casa, entre los hermanos bolivarianos.
O correspondente começa seu relato dizendo que odeia blogs e blogueiros.
De minha parte, apenas tenho a responder ao sujeito que detesto jornalismo ideológico, se é que isto é jornalismo.
P.S.: ainda bem que contamos com informações da jornalista Thaís Oyama, da Veja, que não está entrincheirada naquela pocilga.

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Acampamento sem oposição

No Acampamento Brasil, Lula pinta e borda, manda e desmanda. Seu ex-advogado, José Toffoli, passou tranquilamente no Senado, apesar da polêmica que cercou sua indicação. Foi até elogiado pelo líder dos tucanos, o boto amazônico Arthur Virgílio.
Deixo a pergunta: país sem oposição ainda é uma democracia?
Ah, sim, não deixem de ler "Três poderes sem pudores", do Augusto Nunes.

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PAC já chegou a Zelaya


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Um país sem partidos e sem ideias

O que aqui no Grotão se chama de partido não passa de agremiação de oportunistas, com raríssimas exceções (de políticos, não de partidos). É um troca-troca desavergonhado, sem igual em qualquer nação civilizada.
Exemplo fresquinho: o chefão do Banco Central, Henrique Meirelles, se filia ao PMDB, enquanto o nanico Celso Amorim, chefão do Itamaraty, deixa o mesmo PMDB para se juntar aos petralhas, do qual é servo desde que foi guindado ao ministério das Relações Exteriores.
Coisa típica do patrimonialismo brasileiro, falsamente chamado de capitalismo. As ideias liberais nunca frutificaram neste Acampamento que louva tiranetes populistas e espera tudo do Pai Estado. De preferência, em "berço esplêndido".

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Bolivarianices de Elio Gaspari

Elio Gaspari toma as dores do bolivarianismo reinante no continente do atraso. Interlocutor privilegiado da ditadura brasileira implantada em 1964 - a ponto de receber como brinde o acervo do bruxo Golbery do Couto e Silva, seu amigo -, agora fala em "golpismo" em Honduras. E, mais uma vez, afirma que o Itamaraty lulista fez a coisa certa. Caracas!, hoje é dia de puxar o saquinho. Aí vai um trecho dessa ode ao fascismo do século XXI:
Os golpistas hondurenhos depuseram um presidente remetendo-o, de pijama, para outro país, preservam-se à custa de choques de toque de recolher e invadiram emissoras. Eles encarnam praga golpista que infelicitou a América Latina por quase um século. Foram mais de 300 as quarteladas, uma dúzia das quais no Brasil, que resultaram em 29 anos de ditaduras. Na essência, destinaram-se a colocar no poder interesses políticos e econômicos que não tinham votos nem disposição para respeitar o jogo democrático.
Decide-se em Honduras se a praga ressurge ou se foi para o lixo da história. Nesse sentido, o governo de Nosso Guia tem sido um fator de estabilidade para governos eleitos democraticamente. Se o Brasil deixasse, os secessionistas de Santa Cruz de La Sierra já teriam defenestrado Evo Morales. Lula inibiu a ação do lobby golpista venezuelano em Washington. Se o Planalto soprasse ventos de contrariedade, o mandato do presidente paraguaio Fernando Lugo estaria a perigo. (Continua, para assinantes).
No Estadão, José Nêumanne critica o "banzé" criado em Tegucigalpa pela tresloucada diplomacia brasileira. Cito o parágrafo final:
O ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda tem razão ao se dizer - em entrevista a Lúcia Guimarães no caderno Aliás deste jornal, no domingo - espantado com a intromissão brasileira em Honduras. Estamos é fazendo um banzé brasuca estúpido em terreiro alheio, que, aliás, não tem interesse nem importância nenhuma para nós. Ao mundo, que tenta se esconder do vexame de ignorar as regras da democracia de um país pobre, o Brasil parece bater no peito e proclamar com arrogância: "Sou ignorante, sim, mas quem aí não é?" (na íntegra).

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O inferno cubano

Que o diga a primeira cirurgiã de Cuba, Hilda Molina, que enfim conseguiu se reunir ao filho e aos netos na Argentina.
Só gente execrável se cala diante dos horrores da longeva ditadura dos irmãos Castro - inclusive algumas celebridades brasileiras, além do costumeiro bando de idiotas ideológicos.
A eles dedico - desta vez sem nomear - o saquinho matinal.

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Pensão Zelaya não é inviolável

Professora de Direito Internacional da USP diz que invasão da embaixada brasileira é juridicamente possível:
A Convenção de Viena de 1961 determina a imunidade das missões diplomáticas no exterior, mas também proíbe, em seu artigo 43, que estas missões interfiram em assuntos políticos internos do Estado onde elas estão presentes.
Como a embaixada que era brasileira nada respeita, tudo é possível.
Saia desta, Itamaraty bolivariano-lulista!
P.S.: um especialista em Direito Processual, com doutorado pela USP, acrescenta o seguinte (ouçam, bolivarianos daqui e dacolá):
O que ocorreu em Honduras não pode ser chamado de golpe de Estado, já que o governo interino respeitou a Constituição do país.“Na minha visão não houve golpe de Estado. Houve a aplicação pura e simples das regras constitucionais. O artigo 237 da Constituição hondurenha é claro e expresso no sentido de que qualquer cidadão – e não faz distinção o artigo – que atentar contra a disposição que veda a reeleição do presidente da República estará violando a Constituição e perderá imediatamente seu cargo”.
Zaclis esclarece ainda que, antes da expulsão, houve um processo judicial e um julgamento a respeito da legalidade do decreto que previa uma consulta popular que abriria caminho à reeleição de Zelaya. “O juiz deu uma tutela antecipatória suspendendo a eficácia desse decreto, o presidente Zelaya, intimado três vezes não compareceu e, por isso, a decisão da Suprema Corte”.

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O calhambeque latino-americano

Os motoristas do calhambeque latino-americano não veem o mundo através do pára-brisa, mas pelo retrovisor.
Vade retro, sempre.
P.S.: como disse a Maria em comentário: o melhor seria chamar isto aqui de calhamback...

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América Latina, ninho de liberticidas.

O filósofo Denis Rosenfield analisa o comportamento do governo brasileiro diante da pobre Honduras - ameaçada pelo fascismo bolivariano - e de outras ditaduras, todas tão apreciadas pelos ocupantes do Palácio do Planalto e sua política internacional a favor da delinquência. De sua análise, discordo apenas da expressão "democracia totalitária". Não cabe tal neologismo: democracia não tem adjetivos; ou é, ou não é. O resto é ditadura mesmo.
O que pode a América Latina suportar? Deve suportar a subversão da democracia por meios democráticos, com destaque para eleições e assembleias constituintes. Deve suportar a eliminação da divisão de Poderes, com “líderes máximos” solapando progressivamente todas as instituições representativas. Deve suportar a eliminação da liberdade de imprensa, num cenário liberticida que relembra a vereda totalitária de uma esquerda que nem mais sabe o significado de valores universais. As palavras começam a perder seu sentido, ganhando um novo, que guarda uma remota ligação com seu significado originário.
A diplomacia brasileira fala que concedeu refúgio a Zelaya. Como assim? Ele estava sendo perseguido dentro de seu próprio país? Precisa de asilo? Ora, trata-se de uma pessoa que foi obrigada a deixar o poder por conspirar contra a Constituição. Por isso foi conduzido para fora de seu próprio país, sem que tivesse sofrido dano físico nem tenha estado sua vida em perigo. O que a diplomacia brasileira fez foi patrocinar sua volta a Honduras, em aliança com Hugo Chávez, que reconheceu ter organizado toda a operação. O Brasil atrelou-se à Venezuela. A diplomacia brasileira está ingerindo nos assuntos internos de outro país, numa escancarada violação da Constituição brasileira, das Cartas da OEA e da ONU. (Continua).

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A era da mediocridade


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Pensão Zelaya (II)

O desembargador aposentado Ilton Dellandréa também dá seus pitacos sobre a invasão da embaixada brasileira em Honduras pela ralé bolivariana, que a transformou na Pensão Zelaya. Honduras dá, de fato, "uma lição internacional de democracia". Cito um trecho:
O representante diplomático Francisco Catunda afirmou que quando estava lá dentro não tinha como controlar Zelaya e seus mais de sessenta asseclas que, literalmente, tomaram aquela parte do território brasileiro como quem invade uma fronteira, tornando os funcionários reféns a ponto de negar-lhes tratamento igualitário na distribuição de água e alimentos.
E o Reinaldo fez um bom post na madrugada "desenhando" 16 fatos sobre a crise hondurenha. Aqui vai o fato número 16:
As democracias da América Latina - e suas instituições - têm de ficar atentas para o golpe das urnas - ou “absolutismo das urnas”, como chamo. Também entre nós há correntes de “juristas” (com carteirinha do PT, evidentemente) que pretendem instituir a democracia plebiscitária. Temos de contê-los. Honduras foi o primeiro país da América Latina a coibir, com um contragolpe, o golpe bolivariano.
Se a tramóia chavista malograr no país, o chavismo começa a morrer. Se triunfar - e direi em outro post o que chamo “triunfo” -, todos nós estaremos um pouco mais ameaçados do que antes. Os que, com mais ou com menos ênfase, chamam “golpe” o que aconteceu em Honduras estão, por enquanto simbolicamente, pondo em risco a própria liberdade.
Honduras é um país pequenino e pobre. Mas decidiu que pretende equacionar seus problemas com democracia. Tomara que consiga. E minha admiração por aqueles que resistem ao cerco bolivariano e dos liberais do miolo mole é imensa.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Conspirações na Pensão Zelaya

Qual o objetivo da conspiração bolivariana em Honduras? "Melar" as eleições previstas para novembro, segundo post de Augusto Nunes, surrupiado na íntegra:
Ao instalar na embaixada em Tegucigalpa o ex-presidente Manuel Zelaya, deposto por tentativa de estupro contra a Constituição, o Brasil colocou Honduras a um passo da guerra civil, registrou o artigo “A política externa da canalhice”, postado no dia em que a representação diplomática em Honduras foi reduzida a cortiço central do amigo bolivariano. Urdido por Hugo Chávez e executado pelos lacaios da vizinhança, o plano sórdido começava pelo bloqueio do calendário eleitoral. Era essencial impedir a realização das eleições presidenciais de novembro, o caminho mais curto e mais seguro para a plena normalidade democrática.
Até então, a vida em Honduras seguia seu curso. A imprensa publicava o que queria, ninguém fora preso, os partidos e seus candidatos concentravam-se na campanha eleitoral. As primeiras provocações de Zelaya levaram ao toque de recolher. Seus desdobramentos obrigaram o governo interino a decretar o estado de sítio. Esse instrumento constitucional é o recomendado para situações semelhantes. Transformou-se em coisa de ditadura nos textos de jornalistas subordinados à idiotia ou à companheirada.
O mandato que Zelaya não soube honrar terminará em janeiro. Se não houver um presidente eleito, haverá a partir daí um governo ilegítimo, seja qual for o inquilino do palácio presidencial. Nessa hipótese, a política externa da canalhice terá incorporado a seu prontuário o assassinato da democracia hondurenha. Hugo Chávez vai ficar muito feliz.

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O encrenqueiro "Adolfinejad"


Para variar, o homem que nega o Holocausto é amigo do tirano Hugo Chávez e de Lula. Apoio a tiranos é com o Itamaraty lulesco, cuja opção preferencial é pela delinquência internacional.


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EUA criticam Zelaya. Enfim.

O retorno de Zelaya a Honduras, com a cobertura de Lula e do bolivarianismo chavista, foi uma atitude irresponsável, segundo o representante dos EUA na OEA, Lewis Salem.
Enfim os EUA dizem alguma coisa diante dessa entidade dominada por tiranetes latino-americanos.

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sábado, 26 de setembro de 2009

Na contramão da história

A revista Veja desta semana toca no assunto abordado no post anterior, observando que o Brasil de Lula está na contramão da história diplomática seguida pelo Itamaraty. Intromete-se na política interna de outro país - e, para vergonha ainda maior, como coadjuvante do tirano Hugo Chávez.
Não há instituição que permaneça incólume com o lulismo no poder. Essa tosca ideologia é uma praga devastadora. Leia aqui.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O defunto Itamaraty

Além de ter emporcalhado as instituições, oficializando a corrupção generalizada, o lulopetismo destruiu a única entidade que tinha alguma credibilidade no Grotão: o Itamaraty.
Pudera: Lula enfiou lá o pseudodiplomata e náufrago do marxismo Marco Aurélio Garcia, que, pelo jeito, manda mais que o chanceler Celso Amorim, esse homem de grande estatura (em todos os sentidos...).
O assalto à embaixada de Honduras pelo bolivarianismo foi a pá de cal.

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O pé-frio


Que o digam os times de futebol apioiados pelo Pequeno Timoneiro!

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Lula e a mula de Honduras

O Coturno chegou antes, mas vale a pena repetir. Uma manifestação de 20 mil pessoas gritou hoje, nas ruas de Honduras: "Lula, Lula, leve esta mula!"
Levar para onde? Para cá, não - já basta a vergonha da embaixada.
Que vá para a Venezuela de Chávez, o grande amigo do Pequeno Timoneiro.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bananas do mesmo cacho


Sponholz, como sempre, disse tudo. Só tenho a acrescentar: que vergonha ser brasileiro sob o lulismo. Enquanto faz a cama para gente como Zelaya, o governo Lula nega visto de entrada no Acampamento Brasil para a blogueira cubana Yoani Sanchez. A opção do lulismo e do petismo sempre foi pelos terroristas, narcotraficantes, déspotas, corruptos e delinquentes internacionais.

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sábado, 19 de setembro de 2009

Petismo infantil


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Enquanto o tirano passeava...

Enquanto o déspota Hugo Chávez passeava e abraçava a escória de governantes do mundo, o sangue corria na Venezuela, como na cena acima. O coronel falastrão visitou o Turcomenistão, onde o presidente mandou erigir sua estátua em ouro; Khadafi, que comemorou 40 anos de ditadura, Assad, da Síria, e Ahmadinejad, do Irã, todos protetores e financiadores de terroristas; Lukashenko ("presidente" vitalício da Bielorússia), e, por fim, Medvedev, presidente da Rússia, acompanhado do ex, Vladimir Putin - e de lá saiu com o anúncio de compras de armas, certamente para ameaçar os vizinhos que não seguem o "socialismo do século XXI". O cenário era este enquanto Chávez se refestelava entre pares antidemocratas:
Durante su ausencia fue secuestrado y asesinado en la zona metropolitana el coronel de la Guardia Nacional Héctor Trade Parra. En Margarita fue asesinado el capitán Franklin Patiño Caruci, juez militar de San Cristóbal. Una mujer salió a comprar frutas en la avenida Páez de El Paraíso, y murió en un cruce de fuego. Un niño de cuatro años de edad apareció muerto en circunstancias absurdas en Guarenas. Las páginas rojas se han convertido en una pesadilla. La delincuencia aterra a la población, secuestradores y sicarios andan por la libre. No existen políticas de seguridad ciudadana, el Gobierno ha fracasado, y el fracaso del Gobierno es el fracaso del país como sociedad condenada al terror. (Confira no Blog de Ana Julia Jatar).
P.S.: para culminar, Chávez esteve no Festival de Veneza para assistir, ao lado do cineasta Oliver Stone, o documentário "South of the Border" (Ao sul da fronteira), sobre ele e seu governo. Foi o encontro do representante máximo da "idiotia latino-americana" com um dos raros "idiotas norte-americanos".
Saquinho, por favor.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A internet(o) livre dos Sarney

Ah, sim, o provedor também é da famiglia.

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Um psiquiatra para Lula

O colunista J.R. Guzzo foi fundo, em sua coluna na Veja que está nas bancas. Cito o último parágrafo do artigo "No quarto escuro":
Um profissional das ciências ligadas à mente talvez ajudasse a entender, por exemplo, por que o presidente praticamente não consegue dizer um "bom dia" sem falar mal de seus opositores, reais ou imaginários, sobretudo se fizeram parte do governo que o antecedeu. De onde vem tanto rancor? Não é normal. Mesmo quando está comemorando alguma coisa boa, real ou imaginária, Lula sempre encontra um jeito de sair de pau para cima de alguém; dá a impressão de que só fica satisfeito, mesmo, quando agride, critica ou faz pouco de quem coloca na sua lista de adversários. É um problema, porque esse tipo de distúrbio, quando vem de cima, parece transmissível; ministros de estado, principalmente se são candidatos à sucessão presidencial, aliados e bajuladores em geral adquirem com facilidade os mesmos sintomas. E a soberba, então? Seria difícil encontrar, na vida pública brasileira, alguém tão convencido quanto Lula da sua própria superioridade; acha que cabe a ele ou a seu governo, sem a menor dúvida, tudo o que existe ou pode existir de bom neste mundo, da descoberta do pré-sal à invenção do ovo frito. Como já observou o poeta Ferreira Gullar, é um dos grandes mistérios da nossa história saber como o Brasil conseguiu sobreviver sem Lula durante os primeiros 502 anos de sua existência. Os psicanalistas também teriam um trabalhão para determinar por que o presidente fica tão bravo, o tempo todo, com os que têm ideias diferentes das dele em questões de governo; são acusados de ser inimigos do Brasil, dos pobres, da justiça, do progresso e dos Dez Mandamentos. Na melhor das hipóteses, como ocorreu há pouco, são chamados por Lula de "imbecis".
Cabeça a estudar, sem dúvida
.

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O banditismo do MST

O diplomata Paulo Roberto de Almeida tem razão em indignar-se, chamando o MST de "movimento de subtração total" e dizendo que o Brasil já não tem governo (e que, se, tiver, este é o maior infrator das leis).
É que os bandidos do "exército" de Stédile teriam levado notebooks e filmadoras, além de ter depredado a sede do Incra em Brasília, durante a invasão.
Bene, o fato é que os celerados sem-terra estão acima da lei mesmo. Eles e as autoridades do Grotão. (Leia aqui).

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Moralidade e conhecimento

Os que são absolutistas em relação a valores, mas relativistas quanto às ciências, fariam bem a si próprios em ler o filósofo e antropólogo Ernest Gellner (1925-1995). Ele se refere especificamente ao conhecimento científico, que se distingue das "culturas" - e o que diz se aplica tanto à ética quanto à religião.
Não estou certo de que a nossa moralidade se situe para além da cultura, mas tenho a certeza absoluta de que estamos, de fato, na posse do conhecimento que ultrapassa a cultura e a moralidade, o que, para nós, acaba por ser simultaneamente uma felicidade e uma maldição. Este fato constitui o aspecto crucial e de longe o mais importante da nossa condição social partilhada. Qualquer sistema que a negue (...) será uma terrível caricatura da nossa situação real.
(...) A existência de um conhecimento transcultural e amoral constitui o fato das nossas vidas. Não digo que isso seja bom , mas estou absolutamente convencido de que é um fato e deverá ser o ponto de partida para qualquer tipo de pensamento social adequado, por menos adequado que o mesmo seja.
O trecho citado é do livro Pós-modernismo, razão e religião, cuja edição original é de 1992.

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Coco de Bigode volta a atacar a imprensa

O senador José Sarney, que em julho passado considerou a imprensa responsável pelo esgoto em que chafurda, volta a atacá-la. Agora diz que a mídia malvada é "contra as instituições".
Eis um comportamento típico de déspotas, oligarcas, autoritários et caterva.
Fora, Coco de Bigode, vergonha nacional!


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Caça-votos


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O PT segundo Millôr

Do Millôr, que uma vez disse que o PT não é um partido, mas uma etnia, outra definição para o partido dos mensaleiros:

O PT é apenas um Cuco com controle remoto.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Monstrobras pela eternidade do lulismo

A vocação do lulismo é totalitária. Não mais existe vergonha. E mais não digo!
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Ah, as ideologias...

Sempre que digo a meus alunos que ideologia não é conhecimento percebo um certo espanto. Ora, ideologia não passa de um conjunto de ideias mais ou menos coerentes, mas não necessariamente verdadeiras. Já o conhecimento é necessariamente verdadeiro, ou não é conhecimento. Informações e ideias podem ser falsas - conhecimento, não.
Ideologia qualquer um pode ter e é problema seu e de seus companheiros. Mas não podem chamar isto de conhecimento justamente porque não é universalizável.
Estou falando, claro, em conhecimento como crença verdadeira e justificada. Isto significa que podemos ter crenças verdadeiras mas, ainda assim, injustificáveis, e portanto não são conhecimento no sentido proposicional, universal. As ciências, em geral, produzem conhecimento nesse sentido. Não são portadoras de bandeiras, princípios ou valores, mas de métodos.
O blog, repito, é anti-ideológico. A questão que me interessa é epistemológica - e não ideológica. Os ismos são enfadonhos, a não ser como curiosidades de museu.
Pronto. Que venham as pedras.

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Mantega no alheio...


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Ideli desmascarada

Como andei vagabundeando no domingo, deixei passar o belo post do Coronel. Ele simplesmente tirou a máscara da senadora e pit bull do lulismo Ideli Salvatti, que cuida mais de sua famiglia que do Estado que diz representar.
Desse jeito, Idelituosa acaba passando para trás a Dilmentirosa (gracias, Maria).
Quem ainda não leu, vá correndo para lá.

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A marcha do milhão por menos Estado

Tanto no Brasil quanto nos EUA a marcha contra o governo Obama foi minimizada, mas o fato é que reuniu um milhão de pessoas. Lá dos EUA, o Blog do Mr. X faz, a propósito, uma boa observação:
Foi um protesto curioso: não pedindo "mais direitos", ou "ajuda para nossa categoria", ou "que o governo faça alguma coisa", mas, justamente o contrário: pedem que o governo não faça nada. Querem menos governo. Algo deveras extraordinário.
No Grotão patrimonialista, jamais veremos manifestações desse tipo. Aliás, aqui só se reivindica o contrário: sempre mais Estado.

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"Subjetividade neoliberal"? Pérolas latinas...

Alguém me mandou por e-mail um texto - "Da subjetividade neoliberal à práxis emancipatória" - que está disponível numa tal de Agência Latino-americana de Informação (Alai) - América Latina em Movimento, do Equador. O autor, Horacio Martins de Carvalho, é de Curitiba. Começa citando o velho louco frankfurtiano Herbert Marcuse para criticar a "hegemonia burguesa" e a "consciência feliz" das "massas populares". Somos todos cegas vítimas do "mercado"!
Emancipação, claro, só numa sociedade socialista, insinua o infeliz negador da sociedade capitalista. Haja paciência!
Para quem não quer perder tempo, aí vai um trecho (mas é recomendável munir-se de saquinho):
Sou tentado a supor que a maior parte das pessoas no mundo contemporâneo está vivenciando um encantamento, uma 'consciência feliz' (Marcuse[1]), que as faz supor que a racionalidade neoliberal é uma resultante do curso natural das coisas. Nem sempre, ou muito pouco, as pessoas percebem que essa subjetividade neoliberal subordina a concepção de sociedade ao mercado, faz da história humana a história da concorrência entre as pessoas, torna a sociedade uma máquina de produzir e consumir e transforma o cidadão político num neosujeito consumidor. Deixam mesmo de vislumbrar que a sedução neoliberal nos condena à barbárie.
Ah, sim, o ideólogo curitibano também já atacou, em outro artigo, essa maldita árvore neoliberal: o eucalipto.

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Corrida armamentista bananeira


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domingo, 13 de setembro de 2009

Ismos, os ídolos da era moderna.

De Isaiah Berlin (1909-1997), uma boa reflexão para começar a semana:
Alguém observou certa vez que antigamente os homens e as mulheres eram entregues como sacrifícios a uma variedade de deuses; no lugar desses, a era moderna gerou novos ídolos: os ismos. Causar dor, matar, torturar são em geral corretamente condenados; mas se essas coisas não são feitas para meu benefício pessoal, mas por um ismo - socialismo, nacionalismo, fascismo, comunismo, uma crença religiosa fanaticamente adotada, progresso ou o cumprimento das leis da história -, então elas estão corretas.
A maioria dos revolucionários acredita, secreta ou abertamente, que para criar o mundo ideal os ovos têm de ser quebrados, senão não se pode fazer a omelete. Os ovos são certamente quebrados - nunca mais violentamente ou ubiquamente do que em nossos tempos -, mas a omelete está longe de nossa busca, recua numa distância infinita.
(Do livro A força das ideias, Companhia das Letras, 2005).

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Norte-americanos vão às ruas contra Obama

Milhares de pessoas protestaram em Washington contra a política de saúde de Obama:
Foi a maior de uma série de manifestações que vêm ocorrendo desde o início do verão americano. Em princípio, elas tinham como alvo a política de saúde pública de Obama, mas passaram a expressar uma insatisfação mais generalizada em relação à atuação do governo e do Congresso (...).
A multidão, formada por pessoas vindas de diversas partes do país, ocupou, pela manhã, todo o gramado a oeste do Capitólio e, aos poucos, foi se expandindo na direção da área onde está localizado o National Mall. De lá, os manifestantes - que se identificavam como republicanos, libertários e independentes - partiram em caminhada pela Avenida Pennsylvania até chegar à Casa Branca. (Continua).
Curiosidade: os sites do G1 e do Terra se limitaram a dizer que se tratava de uma manifestação de conservadores.
(Veja mais fotos aqui).

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Esbórnia oficial

O exemplo vem de cima, como anota o blog e-agora:
Altos funcionários da Caixa Econômica Federal e da Caixa Seguros foram premiados com uma viagem à França, com direito a acompanhante. Época comenta:
A Caixa é um banco estatal. Seus funcionários são obrigados a seguir as regras do Código de Ética dos servidores federais, estabelecidas no decreto da Presidência da República 1.171/94, que expressamente proíbe esse tipo de premiação.
Prêmio ao bom desempenho, justifica a direção da Caixa.
Engraçado: na hora de premiar o desempenho dos professores da rede pública de São Paulo, os “companheiros” são contra.
O lulopetismo construiu, de fato, a "burguesia" do capital alheio (isto é, público).

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sábado, 12 de setembro de 2009

La famiglia Salvatti-Mescolotto

Só há uma coisa a que os petistas são absolutamente fieis: a famiglia (própria, é claro).
Mas com saquinho, per favore.

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Escola e religião

Em documento recente o Vaticano afirma que, "numa sociedade pluralista, o direito à liberdade religiosa exige tanto que se assegure a presença do ensino de religião na escola quanto a garantia de que tal ensino seja conforme às convicções dos pais".
O texto cita o Concílio Vaticano II para dizer que "os direitos dos pais são violados caso os filhos sejam forçados a frequentar lições escolásticas que não correspondam à persuasão religiosa dos pais ou se lhes for imposta uma única forma de educação que exclua a formação religiosa".
O raciocínio é bastante torto. Stefano Faraoni, estudioso de história das religiões, responde na tampa:
1) numa sociedade democrática e pluralista, o direito à liberdade religiosa não implica a obrigação de estudar religião (a liberdade vale para crentes e não-crentes);
2) não há razão alguma para que as convicções dos filhos sejam submetidas às dos pais (as crianças têm direito a uma formação/informação plural);
3) a escola "tem o dever de formar o cidadão através de ensinamentos possivelmente neutros, sem instilar ou confirmar convicções absolutas, em especial na primeira fase da vida, particularmente sensível a sugestões que não encontram fundamento no logos, no raciocínio dedutivo".
Acrescento apenas que não cabe à escola pública e laica a formação religiosa (incumbência da família e das igrejas, caso haja interesse). O que lhe cabe é proporcionar uma educação universalista, isto é, não submissa aos preceitos de qualquer religião. História das religiões em escola pública, tudo bem.

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Ideli é candidata ao troféu "Homem sem Visão"

O título é conferido mensalmente, pelo blog de Augusto Nunes, a quem se mete em estripulias. Em agosto, a senadora petista já ganhou a medalha de prata.
Tem tudo para levar o troféu em setembro. Rá-rá!
Parabéns, senadora. Você merece.

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Sarkô e Dilmá


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Banda larga ainda é carroça no Brasil

Quem tem banda larga para conexão à internet sabe que ela não é tão larga assim. Nossas provedoras cobram caro, mas nenhuma cumpre o prometido em termos de velocidade. Algumas nem sequer conseguem manter uma razoável estabilidade. Resultado: estamos entre os lanterninhas. Pagamos preços ingleses por serviços etíopes:
A experiência cotidiana do brasileiro com a banda larga (...) ainda pode ser frustrante. Um vídeo de três minutos do YouTube costuma levar duas ou três vezes esse tempo para ser visto. E usufruir recursos avançados da internet, como o download de filmes em alta resolução ou a participação em videoconferências, é praticamente impensável. Um estudo recente, encomendado pela empresa de tecnologia Cisco, corrobora essa impressão. O levantamento aferiu a eficácia da banda larga em 42 países. O Brasil ficou em 38º posto, à frente apenas de Chipre, México, China e Índia. "Na média, as conexões brasileiras com a web estão num patamar pré-YouTube. Têm cinco anos de defasagem em relação às dos países desenvolvidos", disse a VEJA o indiano Prashanth Angani, um dos responsáveis pela pesquisa. (Continua na Veja).

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Um mundo politicamente correto e sem memória. Eis o mundo de Obama.

Não é só o brasileiro que esquece tudo. A humanidade vive numa época que procura apagar os crimes do passado. Líderes politicamente corretos contribuem para essa nefasta falta de memória. O esquecimento é, de fato, a nossa herança?
Já podemos afirmar que ninguém mais se importa com o que aconteceu no dia 11 de setembro de 2001? Creio que sim. Agora todos estão preocupados com o economic meltdown - que, por coincidência, também aconteceu por volta deste mês -, com o plano de saúde de Obamis, com a barriguinha da Penélope Cruz, etc. Enfim, repete-se o adágio: o esquecimento é a nossa única herança.
Contudo, é só ler os jornais - este pão nosso de cada dia que Hegel afirmava ser a sua Bíblia matinal logo que acordava - e perceber que há uma estranha sombra pairando sobre todos nós. Hugo Chávez faz negócios com o Irã; a questão Israel e Palestina está longe de ser resolvida; o Irã e a Coréia do Norte continuam com seus programas nucleares; o nosso Supremo Tribunal da Justiça está prestes a julgar se deve ou não aceitar a extradição de um reconhecido terrorista italiano; e,
last but not least, a Europa não sabe o que fazer com a invasão populacional do Islã em suas grandes capitais. Isso sem contar, é claro, na Guerra do Afeganistão, rebatizada pelo pacifista Obamis, e o aumento de escala exponencial do terrorismo em todo o mundo. (Continua no Dicta&Contradicta).

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TSE tira Lula do palanque? Duvido!

O TSE é cego, mudo e surdo. Lula nunca desceu do palanque e as autoridades eleitorais nada viram. Por isso, não acredito em consequências para o que é noticiado aí embaixo:
O PPS vai ingressar na semana que vem com ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por propaganda eleitoral antecipada.
O presidente do partido, Roberto Freire (PE), disse que Lula agiu politicamente, com fins eleitorais, durante cerimônia realizada pelo governo em Fortaleza nesta quinta-feira --na qual teria feito campanha em prol da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à presidência da República
.
Lex Grotensis é moleza.

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Sarkozy dançou?

No 7 de setembro, data nacional, parecia que a compra dos caças franceses Rafale já estava garantida. Festança com o baixinho Sarkozy, presidente da França, que saiu daqui se achando o rei da cocada (bene, em casa ele tem a Carla Bruni).
Parece que a imprensa caiu no conto de Lula, como sempre. Só depois acordou e viu que não era bem assim. E o pragmático Lula voltou atrás, para variar.
Agora norte-americanos, franceses e suecos voltam a por as cartas na mesa.
Confiar na imprensa é confiar em Lula?

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Sol no sul


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Fala, Ideli!

No Senado, ela é estridente na defesa do lulismo, dos mensaleiros e de Sarney. Agora está caladinha. Nada a declarar sobre o contrato milionário com a tal da Newfielding, cuja representante no Brasil é sua nora.
Ah, sim, sobra também para o ex-marido, Eurides Mescolotto, brindado com o cargo de presidente da Eletrosul depois de ter empurrado o Banco do Estado de SC para o BB. Está tudo apetralhado mesmo.

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O bolivarianismo do casal K

A mando da presidenta Christina Kirchner, fiscais da Receita invadiram o jornal Clarín, o principal jornal da Argentina. O casal K, aliado do bolivarianismo que infesta a América do Sul, quer aprovar uma lei aumentando o controle do governo sobre a imprensa.
Lei semelhante foi aprovada na Venezuela pelo tirano Chávez. E aqui mesmo, no Grotão lulista, também já tivemos uma tentativa de empurrar uma "lei do audiovisual".
A América Latina continua sendo um grande celeiro de chefetes, caudilhos, tiranos, déspotas e traficantes. Com essa cultura de trogloditas, o continente maldito jamais integrará o mundo moderno.
Delenda!

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O "metalúrgico" fala ao curral eleitoral

O antiintelectualismo petista
O Pequeno Timoneiro sempre demonstrou ressentimento contra quem tem formação universitária ou é doutor. Tanto assim que sua candidata é uma "doutora" entre aspas (a Dilmentirosa). Diante do curral eleitoral nordestino, mais uma vez não se conteve:
Quando penso na educação, quero dar aquilo que os governantes da minha época não me deram. Sei que não vamos fazer tudo, mas mudamos o paradigma. Quem vier depois de mim vai ter que fazer muito mais porque não vai ficar bem para ele que um peão de fábrica metalúrgico tenha feito muito mais que um daqueles doutores que já governaram esse país.
E emendou: "eles precisam saber que nós não nascemos para ser só pedreiros. É por isso que nós assumimos a prioridade de investimentos no Nordeste”.
Ora, Lula queria dos governantes o que nunca lhe foi negado. Teve todo o tempo - e dinheiro - para estudar, mas livros sempre lhe deram sono. Jamais fez um curso na vida adulta. O negócio dele é palanque, principalmente diante de gente pouco escolarizada. A essa pobre gente Lula conforta com sua fuga da escola e diz que é bom ser pobre e não estudar.
Nunca antes "nesspaíz" houve líder tão demagogo. Dá banho nos oligarcas nordestinos que o precederam.
Mas vale observar que o antiintelectualismo de Lula é típico do PT. A geração de professores que ajudou a fundar o PT em Santa Catarina, por exemplo, nunca fez nem sequer mestrado - e, aliás, se aposentou bem cedo. Petistas gostam mesmo é de ideologia, mas que renda dinheiro! Eles formam a burguesia criada com dinheiro público, isto é, com capital alheio.
Tudo de acordo com o supremo mestre que ilumina a filósofa Marilena Chauí.

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Se tem petista, tem maracutaia.

A senadora Ideli Salvatti veio com desculpas esfarrapadas para o curso milionário que realizou em três países. A novidade é que a Newfield, que promove cursos e consultoria para "executivos", tem como representante no Brasil a nora da senadora, que mora aqui em Florianópolis.
Bene, acompanhe a tramoia aqui. Estão no rolo, além da nora da pit bull do lulismo, o ex-marido Eurides Mescolotto, presidente da Eletrosul e um dos fundadores do PT em Santa Catarina.
A empresa de consultoria inventou até um tal de "olhar ontológico" (?). Eu diria que é olho gordo mesmo. Em cima do dinheiro público, claro.
P.S.: a comentadora Maria criou um epíteto perfeito para a senadora: Idelituosa.

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Brasil e Irã unidos na "nova ordem mundial"?

Vade retro, Satanás!
O ministro iraniano de Assuntos Exteriores Manouchehr Mottaki disse que Irã e Brasil podem desempenhar "um papel importante na nova ordem mundial" através de sua "cooperação na cena internacional", após reunião com o vice-ministro brasileiro Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, que faz visita oficial ao Irã.
Durante o encontro, Mottaki e Jaguaribe revisaram a conjuntura internacional, a situação regional e o desenvolvimento das relações bilaterais entre os dois países. "As posturas de Teerã e Brasília frequentemente são muito similares", disse Mottaki à agência oficial de notícias Irna.
"Irã e Brasil podem desempenhar papéis muito importantes, cooperando no desarmamento nuclear global ou na cena internacional. Existe um bom horizonte de cooperação econômica, especialmente no comércio e no setor energético, que pode ser um bom investimento para contratos conjuntos em outros países", reiterou Mottaki. Em entrevista à Irna, o representante brasileiro assinalou que essa sintonia deve se fortalecer no futuro, através de contatos diretos entre os dois países.
"Uma delegação de alto nível visitará em breve o Irã para supervisionar os campos apropriados, a fim de impulsionar a colaboração", disse Jaguaribe. O responsável brasileiro reafirmou que o Brasil apóia o direito de Irã ao uso pacífico da energia nuclear e que seu país acredita que mais sanções internacionais não são a solução.

Por sugestão do It's about Nothing, que fez o seguinte comentário:
A política externa adotada pelo Itamaraty, orientada pelo manual petista, faz o Brasil se aliar e apoiar o que existe de pior no mundo. Lula e seu governo se aliam a escória mundial em acordos financeiros sempre danosos para o país. Ahmadinejad e o Irã são o próximo problema sério que o mundo deverá enfrentar e parece que a sempre atrasada América Latina escolheu ficar ao lado do Irã.

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Professor Chávez

O tirano Hugo Chávez cometerá a "aula inaugural" na Universidade Russa de Amizade entre os Povos, uma "casa de estudos superiores" fundada nos anos 60 (não por acaso, nos anos de intensa "guerra fria") e que congrega alunos simpáticos à "idiotia latino-americana".
Obviamente, essa oficina ideológica conta com alunos de 19 países da Cucaracholândia - os mais entusiasmados com a baboseira chavista.
Ah, reparem na foto do demagogo...

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Rumo às profundezas do pré-sal...


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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Há juízes no Grotão?

A ver, na próxima rodada do julgamento do pedido de extradição do terrorista Cesare Battisti. O placar indicava o caminho da extradição, mas Marco Aurélio pediu vista - e tudo pode mudar, é claro. Vistas grossas?
Pelo menos neste caso, ainda bem que a Justiça é morosa: não há data para a retomada do julgamento. O assassino protegido pelo ministro da Justiça ficará muito tempo na prisão...
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A "executiva" Ideli

A senadora Ideli Salvatti, pit bull do lulismo, torrou dinheiro público para fazer curso de "capacitação de executivos", junto com seu assessor, em três países. Lá se foram mais de 70 mil reais. Eita, ferro! Que grande empresária!
Aí vai na íntegra:
O Senado gastou pelo menos R$ 70 mil para a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) e um assessor participarem de um curso voltado para a capacitação de executivos realizado em três etapas, no México, na Argentina e na Espanha, entre abril de 2007 e janeiro de 2008.
Chamado "The Art of Business Coaching", o evento foi promovido pela empresa Newfield Consulting, cujo fundador no Brasil é Luiz Sérgio Gomes da Silva, ex-funcionário do Palácio do Planalto e ex-assessor da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e filiado ao PT.
Luiz Sérgio afirmou que o curso é mais voltado para executivos de empresas privadas, com técnicas e estratégias para capacitá-los a liderar equipes. "O principal cliente nosso é o gerente da grande empresa privada, em nível nacional e internacional. São os grandes executivos", disse.
Atual líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti foi acompanhada no curso pelo assessor Paulo André Argenta. Os dados das viagens constam na Tomada de Contas do Senado de 2008 enviada ao TCU (Tribunal de Contas da União).
Para os dois participarem do curso, o Senado desembolsou R$ 35.530 com as inscrições. Com diárias, a senadora gastou R$ 11.837,40 nas cidades onde o curso ocorreu: Cidade do México, Buenos Aires e Sevilha.
Além de participar das três etapas do curso com Ideli, o assessor Argenta fez mais três viagens sozinho para Buenos Aires, São Paulo e Florianópolis, entre julho e novembro de 2007. Recebeu R$ 15.208 para pagamento de diárias.
Argenta disse que ele e Ideli também tiveram as passagens aéreas pagas pelo Senado. A Folha fez uma estimativa e os dois teriam gasto, em valores atualizados, ao menos R$ 7.500 para comprar os bilhetes.
Em requerimento de 18 de abril de 2007, Ideli solicitou autorização para viajar e participar do curso no exterior. No documento, a senadora refere-se ao curso como "uma missão"."Venho solicitar, nos termos do inciso 2, do artigo 40 do Regimento Interno do Senado Federal, que seja concedida licença para desempenhar a referida missão", diz o requerimento.
Junto com o documento, ela anexou uma carta da empresa Newfield Consulting escrita em espanhol. O texto diz que se trata de "uma empresa de consultoria e formação gerencial orientada a facilitar processos de mudança dentro das organizações e transformar os atuais modelos de gestão para possibilitar superiores níveis de produtividade e rentabilidade".
Fundador da Newfield no Brasil e filiado ao PT, o psicólogo Luiz Sérgio Gomes da Silva teve um cargo de assessor no Palácio do Planalto, na Secretaria de Relações Institucionais. Entre 2003 e 2005, auxiliou primeiro Tarso Genro e depois Jaques Wagner. Entre os clientes da Newfield no Brasil, estão três órgãos do governo do Estado da Bahia para o qual Wagner foi eleito em 2006.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

O idiota norte-americano

Idiotia não é exclusividade de latino-americanos, como já alertavam os autores do Manual do Idiota Latino-Americano e O retorno do idiota. Idiotas há também nos Estados Unidos e na Europa, todos aliados da retrógrada visão "esquerdista" cucaracha. Sirva de exemplo, nos próprios EUA, o linguista Noam Chomsky, admirado e citado por 9 entre 10 idiotas na América Latina e no Brasil. De bom acadêmico, passou a reles ideólogo adulador de tiranos.
Agora aparece outro norte-americano vendo o futuro no atraso. É o cineasta Oliver Stone (foto), que fez um "documentário" sobre o déspota Hugo Chávez, da Venezuela, líder da corrente neo-estatista que não nada aprendeu com a derrocada do comunismo, pois jamais deu atenção à história. Para ele e seus seguidores, a "vontade" é sempre superior.
O filmeco que o idiota perpetrou tem por título "Ao Sul da Fronteira" e é uma louvação à tirania.
A ele dedico o saquinho de hoje.

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Momento nepotista

A fofinha aí é filha do meu sobrinho Luciano Moreira, que é produtor musical. Que seja bem-vinda ao mundo que o blogueiro malha muito...

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Piloto barbeiro


E o brevê da Dilma deve ser tão falso quanto os títulos acadêmicos.


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Battisti também fica?

O STF já agasalhou o terrorista e padreco colombiano Olivério Medina, agente das Farc no Brasil. Vamos ver se abriga também o terrorista italiano Cesare Battisti, protegido do ministro da Justiça Tarso "Illich" Genro. A Itália exige a extradição do assassino.
O julgamento é amanhã - e os doutos ministros não estão numa posição confortável para decidir.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Felicidade carioca

Uma pesquisa encomendada pela Forbes em 20 países elegeu o Rio de Janeiro como a "cidade mais feliz do mundo".
Bota felicidade nisso: assaltos, tiroteios, balas perdidas, sequestros, chacinas etc.
O mundo delira.

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Monstrobras censura blog

A Petrobras, a estatal mais "soviética" do Grotão, pressionou o Wordpress a censurar o blog que clonara o da Petrobras, abrindo para comentários livres. Eis o comunicado do Fatos e Dados, agora em novo endereço:
Caros e caras, recebi na tarde de ontem um curto comunicado do WordPress via e-mail solicitando, em prazo de 24 horas, a remoção de todo e qualquer logotipo ou imagem da Petrobras e a mudança da minha URL “petrobrasdadosefatos”, pois, segundo o comunicado, estaria essa causando confusão com o “petrobrasfatosedados” (Mas essa era a intenção oras! Uma companhia bilionária quer ter exclusividade com um domínio gerado em serviço gratuito?!).
Nesse momento percebi que meu blog estava totalmente bloqueado, e que não era mais possível postar nem alterar conteúdos, nada. Por isso coloquei um comentário avisando da censura que estava sofrendo, pois a ferramenta de moderação de comentários continuou ativa. (Continua).
Alô, Legislativo, quando é que vão abrir essa caixa-preta?

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Pintando o sete

Lula fazendo o que sabe.

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O esotérico guru de Marina

Outro dia disse aqui que a pseudociência serve a candidatura de Marina Silva, petista de carteirinha que se bandeou agora para o PV.
A Folha confirma hoje em ligeira entrevista:
"Cada ser humano é único no teatro da existência". A asserção é do psicanalista Augusto Cury, 50, conselheiro da potencial candidata a presidente pelo Partido Verde, Marina Silva (AC).
Há seis anos, Marina é leitora fiel de seus livros. Recentemente, deu provas da admiração reforçando o convite para que ele se filiasse ao PV.
Cury - 20 livros publicados e 10 milhões vendidos- aceitou, apesar dos apelos de sua caçula. "Vertendo em lágrimas, ela pediu: "Não vai, não, papai"." Ao que ele respondeu: "Tô pensando no futuro dos seus filhos e netos."
Cury nega rumores de que quer ser deputado. Admite, porém, a intenção de ajudar a fazer o programa de governo, especialmente na educação.Ele defende que todo ensino médio seja profissionalizante; que a universidade à distância chegue às cidades com mais de 10 mil habitantes, e que a disposição das cadeiras nas classe seja em "u".
"Os professores devem ser bem treinados, para que o teatro da sala de aula não seja apenas um monólogo, mas que todos sejam coadjuvantes no processo do conhecimento", formula.
Túmulo
Ao justificar sua estreia na cena política, Cury usa um texto recorrente. "Em breve encenaremos o último ato de nossa exitência no pequeno palco de um túmulo."Para ele, tudo é teatro. Em uma palestra televisionada para 260 cidades, na sexta-feira, usou mãos, olhos e voz ao proferir máximas como: "nosso eu tem de ser muito bem formado para atuar na grande peça social"; "é preciso desenvolver a arte de pensar" e "o inconsciente é um imenso bastidor".
Centro da floresta
Dono de uma reserva de 180 mil m em São Paulo, ele mora com a mulher e três filhas no "centro de uma floresta", segundo sua definição.A casa fica em uma área desmatada de 2 mil m. Perguntado se pratica o ambientalismo, diz: "Sou apaixonado pela natureza. Desde cedo, ensinei minhas filhas a contemplar o belo. A fazerem das pequenas coisas um espetáculo aos olhos. Quando uma flor abria, levava-as a perceber sua anatomia, suas cores."Ao responder se temia desgaste na imagem ao entrar na política, disse em tom tonitruante: "Quem vence sem risco triunfa sem glória!".
O jornal não disse que o guru Cury é escritor de livros de auto-ajuda. Definitivamente, estamos mal de candidatos.

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Nazibolivarianismo em guerra com a imprensa

Grupos armados agem com a cumplicidade dos governantes que lambem as botas do farsesco coronel Hugo Chávez. Isto vale na Venezuela, no Equador, na Bolívia e na Nicarágua. Ataques a jornalistas estão na ordem do dia.
O jornal espanhol El País relata o último ato violento envolvendo a imprensa, desta vez na Bolívia.
Sempre é bom lembrar que as autoridades desses países andam aos abraços com Lula.
P.S.: e o tirano Chávez continua fechando rádios e atacando o último canal de televisão que o incomoda. Nenhum ato de solidariedade da Fenaj aos jornalistas perseguidos. Aliás, seria esperar demais.

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sábado, 5 de setembro de 2009

Parada da Irresponsabilidade

Clubes e outras entidades coletivas suspenderam atividades por causa da gripe suína, que, previsivelmente, transformou o Grotão em campeão mundial. Florianópolis, porém, se julga imune à doença, já que manteve a realização da chamada Parada da Diversidade, que acontece nesse domingo emendado com feriado.
Hoteleiros e jornais locais proclamam a vinda de 50 mil pessoas. A beira-mar norte, uma das principais vias de trânsito da capital, será fechada por causa do evento, provocando sérios transtornos à população.
Autoridades municipais (ainda temos prefeito?) se omitem vergonhosamente. O fato é que ninguém ousa contrariar essa minoria ululante que invade Florianópolis todos os anos, para alegria de hoteis e restaurantes. Ah, já sei: vão me chamar de preconceituoso.
Pelo menos neste ano, em razão da gripe suína, o evento deveria ser cancelado. Mas não se espere sensatez das autoridades e dos organizadores da parada. Danem-se os mais de 400 mil habitantes de Floripa.
Minha praga: que a gripe dos porcos atinja o prefeito! Oinc, Dário Berger.

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Estado larápio


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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Orai, picaretas!

O "bispo" Marcelo Crivela, da denunciada e processada Iurb, ora pela falsa doutora Dilma junto com o "apóstolo" Hernandes e a "bispa" Sônia, que acabam de sair da prisão nos EUA. Todos muito dignos da candidata lulista.
(Foto: Sergio Lima/Folha Imagem).

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Lula, o verdadeiro sem-terra.


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Não há verdade no jornalismo?

Na academia brasileira, onde muitos confundem ideologia e conhecimento, é comum se ouvir dizer que verdade e objetividade são mitos, tanto nas ciências sociais quanto no jornalismo. Chovem adjetivos sobre quem afirmar o contrário.
Ora, se não há verdade, não há conhecimento. Se não há objetividade, vamos conhecer o quê? Julgaremos sempre que nossas opiniões não são meras opiniões, mas conhecimento da realidade - e que a realidade é integralmente "construída" por nós.
O professor Gilles Gauthier, da Universidade Laval, de Québec, é um dos poucos a sustentar os dois conceitos num mundo dominado pelo relativismo mais radical. Tim, tim! Seu artigo, "La vérité: visée obligée du journalisme", está disponível aqui. Eis uma boa crítica ao "construcionismo" reinante nessas áreas.

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E o falso blog do Lula virou blog mesmo

Parabéns a quem teve a ideia de reproduzir o falso blog do Lula (que é escrito por três chapas-brancas e não permite comentários) e abri-lo a comentários e críticas.
Divirta-se aqui.

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Chavismo à brasileira no campo

No Grotão lulista, fazendeiro é sinônimo de criminoso:
A expectativa da revisão dos índices de produtividade no campo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já causa uma corrida aos acampamentos de sem-terra no interior de São Paulo. Em Araçatuba, noroeste do Estado, moradores urbanos e cortadores de cana engrossam o Adão Preto, um mega acampamento formado por dissidentes do Movimento dos Sem-Terra (MST), considerado o maior do Brasil.
Desde a semana passada, o local passou a receber em média 20 famílias por dia. O coordenador Claudemir Silva Novaes chegou a suspender temporariamente o ingresso de novos acampados por falta de estrutura. (
Continua).
Desculpem, mas a imagem que me ocorre é a de urubus à espera da carniça.

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O mito das "raças"



Demétrio Magnoli fala sobre seu novo livro, Uma gota de sangue, demonstrando que a noção de "raça" é ultrapassada (como sempre disse, também, o geneticista mineiro Danilo Sérgio Pena). Viemos todos dos mesmos ancestrais que saíram da África e fomos nos adaptando às condições ambientais - daí a variação de pigmentação. O livro chega em boa hora, denunciando a nefasta política de "racialização" promovida pelo governo Lula (mas já iniciada no governo FHC).


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Cineasta? Socorro, polícia!

Minha má vontade com cineastas de vez em quando encontra amparo. Um tal de Renato Bulcão (???) foi condenado pela terceira vez pelo TCU por "mau uso do dinheiro público". Já deve 15 milhões de reais aos cofres igualmente públicos.
Filme que é bom...
Bene, vá lá, fez "Um céu de estrelas". Com tanto desvio, que vida estrelada.

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Enquanto Lula viaja na fantasia...

Se depender dos governos - e do lulismo em particular - o Brasil sempre será campeão em mortes por qualquer doença. A África é aqui. E algum jornal ainda fala em gripe suína? O México, onde tudo começou, está tranquilo. Aqui se morre de dengue, malária e, agora de gripe suína.
Este país continental já foi chamado de potência do futuro. O futuro nunca chegou. O fato é que este Acampamento produz apenas commodities, ou seja, exporta o que colhe. Já dependemos da cana, do café, do açúcar e agora dá-lhe soja e outros grãos. Orgulhem-se, grotenses.
E depois ainda há macilentos que me vêm com a ideologia de uma palavra só: "sustentabilidade". Palavras não mudam a realidade. E não há vacina contra a burrice.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Petralhas vão deitar e rolar

A Monstrobras disporá de quase 80 bilhões para "investimentos" em 2010, ano de eleições.
Como sempre, o cidadão não verá um centavo dessa dinheirama.
Não faltará dinheiro para o lulopetismo se manter no poder. Haja cueca.
E ninguém mais fala em abrir a caixa preta...

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As origens do jornalismo

Chamo aqui para um artigo sobre as origens do jornalismo que publiquei em 2004 e mencionei no início do blog, em 2006. Aí vai o primeiro parágrafo:
1. Tobias Peucer, considerado o autor da primeira tese doutoral sobre jornalismo[1], publicada no final do século XVII, teve o mérito de sistematizar os principais conceitos da recém-nascida imprensa periódica, mas não deve ser visto como precursor ou fundador de uma “teoria do jornalismo”. Na verdade, os pressupostos teóricos e regras técnicas que ele enuncia correspondem à “cultura da notícia”[2] que começava a se consolidar nos principais centros da Europa (principalmente na Holanda) em função da expansão do comércio e da proliferação de periódicos. Peucer remete, portanto, às origens do jornalismo (o próprio termo “jornalista” passou a ser utilizado em francês, inglês e italiano somente por volta de 1700[3]). Filho da modernidade tal como as ciências, o jornalismo seria decisivo, no século XVIII, à difusão das idéias do Iluminismo – só então assumindo características político-ideológicas mais nítidas -, que desembocariam na formação da chamada “opinião pública” e na Revolução Francesa de 1789. (Continua).

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Os lucros privados da Monstrobras

A Petrobras apontou no segundo trimestre de 2009 o maior lucro entre a empresas não-financeiras e de capital aberto da América Latina e Estados Unidos, segundo levantamento da consultoria Economática. A companhia registrou lucro líquido de US$ 3.963 bilhões no segundo trimestre deste ano. (Continua).
O brasileiro não vê nem sombra desses fabulosos lucros. E o combustível que essa caixa preta do lulopetismo - a mais "soviética" das estatais - nos vende é um coquetel de péssima qualidade, apesar de ser um dos mais caros do mundo.
É preciso abrir essa caixa preta.

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O ponto de Vanusa


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Pré-sal: estatismo a galope.

Editorial da Folha de hoje ("Petróleo na urna"), surrupiado na íntegra. Que ninguém se iluda: o lulismo é chavismo envergonhado.
Consumou-se , na explicitação dos projetos do Planalto para o pré-sal, a revanche contra a abertura do mercado e contra a quebra do monopólio da Petrobras, efetivadas na década passada. A antecipação do calendário eleitoral, motivada pela iniciativa do presidente Lula de viabilizar a candidatura Dilma Rousseff, atropelou o interesse público.
Propor a tramitação em 90 dias, no regime de urgência constitucional, de um programa que subverte todo o modelo de exploração, tributação, concorrência e partilha de recursos fiscais em curso - e que, além disso, exige emissão de mais R$ 100 bilhões em dívida pública, o equivalente a dois meses de arrecadação federal- é um acinte.
O governo federal e a Petrobras, que passaram 14 meses confabulando para chegar à sua proposta, não são os únicos interessados na discussão. A mudança afeta toda a sociedade, detentora das riquezas do subsolo. A tramitação dos quatro projetos de lei pelo Congresso é a oportunidade de dar a Estados, municípios, trabalhadores, consumidores, empresários, ambientalistas e técnicos o tempo que for necessário para que se façam ouvir.
A precipitação de Lula chega a ser ridícula diante do fato de que não se sabe, com o mínimo de segurança, qual a dimensão da renda petrolífera que se quer, desde já, dividir. A que ponto a província do pré-sal vai elevar as reservas recuperáveis de petróleo do Brasil, hoje em 14 bilhões de barris? A que custo de extração?
Na falta de mapeamento da região de 149 mil km2 (equivalente à área do Ceará), campeia uma incrível dispersão de palpites. De 30 bilhões de barris a 300 bilhões de barris, vai uma diferença oceânica. No primeiro caso, o Brasil apenas administraria pelas próximas décadas a autossuficiência energética já obtida; no outro, seria alçado à condição de potência exportadora.
Em vez de mapear as riquezas antes -até para convencer o público de que seria preciso mudar o modelo-, o governo passou diretamente à fase seguinte. A urgência eleitoral prevaleceu e deu passagem a propostas estatistas de fazer inveja aos "desenvolvimentistas" da ditadura militar.
Na partilha de produção, o governo divide o lucro da empreitada, na forma de óleo, com o consórcio empresarial contratado para explorar os campos. Mas, para chegar ao lucro, é preciso definir antes os custos de cada empreendimento específico, o que não é trivial numa atividade complexa e intensiva em capital como a petrolífera.
O governo cria, então, a Petro-Sal para controlar os custos de cada campo, entre outras funções -como cuidar dos trâmites de comercialização do óleo estatal- que deveriam ser eminentemente técnicas. Capaz de influir em decisões empresariais básicas, caso da contratação de fornecedores, e sujeita a controle político do governo de turno e de sua sempre notória "base aliada", a Petro-Sal seria uma porta escancarada para corrupção, negociatas e privilégios.
Outro ponto vulnerável à politização e à má alocação de recursos, bem como à acomodação típica dos monopólios, é a regra que torna a Petrobras parceira obrigatória da União em todos os campos do pré-sal, com participação mínima de 30%. Dispensada da concorrência, terá no entanto de participar mesmo das empreitadas as quais o cálculo frio recomendaria recusar.
O poder discricionário do Executivo amplia-se também por outros meios. Mesmo fora do pré-sal, onde continuam valendo as regras da concessão -empresas disputam livremente o direito de exploração num processo licitatório, e vence a que oferecer o maior lance-, o governo poderá intervir. Basta que considere, num simples decreto, a região como de "interesse para o desenvolvimento nacional" e ela será retirada da competição.
Além disso, o privilégio já oferecido à Petrobras poderá ser ampliado. A fim de preservar o "interesse nacional", sem definir bem o que isso significa, o governo poderá contratar apenas a Petrobras, sem licitação, para operar determinados campos.
Até aqui o governo Lula não demonstrou que a sua proposta será capaz de assegurar os investimentos necessários para a exploração das novas jazidas petrolíferas. Tomando-se os "chutes" mais conservadores acerca do potencial do pré-sal, não é difícil que essa cifra ultrapasse meio trilhão de dólares - ou 30% do PIB-, diluído ao longo dos anos. O modelo de concessões oferece uma resposta satisfatória a esse problema, pois amplia as fontes de investimento, por meio de uma competição de escala global, e propicia antecipação de receitas ao governo.
A experiência mundial, decerto, mostra que modelos não são decisivos para o sucesso de um país na exploração do petróleo; por vários caminhos e ajustes se chega a um bom arranjo. O fundamental é o governo ampliar, por meio de tributação ou dispositivos análogos, a sua participação na renda gerada pela atividade - e ser proibido, por lei, de torrar os recursos em despesas de custeio. Dadas a rarefação de parâmetros técnicos e a falta de definições que prevalecem na proposta do Planalto sobre o pré-sal, nem isso está garantido.
Por ora, o "passaporte para o futuro" anunciado pelo presidente Lula pouco se distingue de um panfleto eleitoral que já chega embolorado -tal o grau de dirigismo, privilégios e distorções nele estampados.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Governo é mãe? Isto é Lula.

Bene, se o governo é mãe, me desculpem, preferiria ser filho da puta.
Já não sei quem é mais chato nos discursos: Lula ou Chávez?
Acho que dá empate. Saquinho por favor.
Alô, Ali Kamel, teu dicionário deverá ser atualizado logo, logo. As asneiras são diárias.

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Bravo, Saramago!

O escritor português resolveu fechar seu blog. Fez muito bem. Que se dedique a escrever sua boa literatura. De opiniões retrógradas, o mundo está farto.
Por aqui, já nos basta o falso blog do Lula.

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De vez em quando temos oposição


Ainda bem que a oposição acordou: pretende barrar a tramitação da baboseira do pré-sal em regime de urgência. Se, na melhor das hipóteses, é coisa para daqui a cinco anos, para que a pressa? Chega de carnaval em cima disso.
Lula e o lulismo que tomem o que nunca demonstraram: vergonha na cara!
E, francamente, dizer que o pré-sal não reduzirá o preço do combustível não é so afoiteza. É picaretagem mesmo.

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