segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O fiasco de Amorim & Marco Aurélio

O pseudo-diplomata Marco Aurélio Top-Top Garcia, assessor da presidência para assuntos cucarachos, disse o seguinte no dia 25 passado, num ataque de megalomania típico do Itamaraty lulista: os EUA correm o risco de ficar isolados se reconhecerem as eleições em Honduras.
A declaração não podia ser mais desastrada. O que se viu, ao contrário, é que o Brasil e os sequazes de Chávez é que ficaram isolados.
E o que diz agora o falso diplomata?
"Se o Brasil considerar que tem que mudar de posição, mudará de posição. Por um lado, consideramos a eleição ilegítima, mas se tiver havido uma participação popular muito forte, tampouco poderíamos ser indiferentes ao fato político.
E tome participação popular: chega a 61 por cento, segundo o TSE - até agora, 10 por cento maior que a da última eleição, que levou o chapelão Zelaya à presidência.
Resumindo, os chavistas erraram até nas previsões sobre abstenção - que, para tumultuar, ainda apregoam ter chegado a 70 por cento!
Marco Aurélio merece demissão. Junto com Celso Amorim, é claro.
Vão ser péssimos analistas assim lá na Venezuela!

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Relator da ONU quer o Brasil de volta à enxada

O belga Olivier Schutter, Relator da ONU para o Direito à Alimentação, defende a delinquência do MST, que invade e destroi fazendas e laboratórios de pesquisa, até mesmo dentro de universidades públicas, além de violar diariamente o Estado de Direito.
O mocinho revela desconhecimento sobre a agricultura no Brasil, que avançou em tecnologia, produtividade e exportação graças ao agronegócio. Gostaria de ver o país voltado para a "agricultura familiar". Ah, sim, o distinto também é contra o etanol. Seguindo seus conselhos, em termos de agricultura, viraríamos uma Bélgica.
A opinião de Schutter comprova, uma vez mais, que a ONU se transformou em refúgio dos órfãos do socialismo e dos tiranos internacionais.
Veja aqui quem é essa figurinha. Duvido que defenda bandos como o MST em seu próprio país.

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O labirinto de Tarso "Illich"

Tarso "Illich" Genro andou criticando o STF em relação ao escândalo Battisti, esse homicida que ele quer manter no Brasil. Seus queixumes, evidentemente, saíram num site chapa-branca, a Carta Maior. O ministro do Supremo, Gilmar Mendes, deu a resposta hoje. Touché:
"Eu tenho impressão que, do ponto de vista histórico, o Tribunal deu uma grande contribuição para a biografia do ministro Tarso Genro. Retirou-o de um labirinto em que ele havia se metido. Genro usurpou competências de outros órgãos, da Justiça italiana, da Justiça brasileira. Certamente ele foi retirado desse impasse, desse imbróglio, graças à decisão do STF".
Usurpar é com o ministro da Justiça, que jamais abandonará o labirinto leninista.

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Zelaya, o outro filho do Brasil.


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Chavismo perde Honduras (e ganha o Uruguai?)

Embora a contagem de votos não tenha terminado, o candidato da oposição, Porfírio Lobo, do Partido Nacional de Honduras, venceu as eleições, fato já reconhecido pelo adversário. Ao contrário do que esperavam os bolivarianos, as eleições foram tranquilas, com mais de 60 por cento da população comparecendo às urnas.
Estados Unidos, Alemanha, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá, Japão, Itália, Suíça, Indonésia, Emirados Árabes Unidos e França vão reconhecer o novo governo.
Na contramão estão o Brasil (mas há divisões no próprio governo, segundo a Folha) e a Argentina, além de outros países latino-americanos - não por acaso, alinhados com o tosco bolivarianismo da Venezuela.
No Uruguai, o ex-terrorista tupamaro José Mujica é o novo presidente. Não deve desagradar o chavismo, embora tenha feito um discurso conciliador.
A ver, a ver...

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domingo, 29 de novembro de 2009

Lula fica com chavismo até o fim em Honduras

O Pequeno Timoneiro disse em Portugal, onde se encontra, que o governo "não tem nada que repensar" em relação a Honduras - e que, portanto, não reconhecerá o resultado das eleições de hoje.
Era previsível. Lula nunca foi amigo da democracia. Nem ele nem seu partido. Eles sempre condenaram a "democracia burguesa".
Que afundem junto com o chapelão Zelaya, dono da embaixada brasileira.


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Jornalistas criam nova igreja. É rápido e barato.

Abrir uma empresa, no Brasil, leva muito tempo e custa caro. Em compensação, você pode criar uma nova igreja em dois dias, a um custo mínimo. E tem a vantagem que nenhuma empresa tem: isenção do IR e outros impostos. O articulista Hélio Schwartsman e dois repórteres da Folha criaram a Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e relatam sua experiência, que surrupio na íntegra:
Bastaram dois dias úteis e R$ 218,42 em despesas de cartório para a reportagem da Folha criar uma igreja. Com mais três dias e R$ 200, a Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio já tinha CNPJ, o que permitiu aos seus três fundadores abrir uma conta bancária e realizar aplicações financeiras livres de IR (Imposto de Renda) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Seria um crime perfeito, se a prática não estivesse totalmente dentro da lei. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para a constituição de uma igreja. Tampouco se exige um número mínimo de fiéis.
Basta o registro de sua assembleia de fundação e estatuto social num cartório. Melhor ainda, o Estado está legalmente impedido de negar-lhes fé. Como reza o parágrafo 1º do artigo 44 do Código Civil: "São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento". A autonomia de cada instituição religiosa é quase total. Desde que seus estatutos não afrontem nenhuma lei do país e sigam uma estrutura jurídica assemelhada à das associações civis, os templos podem tudo.
A Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio, por exemplo, pode sem muito exagero ser descrita como uma monarquia absolutista e hereditária. Nesse quesito, ela segue os passos da Igreja da Inglaterra (anglicana), que tem como "supremo governador" o monarca britânico.
Livrar-se de tributos é a principal vantagem material da abertura de uma igreja. Nos termos do artigo 150, VI, b da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda e os serviços, relacionados com suas finalidades essenciais.
Isso significa que, além de IR e IOF, igrejas estão dispensadas de IPTU (imóveis urbanos), ITR (imóveis rurais), IPVA (veículos), ISS (serviços), para citar só alguns dos vários "Is" que assombram a vida dos contribuintes brasileiros. A única condição é que todos os bens estejam em nome do templo e que se relacionem a suas finalidades essenciais -as quais são definidas pela própria igreja.
O caso do ICMS é um pouco mais polêmico. A doutrina e a jurisprudência não são uniformes. Em alguns Estados, como São Paulo, o imposto é cobrado, mas em outros, como o Rio de Janeiro e Paraná, por força de legislação estadual, igrejas não recolhem o ICMS nem sobre as contas de água, luz, gás e telefone que pagam.
Certos autores entendem que associações religiosas, por analogia com o disposto para outras associações civis, estão legalmente proibidas de distribuir patrimônio ou renda a seus controladores. Mas nada impede -aliás é quase uma praxe- que seus diretores sejam também sacerdotes, hipótese em que podem perfeitamente receber proventos.
A questão fiscal não é o único benefício da empreitada. Cada culto determina livremente quem são seus ministros religiosos e, uma vez escolhidos, eles gozam de privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (CF, art. 143) e o direito a prisão especial (Código de Processo Penal, art. 295).
Na dúvida, os filhos varões dos sócios-fundadores da Igreja Heliocêntrica foram sagrados minissacerdotes. Neste caso, o modelo inspirador foi o budismo tibetano, cujos Dalai Lamas (a reencarnação do lama anterior) são escolhidos ainda na infância.
Voltando ao Brasil, há até o caso de cultos religiosos que obtiveram licença especial do poder público para consumir ritualisticamente drogas alucinógenas.
Desde os anos 80, integrantes de igrejas como Santo Daime, União do Vegetal, A Barquinha estão autorizados pelo Ministério da Justiça a cultivar, transportar e ingerir os vegetais utilizados na preparação do chá ayahuasca -proibido para quem não é membro de uma dessas igrejas.
Se a Lei Geral das Religiões, já aprovada pela Câmara e aguardando votação no Senado, se materializar, mais vantagens serão incorporadas. Templos de qualquer culto poderão, por exemplo, reivindicar apoio do Estado na preservação de seus bens, que gozarão de proteção especial contra desapropriação e penhora.
O diploma também reforça disposições relativas ao ensino religioso. Em princípio, a Igreja Heliocêntrica poderá exigir igualdade de representação, ou seja, que o Estado contrate professores de heliocentrismo.
Colaboraram os bispos CLAUDIO ANGELO, editor de Ciência, e RAFAEL GARCIA, da Reportagem Local

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Zelaya já vai tarde

Parece que Zelaya enfim deixará a embaixada brasileira em Honduras, que transformou em pocilga com seus capangas. Será o grande derrotado nas eleições de hoje, junto com o Itamaraty lulista. O chapelão deve pedir asilo na Nicarágua, onde outro caudilho bigodudo, Daniel Ortega, o receberá de braços abertos.
Os chavistas se merecem.

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A decadência da diplomacia brasileira

Não é somente este blog que acha que a diplomacia brasileira, sob o lulismo, vai de mal a pior. O chanceler Amorim e o pseudo-diplomata Marco Aurélio Garcia são os coveiros da instituição brasileira que mais respeito conquistou no exterior desde o início da República. Armando Valladares, que já foi prisioneiro de Fidel Castro e representante dos EUA em organismos internacionais, escreve justamente sobre a decadência da diplomacia brasileira.
En mis anteriores artículos he analizado la política del presidente de Brasil, comparándolo con Kerensky, porque al igual que este último, Lula Da Silva ha sido el más laborioso colaborador intentando allanar el camino para que los comunistas se apoderen de los pueblos y los esclavicen, como ha venido pretendiéndolo (inútilmente) con Honduras.
En esta ocasión se equivocó, sus maniobras se estrellaron contra la decisión de un pueblo valiente y decidido, que Lula conspiró para esclavizar, y que por defender la libertad y la democracia no titubeó un solo instante en enfrentarse al mundo antes que someterse al socialismo del siglo XXI.
En la misma forma que Lula da Silva se lanzó a fondo, quitándose la máscara de moderado y respetuoso de las Leyes me siento en el deber y la obligación de denunciar enérgicamente, de forma si se quiere menos diplomática, su real naturaleza.
El verdadero Lula da Silva es aquel que en los años setenta se abrazaba a las guerrillas terroristas de las FARC y apoyaba los crímenes y torturas a mis compatriotras bajo la tiranía castrista. Hace unos años, escribí un artículo señalando de manera irrefutable su complicidad con todos los enemigos de la Libertad, con los terroristas y narcotraficantes guerrilleros colombianos, salvadoreños, etc. y aquellos planes totalitarios del Foro de Sao Paulo. (
Continua).

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A doutrina do aquecimento

A questão climática e a "defesa do ambiente" (ninguém é contra o ambiente, claro) viraram temas de políticos, atores e outras personagens secundárias para um assunto científico. Não me recordo de ter visto ou ouvido um ecólogo - formado em instituição universitária - fazer referências ao apocalipse pintado por oportunistas de todos os cantos, com o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore na linha de frente.
O presidente da República Tcheca, cuja capital é patrimônio da humanidade, é um dos poucos políticos a não embarcar nessa onda apocalíptica. Em visita ao Brasil, Václav Klaus disse que "o aquecimento é uma doutrina, não uma ciência." Em seu livro Planeta azul em grilhões verdes, ainda não traduzido no Brasil, ele pergunta se o que está em perigo é o clima ou a liberdade - e ele próprio responde que a liberdade é que está na berlinda.
Para Klaus, os políticos que assim agem tentam escapar da realidade falando sobre o que pode acontecer daqui a 100 anos ou mais. Mas o fato é que mal conseguem dar conta do presente e prever o que farão até o final do mandato, coisa de quatro anos.
Bene, para sonhar mais, digo eu, querem reeleição ou eternidade - vide América Latina, exemplo negativo desde sempre. Não por acaso, governada por gente que se diz de "esquerda". A República Tcheca derrubou o muro há muito tempo, mas aqui os construtores de novos muros contra as liberdades agora sem dizem ambientalistas ou ecologistas. Por exemplo, até Dilma estará em Copenhague(Leiam aqui).

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sábado, 28 de novembro de 2009

Pelegos da UNE envolvidos em fraude

A UNE come no pires do governo Lula desde o primeiro mandato. É execrada dentro dos campi universitários por ser historicamente reduto do esquerdismo mais retrógrado e, agora, cobra mandada do oficialismo, batendo palmas sempre que o Pequeno Timoneiro ordenar. A notícia abaixo não surpreende, portanto.
Aliada do governo, a União Nacional dos Estudantes (UNE) fraudou convênios, forjou orçamentos e não prestou contas de recursos públicos recebidos nos últimos dois anos. A entidade chegou a apresentar documentos de uma empresa de segurança fantasma, com sede na Bahia, para conseguir aprovar um patrocínio para o encontro nacional em Brasília. Dados do Ministério da Cultura revelam que pelo menos nove convênios celebrados com a UNE, totalizando R$ 2,9 milhões, estão em situação irregular - a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou. (Continua).
Vai ver que é sina das entidades com três letras: UNE, CUT, MST..

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Arruda no brejo

Os petistas do DF pedem impeachment do governador José Roberto Arruda, pego em falcatruas. Deveria sofrer processo, sim. Tanto quanto o presidente que "não sabia nada" sobre o mensalão, que levou ao afastamento de seus principais ministros (lembrem-se de Dirceu, o chefe de "quadrilha", como o definiu o Procurador Geral da República).
Que a justiça não seja tão condescendente com Arruda quanto foi com o Pequeno Timoneiro.
Mas, ora, ora, de vez em quando esqueço que isto aqui é o Grotão.

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Chávez, um falso bolivariano.

John Lynch, biógrafo de Bolívar, faz uma comparação entre Bolívar e o tirano Hugo Chávez:
John Lynch, biógrafo de Simón Bolívar y de José de San Martín, reivindica la figura de los dos grandes héroes de la independencia. "Ejercieron un liderazgo desinteresado, sin esperanzas de obtener privilegios, ambos fueron modélicos"
A menudo, cuenta el profesor, se le pregunta si Hugo Chávez, que ha cambiado el nombre de su país por el de República Bolivariana de Venezuela, puede invocar a Bolívar como modelo. "Para responder menciono tres cuestiones: en primer lugar, se llama a sí mismo un "revolucionario bolivariano" y habla de establecer un Estado socialista. Bolívar nunca promovió una revolución social ni pretendió hacerlo. La redistribución de la tierra, la igualdad racial, la abolición de la esclavitud, los decretos a favor de los indios eran las políticas de un reformista, no de un revolucionario. Bolívar era demasiado realista para creer que podía cambiar la estructura de la sociedad de América del Sur por la imposición de leyes o políticas inaceptables para los principales grupos de interés. La segunda cuestión se refiere a las relaciones internacionales. Bolívar cultivó el apoyo de las grandes potencias, no de los países marginales. Mantuvo cierto recelo hacia Estados Unidos pero admiraba cómo este país había encarnado los ideales de igualdad y libertad. Fue deferente hacia el poder imperial de Gran Bretaña. El comercio y las inversiones británicas los vio como un beneficio, no como una amenaza. La tercera cuestión es tal vez la única que le da la razón a Chávez. Una de las ideas más controvertidas de Bolívar era que los presidentes debían servir de por vida y tener el poder de nombrar a su sucesor. Y el historial de Chávez muestra que él siempre está hambriento de poder".
(Do El País. Gracias, Brito).

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O menino do MEP

A revista Veja revela quem era o "menino do MEP": João Batista dos Santos, metalúrgico que recebe Bolsa Ditadura.
A um mês da estréia de Lula, o Filho do Brasil, surge um depoimento que contrasta fortemente com o filme de contornos hagiográficos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira passada, o jornal Folha de S.Paulo publicou um artigo que deixou de olhos arregalados todos os que o leram. Intitulado "Os filhos do Brasil", o texto é assinado por César Benjamin, um dos mais célebres militantes da esquerda brasileira. Entrou para o movimento estudantil ainda adolescente. Por sua militância política, ficou preso por cinco anos e foi expulso do Brasil em 1976. Quando voltou, empenhou-se na fundação do PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006, foi candidato a vice-presidente pelo PSOL. Hoje, está sem partido. Cesinha, como é conhecido, relata o que teria sido uma revelação devastadora feita por Lula a ele em 1994.
Na ocasião, o petista iniciava sua segunda campanha a presidente. Benjamin estava na equipe de marketing do candidato. Ele relata: "Lula puxou conversa: ‘Você esteve preso, não é, Cesinha?’ ‘Estive.’ ‘Quanto tempo?’ ‘Alguns anos...’, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: ‘Eu não aguentaria. Não vivo sem b...’. Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos trinta dias em que ficara detido. Chamava-o de ‘menino do MEP’, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do ‘menino’, que frustrara a investida com cotoveladas e socos". Segundo Benjamin, o diálogo foi presenciado pelo publicitário Paulo de Tarso da Cunha Santos. O publicitário, cujos contratos com o governo federal montam a 300 milhões de reais, negou em nota lembrar-se do episódio.
Por liderar greves no ABC paulista, Lula passou 31 dias preso no Dops, em São Paulo, em 1980, com outros sindicalistas. VEJA ouviu cinco de seus ex-companheiros de cela. Nenhum deles forneceu qualquer elemento que confirme a história de Benjamin. Eles se recordam, porém, de que havia na mesma cela um militante do Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP). "Tinha um rapaz com a gente que se dizia do MEP. Tinha uns 30 anos, era magro, moreno claro. Eu não o conhecia do movimento sindical", diz José Cicote, ex-deputado federal. "Quem estava lá e não era muito do nosso grupo era um tal João", lembra Djalma Bom, ex-vice-prefeito de São Bernardo do Campo. "Eu me lembro do João: além de sindicalista, ele era do MEP mesmo", conta Expedito Soares, ex-diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O João em questão é João Batista dos Santos, ex-metalúrgico que morou e militou em São Bernardo. Há cerca de três anos, ganhou uma indenização da Comissão de Anistia e foi viver em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Por meio do amigo Manoel Anísio Gomes, João declarou a VEJA: "Isso tudo é um mar de lama. Não vou falar com a imprensa. Quem fez a acusação que a comprove".
O Palácio do Planalto reagiu com indignação, qualificando o relato de Benjamin de "loucura". O chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, disse que o artigo de César Benjamin era ato de um "psicopata". Carvalho afirmou também que Lula havia ficado "triste, abatido e sem entender" as razões que levaram o militante histórico a fazer um ataque tão destruidor contra sua honra.

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Lugo & Lula



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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A pocilga

A pocilga, ou chiqueiro, como a gente costuma dizer no sul, já foi citada em toda a mídia. Trata de Lula pré-presidência, nas palavras do livreiro Cesar Benjamin, e está à disposiçao nos blogs amigos: Reinaldo, Coturno, Aluízio.
Nada mais direi sobre essa imundície .
Isto é o Grotão lulista.
Vou aprender a grunhir.

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De tribo a país (ou de país a tribo)

Quando os hominídeos deixaram de ser nômades, nasceu a tribo. Da tribo nasceu a aldeia, da aldeia nasceu a vila, da vila nasceu a cidade, da cidade nasceu a nação, da nação nasceu o que chamamos de país. O resultado é o mundo conturbado que temos.
Mas a mentalidade continua a mesma: é tribal, com diferentes ruídos extraídos das cordas vocais, que nós chamamos de idiomas (português, inglês etc.).
O problema é que alguns países ainda estão no patamar de tribos, geográfica e culturalmente.
Não há queima de etapas. A Cucarachoândia bolivariana, lulista, evista, mujiquista, não sai desse estágio. Haja retrovisor. Haja desprezo pela história.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"Adolfinejad" obriga uso de véu...na Bolívia!

"Adolfinejad", aliado de Lula e do bolivarianismo, financiou um hospital na Bolívia, mas cobra o uso de véu pelas enfermeiras. Valores "ocidentais" no Irã teocrático, nem pensar. Imposição de seus costumes e dogmas em países estrangeiros, ah, isto é obrigação.
Em qualquer lugar do mundo, o multiculturalismo só favorece o fanatismo islâmico. Não há contrapartida na maioria dos países muçulmanos.
Sim, sim, os costumes e a maneira de pensar do "Ocidente" são seculares e, portanto, depravados, decadentes, satânicos etc.
O patético é que as esquerdinhas "pós-modernas" estão no mesmo barco do fundamentalismo e nem percebem.
Ideologia, de fato, emburrece.
(Grato, Karlos).

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Diplomacia de quintal e breguice ideológica

O Itamaraty lulista continua apegado ao erro que ajudou a criar, a mando de Chávez. Transformou a embaixada brasileira em Honduras na pocilga do chapelão Zelaya, deposto constitucionalmente, e agora não aceita as eleições que serão realizadas no domingo, que obviamente derrotarão o caudilho.
O "megalonanico" Amorim, diplomata que divide o cargo de chanceler com um não-diplomata (o desagradável Marco Aurélio, argh!), arrota diante do mundo democrático e civilizado, como se o Grotão não fosse o que é: um zero em política internacional, aliado à escória ditatorial do planeta.
O fato é que o Itamaraty morreu ao abraçar a ideologia brega do petismo. O PT nunca foi nem será democrático. Convive mal com instituições e imprensa livres, além de desprezar as liberdades individuais. A ojeriza à democracia está no DNA do lulopetismo.

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Populistas são os mais corruptos

Os líderes populistas chegam ao poder prometendo erradicar a corrupção, mas o que fazem é aumentá-la ainda mais. Isto é a América Latina, lanterninha do mundo civilizado.
No Brasil, por exemplo, o lulopetismo institucionalizou a corrupção. Mensalão é coisa oficial.
Andrés Openheimer comenta a ladroeira populista.

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Padim Lula


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Artistas puxa-sacos e vaias para Dilma

Solenidade que envolve artistas, no RJ, acabou em vaias para Dilma, que lá estava com o palanqueiro Luiz Inácio. A bajulação por parte de alguns presentes ligados à área do teatro foi asquerosa. O gagá Walmor Chagas, por exemplo, comparou Lula a Getúlio e disse que votará em quem ele mandar. Tanta subserviência não se viu nem na ditadura getulista.
Na Folha: Uma menção à ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT, como "futura presidente" provocou vaias e aplausos durante entrega da Ordem do Mérito Cultural, principal homenagem da União para a área, em solenidade no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.
Em seu discurso representando os 48 homenageados, o diretor de teatro Aderbal Freire-Filho apontou para Dilma, que estava presente, e a chamou de "futura presidente". Parte dos convidados que estavam no teatro -com capacidade para 900 pessoas- vaiou, parte aplaudiu.
"Falava em nome de todos, mas não pretendia dizer isso. Falei algo sincero. O discurso era político no sentido geral, mas não político-partidário. Esse detalhezinho não teria escrito, mas saiu pela emoção de ver o time de futebol completo que você gosta", justificou o diretor após a solenidade.
A entrega da medalha foi feita pelo ministro Paulo Vanucchi (Direitos Humanos). O presidente Lula, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o ministro Juca Ferreira (Cultura) também estavam no evento.
A possível candidatura da petista também foi mencionada pelo cantor de soul Gerson King Combo, que improvisou verso para Dilma: "Saber que a nossa ministra vai chegar lá...".
Presente à plateia, a cantora Sandra de Sá evitou polemizar sobre a manifestação de Aderbal Freire-Filho. "Não aplaudi nem vaiei. Tem muita coisa para acontecer. Cada qual com seu cada qual.". A atriz Fernanda Montenegro, que dividiu a apresentação com Mamberti, não comentou, mas o ator Walmor Chagas apoiou o diretor de teatro. "Lula é o Getulio Vargas do século 21. Sou a favor do Lula. O nome da candidata dele é secundário. Terá meu apoio.
"Apesar de Juca Ferreira ter dito que cederia seu tempo para discurso de Lula, o presidente saiu sem se manifestar.
Entre os homenageados estavam Patativa do Assaré, Arthur Bispo do Rosário, mestre Vitalino, Raul Seixas e Burle Marx, estes in memoriam, além do diretor Carlos Manga, do cantor Noca da Portela, do humorista Chico Anysio.
Notem que, apesar de Dilmalévola não sair do palanque, a Folhona fala em "possível candidatura" da ministra...

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Ahmadinejad e Lulinha

Eis o governo do Pequeno Timoneiro: defesa do enriquecimento de urânio pela ditadura teocrática e do enriquecimento - às custas do dinheiro público - pela família.
"Adolfinejad" lá, Lulinha aqui.
Contra a ética, tudo é permitido.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mestre-cuca em ação

Sem fiscalização pelos outros poderes e pela oposição.

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Lulinha, o milionário cara-de-pau.

A cara -de-pau desse sujeito, que ficou milionário do dia para a noite, é de botar Fernandinho Beira-Mar no chinelo. Nunca antes "nesspaís" houve tanto deboche e tanta privatização familiar do patrimônio público.
Na Folha: O empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, e seus 15 acompanhantes que viajaram de São Paulo a Brasília de carona num avião da FAB (Força Aérea Brasileira) em 9 de outubro teriam de desembolsar no mínimo R$ 15.098, ao todo, para fazer o mesmo trajeto caso tivessem viajado de primeira classe pela TAM, pelos preços de ontem. Na Gol, pagariam R$ 7.658 na classe econômica.
Conforme a Folha publicou ontem, Lulinha, como é conhecido, e os acompanhantes dele viajaram com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na aeronave oficial (Sucatinha), um Boeing 737.
O avião, ocupado por militares, estava prestes a pousar em Brasília quando teve de retornar a São Paulo para buscar Meirelles -que solicitou a aeronave-, um assessor dele, Lulinha e convidados. Meirelles disse que só no embarque soube que Lulinha e mais 15 pessoas viajariam com ele.
Saquinho, por favor!

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Zelaya já era. E o Itamaraty também!

Obama deu uma boa resposta à pífia diplomacia brasileira (afinal, o Itamaraty engoliu em seco o aspone Marco Aurélio Garcia, gerente para a delinquência internacional). O que ele disse equivale a afirmar: fiquem com o chapelão que vocês acoitaram na pocilga em que se transformou a embaixada do Grotão em Honduras.
Zelaya já era. Mais uma demonstração de que o Itamaraty morreu sob a retrógrada doutrina chavista. Depois de Lula, só a ruína das instituições.

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A Santíssima Trindade da América do Sul



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Ex-terrorista é o candidato de Lula no Uruguai

Lula jamais surpreende: suas escolhas recaem invariavelmente no que há de pior na política internacional. É assim com ditadores e genocidas (como os da África), é assim com homocidas que aqui se refugiam (Battisti, Lollo). Se tem folha criminal ou lutou contra a democracia, Lula abre os braços. Aliás, manda de volta quem foge das ditaduras amigas (caso dos boxeadores cubanos).
Para não fugir à regra, apóia o ex-terrorista tupamaro Pepe Mujica para a presidência do Uruguai. Mandou uma carta ao candidato pelas mãos de Olívio Dutra, ex-governador do RS, que ajudou a afundar o Estado em 20 anos de reinado petista.
Isto é o lulismo. Como diz o sociólogo Antônio Lavareda na última Veja, "o lulismo tem semelhanças com o varguismo, o janismo e o malufismo. Também se parece com o peronismo argentino e o chavismo venezuelano."
Não esquecer que o varguismo e o peronismo namoraram o fascismo, cujas práticas transparecem também na tirania bolivariana.
Avante, América Latina, sempre para trás.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Lula defende Irã nuclear

Como esperado, o Pequeno Timoneiro defendeu o "enriquecimento de urânio para fins pacíficos". O Irã da tirania teocrata, de fato, é muito pacífico: não quer destruir Israel, não persegue a oposição, não executa homossexuais, não frauda eleições, não nega fatos históricos etc. Os aiatolás são bonzinhos, bonzinhos...
Tal como Chávez e seus asseclas, Lula é aliado do fundamentalismo islâmico. Em comum, o desprezo pela democracia e pelas liberdades individuais.

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Diplomacia de quinta categoria

A diplomacia do governo Lula foi justamente criticada hoje em vários países por receber o déspota do Irã. Sempre buscando alianças com o que há de pior no cenário internacional, o Itamaraty lulista envergonha o país.
Para os críticos do encontro entre Lula e Ahmadinejad, a visita "pode enfraquecer os esforços para pressionar o Irã no seu programa nuclear, e consequentemente esfriar as relações do Brasil com os Estados Unidos e arranhar sua crescente reputação como potência global". (Continua).
Parece que o Itamaraty é coordenado por bolivarianos...

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Cientistas de araque e o "Aquecimento global"

Lá da Austrália, Zappi redigiu um post mostrando que houve, de maneira inequívoca, manipulação de dados e distorção de resultados em relação à sacrossanta entidade "Aquecimento Global", seguida de perseguição a cientistas discordantes e ocultação de resultados desfavoráveis.
Por aqui, o Ângelo da CIA apresenta outras fontes sobre esse escândalo ainda ignorado pela imprensa.
Vale a pena conferir.
P.S.: aliás, o meteorologista Eugênio Hackbart tem feito bons comentários sobre o tema.

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Um encontro da "idiotia internacional"

Para variar, contra o imperialismo, o capitalismo etc...
Os partidos latino-americanos que se auto-intitulam de "esquerda" reuniram neste mês em Caracas (só podia ser lá!) seus respectivos bandos, junto com alguns gatos pingados de outros continentes, tomando uma série de "decisões" cheias de palavras-de-ordem, adjetivos, conceitos ultrapassados e outras patuscadas típicas de quem não aprende as lições da história.
Parece piada, mas não é. Eles ruminam dessa maneira. E dá-lhe pau no "imperialismo", no "capitalismo" etc., ressuscitando o falecido comunismo, como se nada tivesse ocorrido desde 1989 - e como se o capitalismo fosse uma ideologia e não um processo objetivo!
A bugrada bolivariana quer convocar uma V Internacional Socialista. Repito, não é piada: o encontro foi promovido pelo PSUV, partido da ditadura chavista - com a óbvia presença do PT lulista.
El Encuentro Internacional de Partidos de Izquierda efectuado en Caracas los días 19, 20, 21 de noviembre de 2009, recibida la propuesta del Comandante Hugo Chávez Frías de convocar la V Internacional Socialista como una instancia de los partidos y corrientes socialistas y movimientos sociales del mundo en la cual armonicemos una estrategia común para la lucha antiimperialista, la superación del capitalismo por el socialismo y la integración económica solidaria de nuevo tipo, valora dicha proposición en términos de su dimensión histórica que propugna el espíritu de un nuevo internacionalismo y acuerda, a los efectos de concretarla en el corto plazo, crear un GRUPO DE TRABAJO conformado por aquellos partidos y corrientes socialistas y movimientos sociales que suscriben esta iniciativa, para preparar un agenda donde se definan los objetivos, contenidos y mecanismos de esta instancia mundial revolucionaria, convocándose un primer evento constitutivo para el mes de abril de 2010 en esta Ciudad de Caracas. De igual manera, aquellos partidos y corrientes socialistas y movimientos sociales que no se han expresado, someterán la propuesta a la consideración de sus órganos directivos legítimos.
(Grato, Karlos).

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domingo, 22 de novembro de 2009

O Filho do Barril

Na mosca, Sponholz!

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Lula recebe ídolo do bolivarianismo


Que o amigo de Chávez e de Lula seja muito mal recebido pelos cidadãos brasileiros. O obscurantismo, hoje, é patrimônio das "esquerdas".


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A rapinagem sem limites das Farc

Os estupradores, ladrões, narcotraficantes e assassinos das Farc extorquem até os camponeses que pisam nas bombas que eles instalaram. Como são dirigidas ao Exército colombiano, eles exigem indenização dos coitados! É isto: perde uma perna e ainda paga...
E os românticos do Grotão chamam esses bandidos anti-humanos de "guerrilheiros". Estúpidos não têm limites.
(Na foto, uma das vítimas desses "revolucionários". O representante deles no Brasil, o falso padre "Olivério Medina", anda livre, leve e solto em Brasília, onde a mulher tem emprego no governo).

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Lula telefona para a mãe de Caetano

Caetano disse poucas e boas sobre o Pequeno Timoneiro e foi criticado pelos familiares, que, num ato de sabujice, pediram desculpas ao presidente. Atitudes covardes e abomináveis como esta só existiam nas ditaduras comunistas da Europa Oriental e na URSS.
A família de puxa-sacos quis desautorizar o compositor. De que os Veloso têm medo? Talvez, de perder alguma "boquinha".
E Lula aproveitou para telefonar à mãe de Caetano e dizer que o desculpa.
Eita, Grotão ridículo!

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O Filho das Empreiteiras



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sábado, 21 de novembro de 2009

Alemanha politicamente correta (e hipócrita)

Os terroristas do 11 de setembro estudaram na Alemanha. Foi lá que aprenderam tudo sobre aviões - instrumentos utilizados para espalhar o terror nos EUA em nome de Alá. Agora os alemães estão ressabiados com as informações que passaram aos norte-americanos, temendo que os envolvidos na matança sejam condenados à morte.
Não tiveram a mesma preocupação em relação ao nazismo, aos campos de concentração e aos fornos crematórios.
Eles também não sabiam de nada...

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Hitler, Stálin e Lula.

Hitler fez, Stálin fez, Fidel e Kim Il Sung também fizeram. Sempre praticaram o culto à personalidade, buscando o endeusamento. Coisa típica de ditadores, agora seguida pela ideologia lulista, que, com apoio de empresários pré-capitalistas (pois vivem à sombra do Estado), tenta transformar o Pequeno Timoneiro em mito. Num país de cultura brega e cultivada letargia mental, o plano tem tudo para dar certo.
Na Veja desta semana, a lista do empresariado grotense que financiou o filme-propaganda de Lula, apresentado como um Jesus Cristo. Se ele encarna "o filho do Brasil", não me reconheço como brasileiro.

Como dizer não?
Lula, o Filho do Brasil foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas, a maioria delas com negócios com o governo, que doou 10,8 milhões de reais
AmBev – Em 2005, o BNDES destinou 319 milhões de reais para a empresa de bebidas.
Camargo Corrêa – A construtora participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, tendo recebido, em 2008, 102,7 milhões de reais.
CPFL Energia – O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e fundos de pensão de estatais.
EBX – Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam 3 bilhões de reais só neste ano.
GDF Suez – A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais.
Grendene – O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.
Hyundai – Em 2007, o governo federal deu uma mãozinha para a implantação da fábrica da montadora em Goiás.
Neoenergia – O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detêm, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo.
OAS – Foi uma das financiadoras da campanha de reeleição de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais.
Odebrecht – Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.
Oi – O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.
Volkswagen – Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1 100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A porta do Grotão lulista

Entre - e veja o reinado do Filho do Brasil.
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Vem aí o teocrata nuclear

O negador do Holocausto "Adolfinejad" chega na próxima semana. É amigo do restolho da ideologia esquerdista que sobrevive apenas na América Latina. Ele nega o Holocausto porque pretende fazer o seu, eliminando o Estado de Israel.
Que tenha uma péssima acolhida por parte dos cidadãos que não relativizam a história de acordo com as conveniências e os credos.
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Fora da casinha, Tarso dorme na tumba de Lênin.

O fantasma do mausoléu ainda assombra Tarso

Tarso "Illich", que dorme e sonha com o fantasma do ditador Lênin, acaba de agredir a Itália. Na visão dele, a pressão para extraditar o assassino Battisti é coisa do "fascismo". Ou seja, ele está chamando de fascistas também os sucessores do Partido Comunista Italiano (PCI), cujo líder, Massimo D'Alema, obteve de Lula a promessa de respeitar a decisão do STF. A ver...

As repulsivas declarações de "Illich" já são suficientes para que a Itália chame o embaixador e peça explicações.

E se o homicida não for extraditado, torço para que a Itália rompa relações com o Grotão lulista, que envergonha qualquer democracia e, sobretudo, os prórpios brasileiros que não são reféns de ideologias mortas.Durma na tumba de Lênin, nostálgico "Illich".


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García Márquez à sombra do patriarca

O realismo mágico, tão celebrado na América Latina, talvez tenha mais de realismo socialista que de mágico.
Em longo ensaio, Enrique Krause mostra que o escritor colombiano e Prêmio Nobel García Márquez vive, de fato, "à sombra do patriarca". Sua intensa amizade com o longevo ditador Fidel Castro fornece algumas pistas.
Krause argumenta, com razão, ser prematuro afirmar que García Márquez seja um "novo Cervantes". Em termos morais, não há nem sequer comparação:
"Herói de guerra contra os turcos, ferido e mutilado em batalha, náufrago e prisioneiro em Argel por cinco anos, Cervantes viveu seus ideais, suas dificuldades e sua pobreza com uma moralidade quixotesca, e a suprema liberdade de aceitar suas derrotas com humor. Essa grandeza de espírito não se viu jamais nas cumplicidades de García Márquez com a opressão e a ditadura. Não é Cervantes."
(Leia aqui).

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A carta de um canalha

O Reinaldo e o Coturno já publicaram, mas vale a pena repetir. Abaixo, a carta que o terrorista Cesare Battisti, acoitado pelos filoterroristas que ocupam o governo, mandou para o Pequeno Timoneiro.
Dá nojo. É coisa de canalha pusilânime (não há termos que bastem para desqualificar esse monstro). O tosco homicida acha que fez alguma coisa por seu país - que, no entanto, o quer na prisão. A conversa mole que ele desenvolve serve também para quem, com os mesmos "argumentos", tirar a sua vida em nome de um futuro melhor para a humanidade, um mundo sem inimigos da liberdade.
O patife ainda cita Camus, mas podemos responder, igualmente, que somos "homens em revolta" - só que pela justiça, pela liberdade, pela democracia. O protegido de Tarso "Illich" Genro quer que todos perdoem seu passado de erros e crimes contra a democracia italiana. Não, crime se paga com a perda da liberdade. E a consciência de quem se iludiu com ideologias deve penar por si própria, por não ter percebido sua estupidez.
Teu sonho não continua, não, facínora! Teu sonho morreu em 1989. E o país de onde covardemente fugiste exige justiça.
“AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
SUPREMO MAGISTRADO DA NAÇÃO BRASILEIRA
AO POVO BRASILEIRO
“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos homens, e às vezes fazem uma vida toda”.(O homem em revolta - Albert Camus)
Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um ponto de vista histórico, quantos entre nós podem sinceramente dizer que nunca desejaram afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo.
Entretanto, freqüentemente, por pura curiosidade ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a própria vida.
A minha história pessoal é notoriamente bastante conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão presos, e muito exilados.
Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!
Muitas conquistas sociais que hoje os italianos estão usufruindo foram alcançadas graças ao sangue derramado por esses companheiros da utopia. Eu sou fruto desses anos 70, assim como muitos outros aqui no Brasil, inclusive muitos companheiros que hoje são responsáveis pelos destinos do povo brasileiro. Eu na verdade não perdi nada, porque não lutei por algo que podia levar comigo. Mas agora, detido aqui no Brasil não posso aceitar a humilhação de ser tratado de criminoso comum.
Por isso, frente à surpreendente obstinação de alguns ministros do STF que não querem ver o que era realmente a Itália dos anos 70, que me negam a intenção de meus atos; que fecharam os olhos frente à total falta de provas técnicas de minha culpabilidade referente aos quatro homicídios a mim atribuídos; não reconhecem a revelia do meu julgamento; a prescrição e quem sabe qual outro impedimento à extradição.
Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum. É um absurdo, principalmente por ter recebido do Governo Brasileiro a condição de refugiado, decisão à qual serei eternamente grato.
E frente ao fato das enormes dificuldades de ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político. Espero com isso impedir, num último ato de desespero, esta extradição, que para mim equivale a uma pena de morte.
Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos. Aqui neste país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver, e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver.
Findo esta carta, agradecendo aos companheiros que desde o início da minha luta jamais me abandonaram e da mesma forma agradeço àqueles que chegaram de última hora, mas, que têm a mesma importância daqueles que estão ao meu lado desde o princípio de tudo. A vocês os meus sinceros agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!
Espero que o legado daqueles que tombaram no front da batalha não fique em vão. Podemos até perder uma batalha, mas tenho convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela generosa causa da justiça e da liberdade.
Cesare Battisti

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Calendário maia, não. Calendário petralha.


Teremos uma prévia do badalado fim do mundo em 2010 se Dilmaligna ganhar a eleição. E aqui não se trata de ficção...

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O PT na Confecom: modelo bolivariano.

Vejam o que o PT vai defender na conferência chapa-branca marcada para o mês que vem em Brasília. O modelito foi formulado nos anos 80 pela Frente Nacional pela Democratização da Comunicação, com inspiração socialista. Bene, na época ainda havia ditadura, mas o que significa, hoje, no período democrático, "democratizar a comunicação"? O documento repete inclusive os erros daquele tempo (combater os "monopólios" - ora, há monopólio e oligopólios) e ambiciona "um novo modelo legal para todo o setor das comunicações". Quando fala em criar "instrumentos de controle público e social" dos meios, não se iludam, trata-se de controle estatal mesmo, agora à maneira bolivariana. É o que defendem também os pelegos da CUT, o braço sindical do partido.
A Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo Lula é uma importante conquista dos movimentos que lutam pela democratização do setor no Brasil. O PT apóia o conjunto de reivindicações desses movimentos, conforme resolução aprovada em conferência partidária realizada em abril de 2008. Na 1ª Confecom, a intervenção petista se dará de duas maneiras: uma, ao lado das lutas especificas de cada área; outra, mais ampla, na construção de um novo modelo legal para todo o setor das comunicações – sem o que dificilmente haverá avanços nas questões pontuais. A definição de um marco regulatório democrático estará no centro de nossa estratégia, tratando a comunicação como área de interesse público, criando instrumentos de controle público e social e considerando a mudança de cenário provocada pelas tecnologias digitais. O PT também lutará para que as demais ações estatais nessa área promovam a pluralidade e a diversidade, o controle público e social dos meios e o fortalecimento da comunicação púbica [sic], estatal, comunitária e sem finalidade lucrativa. Mais do que combater os monopólios e todos os desvios do sistema atual, é preciso intervir para que eles não se repitam ou se acentuem nesse novo cenário tecnológico – que dentro de poucos anos superará completamente o antigo modelo.(Continua).

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Contra o STF, Lula quer acoitar o terrorista.

O deputado italiano Massimo D'Alema, líder da "esquerda" italiana, foi ludibriado pelo Pequeno Timoneiro (ver post), que lhe prometera seguir a decisão do STF no caso Battisti. Agora ele tenta uma saída jurídica - para não enfrentar diretamente o Supremo.
As artimanhas dos filoterroristas que ocupam Brasília:
Uma saída jurídica em discussão no governo, segundo apuração da Folha, é partir do entendimento de que o STF anulou a decisão do refúgio concedido pelo ministro Tarso Genro (Justiça). Seria possível usar o mesmo argumento de Tarso -- "fundado temor de perseguição política"-- como motivo para negar a entrega de Battisti. O ex-ativista ficará preso até a decisão final.
Sob o lulopetismo, dá vergonha ser brasileiro.
(Um dos significados de acoitar, segundo o Houaiss: esconder (alguém perseguido por infração à lei); favorecer (atos criminosos); homiziar.)

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Fora, Battisti, e leve junto teus protetores.

Ainda há juízes no Grotão. Espera-se, agora, que o Pequeno Timoneiro cumpra o que prometeu ao deputado italiano Massimo D'Alema: respeito à decisão do STF. Quanto ao bando da foto lá embaixo, deveria ser expulso, junto com o ministro Tarso "Illich" Genro, protetor de terroristas.

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Câmara Municipal de SP, símbolo do Grotão.

No Estadão: Dias atrás, a Câmara Municipal de São Paulo concedeu a Carlos Marighella, em homenagem póstuma, o título de cidadão paulistano. Curiosamente, essa demonstração de apreço a um comunista baiano pouco ligado a São Paulo ocorreu praticamente no mesmo momento em que o mundo festejava os 20 anos da queda do Muro de Berlim e do malogro mundial do comunismo.
Pois é, os vereadores de São Paulo (que já contam com alguns colegas na prisão por ladroeira) são a prova de que ninguém se livra da atrasada cultura brasileira. A Câmara da maior e mais cosmopolita cidade do país é igualzinha à da menor e mais provinciana cidade. Todas estão infestadas de paroquialismo político-ideológico, todas praticam as mesmas mutretas, todas representam a cara e o focinho dos cidadãos grotenses. Delenda Grotão!

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Todos com o criminoso


MAL NA FOTO: políticos pré-1989 afagam o assassino que a Itália quer extraditar. Que o STF devolva o foragido ao seu país para cumprir as penas a que foi condenado. Tenho vergonha dessa bugrada. São os legítimos grotenses. Atestam que vivemos, de fato, a era da estupidez.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Grotão do crime livre e impune

Existe Estado?
Para cobrar impostos, sabemos que sim. Mas li tempos atrás que temos 400 mil criminosos na cadeia e 400 mil sentenciados (repito: sentenciados) soltos por aí.
Meio a meio.
Você acha que isto aqui é um Estado de Direito? Não mesmo. Você vive na companhia de criminosos que não foram presos por seus crimes. Um deles pode estar na fila em que você está no supermercado.
O que temos, diante deste quadro grotesco? Apenas incentivo à criminalidade. A impunidade é praticamente garantida. A probabilidade de que alguém seja preso, se for razoavelmente inteligente, é mínima.
O pior de tudo é que notícias como esta aqui (comuns de sul a norte) demonstram que até dentro das prisões os bandidos fazem o que bem entendem.
Pergunto de novo: existe Estado?

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O terrorista quer colher de chá do STF

Do Reinaldão:
Ah, sim: Cesare Battisti, consta, passou a recusar o tratamento de hidratação com soro que fazia. Isso caracteriza, em sendo assim mesmo, a tal greve de fome total. Como sabem, não incentivo o suicídio, mas não se pode torná-lo ilegal. Ilegal é matar pessoas, não é mesmo?, e não SE matar. Segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que funciona como um porta-voz daquele humanista, o italiano pretende sensibilizar o ministro Gilmar Mendes, que deve dar o seu voto nesta quarta.
Entendo… Greve de fome agora substitui leis e Constituição… Vai fundo, Battisti!
Como disse aqui outro dia, espero que Battisti vá até o fim. Literalmente.

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O Brasil na era da estupidez

No início do mês, citei o grande historiador italiano Carlo Cipolla, que escreveu um opúsculo de humor. Depois do ataque petralha sofrido, hoje, pelo blog (recebi centenas de comentários agressivos, de vários anônimos, a mim e aos comentadores, repetidos durante todo o dia), cito novamente o trecho, que parecia antever essa situação:
A pessoa inteligente sabe que é inteligente; o bandido tem consciência de que é bandido; o ingênuo está penosamente compenetrado da sua falta de prevenção. Ao contrário de todas estas personagens, o estúpido não sabe que é estúpido: e isso contribui portentosamente para dar maior força, incidência e eficácia à sua ação devastadora. O estúpido não se encontra inibido por aquele sentimento que os anglo-saxônicos designam por self-conciousness. Com um sorriso nos lábios, como se levasse a cabo a coisa mais natural do mundo, o estúpido surgirá imprevistamente para nos estragar os planos, nos destruir a paz, nos complicar a vida e o trabalho, fazendo-nos perder dinheiro, tempo, bom humor, apetite, produtividade - e tudo isto sem malícia, sem remorso e sem razão. Estupidamente.
Concluí, naquela ocasião, da seguinte forma:
Daí se depreende que vivemos, no Grotão lulista, a era da estupidez. Aliás, petistas não riem. Alguém já viu um deles dar uma boa gargalhada?
E agora acrescento outro trecho do belo livrinho do historiador:
Uma criatura estúpida perseguir-nos-à sem razão, sem um plano preciso, nos tempos e nos lugares mais improváveis e impensáveis. Não temos nenhum meio racional de prever se, quando, como e por que motivo uma pessoa estúpida vai levar adiante o seu ataque. Perante um indivíduo estúpido, estamos por completo à sua mercê.
Portanto, espero que os comentadores do blog tenham paciência com a (momentânea, espero) moderação dos comentários. Os estúpidos se cansarão - pelo menos por alguns dias, pois deles não se pode esperar racionalidade: como disse o historiador, estamos à mercê...
Ave, Carlo Cipolla.
(Os excertos citados são de Allegro ma non troppo: as leis fundamentais da estupidez humana, lançado no ano passado pela editora Texto & Grafia, de Lisboa).

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Lula, o veraz.


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Sob ataque petralha

Amigos, sou obrigado a moderar os comentários. Um petista mal-educado fica repetindo mensagens o tempo todo. Todos já o conhecem por aqui.
O tarefeiro do PT não conseguirá empastelar o blog.
Confiram a caixa de comentários ao post "Esquerdista nem precisa zurrar".
UPDATE: o fascista de Brasília, capanga de Pedro Pomar, que ordena a invasão de blogs críticos, continua entulhando a caixa de comentários. O blog ficará sob moderação até que ele canse. Eu não cansarei de atirá-lo ao lugar merecido: o lixo. Agora os "esquerdistas" estão zurrando, de fato.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Muita ideologia e pouca ciência

O conceito de hegemonia, que Antônio Gramsci herdou de Lênin, modificando-o, era moda nos anos 70 na área de humanidades. Escreviam-se dissertações e teses aos montes sobre o baixinho que redigiu os Quaderni del carcere, que na própria Itália já não é levado a sério faz muito, muito tempo.
No Grotão, entretanto, ainda se fala em hegemonia quarenta anos depois - e olha que Gramsci escreveu nos anos 30!.
Prova disso é o seminário organizado pelo Departamento de Ciência Política da Ufba. Como de hábito, sobrou também para a imprensa. Eis alguns temas:
"A Opinião Pública em Gramsci";
"Gramsci e a questão da imprensa";
"Hegemonia nas páginas da revista Veja - O Real consenso"
"Mídia e contra-hegemonia: o jornal Brasil de Fato como alternativa dos movimentos sociais no Brasil".
Perceberam? A imprensa está sempre em questão (principalmente a revista Veja) e o jornal chapa-branca Brasil de Fato, reduto stalinista, é apontado como alternativa (!).
Quando afirmo que as humanidades, em geral, ainda vivem num mundo pré-1989, há quem diga que exagero. (Confiram aqui). Esperem só para ver o que sairá da Confecom, no mês que vem, em Brasília.

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Há algo mais entre o céu e a terra


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Esquerdista nem precisa zurrar

Sim, não é preciso muito esforço - especialmente na América Latina - para identificar um esquerdista. Seus principais traços, em poucas palavras:
1) ainda divide o mundo entre esquerda e direita, sem aspas (dicotomia pré-1989);
2) é contra ideias liberais (como as três grandes e nefastas ideologias do século XX: nazismo, fascismo e comunismo);
3) é antissemita (como o nazismo, o fascismo e o fundamentalismo islâmico);
4) tem simpatia pelo bolivarianismo (que é uma miscelânea de nazismo, fascismo e comunismo e cultiva, por sua vez, simpatia pelo islamismo);
5) é antiamericano (a exemplo, igualmente, da três ideologias e do fundamentalismo islâmico).
Qualquer semelhança com o que foi apropriadamente chamado de "idiota latino-americano" não é mera coincidência.

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domingo, 15 de novembro de 2009

A origem da Origem

A Crítica, de Portugal, acaba de disponibilizar na rede o prefácio que o filósofo inglês Michael Ruse redigiu para a nova edição de Origem das Espécies, de Charles Darwin.

Ruse se dedica à filosofia da biologia e escreveu vários livros sobre o tema e sobre Darwin e seus inimigos criacionistas. Seu único livro traduzido no Brasil é Levando Darwin a Sério (BH, Itatiaia, 1995).

Vale a pena ler.

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Esquerda italiana defende extradição de Battisti

O deputado italiano Massimo D'Alema, líder do Partido Democrático, que reúne o que sobrou do velho Partido Comunista Italiano (o PCI, que se autodesignava como "o maior partido comunista do Ocidente"), também defende a extradição do terrorista Cesare Battisti.
D'Alema afirmou o contrário do que disse Tarso "Illich" Genro, protetor do assassino:
“É uma pessoa condenada em nosso país e é justo que cumpra a pena em nosso país. É normal. Ele está condenado por graves crimes, não por razões políticas”.
Parece que Battisti está em greve de fome. Que vá até o fim...

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Dahrendorf e a liberdade

Para pensar, neste final de domingo, mais uma pequena citação do sociólogo e filósofo Ralf Darhendorf, falecido recentemente:
A liberdade não é fornecida pelo Estado e nem tampouco pela Economia, mas, no final das contas, apenas por nossas próprias ações; às vezes em contraposição às autoridades; às vezes juntamente com elas; embora, no mais das vezes, sem elas, pela simples razão de que somos cidadãos, cidadãos livres em associações escolhidas com liberdade.

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Aécio recebe o falastrão Ciro Gomes

É difícil confiar no governador de Minas, que sempre abraça o situacionismo. Agora, vai receber até Ciro Gomes, que, de repente, virou paulista.
Aécio é mesmo um tucano fora do ninho.

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Censura chega aos blogs

O Prosa&Política, de Adriana Vandoni, sofre censura por decisão judicial. Adriana não pode emitir opinião sobre um tal de deputado Pedro Riva (PP).
Não falta muito para o Grotão virar ditadura - infelizmente, com apoio judicial.
Vale lembrar que o Estadão está sob censura há mais de três meses, a pedido da honorável Famiglia Sarney.

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Vem aí "Adolfinejad", o negador do Holocausto.


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sábado, 14 de novembro de 2009

Reservas para o curral eleitoral do lulismo

O estudante que tem disposição, talento e mérito para passar em dois vestibulares e cursar dois cursos em universidades públicas está com os dias contados. Terá que optar por um deles. Faltam vaguinhas fáceis para a política de racialização do governo e para o curral eleitoral do lulismo.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei Nº 12.089, de 11 de novembro de 2009, que proíbe que uma mesma pessoa ocupe duas vagas simultaneamente em instituições públicas de ensino superior. A lei visa proibir que uma mesma pessoa ocupe, na condição de estudante, duas vagas, simultaneamente, no curso de graduação, em instituições públicas de ensino superior em todo o território nacional. A instituição pública de ensino superior que constatar que um dos seus alunos ocupa uma outra vaga na mesma ou em outra instituição, deverá comunicar-lhe que terá de optar por uma das vagas no prazo de 5 dias úteis, contado do primeiro dia útil posterior à comunicação. Se o aluno não comparecer no prazo assinalado ou não optar por uma das vagas, a instituição pública de ensino superior providenciará o cancelamento, usando o seguinte critério: - da matrícula mais antiga, na hipótese de a duplicidade ocorrer em instituições diferentes; - da matrícula mais recente, na hipótese de a duplicidade ocorrer na mesma instituição. Concomitante ao cancelamento da matrícula, será decretada a nulidade dos créditos adquiridos no curso cuja matrícula foi cancelada. A lei prevê, no entanto, em seu artigo 4º, que o aluno que ocupar, na data de início de vigência da lei, duas vagas simultaneamente, poderá concluir o curso regularmente. A lei entra em vigor após decorridos 30 dias de sua publicação em 11 de novembro.



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Lula leva trevas à Cidade-Luz


Lula fez circo em Paris ao lado do canastrão que governa a França, o oportunista Sarkozy. Atacaram os EUA, claro. Eis a união do país mais nostálgico da Europa (estatismo construído em cima da guilhotina) com o suposto farol da América Latina, o Grotão exportador do que nasce da terra que, em se plantando, tudo dá.
Sarkozy encerra com galhardia a morte cultural da França, que só tem filósofo vagabundo há décadas. Viva Lula, rei de um mundo medíocre.

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Prova do Enade: a mão suja dos militantes.

Militantes petistas botaram a mão também nas provas do Enade. Militantes de dentro de universidades, diga-se. Ganham um bom dinheiro para exercitar sua ideologia, que confundem com conhecimento. Abaixo, alguns exemplos da Veja desta semana.
Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a crise financeira mundial era um tsunami no exterior, mas, no Brasil, seria uma ‘’marolinha’’, vários veículos da mídia criticaram a fala presidencial. Agora é a imprensa internacional que lembra e confirma a previsão de Lula.
Considerando a realidade atual da economia, no exterior e no Brasil, é correto afirmar que houve, por parte dos críticos:
A) atitude preconceituosa
B) irresponsabilidade
C) livre exercício da crítica
D) manipulação política da mídia
E) prejulgamento
Resposta: A
É consenso que uma boa prova é aquela capaz de aferir – com isenção e objetividade – o nível de conhecimento do aluno. Por isso mesmo, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado na semana passada a 1 milhão de universitários no país, é um exemplo de prova ruim. Das dez questões de conhecimentos gerais, comuns a todos os alunos das 23 áreas testadas pelo Ministério da Educação (MEC), quatro são propaganda escancarada do governo federal. A primeira, em seu enunciado, fala sobre o suposto sucesso de uma campanha do Ministério do Meio Ambiente para reduzir o uso de sacolas plásticas. A resposta considerada certa pressupõe que o aluno acredite que o programa está funcionando a pleno vapor. A segunda pergunta o que seria fatal à formação de novos leitores no país. Acertou, de novo, quem marcou a opção favorável ao governo: "A desaceleração da distribuição de livros didáticos pelo MEC".
Para completar o absurdo, nas demais questões impertinentes, a propaganda e a ideologia se aliaram para atacar a imprensa, uma constante no governo Lula. Numa, o aluno é induzido a pensar que o presidente foi alvo de preconceito e críticas injustas ao dizer que a crise internacional não passava de uma "marolinha". Na outra, com base num texto estapafúrdio que desqualifica o trabalho dos jornalistas que cobrem a Fórmula 1, o estudante é levado a assinalar que a imprensa é negligente e omissa em relação às "artimanhas" que caracterizariam o esporte. Resume o historiador Marco Antonio Villa: "Trata-se de uma prova obtusa e autoritária. A resposta certa é determinada à revelia da ciência e do bom senso".
Criado pelo atual governo em 2004, para substituir o antigo Provão, o Enade tem o propósito de medir a qualidade dos cursos superiores no país. Como no ano passado, a prova foi concebida numa parceria entre comissões formadas por professores de cada área testada – a quem o MEC delega a elaboração das diretrizes gerais – e a empresa mineira Consulplan, especializada em concursos públicos, que se encarregou da confecção do exame propriamente dito. A VEJA, um funcionário da Consulplan, que acompanhou de perto o processo, disse, sem meias palavras: "Decidimos incluir questões sobre as ações do governo porque recebemos instruções claras dos profissionais que trabalharam para o MEC". Não é o que afirmam tais profissionais. "Nas diretrizes que traçamos, não há nenhuma menção à inclusão de perguntas com viés ideológico", afirma o professor Luis Carlos Bittencourt, do grupo dedicado à área de comunicação social.
Os valentes que usaram o exame para fazer propaganda e disseminar sua ideologia nefasta de ódio à liberdade de informação e opinião agora se escondem no anonimato. Nada mais típico. "Talvez seja preciso repensar o sistema de concepção da prova para o ano que vem", limita-se a dizer Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, órgão vinculado ao MEC. Uma sugestão para o Enade de 2010 é incluir a seguinte questão:
Defina o exame de 2009:
a) Peça de propaganda do governo federal
b) Panfleto anti-imprensa;
c) Teste de péssima qualidade acadêmica;
d) Todas as respostas anteriores.
Alguém tem dúvida sobre a alternativa correta?

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O mal que a "mardita" faz...



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Dilmaligna quer ensinar o mundo

A arrogante pseudo-doutora agora quer dar lições ao mundo. Vai mentir em Copenhague também.
O governo brasileiro assumiu o compromisso de reduzir em 36,1 por cento a 38,9 por cento suas emissões de gases causadores do efeito estufa estimadas para 2020, disse a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a jornalistas em São Paulo nesta sexta-feira. Segundo a ministra, essa é a faixa com que o país vai trabalhar com base em "ações voluntárias". O Brasil pretende desempenhar papel-chave na cúpula mundial sobre o clima, marcada para o mês que vem em Copenhague, capital da Dinamarca e, com essa oferta de redução, pretende convencer os países ricos a anunciarem metas próprias. (Continua)

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Dilmona, um Chávez de saia.


A arrogância e grosseria da pseudo-doutora Dilmona com os entrevistadores, ontem, foi digna dos chefetes bolivarianos. Eita, gente brega!

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apodreça, terrorista!

Julgamento suspenso, o terrorista italiano Cesare Battisti continua onde deveria ficar pelo resto da vida: na prisão. E ainda há editores pulhas atrás das idiotices que este pulha escreve.
Grotão, sempre Grotão.
O apagão permanente, por aqui, é o mental.
Se eu acreditasse em reencarnação, vidas passadas e outras baboseiras hoje correntes, diria que fui jogado aqui para pagar algum crime horrendo cometido no passado.

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O poderoso



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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uma entrevista com Ayaan Hirsi-Ali

Ayaan, autora do belo livro Infiel (SP, Companhia das Letras), fala de sua vida como exilada, depois que os fundamentalistas islâmicos ameaçaram matá-la na Holanda. Entrevista em espanhol, mas vale o esforço. Ela viveu o inferno desde criança, na Somália, e é um exemplo de que o conhecimento é libertador.
Han pasado cinco años desde el asesinato de Theo Van Gogh. Desde entonces, Ayaan Hirsi Ali, que escribió la película, tiene que vivir protegida a causa de las amenazas de muerte del fundamentalismo islámico, que quieren matarla por criticar el maltrato de esta religión a las mujeres (una curiosa forma de refutación). En los últimos tiempos, un fondo de donantes privados paga a los protectores de Ayaan Hirsi Ali. Tras sus libros Yo acuso, Mi vida, mi libertad –aquí una reseña,y aquí un artículo-, y Adán y Eva, que acaba de salir en España, en febrero publica Nomad.. Aquí hay una entrevista de Patt Morrison:
“¿Qué le pareció la visita de la Secretaria de Estado Hillary Rodham Clinton a África?
Siempre me alegro cuando Estados Unidos muestra interés por África, aunque sea simbólico, y el suyo era en buena medida simbólico. Creo que Hillary Clinton continuará con la ayuda del Departamento de Estado a África. Pero muchos países africanos se enfrentan a la expansión del islam radical, lo que significa que Estados Unidos va a enfrentarse con otro problema de seguridad nacional. El dinero wahabí está en África. Están construyendo mezquitas muy rápido. Están introduciendo la sharia. Es un movimiento de base, y no vi que nadie hablara de él.
Cuando hablamos de las mujeres en África, ¿Estados Unidos utiliza demasiados de sus valores o demasiado pocos?
Hay muchas disculpas por lo que significa la libertad. En África, te dicen: ‘Oh, es nuestra costumbre. La poligamia es nuestra costumbre, la mutilación genital femenina es nuestra costumbre, son nuestros valores’. Y los europeos y los estadounidenses son muy tímidos y apologéticos, diciendo: ‘Vaya, lo siento mucho, es vuestra costumbre’.
Su propia abuela vigiló su mutilación cuando tenías cinco años, aunque su padre se oponía.
Por eso insisto por principio. Mi abuela estaba convencida de que hacía algo bueno. Lo hacía por amor. Se lo había hecho a todas sus hijas; se lo habían hecho a ella, y a su abuela. No sabía que fuera posible no estar, como ella decía, ‘limpia’. Sí la educación ayuda, pero todo tenía que ver con la convicción que tenía de estar haciendo lo correcto.
¿Algún país irá alguna vez a la guerra por la seguridad y los derechos de las mujeres?
Parece que no sucederá. Pero soy muy optimista. No sobre ir a la guerra, sino sobre la capacidad de los seres humanos para cambiar de opinión. Recuerde lo que ocurrió con el comunismo. El gran problema es definir la protección de los derechos de las mujeres como el gran problema del siglo XXI. Si el mundo hace eso, la desigualdad de las mujeres será como la erradicación del apartheid: la gente insistirá en que está mal, está mal, está mal, y así es como se producen los cambios.
¿Qué cambia a la gente?
Le daré un ejemplo. La mujer sudanesa que decidió llevar pantalones: cuando el mundo la apoyó, no se atrevieron a azotarla. Es este tipo de insistencia inflexible. El tráfico de seres humanos –chicas secuestradas y obligadas a ejercer la prostitución- es una explotación económica. Eso puede erradicarse yendo a por los traficantes, proporcionando educación y erradicando la pobreza. Donde se pone velo a las mujeres, donde se cortan sus genitales, donde hay ‘crímenes de honor’, donde la mitad de la población no puede salir sin un guardián masculino... Eso no sólo se puede abordar hablando de la pobreza. Tienes que enfrentarte a esos principios.
He hecho esta pregunta a otras feministas. ¿Por qué siempre son los derechos de las mujeres los que están sujetos a negociación?
Sí. ¿No es interesante? Las mujeres son principalmente oprimidas por sus padres, sus hermanos, sus suegras, sus abuelas, así que es la forma más íntima de opresión. Otra cosa: el feminismo occidental todavía define al hombre blanco como el opresor, pero ahora es el hombre marrón, el hombre negro, el hombre amarillo. Cuando les dices: ‘Dejad de oprimir a vuestras mujeres’, ellos responden: ‘No me impongas tu cultura’. Habría sido fantástico que, cuando el presidente Obama fue al Cairo, hubiera dicho: ‘Le hemos enseñado al hombre blanco que la intolerancia es mala, y la ha dejado, al menos en su mayor parte. Ahora la intolerancia se ejerce en nombre del hombre negro, del hombre amarillo, del hombre marrón, de cualquier color’.
¿Usted distingue entre islam moderado e islam radical?
Me niego a hacerlo porque uno produce el otro. Naces en la corriente principal del islam. Te enseñan: No cuestiones al profeta; todo lo que dice el Corán es cierto. Y después vienen los radicales y lo amplifican, construyen a partir de ahí. Así que es el llamado islam moderado el que debe enfrentarse al elemento radical. Los musulmanes tienen que cuestionar la infalibilidad del profeta Mahoma. Tienen que dejar de enseñar a los niños y a los jóvenes que todo lo que dice el Corán es cierto y debe ser tomado en serio. Lo puede ver en el mundo cristiano. Hay grupos de cristianos muy radicales que se niegan a cansar. Pero la mayoría ha decidido reformarse, introducir nuevos modos de mirar la Biblia y permitir la libertad de expresión y conciencia. Así que si la gente se aparta de las ideas radicales, no los matan, no los decapitan.
En unos tres años podrá optar a la nacionalidad estadounidense. ¿Cómo ve aquí la gente su ciudadanía, en comparación con otros países?
Creo que la situación en Estados Unidos es mucho más sana que la europea. Estados Unidos tiene la ventaja de que cuando te conviertes en ciudadano, prometes lealtad a una Constitución que habla de ideas y no etnias. Por eso, los americanos no se sienten tímidos a la hora de enseñar a nuevos estadounidenses por qué la ciudadanía es importante, por qué el patriotismo es importante, el orgullo por los Padres Fundadores. Es más fácil que sentirse orgulloso de la historia de Francia, por ejemplo.
Nuestro valor central es la tolerancia. A usted le preocupa que toleremos las cosas equivocadas.
Para formar una comunidad de personas libres, hay que defender la libertad con uñas y dientes, y para que este país conserve su vitalidad, hay que entender que la libertad es una institución muy, muy vulnerable. Es algo que tienes que seguir defendiendo, y la única forma de hacerlo es siendo intolerante con la intolerancia.
¿Los musulmanes estadounidenses son distintos de los europeos?
Veo una gran diferencia, y es económica. La mayor parte de los musulmanes que vienen a Estados Unidos tienen un nivel de educación más elevado de los que van a Europa, y más ingresos. Esto cambia mucho porque vienen más musulmanes a Estados Unidos. Estados Unidos no es un estado de bienestar. Los musulmanes americanos tienen que tener un trabajo. Los países europeos son estados del bienestar donde muchos pobres dependen del estado para sobrevivir. Eso es muy atractivo para los radicales. Espero que los musulmanes estadounidenses sean distintos. Pero eso no hace que Estados Unidos sea inmune al Islam radical.
En la Sun Valley Writers’ Conference, la escritora iraní-estadounidense Firooeh Dumas cuestionó su observación de que en el islam la subyugación de las mujeres es un mandato religioso y no cultural.
Dijo que ninguna de las cosas de las que yo hablaba tenía nada que ver con el islam, que yo simplemente proyectaba en el islam mis experiencias personales. Eso es algo que siempre me molesta. Dije que la ley de la sharia es ley islámica; se deriva del Corán. En todos los lugares donde se aplica, vemos cómo se trata a las mujeres. Firoozeh Dumas representa a una mujer ilustrada, culta, moderna, cosmopolita. La mayoría de la gente de origen cristiano de ese tipo no defiende el cristianismo del mismo modo que defienden en el islam la gente de origen musulmán.
¿Se considera atea?
¿Dios creó al hombre o el hombre creó a Dios? Pertenezco al grupo que dice que el hombre creó a Dios. Me siento cómoda viviendo sin una fuerza exterior que me diga lo que tengo que hacer. Prefiero creer en los seres humanos.
¿Cómo se sitúa políticamente?
Mi posición política es lo que los estadounidenses llaman libertaria y algunos europeos liberal clásica. Aquí la palabra liberal [progresista] está secuestrada por gente que sólo se preocupa por el colectivismo. Pero, bueno, libertario también implica que no te importan las comunidades. Soy una luchadora radical por la libertad individual, una defensora de la libertad individual. Soy una universalista: creo que esos derechos y libertades son universales”.
(Fonte: aqui. Obrigado, Paulo).
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