segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O fiasco de Amorim & Marco Aurélio
Relator da ONU quer o Brasil de volta à enxada
Relator da ONU quer o Brasil de volta à enxada
O labirinto de Tarso "Illich"
O labirinto de Tarso "Illich"
Chavismo perde Honduras (e ganha o Uruguai?)
Chavismo perde Honduras (e ganha o Uruguai?)
domingo, 29 de novembro de 2009
Lula fica com chavismo até o fim em Honduras
Lula fica com chavismo até o fim em Honduras
Jornalistas criam nova igreja. É rápido e barato.
Jornalistas criam nova igreja. É rápido e barato.
Zelaya já vai tarde
Zelaya já vai tarde
A decadência da diplomacia brasileira
En esta ocasión se equivocó, sus maniobras se estrellaron contra la decisión de un pueblo valiente y decidido, que Lula conspiró para esclavizar, y que por defender la libertad y la democracia no titubeó un solo instante en enfrentarse al mundo antes que someterse al socialismo del siglo XXI.
En la misma forma que Lula da Silva se lanzó a fondo, quitándose la máscara de moderado y respetuoso de las Leyes me siento en el deber y la obligación de denunciar enérgicamente, de forma si se quiere menos diplomática, su real naturaleza.
El verdadero Lula da Silva es aquel que en los años setenta se abrazaba a las guerrillas terroristas de las FARC y apoyaba los crímenes y torturas a mis compatriotras bajo la tiranía castrista. Hace unos años, escribí un artículo señalando de manera irrefutable su complicidad con todos los enemigos de la Libertad, con los terroristas y narcotraficantes guerrilleros colombianos, salvadoreños, etc. y aquellos planes totalitarios del Foro de Sao Paulo. (Continua).
A decadência da diplomacia brasileira
A doutrina do aquecimento
A doutrina do aquecimento
sábado, 28 de novembro de 2009
Pelegos da UNE envolvidos em fraude
Pelegos da UNE envolvidos em fraude
Arruda no brejo
Arruda no brejo
Chávez, um falso bolivariano.
A menudo, cuenta el profesor, se le pregunta si Hugo Chávez, que ha cambiado el nombre de su país por el de República Bolivariana de Venezuela, puede invocar a Bolívar como modelo. "Para responder menciono tres cuestiones: en primer lugar, se llama a sí mismo un "revolucionario bolivariano" y habla de establecer un Estado socialista. Bolívar nunca promovió una revolución social ni pretendió hacerlo. La redistribución de la tierra, la igualdad racial, la abolición de la esclavitud, los decretos a favor de los indios eran las políticas de un reformista, no de un revolucionario. Bolívar era demasiado realista para creer que podía cambiar la estructura de la sociedad de América del Sur por la imposición de leyes o políticas inaceptables para los principales grupos de interés. La segunda cuestión se refiere a las relaciones internacionales. Bolívar cultivó el apoyo de las grandes potencias, no de los países marginales. Mantuvo cierto recelo hacia Estados Unidos pero admiraba cómo este país había encarnado los ideales de igualdad y libertad. Fue deferente hacia el poder imperial de Gran Bretaña. El comercio y las inversiones británicas los vio como un beneficio, no como una amenaza. La tercera cuestión es tal vez la única que le da la razón a Chávez. Una de las ideas más controvertidas de Bolívar era que los presidentes debían servir de por vida y tener el poder de nombrar a su sucesor. Y el historial de Chávez muestra que él siempre está hambriento de poder".
Chávez, um falso bolivariano.
O menino do MEP
Na ocasião, o petista iniciava sua segunda campanha a presidente. Benjamin estava na equipe de marketing do candidato. Ele relata: "Lula puxou conversa: ‘Você esteve preso, não é, Cesinha?’ ‘Estive.’ ‘Quanto tempo?’ ‘Alguns anos...’, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: ‘Eu não aguentaria. Não vivo sem b...’. Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos trinta dias em que ficara detido. Chamava-o de ‘menino do MEP’, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do ‘menino’, que frustrara a investida com cotoveladas e socos". Segundo Benjamin, o diálogo foi presenciado pelo publicitário Paulo de Tarso da Cunha Santos. O publicitário, cujos contratos com o governo federal montam a 300 milhões de reais, negou em nota lembrar-se do episódio.
O Palácio do Planalto reagiu com indignação, qualificando o relato de Benjamin de "loucura". O chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, disse que o artigo de César Benjamin era ato de um "psicopata". Carvalho afirmou também que Lula havia ficado "triste, abatido e sem entender" as razões que levaram o militante histórico a fazer um ataque tão destruidor contra sua honra.
O menino do MEP
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A pocilga
A pocilga
De tribo a país (ou de país a tribo)
De tribo a país (ou de país a tribo)
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
"Adolfinejad" obriga uso de véu...na Bolívia!
"Adolfinejad" obriga uso de véu...na Bolívia!
Diplomacia de quintal e breguice ideológica
Diplomacia de quintal e breguice ideológica
Populistas são os mais corruptos
Populistas são os mais corruptos
Artistas puxa-sacos e vaias para Dilma
Artistas puxa-sacos e vaias para Dilma
Ahmadinejad e Lulinha
Ahmadinejad e Lulinha
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Lulinha, o milionário cara-de-pau.
Lulinha, o milionário cara-de-pau.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Zelaya já era. E o Itamaraty também!
Zelaya já era. E o Itamaraty também!
Ex-terrorista é o candidato de Lula no Uruguai
Lula jamais surpreende: suas escolhas recaem invariavelmente no que há de pior na política internacional. É assim com ditadores e genocidas (como os da África), é assim com homocidas que aqui se refugiam (Battisti, Lollo). Se tem folha criminal ou lutou contra a democracia, Lula abre os braços. Aliás, manda de volta quem foge das ditaduras amigas (caso dos boxeadores cubanos).Ex-terrorista é o candidato de Lula no Uruguai
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Lula defende Irã nuclear
Lula defende Irã nuclear
Diplomacia de quinta categoria

Diplomacia de quinta categoria
Cientistas de araque e o "Aquecimento global"
Cientistas de araque e o "Aquecimento global"
Um encontro da "idiotia internacional"
Um encontro da "idiotia internacional"
domingo, 22 de novembro de 2009
Lula recebe ídolo do bolivarianismo

Que o amigo de Chávez e de Lula seja muito mal recebido pelos cidadãos brasileiros. O obscurantismo, hoje, é patrimônio das "esquerdas".
Lula recebe ídolo do bolivarianismo
A rapinagem sem limites das Farc
Os estupradores, ladrões, narcotraficantes e assassinos das Farc extorquem até os camponeses que pisam nas bombas que eles instalaram. Como são dirigidas ao Exército colombiano, eles exigem indenização dos coitados! É isto: perde uma perna e ainda paga...A rapinagem sem limites das Farc
Lula telefona para a mãe de Caetano
Lula telefona para a mãe de Caetano
sábado, 21 de novembro de 2009
Alemanha politicamente correta (e hipócrita)
Alemanha politicamente correta (e hipócrita)
Hitler, Stálin e Lula.
Como dizer não?
Lula, o Filho do Brasil foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas, a maioria delas com negócios com o governo, que doou 10,8 milhões de reais
AmBev – Em 2005, o BNDES destinou 319 milhões de reais para a empresa de bebidas.
Camargo Corrêa – A construtora participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, tendo recebido, em 2008, 102,7 milhões de reais.
CPFL Energia – O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e fundos de pensão de estatais.
EBX – Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam 3 bilhões de reais só neste ano.
GDF Suez – A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais.
Grendene – O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.
Hyundai – Em 2007, o governo federal deu uma mãozinha para a implantação da fábrica da montadora em Goiás.
Neoenergia – O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detêm, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo.
OAS – Foi uma das financiadoras da campanha de reeleição de Lula. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais.
Odebrecht – Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.
Oi – O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.
Volkswagen – Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1 100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais.
Hitler, Stálin e Lula.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Vem aí o teocrata nuclear
O negador do Holocausto "Adolfinejad" chega na próxima semana. É amigo do restolho da ideologia esquerdista que sobrevive apenas na América Latina. Ele nega o Holocausto porque pretende fazer o seu, eliminando o Estado de Israel.Que tenha uma péssima acolhida por parte dos cidadãos que não relativizam a história de acordo com as conveniências e os credos.
Vem aí o teocrata nuclear
Fora da casinha, Tarso dorme na tumba de Lênin.
Tarso "Illich", que dorme e sonha com o fantasma do ditador Lênin, acaba de agredir a Itália. Na visão dele, a pressão para extraditar o assassino Battisti é coisa do "fascismo". Ou seja, ele está chamando de fascistas também os sucessores do Partido Comunista Italiano (PCI), cujo líder, Massimo D'Alema, obteve de Lula a promessa de respeitar a decisão do STF. A ver...
As repulsivas declarações de "Illich" já são suficientes para que a Itália chame o embaixador e peça explicações.
E se o homicida não for extraditado, torço para que a Itália rompa relações com o Grotão lulista, que envergonha qualquer democracia e, sobretudo, os prórpios brasileiros que não são reféns de ideologias mortas.Durma na tumba de Lênin, nostálgico "Illich".
Fora da casinha, Tarso dorme na tumba de Lênin.
García Márquez à sombra do patriarca
O realismo mágico, tão celebrado na América Latina, talvez tenha mais de realismo socialista que de mágico. García Márquez à sombra do patriarca
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A carta de um canalha
O Reinaldo e o Coturno já publicaram, mas vale a pena repetir. Abaixo, a carta que o terrorista Cesare Battisti, acoitado pelos filoterroristas que ocupam o governo, mandou para o Pequeno Timoneiro.“Trinta anos mudam muitas coisas na vida dos homens, e às vezes fazem uma vida toda”.(O homem em revolta - Albert Camus)
A carta de um canalha
Calendário maia, não. Calendário petralha.

Calendário maia, não. Calendário petralha.
O PT na Confecom: modelo bolivariano.
O PT na Confecom: modelo bolivariano.
Contra o STF, Lula quer acoitar o terrorista.
Contra o STF, Lula quer acoitar o terrorista.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Fora, Battisti, e leve junto teus protetores.
Ainda há juízes no Grotão. Espera-se, agora, que o Pequeno Timoneiro cumpra o que prometeu ao deputado italiano Massimo D'Alema: respeito à decisão do STF. Quanto ao bando da foto lá embaixo, deveria ser expulso, junto com o ministro Tarso "Illich" Genro, protetor de terroristas.Fora, Battisti, e leve junto teus protetores.
Câmara Municipal de SP, símbolo do Grotão.
Câmara Municipal de SP, símbolo do Grotão.
Todos com o criminoso

Todos com o criminoso
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Grotão do crime livre e impune
Grotão do crime livre e impune
O terrorista quer colher de chá do STF
Entendo… Greve de fome agora substitui leis e Constituição… Vai fundo, Battisti!
O terrorista quer colher de chá do STF
O Brasil na era da estupidez
Daí se depreende que vivemos, no Grotão lulista, a era da estupidez. Aliás, petistas não riem. Alguém já viu um deles dar uma boa gargalhada?
O Brasil na era da estupidez
Sob ataque petralha
Sob ataque petralha
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Muita ideologia e pouca ciência
O conceito de hegemonia, que Antônio Gramsci herdou de Lênin, modificando-o, era moda nos anos 70 na área de humanidades. Escreviam-se dissertações e teses aos montes sobre o baixinho que redigiu os Quaderni del carcere, que na própria Itália já não é levado a sério faz muito, muito tempo.Muita ideologia e pouca ciência
Esquerdista nem precisa zurrar
Esquerdista nem precisa zurrar
domingo, 15 de novembro de 2009
A origem da Origem
A Crítica, de Portugal, acaba de disponibilizar na rede o prefácio que o filósofo inglês Michael Ruse redigiu para a nova edição de Origem das Espécies, de Charles Darwin.Ruse se dedica à filosofia da biologia e escreveu vários livros sobre o tema e sobre Darwin e seus inimigos criacionistas. Seu único livro traduzido no Brasil é Levando Darwin a Sério (BH, Itatiaia, 1995).
Vale a pena ler.
A origem da Origem
Esquerda italiana defende extradição de Battisti
Esquerda italiana defende extradição de Battisti
Dahrendorf e a liberdade
Para pensar, neste final de domingo, mais uma pequena citação do sociólogo e filósofo Ralf Darhendorf, falecido recentemente: Dahrendorf e a liberdade
Aécio recebe o falastrão Ciro Gomes
Aécio recebe o falastrão Ciro Gomes
Censura chega aos blogs
O Prosa&Política, de Adriana Vandoni, sofre censura por decisão judicial. Adriana não pode emitir opinião sobre um tal de deputado Pedro Riva (PP).Não falta muito para o Grotão virar ditadura - infelizmente, com apoio judicial.
Vale lembrar que o Estadão está sob censura há mais de três meses, a pedido da honorável Famiglia Sarney.
Censura chega aos blogs
sábado, 14 de novembro de 2009
Reservas para o curral eleitoral do lulismo
Reservas para o curral eleitoral do lulismo
Lula leva trevas à Cidade-Luz

Lula leva trevas à Cidade-Luz
Prova do Enade: a mão suja dos militantes.
Considerando a realidade atual da economia, no exterior e no Brasil, é correto afirmar que houve, por parte dos críticos:
Resposta: A
É consenso que uma boa prova é aquela capaz de aferir – com isenção e objetividade – o nível de conhecimento do aluno. Por isso mesmo, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado na semana passada a 1 milhão de universitários no país, é um exemplo de prova ruim. Das dez questões de conhecimentos gerais, comuns a todos os alunos das 23 áreas testadas pelo Ministério da Educação (MEC), quatro são propaganda escancarada do governo federal. A primeira, em seu enunciado, fala sobre o suposto sucesso de uma campanha do Ministério do Meio Ambiente para reduzir o uso de sacolas plásticas. A resposta considerada certa pressupõe que o aluno acredite que o programa está funcionando a pleno vapor. A segunda pergunta o que seria fatal à formação de novos leitores no país. Acertou, de novo, quem marcou a opção favorável ao governo: "A desaceleração da distribuição de livros didáticos pelo MEC".
Para completar o absurdo, nas demais questões impertinentes, a propaganda e a ideologia se aliaram para atacar a imprensa, uma constante no governo Lula. Numa, o aluno é induzido a pensar que o presidente foi alvo de preconceito e críticas injustas ao dizer que a crise internacional não passava de uma "marolinha". Na outra, com base num texto estapafúrdio que desqualifica o trabalho dos jornalistas que cobrem a Fórmula 1, o estudante é levado a assinalar que a imprensa é negligente e omissa em relação às "artimanhas" que caracterizariam o esporte. Resume o historiador Marco Antonio Villa: "Trata-se de uma prova obtusa e autoritária. A resposta certa é determinada à revelia da ciência e do bom senso".
Criado pelo atual governo em 2004, para substituir o antigo Provão, o Enade tem o propósito de medir a qualidade dos cursos superiores no país. Como no ano passado, a prova foi concebida numa parceria entre comissões formadas por professores de cada área testada – a quem o MEC delega a elaboração das diretrizes gerais – e a empresa mineira Consulplan, especializada em concursos públicos, que se encarregou da confecção do exame propriamente dito. A VEJA, um funcionário da Consulplan, que acompanhou de perto o processo, disse, sem meias palavras: "Decidimos incluir questões sobre as ações do governo porque recebemos instruções claras dos profissionais que trabalharam para o MEC". Não é o que afirmam tais profissionais. "Nas diretrizes que traçamos, não há nenhuma menção à inclusão de perguntas com viés ideológico", afirma o professor Luis Carlos Bittencourt, do grupo dedicado à área de comunicação social.
Os valentes que usaram o exame para fazer propaganda e disseminar sua ideologia nefasta de ódio à liberdade de informação e opinião agora se escondem no anonimato. Nada mais típico. "Talvez seja preciso repensar o sistema de concepção da prova para o ano que vem", limita-se a dizer Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, órgão vinculado ao MEC. Uma sugestão para o Enade de 2010 é incluir a seguinte questão:
Defina o exame de 2009:
a) Peça de propaganda do governo federal
Prova do Enade: a mão suja dos militantes.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Dilmaligna quer ensinar o mundo
Dilmaligna quer ensinar o mundo
Dilmona, um Chávez de saia.
Dilmona, um Chávez de saia.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Apodreça, terrorista!
Apodreça, terrorista!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Uma entrevista com Ayaan Hirsi-Ali
Ayaan, autora do belo livro Infiel (SP, Companhia das Letras), fala de sua vida como exilada, depois que os fundamentalistas islâmicos ameaçaram matá-la na Holanda. Entrevista em espanhol, mas vale o esforço. Ela viveu o inferno desde criança, na Somália, e é um exemplo de que o conhecimento é libertador.“¿Qué le pareció la visita de la Secretaria de Estado Hillary Rodham Clinton a África?
Siempre me alegro cuando Estados Unidos muestra interés por África, aunque sea simbólico, y el suyo era en buena medida simbólico. Creo que Hillary Clinton continuará con la ayuda del Departamento de Estado a África. Pero muchos países africanos se enfrentan a la expansión del islam radical, lo que significa que Estados Unidos va a enfrentarse con otro problema de seguridad nacional. El dinero wahabí está en África. Están construyendo mezquitas muy rápido. Están introduciendo la sharia. Es un movimiento de base, y no vi que nadie hablara de él.
Cuando hablamos de las mujeres en África, ¿Estados Unidos utiliza demasiados de sus valores o demasiado pocos?
Hay muchas disculpas por lo que significa la libertad. En África, te dicen: ‘Oh, es nuestra costumbre. La poligamia es nuestra costumbre, la mutilación genital femenina es nuestra costumbre, son nuestros valores’. Y los europeos y los estadounidenses son muy tímidos y apologéticos, diciendo: ‘Vaya, lo siento mucho, es vuestra costumbre’.
Su propia abuela vigiló su mutilación cuando tenías cinco años, aunque su padre se oponía.
Por eso insisto por principio. Mi abuela estaba convencida de que hacía algo bueno. Lo hacía por amor. Se lo había hecho a todas sus hijas; se lo habían hecho a ella, y a su abuela. No sabía que fuera posible no estar, como ella decía, ‘limpia’. Sí la educación ayuda, pero todo tenía que ver con la convicción que tenía de estar haciendo lo correcto.
¿Algún país irá alguna vez a la guerra por la seguridad y los derechos de las mujeres?
Parece que no sucederá. Pero soy muy optimista. No sobre ir a la guerra, sino sobre la capacidad de los seres humanos para cambiar de opinión. Recuerde lo que ocurrió con el comunismo. El gran problema es definir la protección de los derechos de las mujeres como el gran problema del siglo XXI. Si el mundo hace eso, la desigualdad de las mujeres será como la erradicación del apartheid: la gente insistirá en que está mal, está mal, está mal, y así es como se producen los cambios.
¿Qué cambia a la gente?
Le daré un ejemplo. La mujer sudanesa que decidió llevar pantalones: cuando el mundo la apoyó, no se atrevieron a azotarla. Es este tipo de insistencia inflexible. El tráfico de seres humanos –chicas secuestradas y obligadas a ejercer la prostitución- es una explotación económica. Eso puede erradicarse yendo a por los traficantes, proporcionando educación y erradicando la pobreza. Donde se pone velo a las mujeres, donde se cortan sus genitales, donde hay ‘crímenes de honor’, donde la mitad de la población no puede salir sin un guardián masculino... Eso no sólo se puede abordar hablando de la pobreza. Tienes que enfrentarte a esos principios.
He hecho esta pregunta a otras feministas. ¿Por qué siempre son los derechos de las mujeres los que están sujetos a negociación?
Sí. ¿No es interesante? Las mujeres son principalmente oprimidas por sus padres, sus hermanos, sus suegras, sus abuelas, así que es la forma más íntima de opresión. Otra cosa: el feminismo occidental todavía define al hombre blanco como el opresor, pero ahora es el hombre marrón, el hombre negro, el hombre amarillo. Cuando les dices: ‘Dejad de oprimir a vuestras mujeres’, ellos responden: ‘No me impongas tu cultura’. Habría sido fantástico que, cuando el presidente Obama fue al Cairo, hubiera dicho: ‘Le hemos enseñado al hombre blanco que la intolerancia es mala, y la ha dejado, al menos en su mayor parte. Ahora la intolerancia se ejerce en nombre del hombre negro, del hombre amarillo, del hombre marrón, de cualquier color’.
¿Usted distingue entre islam moderado e islam radical?
Me niego a hacerlo porque uno produce el otro. Naces en la corriente principal del islam. Te enseñan: No cuestiones al profeta; todo lo que dice el Corán es cierto. Y después vienen los radicales y lo amplifican, construyen a partir de ahí. Así que es el llamado islam moderado el que debe enfrentarse al elemento radical. Los musulmanes tienen que cuestionar la infalibilidad del profeta Mahoma. Tienen que dejar de enseñar a los niños y a los jóvenes que todo lo que dice el Corán es cierto y debe ser tomado en serio. Lo puede ver en el mundo cristiano. Hay grupos de cristianos muy radicales que se niegan a cansar. Pero la mayoría ha decidido reformarse, introducir nuevos modos de mirar la Biblia y permitir la libertad de expresión y conciencia. Así que si la gente se aparta de las ideas radicales, no los matan, no los decapitan.
En unos tres años podrá optar a la nacionalidad estadounidense. ¿Cómo ve aquí la gente su ciudadanía, en comparación con otros países?
Creo que la situación en Estados Unidos es mucho más sana que la europea. Estados Unidos tiene la ventaja de que cuando te conviertes en ciudadano, prometes lealtad a una Constitución que habla de ideas y no etnias. Por eso, los americanos no se sienten tímidos a la hora de enseñar a nuevos estadounidenses por qué la ciudadanía es importante, por qué el patriotismo es importante, el orgullo por los Padres Fundadores. Es más fácil que sentirse orgulloso de la historia de Francia, por ejemplo.
Nuestro valor central es la tolerancia. A usted le preocupa que toleremos las cosas equivocadas.
Para formar una comunidad de personas libres, hay que defender la libertad con uñas y dientes, y para que este país conserve su vitalidad, hay que entender que la libertad es una institución muy, muy vulnerable. Es algo que tienes que seguir defendiendo, y la única forma de hacerlo es siendo intolerante con la intolerancia.
¿Los musulmanes estadounidenses son distintos de los europeos?
Veo una gran diferencia, y es económica. La mayor parte de los musulmanes que vienen a Estados Unidos tienen un nivel de educación más elevado de los que van a Europa, y más ingresos. Esto cambia mucho porque vienen más musulmanes a Estados Unidos. Estados Unidos no es un estado de bienestar. Los musulmanes americanos tienen que tener un trabajo. Los países europeos son estados del bienestar donde muchos pobres dependen del estado para sobrevivir. Eso es muy atractivo para los radicales. Espero que los musulmanes estadounidenses sean distintos. Pero eso no hace que Estados Unidos sea inmune al Islam radical.
En la Sun Valley Writers’ Conference, la escritora iraní-estadounidense Firooeh Dumas cuestionó su observación de que en el islam la subyugación de las mujeres es un mandato religioso y no cultural.
Dijo que ninguna de las cosas de las que yo hablaba tenía nada que ver con el islam, que yo simplemente proyectaba en el islam mis experiencias personales. Eso es algo que siempre me molesta. Dije que la ley de la sharia es ley islámica; se deriva del Corán. En todos los lugares donde se aplica, vemos cómo se trata a las mujeres. Firoozeh Dumas representa a una mujer ilustrada, culta, moderna, cosmopolita. La mayoría de la gente de origen cristiano de ese tipo no defiende el cristianismo del mismo modo que defienden en el islam la gente de origen musulmán.
¿Se considera atea?
¿Dios creó al hombre o el hombre creó a Dios? Pertenezco al grupo que dice que el hombre creó a Dios. Me siento cómoda viviendo sin una fuerza exterior que me diga lo que tengo que hacer. Prefiero creer en los seres humanos.
¿Cómo se sitúa políticamente?
Mi posición política es lo que los estadounidenses llaman libertaria y algunos europeos liberal clásica. Aquí la palabra liberal [progresista] está secuestrada por gente que sólo se preocupa por el colectivismo. Pero, bueno, libertario también implica que no te importan las comunidades. Soy una luchadora radical por la libertad individual, una defensora de la libertad individual. Soy una universalista: creo que esos derechos y libertades son universales”.
Uma entrevista com Ayaan Hirsi-Ali












