Para todos, não. Os lulopetistas que continuem fazendo a única coisa que sabem fazer bem: encher suas cuecas sujas com dinheiro público. Aos demais, cidadãos decentes e defensores da democracia, um feliz 2010!quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Um cuecão limpo para todos em 2010
Para todos, não. Os lulopetistas que continuem fazendo a única coisa que sabem fazer bem: encher suas cuecas sujas com dinheiro público. Aos demais, cidadãos decentes e defensores da democracia, um feliz 2010!Dilmalévola e a crise militar
O imbróglio não deixa de ser um ensaio geral do que pode ser um governo Dilma. Se vocês acham que a ópera, com o tenor Lula, tem lá seus flertes com o desastre, vocês ainda não sabem do que é capaz a soprano. A crise atual mistura temperamento macunaímico, sordidez e trapaça. Dilma, Franklin e Vanucchi, a turma da pesada que, no passado, optou pelo terrorismo e hoje ocupa posições no alto e no altíssimo escalões da República resolveu dar um beiço nos três comandantes militares. O tiro, tudo indica, saiu pela culatra. E sobrou uma lição aos soldados. Vamos devagar. (Continua).
Dilmalévola e a crise militar
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Futebol never more
Futebol never more
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Paulista é porco?
Paulista é porco?
Caça às bruxas no Irã
Caça às bruxas no Irã
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Antiliberais abriram caminho a Hitler e Stálin
Antiliberais abriram caminho a Hitler e Stálin
Todos contra o banditismo do MST

Todos contra o banditismo do MST
domingo, 27 de dezembro de 2009
O Chile vai bem, obrigado.
O Chile vai bem, obrigado.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Eis o Brasil da ideologia racialista
Eis o Brasil da ideologia racialista
Lula e o Natal da demagogia populista.
Lula e o Natal da demagogia populista.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Soneto de Natal
Noite cristã, berço do Nazareno, —
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,
Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.
Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca,
A pena não acode ao gesto seu.
E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
"Mudaria o Natal ou mudei eu?"
(Poema de Machado de Assis, extraído do livro "Poesias Completas - Ocidentais", 1901, pág. s/nº).
Soneto de Natal
Fepese divulga nome de suposto plagiador
Fepese divulga nome de suposto plagiador
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Nos EUA, Lula já era.
Nos EUA, Lula já era.
Rapinagem estatal bate recorde
O número corresponde a um aumento real (a preços corrigidos pelo IPCA) de 26,39% em relação a novembro do ano passado e de 4,41% em comparação a outubro de 2009.
Do total arrecadado em novembro, R$ 66,697 bilhões referem-se a impostos e contribuições administrados pela Receita Federal e R$ 5,393 bilhões correspondem a demais receitas, taxas e contribuições controladas por outros órgãos.
Rapinagem estatal bate recorde
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Lula não está nem aí para o STF
Lula não está nem aí para o STF
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
A Confecom dos antidemocratas
Entre as mais soviéticas propostas aprovadas pela Confecom está a criação de um observatório de "conteúdos midiáticos", reencarnação do já rechaçado Conselho Federal de Jornalismo que o governo tentou impor há alguns anos a pretexto de coibir erros da imprensa, mas com o mal disfarçado propósito de submetê-la a censura prévia. Na versão apresentada pela Confecom, o conselho natimorto vira uma espécie de tribunal cuja atribuição é julgar jornalistas nos casos em que seus textos não atendam a determinados critérios de qualidade – critérios esses a ser definidos pelos Torquemadas do tal observatório. É mais uma tentativa, em nova embalagem, da já manifestada pretensão petista de controlar os meios de comunicação – processo que, se não ocorrer pela coerção legal, tem também a chance de se dar via coerção financeira. Assim, outra resolução aprovada pela Confecom é a redução, de 30% para 10%, do limite máximo de participação acionária de empresas estrangeiras em empresas de comunicação brasileiras. "Isso mostra o que a imprensa representa para esses segmentos: uma inimiga, organizadora social da burguesia e uma classe a ser combatida", resume o cientista social Demétrio Magnoli.
Para a turma da Confecom, enfim, a imprensa (ou a "mídia", segundo o termo apropriadamente monolítico adotado por seus participantes) opina demais, fala demais e, quem sabe, existe em demasia. Opinião semelhante tinha Fidel Castro quando aboliu todos os jornais em Cuba e estabeleceu que o Granma, a publicação oficial do Partido Comunista que hoje supre a falta de papel higiênico na ilha, seria o único a circular no país. Na fala cínica de Fidel, a existência de mais de um jornal era um desperdício de recursos. As propostas da Confecom formam apenas mais uma pequena nuvem a turvar o horizonte da liberdade de imprensa na América Latina. A atmosfera anda bem mais pesada em outros países. Na Venezuela de Hugo Chávez, só neste ano foram fechadas 34 emissoras de rádio e TV. Na Argentina de Cristina Kirchner, o governo promove uma perseguição ao grupo editorial Clarín, disfarçada de contencioso fiscal. No Equador de Rafael Correa, jornais e revistas podem se tornar reféns de concessão estatal, renovável a cada ano.
No Brasil, felizmente, o presidente Lula tem-se declarado um defensor incondicional da liberdade de imprensa. Por isso também, as bobagens da Confecom dificilmente terão consequência prática. Enquanto Lula resistir aos liberticidas, o máximo a que os participantes dessas Confecons poderão aspirar é mais um dinheirinho público para seus convescotes (o custo deste para o bolso dos trabalhadores: 8 milhões de reais). De caráter meramente propositivo, o relatório produzido pelo encontro será agora enviado ao Congresso a título de subsídio para os parlamentares. Espera-se que eles reservem ao documento destino tão nobre quanto o dado pelo povo cubano à imprensa oficial da ilha.
O estado quer ser crítico de arte
Na semana passada, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, apresentou ao Congresso um anteprojeto de lei que, se aprovado, vai substituir a Lei Rouanet, o principal mecanismo de incentivo cultural do país. O projeto, que deveria ser o carro-chefe da atual gestão, chega com atraso ao Congresso – e, apesar do pedido de urgência do ministro, corre o risco de não ser aprovado até o fim do governo. A elaboração da nova lei foi precedida de uma longa fase de consultas públicas em teatros e centros culturais – happenings em que o ministro arengava à sua claque sobre a necessidade de aumentar a participação do estado na gestão da cultura. VEJA obteve uma cópia do texto de uma fonte no Congresso, depois de o MinC ter se recusado a disponibilizá-lo. Mal disfarçado sob vistosas palavras de ordem – "transversalidade da cultura" é uma pérola –, avulta a clara intenção de concentrar os incentivos na mão do estado e aumentar o poder discricionário do titular da Cultura.
A Lei Rouanet baseia-se, sobretudo, na renúncia fiscal. O MinC alega que, da forma como tem funcionado, a lei é concentradora: na repartição do bolo dos incentivos, as regiões Sul e Sudeste seriam privilegiadas em detrimento das demais. O anteprojeto anuncia a generosa intenção de atender todas as regiões brasileiras, mas não estabelece formas claras para atingir esse objetivo. Espera que a concentração seja resolvida por aquele que é o agente concentrador por excelência: o estado. A principal fonte de incentivos deverá ser o Fundo Nacional de Cultura, gerido pelo ministério e por uma comissão de representantes da sociedade (indicados pelo ministro). Ferreira anunciou o propósito de elevar o montante do fundo, que em 2008 teve 288 milhões de reais, para 800 milhões. A renúncia fiscal fica mantida, mas com limites: as empresas terão de bancar de 20% a 60% do projeto cultural patrocinado. O porcentual será definido de acordo com a pontuação obtida por cada projeto em uma série de critérios estabelecidos pela lei – entre os quais se incluem itens vagos como "inovação e experimentação estética" e "promoção da excelência e da qualidade". A lei entra em contradição consigo mesma quando estipula que a avaliação dos projetos "observará critérios objetivos". Toda avaliação de inovação ou qualidade é fatalmente subjetiva. E o estado não é crítico de arte: não lhe cabe dizer o que é ou não experimental, o que tem ou não qualidade. Os tais "critérios" de que Juca Ferreira tanto se orgulha são uma porta aberta para que o governo possa pautar e controlar a produção cultural, ao custo de alguns milhões.
A Confecom dos antidemocratas
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Agora a culpa é da boiada...
E o fim do mundo, antes antropogênico, sobrou para a boiada. Muita ideologia e pouca ciência dá nisto! Eita, mundo variado!Agora a culpa é da boiada...
As mineirices do anfíbio Aécio
As mineirices do anfíbio Aécio
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Nem tão humanos, nem tão racionais.
Nem tão humanos, nem tão racionais.
É isso aí, Aécio!
É isso aí, Aécio!
Kindle é livro ou aparelho eletrônico?
Kindle é livro ou aparelho eletrônico?
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Acampamento pré-científico
Acampamento pré-científico
Boas festas, intelectuais uspianos!

Boas festas, intelectuais uspianos!
Palhaçada em Copenhague
Palhaçada em Copenhague
A Caixa-preta e o cocaleiro
A Caixa-preta e o cocaleiro
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Prisioneiros do fascismo bolivariano
Prisioneiros do fascismo bolivariano
O socialismo mata
O socialismo mata
Lula afaga seu curral eleitoral
Lula afaga seu curral eleitoral
Mais autores que leitores?

Mais autores que leitores?
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Um prêmio para o frei Betto dos tiranos
Frei Betto, ex-"assessor espiritual" de Lula e lambedor de botas de tiranos, recebeu em Cuba o Prêmio ALBA 2009 (sim, a Alba chavista). O antidemocrata regozijou-se de ser testemunha da "primavera democrática" (leia-se: bolivarianização) da América Latina e Caribe, cujos povos estão escrevendo "uma nova gramática do poder". Um prêmio para o frei Betto dos tiranos
As leis fundamentais da estupidez humana (I)
Pois bem, onze anos depois, encontrando-me agora absolutamente fascinado pela quantidade de erros, equívocos e outros “desvios” (palavra neutra, de cunho humorístico-irônico) de comportamento deste nosso “governo” – que só posso atribuir, por um lado, à sua fenomenal estupidez e, por outro lado, a uma igualmente fenomenal capacidade de mentir, de cometer perjúrio, enfim, de afundar na hipocrisia e na desfaçatez –, lembrei-me desse livrinho e fui buscá-lo em minhas estantes. Para minha frustração – e que isso me sirva de lição por não arrumar a biblioteca como deveria – não o encontrei, o que me deixou bastante ressabiado. Não seja por isso, saquei do computador – inatacável para esse gênero de recuperação – as poucas notas de leitura, que transcrevo abaixo, de trechos selecionados do ensaio de Cipolla, às quais acrescento agora comentários que acredito serem o mais à propos possíveis para estes tempos impagáveis que estamos vivendo.
Caberia, em primeiro lugar, definir o que é uma pessoa estúpida. Segundo Carlo Maria Cipolla, “os seres humanos incluem-se numa das quatro categorias fundamentais: os crédulos, os inteligentes, os bandidos e os estúpidos”. Não me lembro agora se Carlo Cipolla considera estas quatro categorias exclusivas e excludentes, mas eu tenho a nítida impressão de que alguns dos nossos atuais governantes são, ao mesmo tempo, estúpidos e bandidos, ao passo que alguns dos seus eleitores são, ao mesmo tempo (ou talvez de forma subseqüente), ingênuos, isto é, crédulos, e estúpidos. Isso acontece. Tem também aquela categoria de militante que é, se ouso dizer, um “crédulo profissional”, ou seja, um ser profundamente religioso, imbuido de uma verdade que transcende a razão.
Cipolla define a pessoa estúpida da seguinte maneira: “uma pessoa estúpida é alguém que causa um dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas, sem que disso resulte alguma vantagem para si, ou podendo até vir a sofrer um prejuízo”. Considerando a enorme capacidade que parecem ostentar certos dirigentes de causarem problemas para si mesmos, ao tentarem atacar seus adversários, eu considero que a definição se encaixa perfeitamente no figurino. Nunca, ninguém, em 500 anos de história do Brasil, abusou tanto da faculdade de se ridicularizar a si próprio como certos comediantes profissionais que pensam que estão num picadeiro quando na verdade ocupam altos cargos políticos. Se reconhecermos, então, a extrema habilidade que eles exibem de atirarem no próprio pé, ao pretenderem fazer alguma “armação” contra um adversário político, seria preciso considerar, nesse caso, a introdução de alguma categoria de prêmio do gênero: “Prêmio (ig)nobel de autoflagelação política”.
Ele também acha que é nitidamente impossível confundir a pessoa estúpida com a inteligente (aquela que busca benefícios para si mesma e para os demais), embora eu não tenho certeza de que esse princípio se aplique igualmente ao Brasil. Aqui, como reza um velho ditado, a esperteza pode ser “tanta que cresce e engole o dono”. Pois é isso que parece ter ocorrido nesses momentosos meses que precederam o escândalo do mensalão. Os “espertos” de certos meios políticos se julgavam expertos em patifarias, inteligentes em mil maneiras de burlar a lei e de enganar os incautos e ingênuos – que seríamos todos nós – mas eles parecem ter ido longe demais. Se achavam tão inteligentes como ninguém que foram estúpidos ao ponto de chegarem a fazer acordos de “cavalheiros” (com perdão da expressão) com gente ainda mais bandida do que eles. Deu no que deu: o bandidão se julgou lesado pelos “inteligentes” e botou a boca no trombone. Santa ingenuidade...
Das cinco leis fundamentais da estupidez humana de Carlos Maria Cipolla (só cinco?), transcrevo agora apenas duas, a primeira e a última: “Sempre, e inevitavelmente, cada um de nós subestima a quantidade de indivíduos estúpidos em circulação” – o que pode ser, digo eu, um perigo para a segurança do tráfego – e “os indivíduos estúpidos são as pessoas mais perigosas que possam existir” (eu não dizia?). Sim, elas são perigosas, para si mesmas e para todos os demais, sobretudo quando imbuídas de alguma missão salvadora e transcendental, do tipo querer tudo transformar, para dizer depois que “nunca antes, na história deste país, patati-patatá...”
Como diria um desses brokers ingleses (que não me levem a mal): “nunca antes na história deste país alguém deixou de ganhar dinheiro ao apostar na estupidez humana”. Ou seja, sempre haverá, em algum lugar incerto e não sabido, alguma pessoa estúpida o suficiente para lhe permitir ganhar tranquilamente a sua aposta. Pena que essa instituição do “brokerage” – tão comum nas terras britânicas, onde se aposta até sobre a sexualidade da família real – não seja mais disseminada neste nosso país tropical, pois poderíamos ter inúmeras oportunidades para novos ganhos (que poderiam inclusive ser taxados com uma nova contribuição ou taxa para a resolução de um enorme problema social). Ou seja, seria uma grande contribuição para o aumento do PIB (não confundir com o outro PIB, este aqui é o da Produção Interna de Bobagens...).
Com sua abordagem científico-humorística, Carlo Cipolla demonstra que a distribuição da estupidez se dá ao acaso e é independente da religião, do gênero, da cor da pele, da ideologia política, enfim, ela não tem nada de cultural. Se existisse um gene da estupidez, ele seria certamente distribuído completamente por acaso, e talvez de maneira uniforme na população, com algumas particularidades. Nossos políticos, por exemplo, não são, na média, mais estúpidos que os cidadãos comuns, mas em contrapartida, eles podem ser muitomais bandidos, e de fato o são. OK, não vamos generalizar, existem muitos políticos que não são bandidos, mas acho que para ser político é preciso ter, de toda forma, uma dose de hipocrisia acima do normal...
Finalmente, termino com esta duas considerações de Carlo Maria Cipolla sobre a manutenção do nível geral de estupidez, em condições normais de pressão atmosférica e de temperatura democrática: “Num sistema democrático, as eleições gerais são um instrumento de grande eficácia para assegurar a estabilidade de estúpidos entre os poderosos”. E, aos estúpidos, “as eleições oferecem-lhes uma magnífica ocasião para prejudicar todos os outros, sem obter qualquer ganho com as suas ações”. Acho que ele tem razão, mas poderemos fazer um teste prático de suas teorias, normalmente ambientadas num cenário italiano – que tampouco pode ser classificado como ao abrigo da estupidez –, em nossa própria terra, dentro de mais alguns meses.
Sim, antes que me esqueça, prometo procurar o livrinho nas minhas estantes para aqui transcrever, num próximo ensaio, a totalidade das cinco leis fundamentais de Carlo Maria Cipolla sobre a estupidez humana, quem sabe até introduzindo mais algumas de contrabando?
As leis fundamentais da estupidez humana (I)
A volta da censura, em nome da "cautela".
A volta da censura, em nome da "cautela".
A nova religião brasileira
Depois da cena em que ladrões do dinheiro público rezaram, o sincretismo brasileiro só pode desembocar numa nova religião. Seus símbolos: cuecas e meias. Afinal, estamos na era lulista.
A nova religião brasileira
Confecom quer "tribunal" para a mídia
Confecom quer "tribunal" para a mídia
domingo, 13 de dezembro de 2009
Constituição sem guardiães
Constituição sem guardiães
A Confecom dos pelegos e chapas-brancas
A Confecom dos pelegos e chapas-brancas
sábado, 12 de dezembro de 2009
A crise vista por um norte-americano
A crise vista por um norte-americano
Arruaceiros do apocalipse em Copenhague
Entre os participantes estavam a modelo Helena Christensen, o arcebispo Desmond Tutu, o líder da igreja anglicana, Rowan Williams e a ex-comissária para direitos humanos da ONU Mary Robinson.
Ativistas calculam que cerca de 500 organizações não-governamentais participaram do protesto seguido por uma vigília à luz de velas em frente ao centro de convenções. (Continua).
Arruaceiros do apocalipse em Copenhague
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Trivialidades do Acampamento Brasil
Em menos de 10 dias, três figuras enfiadas até o pescoço em patifarias ainda por explicar pegaram carona na roubalheira em Brasília, comandada pelo governador José Roberto Arruda e sua Turma do Panetone, para o esperto hasteamento da bandeira da moralidade. Pelo andar da carruagem, espantaram-se milhões de brasileiros perplexos com o espetáculo do cinismo, o PCC já prepara um manifesto exigindo o endurecimento do combate ao crime.
(...) Só pode indignar-se com escândalos quem não protagonizou nenhum. Só pode condenar corruptos quem não os condena seletivamente. Só pode estarrecer-se com bandidagens que não tem prontuário. Só pode exigir punições quem não protege delinquentes. A trinca segue fingindo que o mensalão nem existiu. Não atende a tais requisitos. Deve calar-se o mais silenciosamente possível.
Trivialidades do Acampamento Brasil
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
STF mantém censura ao Estadão
STF mantém censura ao Estadão
Grotão "na merda"
Grotão "na merda"
Chávez fala, Lula cala.
Chávez fala, Lula cala.
Há faxineiros no Itamaraty?
Há faxineiros no Itamaraty?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
No Congresso, não por acaso...
No Congresso, não por acaso...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Aqui, todo dia é dia de corrupção.
Aqui, todo dia é dia de corrupção.
Poluição em Copenhague
Poluição em Copenhague
América do Sul, um continente à deriva.
América do Sul, um continente à deriva.
Zelaya é dono da embaixada
Zelaya é dono da embaixada
Aécio, o tucano anfíbio.
Aécio, o tucano anfíbio.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ideologia contra a ciência em Copenhague
Geraldo Luís Lino
Na conferência do clima em Copenhague, funcionários governamentais e representantes de ONGs e de vários setores das sociedades estarão empenhados em aprovar uma agenda de restrições das emissões de carbono supostamente responsáveis pelo aquecimento global. Sem isto, afirma-se, será impossível evitar um aumento de 2 graus nas temperaturas globais acima dos níveis pré-industriais, se o uso de petróleo, gás natural e carvão não for reduzido pelo menos à metade até meados do século.
Geraldo Luís Lino é diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana e autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei Editora).
Ideologia contra a ciência em Copenhague
O novo fiasco do Enem (e do MEC)
O novo fiasco do Enem (e do MEC)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Lula, o amigo das ditaduras.
Lula, o amigo das ditaduras.
Um poema contra as ideologias
José Régio
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!
(Com meus agradecimentos à Maria do Espírito Santo).
Um poema contra as ideologias
A última do chavismo: "divisão de poderes enfraquece o Estado".
A última do chavismo: "divisão de poderes enfraquece o Estado".
sábado, 5 de dezembro de 2009
Vovô Caetano fala bobagens em Lisboa
Vovô Caetano fala bobagens em Lisboa
Protesto contra a censura no Brasil
Na correspondência, assinada pelo secretário-geral Jean-François Julliard e endereçada aos ministros Tarso Genro (Justiça) e Hélio Costa (Comunicações), a ONG denuncia que o jornalista acreano está preso em Rio Branco com base na Lei de Imprensa, extinta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio deste ano.
O documento também condena a censura ao Estado, a partir de liminar obtida pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) e deplora a proibição de circulação dos blogs www.prosaepolitica.com.br, da jornalista Adriana Vandoni, e do www.paginadoenock.com.br, de Enock Cavalcanti, pela Justiça de Mato Grosso, a pedido do deputado e presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva (PP), que teria sido criticado pelos jornalistas. A mordaça ao Estado é citada com destaque na carta, em uma crítica à decisão do TJ-DF, que determinou o envio do processo à Justiça do Maranhão. (Continua).
Protesto contra a censura no Brasil
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Lula quer o planeta recheado de bombas atômicas
Lula quer o planeta recheado de bombas atômicas
STF vai processar Azeredo. Não faz mais que a obrigação.
STF vai processar Azeredo. Não faz mais que a obrigação.
Zelaya para o ministério de Lula
Zelaya para o ministério de Lula
Todos contra o Google
Todos contra o Google
Mastiga, Temer!
Mastiga, Temer!









