quarta-feira, 31 de março de 2010

A illha dos caudilhos

Aí tem para todos os presidentes e tiranos latinos: no primeiro vídeo, Chávez, Evo e Lula. Uma produção de El Chiguire Bipolar, site de humor venezuelano. Divirtam-se. (Gracias, Guilherme).


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Serra condena "falanges do ódio"

Despedindo-se do governo de São Paulo para concorrer à presidência da República, José Serra fez um discurso emocionado, ressaltando que nunca exerceu a política do ódio e que não vai mudar sua atuação, embora seja alvo dessas "falanges do ódio".
E arrematou: "não se pode governar com roubalheira, nem silenciar sobre o mal feito".
Falanges do ódio são, de fato, as hordas incentivadas e organizadas por petistas e pelegos da CUT, cuja atuação violenta remete ao "fascismo do século XXI" do tirano Hugo Chávez.
Serra na presidência será a garantia de que a democracia não sofrerá violações.
O resto é bolivarianismo.

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Grevistas da UnB espancam seguranças

Num ato covarde e vergonhoso, grevistas da Universidade de Brasília atacam seguranças do campus a socos e pontapés.
E ainda se vangloriam, filmando a pancadaria e colocando à disposição no Youtube.
Confiram no blog Ciência Brasil.

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"Fascismo do século XXI" ataca São Paulo

Petistas e sindicalistas ligados à CUT, a maior central de pelegos da história brasileira, convocam seus militantes a infernizar as ruas de São Paulo. Objetivo: desgastar o governador José Serra. Não é exagero dizer que querem um cadáver. Chamo para o comentário do Reinaldo:
Sob o controle do PT e da CUT, 40 sindicatos pretendem levar hoje o caos às ruas de São Paulo num suposto protesto do funcionalismo público contra a política salarial do governo do estado. A Palas Athena do movimento é Bebel, a presidente da Apeoesp, sindicato dos professores da rede oficial de ensino, que comanda uma greve-fantasma. Na quinta-feira passada, esta isenta Deusa da Sabedoria dividia o palanque com a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Ambas estavam fazendo campanha eleitoral num outro sindicato, o dos Metalúrgicos do ABC, o que é proibido. A convocação de hoje é inequivocamente do PT, como José Dirceu deixa claro em seu blog (ver post de ontem). Classifiquei o protesto de uma afronta à democracia. Por quê?
UPDATE: o chamado "Bota-Fora" contra Serra é liderado pelo suplente do senador Suplicy no Senado. Não é preciso dizer mais nada.

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terça-feira, 30 de março de 2010

Big Bang de laboratório

Uma grande vitória da ciência. Deus veste jaleco, criacionistas?

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Meu palanque, tua casa!


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segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma dicotomia ultrapassada

Fernando Barros e Silva prova o quanto os jornalistas da Folhona se valem, ainda hoje, de uma dicotomia ultrapassada, a propósito das candidaturas ao governo de São Paulo:
Lula comemorava, já no ano passado, a ausência de "candidatos de direita" na eleição presidencial deste ano. Nem Serra, nem Dilma, nem Marina (e nem Ciro) se encaixam neste figurino. Não se pode dizer o mesmo da eleição paulista. Seria até uma injustiça com Geraldo Alckmin e Guilherme Afif Domingos não reconhecer: "habemus" direita.
A chapa tucano-demista é favoritíssima ao Palácio dos Bandeirantes. Conforme mostra o Datafolha, Alckmin hoje venceria em São Paulo no primeiro turno. A se confirmar a barbada, voltará ao poder o núcleo mais conservador e menos cerebral do tucanato, a turma cujo lema é "amassar barro". Não deixa de ser também uma vitória (e vingança) de certo espírito de província, em oposição às aspirações cosmopolitas de Serra, FHC e companhia. São Paulo tem os dois lados. (Continua, para assinantes).
Ora, depois da derrubada do muro de Berlim e da implosão da União Soviética, a dicotomia esquerda/direita, se é que ainda existe, se tornou nebulosa, para dizer o mínimo. E soa ridículo dizer que Mercadante e Martha Suplicy são de "esquerda". Fora da democracia, só temos o breu do autoritarismo e do totalitarismo - à esquerda ou à direita. Aliás, mais à esquerda que à direita (vide exemplos da América Latina e África).

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domingo, 28 de março de 2010

Ciências não são contra as religiões. Mas há reciprocidade?

O físico Marcelo Gleiser discorre hoje, na Folha, sobre as complicadas relações entre crença religiosa e ciência. Nenhuma ciência, de fato, tem alguma agenda contra a religião, mas não se pode dizer o mesmo de algumas variantes religiosas sectárias, publicamente contrárias às ciências (o criacionismo é o exemplo mais vistoso). Surrupio na íntegra:
A pergunta que mais me fazem quando dou palestras, ou mesmo quando me mandam e-mails, é se acredito em Deus. Quando respondo que não acredito, vejo um ar de confusão, às vezes até de medo, no rosto da pessoa: "Mas como o senhor consegue dormir à noite?".
Não há nada de estranho em perguntar a um cientista sobre suas crenças. Afinal, ao seguirmos a velha rixa entre a ciência e a religião, vemos que, à medida em que a ciência foi progredindo, foi também ameaçando a presença de Deus no mundo. Mesmo o grande Newton via um papel essencial para Deus na natureza: Ele interferia para manter o cosmo em xeque, de modo que os planetas não desenvolvessem instabilidades e acabassem todos amontoados no centro, junto ao Sol. Porém, logo ficou claro que esse Deus era desnecessário, que a natureza podia cuidar de si mesma. O Deus que interferia no mundo transformou-se no Deus criador: após criar o mundo, deixou-o à mercê de suas leis.
Mas, nesse caso, o que seria de Deus? Se essa tendência continuasse, a ciência tornaria Deus desnecessário? Foi dessa tensão que surgiu a crença de que a agenda da ciência é roubar Deus das pessoas. Um número espantoso de pessoas acha mesmo que esse é o objetivo dos cientistas, acabar com a crença de todo mundo. Os livros de Richard Dawkins e outros cientistas ateus militantes, que acusam os que creem de viverem num estado de delírio permanente, não ajudam em nada a situação. Mas será isso mesmo o que a ciência pretende? Será que esses fundamentalistas ateus falam por todos os cientistas? De modo algum. Eu conheço muitos cientistas religiosos, que não veem qualquer conflito entre a sua ciência e a sua crença. Para eles, quanto mais entendem o Universo, mais admiram a obra do seu Deus. (São vários.) Mesmo que essa não seja a minha posição, respeito os que creem. A ciência não tem uma agenda contra a religião. Ela se propõe simplesmente a interpretar a natureza, expandindo nosso conhecimento do mundo natural. Sua missão é aliviar o sofrimento humano, aumentando o conforto das pessoas, desenvolvendo técnicas de produção avançadas, ajudando no combate às doenças. O "resto", a bagagem humana que acompanha e inspira o conhecimento (e que às vezes o atravanca), não vem da ciência como corpo de saber, mas dos homens e das mulheres que se dedicam ao seu estudo. É óbvio que, como já afirmava Einstein, crer num Deus que interfere nos afazeres humanos é incompatível com a visão da ciência de que a natureza procede de acordo com leis que, bem ou mal, podemos compreender.
O problema se torna sério quando a religião se propõe a explicar fenômenos naturais; dizer que o mundo tem menos de 7.000 anos ou que somos descendentes diretos de Adão e Eva, que, por sua vez, foram criados por Deus, é equivalente a viver no século 16 ou antes disso. A insistência em negar os avanços e as descobertas da ciência é, francamente, inaceitável. Por exemplo, um número enorme de pessoas se recusa a aceitar que o homem pousou na Lua. Quando ouço isso, fico horrorizado. Esse feito, como tantos outros, deveria ser celebrado como um dos marcos da civilização, motivo de orgulho para todos nós. Podemos dizer que existem dois tipos de pessoa: os naturalistas e os sobrenaturalistas. Os sobrenaturalistas veem forças ocultas por trás dos afazeres dos homens, vivendo escravizados por medos apocalípticos e crenças inexplicáveis. Os naturalistas aceitam que nunca teremos todas as respostas. Mas, em vez de temer o desconhecido, abraçam essa ignorância como um desafio e não uma prisão.
É por isso que eu durmo bem à noite.

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Os ismos, esses novos ídolos.

Do filósofo Isaiah Berlin, que não chegou a conhecer o petISMO, cujos militantes já começam a quebrar mais que ovos (ver fotos em post abaixo):
Alguém observou certa vez que antigamente os homens e as mulheres eram entregues como sacrifícios a uma variedade de deuses; no lugar desses, a era moderna gerou novos ídolos: os ismos. Causar dor, matar, torturar são em geral corretamente condenados; porém se essas coisas não são feitas para meu benefício pessoal, mas por um ismo - socialismo, nacionalismo fascismo, comunismo, uma crença religiosa fanaticamente adotada, progresso ou o cumprimento das leis da história -, então elas estão corretas. A maioria dos revolucionários acredita, secreta ou abertamente, que para criar o mundo ideal os ovos têm de ser quebrados, senão se pode fazer a omelete. Os ovos são certamente quebrados - nunca mais violentamente ou ubiquamente do que em nossos tempos -, mas a omelete está longe de nossa busca, recua numa distância infinita.
(Excerto do livro A força das ideias, SP, Companhia das Letras, 2005).

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Judiciário lento? Culpa também do Executivo.

De Gilmar Mendes, presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, em artigo na Folha, dizendo que o Judiciário tenta cumprir a sua parte na redução do estoque de processos:
(...) Há tempos se sabe que muitos apostam na demora da Justiça para protelar o pagamento de dívidas certas ou capitalizar tais valores no mercado financeiro. Por isso não é à toa que grandes bancos e empresas multinacionais estão entre os maiores litigantes. O que espanta mesmo é constar dessa lista órgãos estatais como o INSS, só para citar um dos mais assíduos.
Essa cultura de franca disposição à litigiosidade, de opção pelo confronto, em alternativa à composição, tem representado um tiro no pé do próprio Estado, cujo erário é único. Daí não fazer nenhum sentido que minúsculas questões envolvendo entes públicos sejam levadas às cortes judiciais quando poderiam ser solucionadas administrativamente com menor onerosidade.
(...)
Muito em breve, já não valerá a pena apostar na morosidade processual: feitas as contas, os custos de demandar judicialmente superarão os lucros especulativos.
Nada obstante, a caminhada será menos sofrida se todo o Estado brasileiro houver por bem atuar de forma integrada, proativa e, assim, eficiente, num concerto harmônico, no centro do qual estará o bem-estar do cidadão brasileiro.
Nesse estágio, será quase uma obviedade afirmar que o acesso ao direito não conduz necessariamente aos portais da Justiça, como sói acontecer nos países em que o Estado democrático de Direito, mais do que premissa constitucional, mais do que cânone doutrinário, é experiência plena - e das mais cotidianas. (Continua, para assinantes).

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PAC 2: lá vem mais embromação eleitoreira.

Lula tenta inflar a candidatura de Dilmaligna - que perde feio para Serra, segundo a última pesquisa DataFolha - lançando o PAC 2, voltado para a população dos grandes centros urbanos.
Detalhe: o PAC 1, lançado em 2007, não chegou nem à metade das obras previstas...
O Estado está a serviço do projeto lulista de poder.

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Professores ou militantes nazistas?



A primeira cena ocorreu em São Paulo e já foi ressaltada em vários blogs: supostos professores queimando livros, coisa que, para verdadeiros professores, constitui um crime hediondo. O que a ação lembra? A queima de livros na Alemanha de Hitler. Eis o "fascismo do século XXI" na versão brasileira.

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sábado, 27 de março de 2010

Cadê a Dilma?

O governador José Serra, que nem sequer oficializou a candidatura, dispara na frente de Dilma, que não sai do palanque, sempre ao lado de Lula, já condenado por violação da lei eleitoral.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 27, mostra o pré-candidato do PSDB à presidência, o governador de São Paulo, José Serra, nove pontos à frente da pré-candidata do PT, a ministra Dilma Rousseff. Segundo o levantamento, realizado nos dias 25 e 26 de março, o tucano tem 36% das intenções de voto, enquanto a petista aparece com 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário.

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sexta-feira, 26 de março de 2010

Professores ou militantes profissionais?

Com um resultado desses aí, foi mano a mano. Quem protestou entende tanto de repressão quanto a polícia:
O confronto entre professores da rede estadual de ensino e a Tropa de Choque da Polícia Militar deixou 16 pessoas feridas, segundo a Polícia Militar. A corporação informou que, desse total, 9 são civis e 7 são da PM. A manifestação terminou por volta das 19h30 desta sexta-feira, 26.
Huumm, ainda bem que terminou. Mas vai prosseguir na campanha pelo poste lulista Dilmaligno. Bolivariano, si, si.

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Mala sem alça


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A cara da favorita do imperador


Do eagora.

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Pelegos querem pagar as multas de Lula

As mafiosas associações sindicais, todas cooptadas pelo lulismo a peso de dinheiro, querem pagar as multas a que o TSE condenou Lula, que não faz outra coisa senão campanha política permanente, desrespeitando a lei.
Ora, com isso, assumem publica e vergonhosamente sua condição de pelegos. Não há entidade mais atrasada e ideológica do que os sindicatos. Na prática, qualquer semelhança com as máfias não é mera coincidência.
É de vomitar.

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Acordo EUA/Rússia: bons augúrios.

Reconheça-se que o período da bipolaridade internacional (de um lado, a URSS, de outro os EUA) trouxe um longo período de paz ao mundo, evitando, pelo menos, uma terceira guerra mundial, apesar das ameaças de parte à parte.
O acordo para redução de armas nucleares assinado pelos EUA e a Rússia - sobrevivente da demolição da URSS - traz bons augúrios. Principalmente porque não deixa de olhar para o perigo representado pela Coreia do Norte, restolho do comunismo, e pelo Irã da teocracia islâmica, cujos ditadores estão sedentos por armas nucleares. São os últimos emissários das trevas.

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Só obsessão? Não, é autoritarismo mesmo.

Do editorial do Estadão, que foi bem, mas não precisava recorrer ao intróito que fez. Lula tem que ser tratado tal qual é: um antidemocrático. O resto é firula. Ele só não fez aqui o que o coronel falastrão da Venezuela fez por lá porque ainda há alguma gritaria em meio à letárgica atmosfera de complacência, cooptação e corrupção. Da cooptação, nem as universidades escapam (o pires das federais, ao que parece, tem sido bem contemplado).
Há, no entanto, uma diferença - não de grau, mas de natureza - entre os protestos dos que se julgam injustiçados pelos meios de comunicação e os sistemáticos ataques de Lula à imprensa a que acusa, indistintamente, de tratar o seu governo com “má-fé”. Governadores e prefeitos, ministros e secretários podem deplorar a suposta miopia do noticiário, mas reconhecem a carga inerente de tensão no seu relacionamento com o jornalismo que a eles não se subordina. Já o caso de Lula é obsessão. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, ele está em campanha para demolir a credibilidade dos órgãos de informação. As suas diatribes, como a de anteontem, durante um evento, são uma mistura de vezo autoritário com ressentimento de classe, agravada pelo descontrole emocional diante da mera expectativa de receber críticas. (Continua).

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Dá-lhe, Sponholz!


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quinta-feira, 25 de março de 2010

Justiça suiça bloqueia conta de Sarney

Fernando Sarney, que teve a conta bloqueada, é o filho do senador Côco de Bigode que conseguiu da Justiça brasileira a censura ao jornal O Estado de S. Paulo. Que vá, agora, pedir censura na Suiça...

O Ministério da Justiça confirmou hoje que o governo suíço localizou e bloqueou uma conta com US$ 13 milhões do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A notícia do rastreio e bloqueio da conta foi publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo.
O Ministério da Justiça disse também que os indícios sobre a existência de contas da família Sarney no exterior, administradas por offshores, em paraísos fiscais, apareceram em investigações da Polícia Federal.



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Justiça eleitoral abre os olhos e multa Lula de novo

Depois de um sono letárgico, a Justiça Eleitoral, enfim, abre os olhos e começa a enxergar o que escandaliza muitos brasileiros: Lula não sai do palanque.
Fez muito em multar o Pequeno Timoneiro por violar a lei, embora o valor ainda seja mínimo: 10 mil reais. Mas na semana passada ele já tinha levado uma de 5 mil reais.
Que a próxima multa, portanto, seja de 20 mil reais - e assim sucessiva e progressivamente.

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Greves contra Serra. Agora só falta liberar o PCC.

O editorial do Estadão foi na couve. A pelegada da CUT e outras entidades que são correia de transmissão do lulo-petismo desencadeiam greves para tentar queimar o governador José Serra, que deixará o governo no tempo legal para concorrer à presidência da República (coisa que Dilmaligna não fez). Repetindo o que já disse aqui outro dia: só falta agora convocaram os irmãozinhos do PCC, como fizeram na última eleição, para infernizar São Paulo. Desses pelegos que vivem à sombra do Estado se pode esperar tudo para preservar o poder em que chafurdam há oito anos.
À medida que se aproxima a data de desincompatibilização do governador José Serra para se candidatar à Presidência da República, aumentam protestos e ameaças de greve das corporações da máquina pública estadual que são controladas por sindicatos vinculados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e ao PT. Embora com pequena adesão, prossegue a greve do professorado, decretada há duas semanas, e os servidores das áreas de saúde e segurança também estão prometendo parar nos próximos dias. As três categorias representam mais de dois terços do funcionalismo público estadual.
As reivindicações são irrealistas. Os líderes sindicais do magistério estadual querem reajuste de 34% e o fim do Programa de Valorização pelo Mérito, que prevê aumento de 25% para um quinto dos docentes, a cada ano, mediante a realização de prova de capacitação. Os dirigentes sindicais do setor de saúde pleiteiam para a categoria aumento salarial de 40%, reajuste do vale-refeição e jornada de trabalho de 30 horas semanais. E os porta-vozes dos servidores da área de segurança, que já tiveram grande parte de suas reivindicações atendidas em 2008, pretendem deflagrar operação-padrão para mostrar a "estrutura defasada" da Polícia Civil.
(Continua).

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quarta-feira, 24 de março de 2010

Obama pede fim da repressão em Cuba

Esta notícia vai demorar a aparecer nos sites dos jornalões brasileiros, que não gostam de desagradar o governo Lula. Enfim, Obama pede a libertação dos presos políticos e diz unir sua voz à do povo cubano e ao crescente apelo, em todo o mundo, pelo fim da repressão em Cuba.
Assine o manifesto mundial e também a petição online dos brasileiros em favor da liberdade dos cubanos, vítimas da mais antiga ditadura do planeta.

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Lula X Guttenberg


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Lula em campanha contra a imprensa

Quanto mais se aproximam as eleições, mais o Pequeno Timoneiro ataca a imprensa, que, repito, jamais foi tão dócil e tão infestada de chapas-brancas. O modelo de imprensa do presidente, que não sai do palanque, é o jornal cubano Granma.
Para Lula e os petistas, jornal oficialista é "democratização da mídia".

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A campanha milionária de Dilmaligna

No jornal O Globo, sobre os cofres escancarados para a candidata bolivariana.

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terça-feira, 23 de março de 2010

Contra as leis raciais

Do Professor José Roberto Pinto de Góes, da UERJ, em artigo ("Um país misturado") publicado hoje em O Globo e reproduzido no blog Contra a racialização do Brasil (vale a pena ler):
O Supremo Tribunal Federal está julgando a constitucionalidade do sistema de cotas raciais adotado pela Universidade de Brasília. A decisão que vier a tomar pode pôr fim à tentativa de governos e ONGs de levar o Estado brasileiro a classificar racialmente os cidadãos, ou incorporar de vez leis raciais ao nosso ordenamento jurídico.
O sistema de cotas raciais da UnB sempre foi escandaloso — até para os padrões racialistas, que são muito elásticos. Na sua primeira versão, o candidato às vagas para a “raça negra” devia anexar uma fotografia à declaração de ser negro. Uma comissão julgava o caso. Aí veio o supremo ridículo, no vestibular de 2007: a comissão certificou a negritude de Alan e recusou a de Alex, irmãos gêmeos idênticos. A exigência da fotografia caiu, mas a comissão ainda existe e é secreta, clandestina. Não é incrível? Um grupo anônimo, sem delegação alguma da sociedade, se arvora o direito de dizer a mim, a você, a qualquer brasileiro, o que somos e a que raça pertencemos. A UnB criou um tribunal racial e a figura jurídica do estelionato racial.
Audiências públicas foram realizadas no início deste mês. O STF ouviu 28 pessoas favoráveis às cotas raciais e 12 contrárias. Mas as intervenções foram pautadas pela serenidade, educação e respeito, como convém à dignidade daquela Corte. Os maus modos começaram depois, na imprensa e na internet. Tem sido sempre assim: a militância racialista não discute — porque não quer ouvir argumentos diferentes dos seus — e se contenta e se compraz em desqualificar o “inimigo”, que só pode estar mal intencionado, ser contra a inclusão social, os pobres, os negros e tudo de justo e razoável que pode haver nesse mundo.
O alvo da vez é o senador Demóstenes Torres, crítico das leis raciais. Na qualidade de presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, ele fez uso da palavra e, entre outras coisas, afirmou que os brasileiros não padecem de uma espécie de pecado original, caracterizado pelo estupro das escravas por seus proprietários (obviamente todos brancos, nessa versão). Desde então, tem sido amplamente caluniado, como se tivesse negado a natureza intrinsecamente má da escravidão e o poder dos senhores de violentar suas escravas.
O senador não disse nada disso. No que disse, tem razão. A miscigenação do povo brasileiro tem pouco a ver com estupro de escravas. Não se trata de negar ou diminuir a dor experimentada por muitas mulheres que se viram cara a cara com o mal, representado pelo desejo sexual despótico do proprietário.
Mas a nossa miscigenação, tão larga, tão ampla, se fez, sobretudo, entre a população pobre e livre — geralmente bem maior do que a população escrava. Todas as fontes até hoje estudadas o indicam. Se alguém tem provas em contrário, que apresente. Até lá, não há por que duvidar que somos mestiços filhos do desejo, do amor e do cuidado de nossas famílias.
Por que os racialistas insistem em criar o Mito do Estupro Original? É simples: porque precisam associar a idéia de negro (na qual incluem os pardos) à de vítima. A vitimização da “raça negra” é peça central na ideologia racialista: sem ela não há cotas, não há reparação, não há leis raciais.Além disso, não se conformam com a nossa miscigenação. Tudo seria muito mais fácil se o Brasil fosse um país bicolor, pretos de um lado, brancos de outro. Não é. Então, faz-se necessário desqualificar a nossa mistura e inventar um passado pecaminoso para ela.
Moral da história: não se pode querer leis raciais para o Brasil sem levar na alma certo incômodo com Brasil tal como ele é: misturado, racialmente indistinto e surdo a apelos raciais.

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Enrola, Dilmão, enrola!


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Céticos tentam "suicídio" com homeopatia


Aproximadamente 400 céticos britânicos se entupiram de "remédios" homeopáticos, tempos atrás, buscando uma "overdose". Como esperado, nada aconteceu. A manifestação "suicida" dos céticos teve por objetivo protestar contra a venda desses remédios pseudocientíficos nas farmácias. Puro placebo, dizem eles.


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Deputados liberticidas louvam a tirania castrista

Essa gente ainda não chegou ao século XXI. Está embalsamada em ideologias ultrapassadas que só vingam ainda, triste e vergonhosamente, na América Latina. A tal de deputada Vanessa Graziottin, do PCdoB (Amazonas) - é incrível que esse partido, contrário às liberdades, ainda exista - promove uma moção de apoio à ditadura cubana, a mais antiga do mundo. É um gesto infame de políticos que não honram a democracia. Aí vai um trecho da matéria, incompleta, por sinal (quem são os demais deputados?):
Um insólito "protesto" em favor da ditadura cubana ganha força na Câmara dos Deputados. O grupo parlamentar Brasil-Cuba, comandado pela deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), está recolhendo assinaturas em uma moção de solidariedade ao governo de Raúl Castro, enquanto dissidentes cubanos lançam uma apelo internacional contra o "crime de consciência" na ilha. O texto da moção dos deputados trata o movimento de dissidentes em Cuba e as manifestações contra o regime dos irmãos Castro como uma "cruzada infame" fabricada contra a soberania, a independência, a dignidade e o heroísmo do povo cubano.

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Prêmio Nobel também acusa ditadura cubana

Herta Mueller, que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura no ano passado, é uma das signatárias do documento OZT (Orlando Zapata Tamayo): Eu Acuso o Governo Cubano, que continua recebendo assinaturas de pessoas que defendem a democracia e as liberdades onde quer que seja.
Vergonhosamente, o Brasil tem o menor número de signatários. Nada se espere de "intelectuais", artistas e escritores do Grotão, quase todos comprometidos com o governismo ou patrocinados pelo Estado.
Nada se espere de Chico Buarque, Marilena Chauí et caterva, mas o que dizer do silêncio de Caetano Veloso, Gilberto Gil, sempre tao falastrões...
Quanto ao escritores, bene, não temos nem sequer um Mário Vargas Llosa neste continente no lado de cá dos Andes.

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Mais uma do governo Lula: Bolsa para militantes.

Violação das normas éticas, neste governo, não tem limite. Agora os assessores com cargos comissionados (leia-se: militantes petistas que entraram no serviço público pela janela) terão direito a embolsar seus gastos com combustível.
Em poucas palavras, nós, que pagamos o coquetel de combustíveis mais caro - e de pior qualidade - do mundo, vamos bancar os militantes fazendo campanha e sabe-se lá o que mais.
Dá vergonha ser brasileiro na medíocre Era Lula.

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Luiz Inácio Chávez ataca a imprensa

Lula e o PT nunca foram democráticos. Engolem a custo a existência de instituições como a imprensa, sem a qual, simplesmente, não há democracia (vide Cuba e Coreia do Norte). Ao final de seu governo, volta a botar as manguinhas autoritárias de fora - o que se tornará rotineiro quando a campanha presidencial esquentar, tendo ele que empurrar sua candidata bolivariana. Pela milésima vez, atacou a imprensa, que nunca foi tão dócil e tão infestada de chapas-brancas. Na Folhona:

"Alguns setores da imprensa não veem e não enxergam ou não querem ver ou não querem enxergar, mas em muitos casos deste país está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas da cidade estão voltando para o campo. Isso porque nós temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar. Temos uma grande política de assentamento de 570 mil famílias no campo. Isso porque o governo federal compra parte dos alimentos, os pequenos produzem e porque levamos luz elétrica para 12 milhões de brasileiros que moram no meio do mato", disse Lula.

Ele participou hoje da cerimônia de abertura da 5ª Sessão do Fórum Urbano Mundial - O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido. O evento, segundo a Prefeitura do Rio, reúne 15 mil participantes de 160 países.

Segundo reportagem da Folha, o presidente tem se queixado do que classifica de "atitude agressiva" de alguns setores da mídia e avalia nomear um ministro das Comunicações com "capacidade de interlocução" com a mídia.

A relação de Lula com a imprensa desde que chegou ao poder nunca foi amistosa. Ele costuma dizer que não lê jornais e chegou a afirmar que o "papel da imprensa não é o de fiscalizar, e sim de informar".

Na semana retrasada, ele disse que, "neste país, eles [empresários da mídia] não estavam acostumados a ter um presidente da República que não precisa almoçar com eles, jantar com eles e tomar café com eles para governar este país".

Hoje, durante o evento no Rio, o presidente afirmou ainda que o Brasil está vivendo um momento da história em que é possível construir um novo país, uma nova política urbana para os países em desenvolvimento.

"E possível construir sem precisar criticar o que aconteceu antes de nós. Eu digo sempre que o século 21 é o século que o administrador público tem que ter duas coisas fazer. A primeira é projetar uma cidade com melhor qualidade de vida e a segunda é fazer a reparação dos desmandos causados por muitos administradores do século 20, que permitiram que o país e muitas cidades no Brasil e no mundo se transformassem numa grande favela."

Lula também voltou a defender os mais pobres. "A coisa mais barata e a coisa mais simples que um governo tem que fazer é cuidar da parte mais pobre da população."


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A máfia grotense


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Cuidado, Serra!


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domingo, 21 de março de 2010

Vai, Lula, jogar a pá de cal na ONU...

Dizem que o homem quer se tornar secretário-geral da ONU. Ótimo! Assim esse órgão inútil e perdulário afundará de vez.
A ONU é a rainha das Ongs.

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Jornal da ditadura cubana elogia "apoio do Brasil"

O Granma, porta-voz da tirania cubana, saúda o apoio do Brasil à ditadura. Apoio do Brasil, uma ova! Lula, Amorim, Marco Aurélio Garcia, Frei Betto e tutti quanti que fiquem com essa maldição.

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sábado, 20 de março de 2010

Delúbio, o ético de Goiatuba.


É a primeira vez que ouço falar em Goiatuba, que formou uma turma de administração (área que, com exceções, está mais para auto-ajuda do que para ciência) tendo como patrono Delúbio Soares, ele próprio, o homem do mensalão e do BancooPT.
Goiatuba merece ser a capital do Grotão lulista.

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Beberagem religiosa, pois sim...

Encurtando a conversa, qualquer droga merece o nome que tem: não passa de droga, seja qual for a motivação que leve ao seu consumo. Associada a culto religioso, então, é meio caminho andado para qualquer gesto de loucura, principalmente se o usuário já anda longe da realidade.
Vai nessa linha o assassinato do cartunista Clauco e de seu filho pelo drogado Cadu. Chá de cipó alucinógeno, igrejinha Céu de Maria, "miragem", sei, sei, coisas desse tipo conduzem a alguns desfechos que não surpreendem.
Santo Daime, como disse o maestro Canedo, fica melhor como "Holy Give Me"...

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Dilmão, experiência zero.

Saiu no Coturno, mas não custa passar adiante: a candidata Dilmaligna tem zero no currículo em termos de eleição e experiência. Ah, sim, e também não é doutora, ao contrário do que costuma dizer. A única coisa que a gente sabe é que a ex-terrorista é bolivariana. (Clique para ampliar).

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Itamaraty não aprende nem com os fracassos

Em editorial, o Estadão demonstra a esperança de que o Itamaraty enfim "abra os olhos" diante da sucessão de fracassos e do apoio às ditaduras.
Vã esperança. Sob Lula, a casa de Rio Branco continuará abraçada à escória internacional.
Aliás, é duvidoso que, depois da devastadora direção dos petistas Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia (este, um pseudo-diplomata) o Itamaraty recupere a boa imagem e o respeito que teve no passado.
Ideologia emburrece, como bem disse Maria Sylvia de Carvalho Franco.

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Procurando Maluf? Falem com os lulistas.


E, cá pra nós, Maluf é ladrão de galinha perto do que o PT está fazendo e sempre fará.

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Não ofereçam Cuba Libre a D. Luiz 51


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Ditadura coreana derrota Itamaraty

Pois é, mais um retumbante fracasso da política externa do governo Lula. Parabéns, mais uma vez, ao chanceler Celso Amorim e ao assessor para assuntos cucarachos Marco Aurélio Garcia. Deu nisso a política de afagar ditadores:
A estratégia do Brasil de poupar regimes autoritários e criar condições de diálogo com países que promovem graves violações de direitos humanos sofreu um ontem um duro revés e mostrou todas as suas limitações.
Em Genebra, a Coreia do Norte rejeitou todas as sugestões do Brasil e de outros governos para promover a melhora da situação dos direitos humanos. Pyongyang se recusou até mesmo a afirmar se aceitava ou não as propostas e só indicou que "tomava nota" das ideias. Para ONGs, a confusão de deve servir de lição para o Brasil, que já admite mudar de posição pelo menos em relação à Coreia do Norte.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

O retorno do pacifista


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Agora só falta chamar o PCC

A Apeoesp, que reúne os professores de São Paulo, iniciou uma greve que os militantes petistas querem estender aos setores de saúde, transportes etc. É uma boa medida para desgastar o governador José Serra, que em breve lançará sua candidatura à presidência.
Agora só falta a "cumpanherada" chamar os irmãozinhos do PCC de Marcola.
Já vimos esse filme quando o governador era Geraldo Alckmin.
Criatividade, de fato, não é o forte dos broncos petistas de São Paulo.

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Aeroporto ou terminal rodoviário?

Com raras exceções, os aeroportos brasileiros estão mais para terminal rodoviário mesmo: infra-estrutura precária, pouca fiscalização etc. Em alguns (como é o caso do "aeroporto internacional" de Florianópolis), os passageiros descem do avião enfrentando chuva.

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Um linguarudo no Oriente


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Presidente palestino bota Lula contra a parede

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, diz que Lula só ajudará a melhorar a situação no Oriente Médio se pedir a seu amigo "Adolfinejad", o tirano iraniano, que pare de financiar o grupo terrorista Hamas. E agora, Lula?
A Autoridade Palestina (AP) dispensou a mediação do Brasil em seu diálogo com o Hamas. Mas quer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveite a visita a Teerã, em maio, para tratar do envolvimento do Irã com o Hamas. Em entrevista exclusiva ao Estado, o presidente da AP, Mahmoud Abbas, deixou clara a mensagem: "Atores influentes da região dificultam a reconciliação nacional, particularmente o Irã, que não se mostra interessado no diálogo nacional palestino com base em uma agenda palestina." Na troca de perguntas e respostas com o Estado, por escrito, encerrada ontem em Ramallah, o presidente da ANP foi taxativo: "Pedimos ao presidente Lula que inclua o tema palestino no seu diálogo com o Irã."
O maior problema palestino não é Israel nem os EUA: é o belicoso Hamas, que rejeita qualquer negociação, inferniza o território palestino e quer destruir Israel.

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Profeta da paz ou do terror?

Lula, que se negou a visitar o túmulo do fundador de Israel, Theodor Herlz, recebeu os terroristas do Hamas na Palestina, visitou o túmulo de Yasser Arafat e, como resposta, foi lançado candidato a secretário-geral da ONU.


Aliás, um bom lugar, hoje, para antidemocratas de todos os quadrantes.

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Milhões para os chapas-brancas da TV Lula

Recebi do Blogs pela Democracia e passo adiante:

Primeiro a Folha de São Paulo denunciou o incrível contrato do blogueiro Luiz Nassif com a TV Lula: em torno de R$ 1,3 milhões para produzir um programa semanal, denominado Brasilianas.org, três vezes mais do que a LBV cobrou para produzir, com o triplo de pessoas, o Programa Cara e Coroa, que estréia em abril. Ontem, o Imprensa Marrom denunciou que outro blogueiro, Luiz Carloz Azenha, também participa de um contrato espetacular com a TV Brasil, ainda maior: cerca de R$ 2,5 milhões para apresentar um programa semanal denominado Nova África. Nassif foi contratado sem concorrência, Luiz Carlos Azenha entrou no "combo" de uma concorrência de técnica e preço, mas com definição pelo primeiro critério, é obvio. Os dois, além da atividade televisiva, produzem blogs completamente alinhados entre si e inteiramente alinhados contra um único inimigo: José Serra, o candidato da oposição. Os dois auferem seus proventos destas gordas quantias, muito acima do mercado, justamente da área de comunicação do Palácio do Planalto, que comanda a TV Brasil. Junto com Paulo Henrique Amorim, formam a trinca que pauta os "guerrilheiros virtuais" do PT, em toda a blogosfera.
Hoje, quando tenta se defender, Azenha usa um post do Nassif . Põe afinação nisso. A revelação dos contratos já fez surgir, nos blogs dos dois afortunados, que a denúncia faz parte de uma operação elaborada e comandada por quem para destruí-los? José Serra, é claro. Agem, Azenha e Nassif, exatamente como os petistas frente às denúncias das falcatruas do José Dirceu e das negociatas do João Vaccari Neto: é tudo um golpe articulado da oposição golpista, composta por Serra, Veja, Folha de São Paulo... Eita! Como o dinheiro faz certo tipo de gente aprender rápido! Que tal se explicassem porque, em toda a blogosfera, somente os dois têm este tipo de contrato com a TV Brasil e com o governo Lula? Será que é porque estão a soldo do governo Lula que atacam sistematicamente o candidato adversário e tentam desqualificar a imprensa livre? Este chapabranquismo é a contrapartida ao estupendo aporte financeiro que recebem todos os meses? A verdade é que estamos pagando, com o dinheiro dos nossos impostos, R$ 3,8 milhões por ano para o mascate das mão peludas e para o jornalista que vive do imundo fazerem programetes com zero de audiência. O seu trabalho, na verdade, é outro, bem diferente. É gerar conteúdo e alimentar as ratazanas da blogosfera. Sabe como é, para ratos, qualquer queijo podre é banquete.
....................................................................
Assim sendo, já temos na TV Lula as brasilianas do Nassif, as africanas do Azenha e só falta, para completar, as bolivarianas do PHA e as cubanas do Ricardo Kotscho. Não demora.

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O silêncio dos bolsistas da ditadura

Por onde andam as autoproclamadas e verborrágicas vítimas da ditadura brasileira, que nada dizem em favor dos prisioneiros políticos da ditadura cubana? Sei, sei, estão gozando as polpudas bolsas-ditadura. Direitos humanos é só para vocês, patifes milionários? Tomem vergonha!
Pensando nesses covardes, assine você também o pedido em favor dos presos cubanos, encabeçado por Yoani Sánchez, Carlos Alberto Montaner e outros.

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Serra vence em primeiro e segundo turnos

Mas é claro que os jornais dirão que o governador paulista, que nem é candidato ainda, está caindo, e que diminui a diferença entre ele e a bolivariana Dilmalévola, que divide o palanque com Lula.
É só conferir aqui mesmo, no Estadão.

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Marina: Avatar amazônico.

Marina Silva, candidata do PV à presidência da República, anda atrás do cineasta James Cameron, diretor de "Avatar". Acha que o filme é um "gatilho importante para o ativismo ambiental". Quem ainda tinha dúvidas sobre a utopia regressiva da candidata, agora pode confirmar: sua visão é tão primitiva quanto a dos personagens do filme.
Marina Silva, senadora e pré-candidata à Presidência pelo PV, está buscando uma aproximação com o cineasta James Cameron, vencedor de três Oscar pelo blockbuster Avatar. Marina acredita que o filme, detentor da maior bilheteria da história do cinema, é mais um gatilho importante para o ativismo ambiental, plataforma essencial de sua campanha.
Se tudo ocorrer como planeja a equipe da pré-candidata, um encontro com Cameron está próximo de acontecer. Nos dias 26 e 27 de março, ambos devem participar, ao lado do ex-vice-presidente dos EUA Al Gore e do ecólogo Thomas Lovejoy, do Fórum Internacional de Sustentabilidade, que será realizado em Manaus (AM).

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terça-feira, 16 de março de 2010

ETA/Farc/Chávez: a sentença espanhola.

O documento na íntegra, em arquivo pdf. Tomem, bolivarianos do Grotão, defensores do "fascismo do século XXI".

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Governo recua no plano bolivariano

Depois das críticas recebidas - acanhadas, até, por parte de algumas entidades ameaçadas -, o governo decidiu recuar em alguns pontos polêmicos do Plano de Direitos Humanos (leia-se: programa bolivariano da Dilmalévola), engendrado na virada do ano, no recesso dos poderes.
O governo federal se rendeu à onda de críticas da sociedade e de entidades sociais e anunciou que vai alterar todos os pontos polêmicos do decreto que instituiu, em dezembro passado, o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Isso inclui artigos como o que prevê a legalização do aborto, a proibição de símbolos religiosos em locais públicos e o que prevê a necessidade de ouvir invasores de terras no cumprimento de decisões judiciais sobre conflitos agrários, como reintegrações de posse.
As mudanças também vão eliminar do texto qualquer vestígio que signifique risco de censura à imprensa. "Estamos dispostos a promover as correções necessárias", afirmou.
Mas, como não se pode confiar em lulopetistas, é bom ficar de olho.

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Um filme sobre Charles e Emma Darwin

Isabela Boscov analisa, na Veja desta semana, o filme inglês Criação, de Jon Amiel, que estreia nesta semana em todo o Brasil. O título não poderia ser mais infeliz: de alguma forma, acaba dando corda ao criacionismo. Por que não Evolução, já que é disto que tratava Darwin? Segundo a revista, o filme mostra como a perda da filha e a fé de Emma quase levaram o naturalista a engavetar definitivamente sua revolucionária obra A Origem das Espécies. Surrupio o texto na íntegra (é claro que vou ver o filme):
A lealdade conjugal é uma qualidade admirável, além de algo rara. Mas em um caso, ao menos, ela quase pôs a perder aquela que se tornaria a ideia mais influente do pensamento científico nos dois últimos séculos: a teoria da evolução formulada por Charles Darwin. Casado com sua prima-irmã Emma - nada de estranho ou escandaloso nisso na primeira metade do século XIX -, o naturalista protelou durante anos a publicação de seu tratado revolucionário, A Origem das Espécies, e quase perdeu de vez a saúde já habitualmente instável com a aflição provocada pelo dilema de editá-lo ou não. A causa primordial dessa angústia era a religiosidade de sua mulher, e a maneira como, em um período particularmente difícil na vida do casal, ela fez aflorar ainda mais dúvidas sobre a fé cristã em que ele fora educado, e da qual abdicara. A história é familiar aos que conhecem em detalhe a trajetória de Darwin. Mas, no contexto de suas conquistas científicas, não passa de uma nota de rodapé. Colocá-la no centro da polêmica formidável que A Origem das Espécies provocaria, e mostrar como, na verdade, esse conflito doméstico em tudo antecipou essa polêmica, é o feito de Criação (Creation, Inglaterra, 2009), que estreia no país na próxima sexta-feira.
Se o relacionamento encenado no filme por Paul Bettany e Jennifer Connelly (casados também na vida civil) parece bem mais moderno e igualitário do que se imagina do padrão vitoriano, não é porque o diretor inglês Jon Amiel tenha tomado liberdades com os fatos. Desde muito antes de seu casamento, em 1839, Emma e Charles tratavam com franqueza das divergências que poderiam dividi-los. Pianista talentosa, que chegou a ter carreira como concertista, ela era uma entusiasta das ambições do marido e muito colaborou para que se concretizasse sua longa viagem a bordo do navio Beagle, durante a qual ele estabeleceu as bases de sua teoria. Mas Emma tinha também convicções religiosas profundas e, tanto quanto se possa aplicar aí o termo, racionais, já que eram fruto de estudo e questionamento. A correspondência dos dois nos anos anteriores ao casamento mostra que Darwin nunca escondeu dela sua migração rumo ao agnosticismo. E, durante a maior parte de sua vida conjugal, os dois negociaram, quase sem atrito, suas diferenças.
Na década de 1850, porém, uma constelação de fatores abalou essa détente. Em 1851, aos 10 anos, morreu Annie, a filha mais velha e querida de Darwin. O naturalista foi acometido de diversos males - em maior quantidade e gravidade do que fora comum até ali - e tornou-se quase um recluso (entre as muitas hipóteses sobre sua saúde frágil, inclui-se a de que suas doenças fossem psicossomáticas); Emma se refugiou na fé. Em meio a esse equilíbrio tão precário, Darwin escrevia, escrevia, e não chegava a lugar nenhum: sua teoria (que afinal seria publicada em 1859) de certa forma "assassinava Deus", como resumiu seu editor - e poderia também, portanto, assassinar de mil maneiras diferentes o que restava de harmonia na família, no casamento e no seu íntimo.
Criação faz um bom trabalho de reconstituir esse período na vida do cientista e do homem. São belíssimas, por exemplo, as várias cenas em que ele conta à filha como travou contato com uma macaquinha levada da Nova Guiné para a Inglaterra, e como ela morreu, solitária, no zoológico - elas elucidam algumas de suas iluminações científicas e, ao mesmo tempo, sugerem como a nova ordem que ele enxergara na natureza, embora totalmente distinta da ordem disseminada pela religião, era também ela repleta de um sentido de conexão e de deslumbramento. Menos bem-sucedida é a tentativa de recriar a tensão que assomava e se multiplicava à medida que A Origem das Espécies ia tomando forma: Jon Amiel é um diretor por demais amável e conciliador para cravar os dentes nesse aspecto de sua história e escapar, assim, aos elementos mais banais dos filmes de época. Mas Criação ao menos consegue trazer à baila um aspecto que muitos dos grandes pioneiros da ciência, do próprio Darwin a Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto americano da bomba atômica, viveram na carne e nos nervos: a urgência de seguir adiante, e o tormento de consciência de não saber o que esse adiante guarda.


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Festival de inaugurações


Maquete, pedra fundamental e por aí vai...
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Cartilha eleitoral da AGU é de dar risadas

A cartilha da AGU tem por objetivo orientar os agentes públicos durante o período eleitoral. Claro que a peça também vale para Lula.
É de gargalhar: ele tem direito a "inaugurar obras e vistoriar serviços", mas só poderá fazer campanha para Dilma "depois do expediente" (quá!) e "às custas do PT" (quá-quá!).
E quem é que vai tirar o Pequeno Timoneiro do palanque que ocupa há quase oito anos?
P.S.: Dilmaligna pode andar abraçada com Lula até junho...

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Espanha pede prisão de terroristas das Farc

As ordens internacionais emitidas pela Justiça espanhola pedem a prisão de 12 terroristas do grupo separatista ETA e das Farc, que promoveram uma aliança sob os auspícios do tirano Hugo Chávez. Os facínoras colaboraram em atentados promovidos na Espanha e agora planejavam um atentado contra o presidente colombiano Álvaro Uribe, inimigo de Chávez e seus cupinchas sul-americanos.
Bene, se os assassinos fugirem para o Brasil, terão a cobertura do governo Lula. Aliás, não duvido que alguns deles já estejam por aqui.
O fato é que, ao mesmo tempo em que apoia a escória dos governantes mundiais, Lula acoita a escória narco-terrorista que foge para o Grotão.
(Gracias, Karlos).

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segunda-feira, 15 de março de 2010

Um fiasco atrás do outro

O comportamento de Lula em Israel é digno de qualquer governante antissemita. Fica pouco a dever a "Adolfinejad", seu aliado e protegido, que prometeu fazer um segundo holocausto atirando os judeus ao mar.
Mal aconselhado pelo Itamaraty de Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia, o Pequeno Timoneiro desgradou a todos os israelenses, a ponto de sua visita ter sido - justamente - boicotada pelo próprio chanceler daquele país.
O governo Lula, desde sempre, é aliado de narcotraficantes, ditadores e terroristas. A opção do Itamaraty, como o blog tem dito, é pela escória internacional.
Ser brasileiro, na era petralha, só é motivo de vergonha.

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Retaliação ou vale-tudo?

Eis a minuta das medidas de retaliação tomadas pelo governo do Pequeno Timoneiro contra os Estados Unidos (a coisa está mais para pirataria e rapinagem):

01 Subtração, por tempo determinado, do prazo de proteção
de direitos sobre patentes de produtos ou processos
relativos a medicamentos, inclusive veterinários.
02 Subtração, por tempo determinado, do prazo de proteção
de direitos sobre patentes de produtos ou processos
relativos a produtos químicos agrícolas.
03 Subtração, por tempo determinado, do prazo de proteção
de direitos sobre patentes de produtos ou processos
biotecnológicos agrícolas.
04 Subtração, por tempo determinado, do prazo de proteção
de direitos sobre cultivares.
05 Subtração, por tempo determinado, do prazo de proteção
de direitos do autor e conexos sobre modalidades
de execução pública musical.
06 Licenciamento de patentes de produtos ou processos
relativos a medicamentos, inclusive veterinários, sem
autorização do titular e sem remuneração.
07 Licenciamento de patentes de produtos ou processos
relativos a produtos químicos agrícolas, sem autorização
do titular e sem remuneração.
08 Licenciamento de patentes de produtos ou processos
biotecnológicos agrícolas, sem autorização do titular e
sem remuneração.
09 Licenciamento de direitos do autor e conexos sobre
obras literárias, sem autorização do titular e sem remuneração.
10 Licenciamento de direitos do autor e conexos para o
exercício da comunicação ao público de obras audiovisuais,
sem autorização do titular e sem remuneração.
11 Suspensão do direito exclusivo do titular de impedir a
importação e comercialização no mercado interno de
medicamentos, inclusive veterinários, que incorporem
direitos de patente, ainda que o bem importado não
tenha sido colocado no mercado externo diretamente
pelo titular dos direitos de propriedade intelectual ou
com seu consentimento.
12 Suspensão do direito exclusivo do titular de impedir a
importação e comercialização no mercado interno de
produtos químicos agrícolas que incorporem direitos de
patente, ainda que o bem importado não tenha sido
colocado no mercado externo diretamente pelo titular
dos direitos de propriedade intelectual ou com seu consentimento.
13 Suspensão do direito exclusivo do titular de impedir a
importação e comercialização no mercado interno de
produtos biotecnológicos agrícolas que incorporem direitos
de patente, ainda que o bem importado não tenha
sido colocado no mercado externo diretamente pelo
titular dos direitos de propriedade intelectual ou com
seu consentimento.

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O profeta da paz no Oriente


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Lula? "Um oportunista de memória curta".

Do jornalista Guillermo Fariñas, prisioneiro da ditadura castrista, em entrevista ao Estadão:
Lula é um oportunista de memória curta. Está dando apoio a gente que está há 52 anos no poder, Logo ele, que foi um perseguido político durante a ditadura brasileira. Se tivesse chegado ao poder nos anos 60, talvez tivesse feito como os Castros. Ele deveria saber que depois da Guerra Fria já não há espaço para o poder longe do povo. A minha morte é a maneira de mostrar que não sou mercenário.

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domingo, 14 de março de 2010

Os palestinos são terroristas?

Marco Aurélio Garcia, o assessor de Lula para assuntos cucarachos e, agora, também para o Oriente Médio, soltou esta, extremamente ambígua:
- Será que a ameaça do terrorismo existiria se a tensão palestina tivesse sido resolvida há mais tempo?
Acho que a indagação feita no título do post não é imprópria. Em plena Palestina, ele insinuou que palestino é terrorista.
Ao que parece, o subintelectual petista tem a chave da história para fazer generalizações desse tipo. E olha que o Top-top tenta bancar o "moderado" (lá longe, claro).

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Lula, Marcola, Elias Maluco e Cuba.

Como todos sabem, o Pequeno Timoneiro do Grotão comparou os prisioneiros de Cuba (onde a discordância é crime) aos bandidos brasileiros, facínoras da pior espécie - em geral protegidos por advogados, ongs e igrejas.
A comparação continua gerando críticas, mas só agora, aos poucos, se fala em "decepção internacional". Decepção, aqui dentro mesmo, já se tem desde os primeiros meses de governo lulista. A pauta criminal já estava traçada.
Mas não deixa de ser bem lembrado: para Lula, pedir eleições democráticas, emprestar livros proibidos e escrever em jornais estrangeiros - os "delitos" cometidos pelos 75 dissidentes presos em 2003, condenados a até 28 anos - equivale a matar, roubar ou sequestrar.
Ideologia, de fato, emburrece. Sempre.

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Quem são os donos do Brasil?


Clique e veja quem tem dinheiro para tudo, lícita ou - de preferência - ilicitamente.

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Montesquieu e o Brasil

"Quando vou a um país, não examino se há boas leis, mas se são executadas as que há, pois há leis boas por toda parte." A frase é do filósofo iluminista Montesquieu, lembrado em artigo no Estadão a propósito das belas leis brasileiras - belas, quase perfeitas, porém inócuas.
As leis eleitorais, por exemplo, são tão eficazes quanto o tribunal que tem a incumbência de fiscalizá-las: a campanha ilegal do governismo corre solta enquanto os juízes dormem.
Há lei, há tribunal, mas a campanha é escancarada.
Salve, Montesquieu!

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sábado, 13 de março de 2010

Ah, as crenças...

O cartunista Glauco foi morto por um dos membros de sua seita, ligada ao tal de Santo Daime, que toma beberagens alucinógenas feitas com cipó. O assassino disse que era o próprio Jesus Cristo.
Nos EUA, um artista que virou fanático religioso violava as filhas.
Por trás de tudo, as crenças. Crenças infundadas, bem entedido. Crença, só a verdadeira e justificada, isto é, o conhecimento.
O resto é crendice mesmo. Passa longe, muito longe da racionalidade.

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Redescobrindo o Grotão


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sexta-feira, 12 de março de 2010

Um cafezinho pela democracia

A comunidade que quer Dilmaligna longe da presidência já conta com 16 mil membros e convida todos a se manifestarem no domingo, às 15 horas, em São Paulo e no Rio de Janeiro:
Nós, da comunidade "Não quero Dilma Rousseff presidente do Brasil", com quase 16.000 membros, vamos realizar um flash mob neste domingo, 14/03, às 15h. Chama-se "Cafezinho pela Liberdade" e é inspirado nos tea parties americanos. A idéia é que, na hora marcada, todos se encontrem para tomar um café e conversar. O evento está marcado no Rio e em São Paulo.
Rio: Jardins do Palácio do Catete - Rua do Catete;
SP: Café da Pinacoteca - Praça da Luz
Só tenho a dizer: é tomar cafezinho pela liberdade agora ou cicuta se Dilma ganhar. Na falta de cicuta, melhor o exílio: preferível o Chile dos terremotos do que o Grotão da ladroeira e da impunidade.

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Minha Casa, Minha Ilusão.

O projeto eleitoreiro "Minha Casa, Minha Vida" - criado para turbinar a candidatura de Dilmaligna - só concluiu 0,6 por cento da meta. Repito: 0,6 por cento!
Sem comentários.

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Guarda pretoriana de Chávez comanda invasões

Lula não foi à posse do novo presidente chileno, Sebastián Piñera, que assumiu hoje o governo em meio a constantes terremotos, mas não perde oportunidade para abraçar o tirano Chávez e seus sequazes. Esnoba os países democráticos, nada faz pelos prisioneiros políticos cubanos (cujo "crime" é discordar da mais antiga ditadura do mundo) e silencia ante a destruição da Venezuela pelo "fascismo do século XXI".
Pois bem, eis a última do bolivarianismo, companheiro do lulismo: 22 mil fazendas e propriedades foram tomadas desde que o coronel falastrão chegou ao poder. O procedimento é simples e deve fazer inveja ao MST: grupos de sem-terra ou desempregados, vestidos de camisas vermelhas, são conduzidos às invasões sob a proteção da Guarda Nacional (leia-se: guarda pessoal de Chávez).
Regressões desse tipo só acontecem na América Latina em geral, e, em especial, na América do Sul.
Confiem em Dilma, confiem...

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Lá vem, bufando, o chapa-branca Nassif...

Agraciado com um emprego milionário (ver post abaixo) na TV Lula - aquela que ninguém vê -, o chapa-branca Luiz Nassif exala governismo pelas narinas, tentando pegar carona até em debate alheio.
Demétrio Magnoli, que foi atacado pelo "caluniador", lhe dá uma boa resposta:
Nassif tem uma briga particular com a Folha, que remonta à sua demissão do jornal e incide sobre a credibilidade jornalística daquilo que escreve. Nessa hora, em que o governo e as ONGs racialistas atacam furiosamente todos os que ousam contestar a racialização oficial do Brasil, ele tenta misturar sua briga particular com a torrente de ofensas lançadas contra indivíduos sem ONG e sem conexões com o poder. É um modo inescrupuloso de conseguir poderosos defensores para seus próprios interesses. Um ruído do submundo, só isso.(Continua).

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Lula inaugura seu milésimo escândalo

Boa tirada do Aran:
Brasília – Cercado por fanfarras, bandas de música, militantes petistas e um gigantesco coral de contentes, o presidente Luis Ignaro Lula da Silva inaugurou, nesta quinta-feira, o Milésimo Escândalo do Governo Lula. Sempre levando de cavalinho a Ministra da Casa Civil, Dilma Roussifu, o presidente afirmou que "nunca antes na história desse país um governo produziu tanto escândalo!" (Continua).

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Os bandidos do lulismo


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Alô, Itamaraty! Mais um cubano fará greve de fome.

Lula e o Itamaraty apetralhado vão continuar lavando as mãos? Se o jornalista Fariñas morrer, o engenheiro e ex-professor universitário Félix Carcassés, de 70 anos, entrará em greve de fome, apesar de já ter sido libertado. Eis a notícia:
Un destacado disidente cubano se ha comprometido a iniciar una huelga de hambre hasta la muerte en caso de que llegara a morir el periodista independiente Guillermo Fariñas, quien llevaba el miércoles 15 días sin comer.
Si Fariñas muere, "lo reemplazaría en la huelga de hambre hasta sus últimas consecuencias'', afirmó en una declaración Félix Bonne Carcassés, un ingeniero y ex profesor universitario de unos 70 años. Bonne añadió que no está pidiendo que otros cubanos se sumen a la protesta, para evitar que el gobierno desacredite la iniciativa creando falsos huelguistas de los que luego se descubriría que "estaban comiendo bien''.
(Gracias ao sempre atento Karlos).

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Por que o palanqueiro Lula abusa do TSE

A resposta está na coluna do Cláudio Humberto:
Faz dois anos em maio o julgamento de recurso do presidente Lula no Tribunal Superior Eleitoral contra multa de R$ 900 mil por propaganda eleitoral antecipada na campanha da reeleição, em 2006. O PSDB questionou a cartilha “Brasil, um país de todos”, de 1 milhão de exemplares distribuídos a eleitores. O então advogado de Lula, José Antônio Dias Toffoli, recorreu. Foram 4 pedidos de vista em dois anos.

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TV Lula torra dinheiro com chapa-branca

O jornalista e empresário Luiz Nassif acaba de ser agraciado com um contrato - sem licitação - de mais de um milhão de reais para fazer um programinha na TV Lula, aquela que ninguém vê. A filha de Ricardo Kotscho, ex-assessor de imprensa do Pequeno Timoneiro, também arrumou uma boquinha na "tv pública" (leia-se: ninho de chapas-brancas).
Atenção, jornalistas: Nassif, que foi demitido da TV Cultura em janeiro, alega que sua "notória especialização" justifica a contratação sem licitação.
É, sob o lulismo, o Estado é pai e mãe...

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Prenda-nos, Sean Penn!


Caso prevalecesse a vontade do ator Sean Penn, não haveria prisão suficiente para prender tanta gente. O que quer o ator que passa a representar a versão gringa da "idiotia latino-americana"? É isto mesmo, prisão para quem disser o óbvio, isto é, chamar o coronel Hugo Chávez de "ditador"!
Pois aqui vai, canastrão: Chávez é, sim, ditador, tirano, déspota, totalitário.
Aliás, o próprio Penn é um ditador doméstico: basta lembrar que dava surras em Madonna quando com ela era casado.

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Lula, Fidel e os prisioneiros cubanos.



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quarta-feira, 10 de março de 2010

Preferência pela escória internacional

Em artigo na Veja desta semana, J. R. Guzzo analisa a "opção preferencial por ditadores" do governo Lula, cuja política externa tornou o Brasil um "grande amigo do que existe de pior no mundo". Graças, acrescento, ao chanceler Celso Amorim e ao pseudo-diplomata Marco Aurélio Garcia, assessor para assuntos cucarachos. Aí vai:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teria ido longe na vida se tivesse tentado fazer no Irã, o mais recente dos grandes amigos de seu governo, a carreira de sindicalista e militante de oposição que fez aqui no Brasil; provavelmente teria sido condenado à morte e mandado para a forca, solução que o regime iraniano adota, como procedimento regular, para lidar com líderes sindicais, adversários políticos e criadores de problema em geral. O Irã é hoje, depois da China, o país que mais aplica a pena de morte; só nos oito primeiros meses do ano passado, último período do qual existem estatísticas, executou 320 pessoas, metade delas nos cinquenta dias que se seguiram às eleições de junho, denunciadas como uma maciça operação de fraude. Nos processos por crimes políticos, os réus não têm direito a advogado. Também não podem reclamar de violências sofridas na prisão; o Irã se recusa, simplesmente, a aprovar qualquer lei proibindo a tortura. A polícia dissolve atos de protesto investindo com motos contra os manifestantes. Oposicionistas são punidos com expulsão da universidade, cassação de direitos trabalhistas e, no caso de dissidentes religiosos, com a destruição de seus templos.
É esse o regime em favor do qual o Brasil tanto vem brigando ultimamente, como teve a oportunidade de deixar claro mais uma vez, na semana passada, durante a visita ao país da secretária Hillary Clinton, a chefe do serviço diplomático dos Estados Unidos. Lula, que em novembro recebeu em Brasília o presidente do Irã e se prepara para ir visitá-lo em maio, já avisou ao mundo que viaja para onde quiser e que não tem de submeter seus planos de voo à aprovação prévia dos Estados Unidos. É mais uma dessas coisas que não se entendem direito, porque não há ninguém dizendo o contrário, nem lá nem aqui. O que os americanos acham, como muitos outros países, é que o Irã representa algo pior que um regime delinquente, apenas; é um regime delinquente a caminho de ter uma bomba atômica e que se recusa a abrir seu programa nuclear a qualquer inspeção internacional séria. Deveria, portanto, receber as sanções legais previstas para esse tipo de conduta. É um ponto de vista.
O Brasil tem o direito de ter um ponto de vista diferente. Tem o direito, também, de manter boas relações com todos os países, e não apenas com os que são considerados virtuosos. Mas o que realmente importa, no caso, não é a divergência de posições com os Estados Unidos e outros países, ou mesmo o debate para saber se o Irã está ou não construindo a bomba e se vai jogá-la em cima de alguém. O que chama atenção é o fato, cada vez mais claro, de que a política externa brasileira pode ser um primor de independência, mas seu resultado prático mais visível foi tornar o Brasil, ao longo do governo Lula, o grande amigo do que existe de pior no mundo em matéria de regimes celerados. É como se o Brasil, nas suas relações com os demais países, fizesse uma pergunta-base: é ditadura ou não? Se for, tem a nossa preferência.
As declarações mais recentes dos pensadores da nossa política externa a respeito do assunto não são de animar. O diplomata Samuel Pinheiro Guimarães Neto, hoje à frente da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, já advertiu que é preciso tomar cuidado com o que chamou de "direitos humanos ocidentais"; trata-se dos mesmos direitos que todo mundo conhece há mais de 200 anos, mas que, em sua opinião, são impostos pelas "grandes potências" para defender seus próprios interesses. Outro mau momento foi a recente visita do presidente Lula a Cuba, que coincidiu com a morte, após uma longa greve de fome, do operário Orlando Zapata, condenado a 25 anos de cadeia por fazer oposição ao governo. Para o Brasil, tudo bem. "Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro", comentou o assessor presidencial para política externa, Marco Aurélio Garcia. Lula, por sua vez, não foi capaz, com toda a sua influência junto ao governo cubano, de dizer uma única palavra em favor do companheiro Zapata; embora houvesse uma carta aberta pedindo sua intervenção, reclamou, irritado, que ninguém lhe escreveu nada a respeito. O que ele queria? Os presos em Cuba não têm acesso a e-mail, carta registrada ou serviço de entrega rápida dos correios. Lula achou o episódio "lamentável". Mas deu a impressão de que estava aborrecido, mais do que tudo, com o próprio Zapata – por ter feito a greve de fome e por não ter tido a consideração de esperar, antes de morrer, que a visita acabasse.
Direitos humanos à brasileira, sem dúvida.

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Outra morte, Lula?


O sociólogo cubano Guillermo Fariñas, que está em greve de fome, pode ter o mesmo fim de Orlando Zapata nas masmorras da ditadura castrista. Os prisioneiros enviaram outra carta a Lula, que deve ser pressionado a interceder por eles. Acompanhe a iniciativa dos Blogs pela Democracia.
Os 136 Blogs pela Democracia estão liderando esta petition online para exigir que Lula seja humano! Que interceda junto a Raul e Fidel Castro para que atenda as exigências dos presos políticos. Que respeite a Declaração de Direitos Humanos e seja solidário com o sacrifício dos presos políticos, cuja existência é reconhecida diretamente pela ONU, condenado pelo Parlamento Europeu e pelas maiores lideranças mundiais. Eles não são presos comuns, Lula! São prisioneiros de consciência!O Brasil pode e deve pressionar Raul e Fidel Castro para que libertem os presos políticos que necessitam de tratamento de saúde. O nosso país está fazendo pesados investimentos em Cuba, da ordem de U$ 2 bilhões de dólares, tendo, portanto, instrumentos de pressão para exigir que os Castros mudem o seu posicionamento. Não queremos um boicote! Queremos que Lula respeite o dinheiro do Brasil, que é fruto do suor de todos os brasileiros e que não pode ser usado para financiar crimes contra os direitos humanos.
Aliado da ditadura cubana, Lula comparou os prisioneiros aos bandidos de São Paulo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ontem, em entrevista à agência Associated Press, respeito às decisões da Justiça cubana e condenou o uso da greve de fome por dissidentes como instrumento para serem libertados da prisão."Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos de deter as pessoas em função da legislação de Cuba. A greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto de direitos humanos para liberar as pessoas. Imagine se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade."
Saquinho, por favor.

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