Aplicada na semana passada, a detalhada pesquisa ouviu em todo o país 3.500 eleitores.
Dilma abriu cinco pontos de vantagem sobre Serra.
Como não é uma pesquisa para publicação, não foi registrada na Justiça Eleitoral.
Vox Luli vai de Dilma e nem registra pesquisa
Eis a cara do fascismo do século XXI
A violência dos "ativistas da paz" em Gaza

Mockus desponta para o anonimato
Estatística ou embromação?
O fiasco de BocoMockus na Colômbia
Estatismo brasileiro cuida até de lingerie
Serra contra a Narcoamérica do Sul
Marina também apoia os cocaleiros
Itamaraty lulista trapaceia Obama
A estupidez é ideológica
Kennedy, o chapão da Dilma Ruimself.
Um cocaleiro na "Aliança das Civilizações" (?)
Ainda existem maoístas!?

Como na ditadura
Amorim, um patético atleta em Buenos Aires.

O antiamericanismo chapa-branca da CartaCapital
O Pravda do lulismo
"Adolfinejad": ditador, tirano, déspota etc.
Aprendam, Lula e Amorim!
Assino embaixo do que diz o romancista Mário Vargas Llosa a respeito do "neoliberalismo", apenas uma expressão a ser grafada entre aspas porque, de fato, nem significado tem. Apesar de ser flatus vocis, está na boca de latino-americanos, principalmente dentro das universidades, onde o liberalismo - cujas ideias jamais são discutidas - é apresentado como "ideologia burguesa" e, portanto, ultrapassado. "Neoliberalismo"? Apenas um preconceito.
O escritor peruano Mário Vargas Llosa e o filósofo basco Fernando Savater discutem, em mesa redonda, "O pensamento liberal na atualidade". Bons esclarecimentos para os latino-americanos, em geral, pois jamais viveram uma cultura liberal. Aqui no Brasil, por exemplo, passamos do autoritarismo positivista da pós-monarquia ao getulismo, à ditadura e, depois, ao marxismo difuso que nos fez chegar ao lulopetismo. Destaco um trecho da fala de Savater, que serve como uma luva para o Grotão sob a letargia ideológica lulista. O pensamento liberal na atualidade
Dos leitores, sobre a suposta periculosidade da ciência.
A ciência é perigosa?
Tratando-se de quem se trata, a revelação nem surpreende. É coisa típica do Grotão lulista. Surrupio, já buscando o saquinho, um trecho da reportagem da Veja:Petistas à venda no quintal dos Sarney
Democracia e riqueza
Empate? Agora é que a corrida vai começar...
Bota patrimonialismo selvagem nisto!
Lula e Dilmazeda só se preocupariam se as multas chegassem a 100 mil reais. Aliás, este deveria ser o valor inicial.Multinhas
Atenção, criacionistas: ciência chega à bactéria sintética.
Napoleão e os ignorantes
O que falta para a renúncia de Amorim?
Menos, Top-top Garcia, menos!
Chávez, o mecenas do terrorismo latino-americano.
Serra no Grotão do Padim
A Colômbia e o pesadelo bolivariano: guerra à vista?
Outro fiasco do Itamaraty lulista
Desmontando Dilmaligna
Mais liberdade, mais riqueza.
Terroristas com passe livre no Grotão lulista
A "nova ordem" da dupla Lula/Adolfinejad
Ideologia é doença mesmo

Na era lulista, todo crime compensa.
As descobertas do século na Física
Marx e o marxismo sempre buscaram construir uma análise científica da sociedade capitalista. O Capital, de fato, não se apresenta como obra filosófica, mas como descrição científica das “leis do movimento” do modo de produção capitalista, leis que devem ser tratadas com a mesma objetividade com que o físico trata as “leis da natureza”. A obra de Marx pretendeu fazer no campo da história humana aquilo que Darwin realizou no campo da história natural (a comparação é de Engels, em discurso ante a tumba do amigo). No entanto, O Capital é ao mesmo tempo obra dialética, como já diz seu subtítulo (Crítica da economia política). Isto significa que a luta de classes e os conflitos de interesse são ali interpretados não como oposições, mas como contradições do capitalismo.Marx: tão perto da dialética, tão longe da ciência.
Mercosul só é bom para os lamurientos Kirchner
Antropólogos a serviço da ideologia