sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Lula viola tratado e acolhe assassino italiano

Fiel às atrasadas posições ideológicas do petismo, para o qual terroristas e assassinos - só os de "esquerda", claro - são apenas "ativistas políticos", Lula viola o Tratado de extradição assinado com a Itália: sua decisão, como esperado, é não extraditar Cesare Battisti.

Em seu último ato como presidente, o Pequeno Timoneiro envergonha os brasileiros, criando um escândalo internacional. Vai, Lula, vai logo, até nunca mais ver!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (31), em nota, que decidiu não extraditar o ex-militante italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando participava de um grupo armado.

A nota foi lida por Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores de Lula.

A decisão foi baseada em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), feito com base nos termos da Constituição brasileira, nas convenções internacionais sobre direitos humanos e do tratado de extradição entre o Brasil e a Itália. (Continua).


A situação é de confronto, segundo o governo italiano, que considera "gravemente ofensiva" a decisão de Lula.


Share/Bookmark

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sem Lula, 2011 será melhor.

Ainda não estamos livres do lulopetismo- e, por isso, não chegamos a 1989 -, mas será um alívio deixar de ver Lula nos jornais e nas TVs todos os dias dizendo bobagens e agredindo a inteligência dos cidadãos. Que não seja por falta de adeus, Pequeno Timoneiro...

Feliz Ano Novo a todos os leitores e colaboradores do blog!

Share/Bookmark

Nem Mussolini foi tão longe

Lula faz o Brasil passar vergonha até o último minuto de seu nada exemplar mandato. Haja saquinho!

O DEM prepara duas ações para tentar barrar na Justiça a troca de nome da maior reserva brasileira de petróleo de "Campo de Tupi" para "Campo de Lula", conforme anunciado na quarta-feira, 29, pela Petrobrás. O partido vai entrar com uma ação civil pública na Justiça Federal pedindo a anulação da mudança e uma representação na Procuradoria Geral da República argumentando improbidade administrativa, com base no artigo da Constituição que estabelece o princípio da impessoalidade da administração pública e veda a promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.

As ações deverão ser protocoladas na próxima semana a pedido do deputado Ronaldo Caiado (GO), da Executiva do partido. O deputado classificou a mudança de nome de ato de "puxa-saquismo" do presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli. O deputado Raul Jungmann (PPS-PE) foi além. Ele afirmou que batizar o campo de petróleo de Lula é um culto explícito à personalidade e revela uma prática de "ditadores e caudilhos". "É uma forma de tentar eternizar-se na memória do povo", afirmou Jungmann. (Fonte).


Share/Bookmark

Ministro italiano defende boicote ao Brasil

O ministro da Defesa italiano, Ignazio La Russa, defende boicote ao Brasil caso o governo Lula negue a extradição do terrorista Cesare Battisti, preso no Brasil. Os jornais italianos já dão como certa a decisão de Lula em favor do assassino, cuja extradição é defendida por todos os partidos políticos, inclusive os de "esquerda".

La Russa critica a "falta de coragem do presidente brasileiro".


Share/Bookmark

Addio, Imperatore!


Share/Bookmark

O marajá Lulinha

O "ronaldinho" do Papai Lula mora numa casa que custa 12 mil reais de aluguel, em São Paulo. A conta, é claro, não é paga por ele, mas por uma empresa que tem contratos com o governo. Nenhum conflito de interesse, pois não?...

Um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís, mora desde 2007 em apartamento alugado por R$ 12 mil nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Quem paga a conta é uma empresa com contratos com vários governos, entre eles o federal.

Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, não é sócio da empresa que paga o aluguel. O Grupo Gol, que alugou o apartamento, é do empresário de mídia e mercado editorial Jonas Suassuna, sócio de Lulinha em um outro negócio, a empresa de conteúdo eletrônico Gamecorp.

Primo do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB), Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Procurado pela Folha, Jonas disse que não vai mais pagar o aluguel para o filho do presidente. (Continua).


Share/Bookmark

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Atenção, canários brasileiros!



A turma aí está apenas ensaiando: muito longe de uma Ivete Sangalo ou dos saltitantes baianos de carnaval, e muito além dos pagodeiros que infernizam o Brasil afora - uma praga que infesta até lojas e supermercados. Falta aprendizado aos "notáveis" canários brasileiros. Às ostras, mal afinados!.

Share/Bookmark

Em 2011, vigilância sobre a grande "coalizão do atraso" que segurará o governo Dilma!

A maioria esmagadora que Dilma terá no Congresso traz preocupações a quem se preocupa com a democracia e o Estado de Direito. A fúria "regulamentadora" (leia-se: censória) de grupos radicais do petismo contra a imprensa pode encontrar apoio na gigantesca coalizão do atraso que segurará o governo e que, tão poderosa, até na Constituição talvez meta as garras. Em 2011, muita vigilância! A propósito, atento artigo de um desembargador paulista:

Pegam-se os peixes pela boca e os homens, pela palavra. Dilma Rousseff já externou a disposição de defender a liberdade de expressão e tomara que essa seja realmente uma sincera indicação de conduta. O grupo político de que faz parte, contudo, vem mostrando as unhas, já faz tempo, quanto à pretensão de regulamentar o exercício da atividade de imprensa no País.

Regulamentar, da forma que pretendem, significaria disciplinar, tornar dóceis e obedientes os jornalistas e órgãos de divulgação. Uma imprensa submissa, bem comportada, representaria a forma mais adequada para garantir apoio a modificações na Constituição federal ao gosto desse grupo. (Na íntegra).

Share/Bookmark

Sponholz homenageia Chico Jabuti


Share/Bookmark

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O generoso governo do Papai Lula

Lulinha e Luiz Cláudio, os dois "gênios" empresariais que cresceram à sombra do governo paterno, têm participações em seis empresas, mas apenas uma delas está no endereço informado. Que espírito empreendedor!

Dois dos filhos do presidente Lula, Fábio Luís e Luís Cláudio, abriram em 16 de agosto deste ano duas holdings -sociedades criadas para administrar grupos de empresas-, a LLCS Participações e a LLF Participações.
Ao final de oito anos de mandato do pai, Lulinha e Luís Cláudio figuram como sócios em seis empresas.
A Folha constatou, porém, que apenas uma delas, a Gamecorp, tem sede própria e corpo de funcionários.
Seu faturamento em 2009 foi de R$ 11,8 milhões, e seu capital registrado é de R$ 5,2 milhões. Ela tem como sócia a empresa de telefonia Oi, que controla 35%.
As demais cinco empresas não funcionam nos endereços informados pelos filhos de Lula à Junta Comercial de São Paulo. São, por assim dizer, empreendimentos que ainda não saíram do papel.
As seis empresas dos filhos de Lula atuam ou se preparam para atuar nos ramos de entretenimento, tecnologia da informação e promoção de eventos esportivos.
São segmentos em alta na economia, que ganharam impulso do governo federal -Lula, por exemplo, foi padrinho das candidaturas vitoriosas do Brasil para organizar a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

SÓCIOS
Na maioria desses negócios, Lulinha e Luís Cláudio têm como sócios pessoas próximas de Lula.
Um dos mais novos empreendimentos da dupla, a holding LLCS, por exemplo, foi registrada no endereço da empresa Bilmaker 600, na qual os dois não têm participação societária.
A Bilmaker tem como controlador o engenheiro Glaucos da Costamarques, 70, que é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do presidente Lula.
Os outros sócios da Bilmaker, Otavio Ramos e Fabio Tsukamoto, são sócios de Luís Cláudio, filho do presidente, na ZLT 500, empresa de produção e promoção de eventos esportivos.
Assim como a holding, a ZLT também só existe no papel. Está registrada num endereço no Morumbi onde há só uma casa abandonada.
Criada em julho, a ZLT tem ainda como sócio José Antonio Fragoas Zuffo, empresário da região do ABC.
Sócio na Bilmaker e na ZLT, Otávio Ramos disse à Folha que não sabia que os filhos de Lula haviam registrado uma empresa na sede da Bilmaker.
"Isso me preocupa. Vou ligar para eles. Não sabia nem da existência dessa holding. Não sei nem do que se trata nem quero saber", disse.
Ramos afirmou que a empresa não faz negócios com o governo para não gerar especulações. "Somos amigos deles e já iriam ver maldade." A Bilmaker, disse, é uma empresa de exportação e importação de "qualquer coisa".
A outra holding criada pelos filhos de Lula neste ano, a LLF, foi registrada no prédio da PlayTV, emissora de jogos on-line.
Os programas da PlayTV só são veiculados na Sky, que distribui o canal como cortesia, e pela OiTV. A PlayTV é controlada pela Gamecorp, o maior dos empreendimentos de Lulinha.
A Folha acompanhou um dia de programação e não viu anúncios publicitários.
Inaugurada em dezembro de 2004, a Gamecorp recebeu injeção de R$ 5 milhões da telefônica Telemar (hoje Oi), num negócio investigado pela Polícia Federal há três anos -sem resultados.
Quando se soube em 2006 que a Oi, então Telemar, havia se associado à Gamecorp, o presidente Lula disse à Folha que seu filho era o "Ronaldinho" dos negócios.
"Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja", afirmou. No final de 2009, a empresa tinha capital negativo.

G4
Meses antes de a Gamecorp ser constituída, Fábio Luís se tornou sócio da G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, tendo como parceiros filhos de um velho amigo de Lula, Jacó Bittar, fundador do PT e ex-prefeito de Campinas, hoje no PSB.
Foi por meio da G4 que Lulinha virou sócio de outra empresa, a BR4 Participações, criada em 2004, e que, três anos depois, ganhou como sócio Jonas Leite Filho, sobrinho do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB).
Jonas Leite é conhecido pelo projeto que criou a versão da Bíblia lida pelo apresentador Cid Moreira, da TV Globo, um sucesso de vendas. A BR4 é, por sua vez, acionista da Gamecorp. (Fonte).

Share/Bookmark

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Festa brega



Share/Bookmark

Os tiranos e as massas

"As massas amam um comandante mais do que um representante; elas se sentem mais satisfeitas interiormente com uma só doutrina, sem tolerar nenhuma outra, do que com as garantias de liberdade com as quais, em geral, elas pouco podem fazer, e diante das quais elas tendem a se sentir abandonadas."

Não, não foi nenhum tirano latino-americano que afirmou isto, embora o comandante Chávez pudesse ser signatário dessa declaração, assim como outros líderes populistas, "pais dos pobres", "guias geniais dos povos" etc.

Eis o autor: Adolf Hitler. Qualquer semelhança, não é mera coincidência.

Share/Bookmark

domingo, 26 de dezembro de 2010

O livro de Lula



Share/Bookmark

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Adeus, Lula, até nunca mais!


Ainda não estamos livres do lulismo, mas já será um alívio ver Lula longe (pela vontade dos leitores deste blog, lá em Uagadugu, capital de Burkina Faso, sob tirania de um corrupto). A todos, um Feliz Natal.

Share/Bookmark

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Fim de ano: cuidado com os garçons!

Algumas dicas do Site do Aran, das quais destaco seis:
*
1 – Olhar sem enxergar, mesmo que você esteja diante dele agitando a mão sem parar.
2 – Ouvir sem escutar, mesmo que você esteja ao lado dele falando "ei, psiu, ô garçom, por favor!"
3 – Ouvir absolutamente qualquer coisa, com exceção de "ei, psiu, ô garçom, por favor!"
5 – Servir o chope sempre quente para combinar com os bolinhos de arroz sempre gelados.
6 – Beber disfarçadamente até ficar tonto e derrubar chope no cara de terno que acabou de sentar. Na hora do almoço.
7 – Trazer a conta com 10 chopes a mais. Se o freguês reclamar, pedir desculpas, subtrair cinco e acrescentar três couverts.
*
As outras estão aqui.

Share/Bookmark

Pit bull do lulismo ataca novamente!

A senadora em fim de mandato Ideli Salvatti, chutada por Santa Catarina e recompensada com o ministério da Pesca por ser a pit bull do lulismo, andou aprontando uma vez mais com dinheiro público. Da Folha:

A futura ministra da Pesca, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), gastou mais de R$ 4.000 em verba indenizatória do Senado com pagamento de diárias de um hotel em Brasília enquanto recebia auxílio-moradia, o que é irregular.
O Senado informou que o uso da verba indenizatória para essa finalidade não é permitido, uma vez que os senadores já recebem um benefício para custear despesas com moradia em Brasília no valor de R$ 3.800 mensais. Ou seja, ela recebeu duas vezes pela mesma despesa.
Após ser procurada ontem, Ideli, há oito anos no Senado, disse por meio de nota ter havido um erro da sua assessoria e mandou devolver o dinheiro aos cofres públicos.
A Folha apurou que a petista pediu ainda ao Senado que apague a informação sobre o gasto no site da Casa, onde ficam registradas todas as despesas dos senadores com a verba indenizatória, após o ressarcimento.A verba, no valor de R$ 15 mil mensais, só pode ser usada para custear despesas com os escritórios dos senadores "exclusivamente no Estado do parlamentar" ou com o pagamento de aluguel de jatinho para uso dentro de seu Estado.
Conforme registro oficial, a senadora pediu e recebeu ressarcimento do Senado para pagar diárias no hotel San Marco em vários dias dos meses de janeiro, novembro e dezembro deste ano.A Casa informou que só agora, depois de questionado pela reportagem, a petista percebeu ter havido "erro".
A Folha encontrou notas fiscais do hotel que somam R$ 4.606,68. O site do Senado só passou a dar transparência a esses gastos a partir de abril do ano passado.
No mês passado, Ideli apresentou cinco notas com valores variados: R$ 260,70, R$ 747,01, R$ 475,64, R$ 571,89 e 198,99. Elas somam R$ 2.254,23. Neste mês, apresentou três notas. Somadas, elas chegam a R$ 1.607,65. Em janeiro, foi apresentada uma nota de R$ 744,80.
Os senadores podem optar pelo apartamento funcional ou por usar o auxílio moradia para se hospedar em Brasília -neste caso, o auxílio é pago automaticamente mesmo que o congressista tenha casa própria na cidade.
Segundo a assessoria de Ideli, ela optou pelo hotel San Marco, um quatro estrelas em bairro nobre.A petista liderou no segundo mandato de Lula a tropa de choque do governo no Senado. Ela defendeu colegas da base acusados de irregularidades, entre eles Renan Calheiros (PMDB-AL) e José Sarney (PMDB-AP).
Defendeu ainda a então ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), quando a hoje presidente eleita foi acusada de envolvimento na elaboração de um dossiê com gastos do governo tucano.
A fidelidade levou Ideli a ser convidada para o ministério da Pesca, após a derrota na eleição para o governo do Estado de Santa Catarina.

Share/Bookmark

Lula, Assange e os inimigos da liberdade de imprensa.

Demétrio Magnoli, no Estadão. Cito o trecho final:
"Vamos fazer manifestação, porque liberdade de imprensa não tem meia cara, liberdade de imprensa é total e absoluta." Lula não teve essa ideia quando Hugo Chávez fechou a RCTV, nem quando os Castro negaram visto de viagem à blogueira Yoani Sánchez que lançaria seu livro no Brasil. Não a teve quando José Sarney usou suas conexões privilegiadas no Judiciário para intimidar Alcinéa Cavalcante, uma blogueira do Amapá, ou para obter uma ordem de censura contra O Estado de S. Paulo. Ele quase não disfarça o desejo de presenciar uma ofensiva ilegal dos EUA contra o WikiLeaks. Sob o seu ponto de vista, isso provaria que todos são iguais - e que os inimigos da liberdade de imprensa estão certos.
Alguém notou um sorriso furtivo, o tom de escárnio com que o presidente pronunciou as palavras "total e absoluta"? (Continua).

Share/Bookmark

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O terceiro viveiro do lulismo


Share/Bookmark

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Com petista é assim: na entrada e na saída...

Sem comentários:


Fernando Pimentel, que ocupará a pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, foi denunciado por crimes como fraude em licitação pública, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. (Continua).


Share/Bookmark

Bota comprimento nisso!


Share/Bookmark

Lula exige aprovação do pacotão contra a imprensa

Controlar a imprensa - objetivo do pacotão de Franklin Goebbels Martins - é uma das prioridades, diz o Pequeno Timoneiro. Vade retro!

Na última reunião do ano com a Executiva Nacional do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta segunda-feira, 20, ao partido que se dedique a três prioridades no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff: reforma política, marco regulatório dos meios de comunicação e programas para a juventude.

"Quero ver quem vai afinar, hein?", disse Lula, segundo relatos de participantes do encontro, quando citou a polêmica proposta de regulamentação da mídia. O projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica ainda não foi enviado ao Congresso, mas já desperta desconfianças sobre o interesse do governo em relação ao controle social da mídia.

Ao abordar o assunto com os petistas, no Palácio da Alvorada, Lula deixou claro que nem ele nem Dilma nunca planejaram censurar a liberdade de expressão. Para o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o marco regulatório "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica e o atendimento ao direito da sociedade à informação".

Com o mesmo argumento, o futuro ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao Estado que o governo não vai vigiar a mídia. "Agora, não é sensato simplesmente achar que a imprensa pode tudo e o cidadão, o político - porque político também é gente -, não tem direito a nada", reagiu Bernardo, hoje titular do Planejamento. (Continua).


Share/Bookmark

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Caruso, o chargista da corte.


A Veja desta semana traz uma matéria - ainda bondosa, embora crítica -, sobre uma caixa com a produção de desenhos de Chico Caruso nas eras Lula e FHC, lançada nesta semana. Não quero a coisa nem de graça. Não existe humor oficialista, como já disse aqui (há quatro anos) a propósito do arquiteto e chargista Sponholz, o último crítico do lulismo na área de humor, que abastece a blogosfera não servil.

Caruso foi muito crítico em relação a FHC, mas se ajoelhou diante do lulismo. Para mim, é o grande exemplo de decadência do humor crítico no Grotão. Deveria se abraçar a Ziraldo e Jaguar, os milionários da ditadura.

Contra os chapas-brancas, mais Sponholz. Às ostras de Cuba, Caruso, se é que lá existem. E vá junto com Marilena Chaui, a filósofa da corte!

Share/Bookmark

Escolinha ideológica


Share/Bookmark

domingo, 19 de dezembro de 2010

O "outro mundo" da Lagoa da Conceição

A Lagoa da Conceição, em Florianópolis, geralmente é vista como refúgio de gente que voltou a pé de Woodstock e de hippies retardatários. Claro que os empresários de lá não se incomodam, ou pelo menos não demonstram nenhum aborrecimento.

É um belíssimo lugar, com bons restaurantes, mas tem ambulante chato de tudo quanto é canto, todos com ares de "artistas". A incensada fumacinha dos anos 60 ainda é presente, assim como as indumentárias de "um outro mundo" que já se foi e só os nefelibatas não perceberam.

Até uma escola de samba surgiu no local e vai cantar...as "maravilhas" de Cuba, tiranizada por uma gerontocracia familiar.

Haja saquinho! E reserve um para aqui também. Ilha da Magia, huumm, carnaval ideológico...


Share/Bookmark

Malditas ideologias

Jamais apreciei ideologias. Acho que os partidos devem ter programas, projetos, cientificamente refutáveis ou corroboráveis. O resto é ladainha de princípios, falsamente programáticos. São apenas ideologia, uma pior que a outra.

Ideologia não é conhecimento. Repito ad nauseam: conhecimento é necessariamente verdadeiro ou não é conhecimento. Ideologia não é necessariamente verdadeira. E, pior, tem sido fonte das maiores atrocidades da história.

Os horrores do século XX foram todos perpetrados - sem exceção - por ideologias. Por economia, invoco as de sempre: fascismo, nazismo, comunismo. Há tentativas de reviver essas pragas no mundo contemporâneo. Todo cuidado é pouco.

Ao contrário daquele cantorzinho paspalho, não quero uma ideologia para viver.

P.S: curioso notar, mas o comunismo ainda é tolerado mundo afora...

Share/Bookmark

Blogs em decadência?

O e-mail é onipresente, o Facebook e o Twitter explodem, mas os blogs estão em queda, principalmente entre a população jovem, mais propensa às redes sociais.

Do jeito que a coisa vai, blog será coisa de velho. No máximo, sobreviverão alguns blogs de portais jornalísticos. Confiram aqui (em inglês).

Share/Bookmark

São Lula ou Lula são?


Share/Bookmark

A cegueira ideológica dos irmãos Castro

A gerontocracia familiar cubana ainda pensa que pode "abrir" o país sem abandonar o socialismo. O que deseja, na verdade, é permitir o funcionamento de algumas empresas do maldito capitalismo, porém mantendo a ditadura. Deu certo, até agora, com o estatal "capitalismo selvagem" da China, mas jamais dará certo com a miserável Cuba. E mesmo no caso da China, a tirania não durará muito tempo.

Quanto mais o capitalismo penetrar nas suas fronteiras, mais necessidade de regras claras haverá. Capitalismo e ditadura não convivem indefinidamente. Cedo ou tarde, o capitalismo exigirá democracia. Ele só se desenvolve plenamente onde há democracia.

O presidente de Cuba, Raúl Castro, defendeu mudanças no regime cubano, sem abrir mão do socialismo.

Em um discurso de duas horas encerrando os trabalhos da Assembleia Nacional, no sábado, Raul Castro disse que não foi eleito para "restaurar o capitalismo em Cuba", mas reconheceu que foi um erro "estatizar quase toda a atividade econômica do país".

"Temos o dever fundamental corrigir os erros que cometemos nessas cinco décadas de construção do socialismo em Cuba", afirmou o líder cubano.

Castro lembrou que tanto Karl Marx quanto Vladimir Lênin, ideólogos do comunismo, definiram que o Estado só deveria "manter a propriedade sobre os meios fundamentais de produção".

Entretanto, o presidente cubano estabeleceu o limite das mudanças. "O planejamento, e não o mercado, será o traço definitivo da economia e não se permitirá a concentração da propriedade. Mais claro que isso, nem água". (Continua).

Conclusão: Se há alguma coisa que une todos os tipos de socialismo, é o desprezo pela história.


Share/Bookmark

Petrobras continua jogando dinheiro na Bolívia

A Petrobras, a mais "soviética" das estatais brasileiras, continua afagando o tiranete bolivariano Evo Morales. Apesar de já ter perdido propriedades na Bolívia, insiste em jogar dinheiro no país que exporta 80 por cento de sua cocaína para o Brasil. Entra governo, sai governo, ninguém tem coragem de abrir essa Caixa-Preta.

Com a decisão - certamente tomada com o prévio conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - de fazer novos investimentos em gás natural na Bolívia, a Petrobrás mostra uma notável capacidade de esquecer em pouquíssimo tempo graves traumas econômico-financeiros, de ignorar riscos para suas operações e de relevar agressões políticas gratuitas.

Ao confirmar que a empresa vai assumir a operação do campo de gás Itaú, do qual adquirirá 30% por um valor não revelado, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, declarou que o objetivo é assegurar o cumprimento dos contratos de exportação de gás para o Brasil. "A questão fundamental na Bolívia é o mercado brasileiro", justificou. (Continua).


Share/Bookmark

A milionária "despedida" de Lula

O Pequeno Timoneiro, cujo governo jamais poupou os cofres públicos, deixa o governo no mesmo estilo: milhões e milhões para dizer que "estamos vivendo o Brasil de todos" (???). Adeus, Lula:

A campanha publicitária de "despedida" do presidente Lula da Presidência custou R$ 20 milhões. Com um novo slogan "Estamos vivendo o Brasil de todos", a propaganda em rádio, TV, jornais e revistas fala sobre o crescimento econômico dos últimos anos e ressalta números sobre redução da desigualdade social.

As peças publicitárias começaram a ser exibidas em dezembro e, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), estão sendo divulgadas em 325 veículos de comunicação pelo País.

"Comida na mesa, carteira assinada, crianças na escola, vida no rumo. Estamos vivendo o Brasil de todos", diz uma das duas propagandas veiculadas em revistas. Na outra peça, o texto diz: "Está no número, está no dia a dia dos brasileiros. Estamos vivendo o Brasil de todos."

Segundo a Secom, o novo slogan "Estamos vivendo um Brasil de todos" é uma "evolução do conceito" anterior "Estamos vivendo um novo Brasil". A campanha foi feita pelas agências Propeg e Matisse, duas das três que detêm a conta da secretaria. (Continua).


Share/Bookmark

sábado, 18 de dezembro de 2010

Não, Globo, não, Wiki: o MST manda no Incra.

O WikiLeaks é mal informado. Espalhou o seguinte, segundo O Globo: "MST teria espiões no Incra para orientar invasões".

Não, Wiki, não Globo: sob o lulismo, o Incra sempre foi do MST. O "exército" de Pol Pot Stédile e da CPT católica mandam e desmandam naquele quintal. O negócio deles é enxada.


Share/Bookmark

Mercadante é "doutor" em lulismo. Que vergonha, Unicamp!

A Unicamp deve explicações por ter dado moleza ao senador Aloizio Mercadante. Em universidade alguma alguém pode retornar 12 anos depois para defender uma tese de doutorado. Até a Folhona reconhece que foi mais palanque do que trabalho acadêmico.

Desde que lá defendi, em 1995, minha tese de doutorado sobre a decadência do marxismo (publicada pela Editora da UFSC em 1999 sob o título O declínio do marxismo e a herança hegeliana), sou mal-visto no campus. A situação piorou depois que o livro foi traduzido na Itália pela Mondadori, em 2001 (Perché il marxismo ha fallito). A tese, na verdade, estava pronta em 1993, mas meu orientador levou dois anos para conseguir montar uma banca: o muro de Berlim custou a desabar na Unicamp - se é que de fato desabou.

A duas semanas de assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) levou ontem a retórica do palanque para a academia.
Ele voltou à Unicamp após 12 anos para concluir o doutorado em economia com uma tese sobre o governo Lula. Saiu com o título, mas foi repreendido pelos examinadores por exagerar nos elogios ao presidente.
Em tom de campanha, o petista anunciou o nascimento do "novo desenvolvimentismo" -um modelo baseado em crescimento e distribuição de renda.
Com cinco livros de sua autoria sobre a mesa, ele resumiu a tese, de 519 páginas, em frases quase sempre na primeira pessoa do plural.
"Superamos a visão do Estado mínimo"; "Não nos rendemos à tradição populista"; "Retiramos 28 milhões da pobreza"; "Melhoramos muito o atendimento na saúde", pontificou, em momentos diferentes da apresentação.
Empolgado, o senador ignorou o limite de meia hora e usou o microfone por 50 minutos. Dedicou boa parte do tempo ao repertório da Era FHC, com ataques ao neoliberalismo e ao Fundo Monetário Internacional.
Num flashback do horário eleitoral, chegou a criticar o preço dos pedágios em São Paulo, bandeira que não foi capaz de evitar sua segunda derrota seguida na disputa pelo governo do Estado.
Coube ao ex-ministro Delfim Netto, professor titular da USP, a tarefa de dar o primeiro freio à pregação petista.
"Esse negócio de que o Fernando Henrique usou o Consenso de Washington... não usou coisa nenhuma!, disse, arrancando gargalhadas. "Ele sabia era que 30% dos problemas são insolúveis, e 70% o tempo resolve."
Irônico, Delfim evocou o cenário internacional favorável para sustentar que o bolo lulista não cresceu apenas por vontade do presidente.
"Com o Lula você exagera um pouco, mas é a sua função", disse. "O nível do mar subiu e o navio subiu junto. De vez em quando, o governo pensa que foi ele quem elevou o nível do mar..."
"O Lula teve uma sorte danada. Ele sabe, e isso não tira os seus méritos", concordou João Manuel Cardoso de Mello (Unicamp), que reclamou de "barbeiragens no câmbio" e definiu o Fome Zero como "um desastre".
À medida que o doutorando rebatia as críticas, a discussão se afastava mais da metodologia da pesquisa, tornando-se um julgamento de prós e contras do governo.
Só Luiz Carlos Bresser Pereira (USP) arriscou um reparo à falta de academicismo da tese: "Aloizio, você resolveu não discutir teoria...
Ricardo Abramovay (USP) observou que o autor "exagera muito" ao comparar Lula aos antecessores.
"Não vejo problema em ser um trabalho de combate", disse. "Mas você acredita que o país estaria melhor se as telecomunicações não tivessem sido privatizadas?"
A deixa serviu como para que Mercadante retomasse o tema do pedágio.
A tese pareceu agradar a maior parte das 300 espectadores, que se dividiram entre o auditório lotado e um telão do lado de fora. Mas também despertou algumas críticas.
"Achei bom, mas ele é muito militante, né? Parece que a campanha não acabou...", comentou o vestibulando Mateus Guzzo, 18, que disse votar no PSOL.
"Essa ideia de que o pesquisador tem que dissociar a paixão da racionalidade é uma visão superada pela neurociência", defendeu-se Mercadante, na saída.
Reverenciada pelo senador, a economista Maria da Conceição Tavares (UFRJ e Unicamp) não pôde ir, mas enviou bilhete elogioso.
Nascida em Portugal, ela poderia ter corrigido o "discípulo e aluno dileto" quando ele, ao exaltar a política externa de Lula, disse que "não houve indicação de embaixador político neste governo".
Em 2003, o presidente entregou a representação em Lisboa ao ex-deputado Paes de Andrade (PMDB-CE), que estava sem mandato. O ex-presidente Itamar Franco também chefiou diplomatas em Roma, antes de romper relações com o PT.

Share/Bookmark

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Haddad é condecorado pelos fiascos do Enem

Sob o lulismo, errar de modo contumaz é garantia de muito prestígio:

Enquanto tem problemas para fechar a cota de aliados como o PSB no primeiro escalão, a presidente eleita Dilma Rousseff anunciou ontem mais três ministros: Fernando Haddad (Educação), Carlos Lupi (Trabalho) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente). Os três foram convidados a permanecer na Esplanada. (Da Folha).

No comments.

Share/Bookmark

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pesquisadores: quanto mais próximos, melhor?

O esquema da Harvard Science mostra que, quanto mais próximos, mas colaboração há entre os pesquisadores, principalmente nas citações de textos acadêmicos. Não há dúvida de que a conversa entre pesquisadores é profícua, mas cabe perguntar: não é assim que se formam as "panelinhas", como se diz por aqui?

Share/Bookmark

A carta dos pusilânimes

A nefanda "Carta de Maceió", em que os governadores tucanos depuseram as armas, está disponível no blog do Reinaldo, que também faz um comentário na mesma linha do que disse o Coturno (e eu próprio).

Não cabe à oposição anunciar, em hipótese alguma, que não fará oposição. Os governadores foram eleitos por gente que rejeita o lulopetismo e tudo o que ele representa - e isto deveria bastar.

Como não bastou, trata-se de uma carta de pusilânimes.

Quem defende os princípios da democracia e do Estado de Direito, no Grotão lulista, está praticamente sozinho.

Recordo o que me disse uma aluna, há uns dois anos: aqui não há um Chávez porque nem sequer é preciso.

Share/Bookmark

A praga populista da América Latina

Com alguns senões, não hesitaria em incluir o Brasil lulista no esquema elaborado pelo amigo Esteban Lijalad, que publicou artigo no El Independent e em seu blog. Ver a história pelo retrovisor, por aqui, parece ser um vício difícil de largar.

Esquema del desastre populista (Venezuela, Ecuador, Argentina, Bolivia, Nicaragua)

Por Esteban Lijalad
1- La base de la gobernabilidad de estos “modelos” es la creación de un electorado clientelar que se captura por medio de la provisión estatal de servicios, planes sociales, prestaciones educativas, sanitarias, etc. en el marco de una “movilización popular” permanente, que requiere de una red de “militantes sociales” muy extendida.
2- La “caja” se utiliza para financiar “planes sociales”, para captar apoyos políticos clave de gobernadores, intendentes y legisladores, para crear o sostener medios de comunicación oficialistas, para pagar “servicios” a operadores políticos, para financiar empresas estatales que dan pérdida, para apropiarse personalmente de fondos estatales.
3- El crecimiento del presupuesto estatal es el combustible que mueve la maquinaria: esto requiere un afilado sistema de recaudación de impuestos y una administración de los mismos según criterios políticos: las demandas se jerarquizan según el efecto político de cada decisión de “redistribución”, incluyendo el peso relativo que cada sector “político social” tenga.
4- La manipulación política de tarifas y precios de productos básicos altera la información necesaria que deben poseer los actores económicos para decidir inversiones. El congelamiento de tarifas es parcialmente compensado por subsidios que sostienen la actividad (en especial, Transporte, Energía, Comunicaciones). Estos subsidios implican que sectores no usuarios de los servicios subsidiados se ven sustraídos de recursos sin contraprestación alguna
5- Con tarifas bajas, la política de precios se desliza hacia el control de precios de la canasta básica. Precios máximos, acuerdos de precios, productos “del Gobierno” comienzan a sumarse a una maraña regulatoria difícil de aplicar. La relaciones despersonalizadas de un mercado libre se transforman en “relaciones personales” con funcionarios clave, la acción de lobbystas cercanos al poder, las negociaciones ocultas entre pocos jugadores y el gobierno, etc.
6- Las restricciones de tarifas y precios generan pérdida de reinversión en esos sectores, dado que el margen de ganancia se reduce por estas medidas políticas. La restricción de exportaciones de ciertos productos genera el desplazamiento de la inversión hacia sectores no controlados.
7- La necesidad de aumentar la “caja” no solo se resuelve por la mayor carga impositiva- medidas que generan mucho “ruido” político- sino a través de la invisible mano de la emisión monetaria. La “inflación” no es “el aumento de precios”, sino el aumento de la masa monetaria por encima del incremento de la producción de bienes. El incremento de precios – y salarios- es solo un resultado de la “inflación” de moneda cada vez de menos valor.
8- La desinversión tiene por efecto un aumento de la desocupación, una menor oferta de bienes y un deterioro de capital productivo
9- La baja de la producción genera baja en la recaudación impositiva, por lo cual se alienta cada vez más a la emisión monetaria para cumplir los compromisos de Gobierno con los sectores sociales aliados.
10- La necesidad de aumentar exportaciones implica normalmente una tendencia a subvaluar la moneda nacional por sobre las divisas internacionales. Pero una moneda “inflacionada” se va desajustando año a año con los precios internacionales: cada vez se necesitan más divisas para adquirir desde el exterior productos nacionales de exportación. Crecen las presiones devaluacionistas.
11- Otra fuente de recursos es la reestatización de empresas anteriormente privatizadas. Esto provee de fondos frescos para la articulación de las políticas redistribucionistas, aunque el Estado se hace garante de estas empresas aun cuando trabajen a pérdida. Por otra parte , las empresas reestatizadas proveen de “trabajo” a funcionarios o empresarios amigos.
12- La conflictividad por desocupación se vuelca a la demanda de más planes sociales y puede ser instrumentada por sectores “ a la izquierda” del poder, que utilizan las mismas herramientas de movilización y presión social que utiliza el partido gobernante
13- Se instrumenta una política laboral ampliamente favorable al interés de la burocracia sindical, subiendo las cargas laborales. Esto genera un incremento del trabajo en negro, recurso empresarial para escapar al costo laboral e impositivo del trabajo oficialmente registrado.
14- La politización de la economía abre el amplio campo de la corrupción
15- El esquema requiere una Justicia amiga, que cajonee las demandas hechas por damnificados de estas políticas y las denuncias de corrupción
16- También es necesario acallar voces opositoras que puedan expresarse a través de los medios de comunicación. Surge así la tentación de extender el control de la comunicación cercenando derechos de los medios y creando medios propios y de “amigos” del poder.
17- Con una Justicia y unos Medios controlados, con políticas discrecionales, con amenazas de expropiación, con restricciones y control de precios y tarifas, la inversión externa se retrae.
18- Asimismo, el no cumplimiento de compromisos de pago de deuda externa retrae el crédito internacional o lo hace a tasas muy altas. Con poco o nada de inversión y de crédito externo inexistente, la capacidad productiva se va deteriorando.
19- El Gobierno niega esta realidad y construye un “relato épico” que acompaña la “venta” del “modelo”. Todo termina, en ultima instancia en una operación de ocultamiento de la verdad y en autismo autodestructivo.Para eso necesita cada vez más conrol de las "conversación pública": medios propios, ciberactivistas, activa presencia en las redes sociales, etc.
20- En suma, inflación, presiones devaluacionistas, descrédito de la Justicia, manipulación de la comunicación social, desinversión, fuga de capitales, incremento del malestar social, crecimiento de una oposición “por izquierda” y de la oposición democrática, deterioro del capital básico son los resultados de la política populista.

Share/Bookmark

Carta branca para o tirano Chávez

A Venezuela afunda na barbárie:

Deve ser isso o que significa "democracia até demais", conforme o memorável juízo do presidente Lula sobre a Venezuela de Hugo Chávez. Pela quarta vez em 11 anos, ele deverá receber da submissa Assembleia Nacional plenos poderes para governar por decreto em relação a uma variada pauta de questões, incluindo habitação, infraestrutura, economia, tributação, defesa e cooperação internacional. Evidentemente, Chávez tratará de enquadrar o que bem entender nessas amplas categorias. Nas ocasiões anteriores, ele baixou uma centena de leis.

Nos 12 meses em que usufruir das prerrogativas da chamada Lei Habilitante, o caudilho pretende "erradicar as desigualdades" e "acelerar a implementação do socialismo" no país, como não se furtou de dizer. O pretexto invocado para a adoção do novo período excepcional foi o de dotar o Executivo de meios para lidar com os efeitos das piores chuvas que se abateram sobre a Venezuela em muitos anos. As águas arrasaram moradias, plantações, pontes e estradas, deixando 130 mil desabrigados.(Continua).


Share/Bookmark

Arruaceiros são convidados especiais de Lula


Vai, Lula, vai embora logo, para que a gente não passe mais vergonha!

No Palácio do Planalto, sindicalistas acusados de comandar agressão contra José Serra (PSDB) durante a campanha participaram, com ministros e ex-ministros, de evento em que o presidente Lula fez balanço da gestão.
José Ribamar Lima e Sandro Cezar, conhecido como "Sandro Mata-Mosquito", participaram da solenidade como convidados, "representantes dos movimentos sociais", nas palavras deles.
Os dois ganharam notoriedade no segundo turno da eleição. Ligados ao PT, foram apontados pelo PSDB como organizadores de um protesto contra o presidenciável, ato que acabou em tumulto e pancadaria no Rio.
À Folha ambos negaram qualquer atitude hostil contra o então rival da presidente eleita, Dilma Rousseff. "Nos pegaram porque somos peões. Na realidade, não houve agressão nenhuma. Se ocorreu, não fomos nós", disse "Mata-Mosquito".
Na confusão, Serra foi atingido por um objeto. Para petistas, era uma bolinha de papel. Para tucanos, bobina de adesivos de campanha.
Principal responsável pela ida da disputa presidencial ao segundo turno, a senadora Marina Silva (PV-AC) estava na reunião. Ela fez questão de dar um abraço no presidente ao final do evento.
Sentada, Marina rabiscava frases em um bloco. Entre as anotações estavam impressões sobre Dilma.
"Fim do governo Lula. Dilma a maior parte do tempo olhando para um lugar que parecia não estar ali", escreveu a senadora.
Marina evitou críticas ao ex-companheiro. "Estou aqui como ex-ministra." (Da Folha).

Share/Bookmark

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Governadores tucanos: traidores e covardes!



Se a gente já duvidava que houvesse oposição, hoje o pontapé nos mais de 40 milhões de eleitores de José Serra não deixou dúvida: os novos governadores do PSDB já deixaram claro que não farão oposição. Assumem a cara que têm: sua origem é a mesma do lulopetismo - o lixo pré-1989. Meu voto jamais terão de novo, pusilânimes!

Mais cooperação e menos oposição. Esse foi o consenso tirado pelos oito governadores eleitos e reeleitos do PSDB que participaram em Maceió de um encontro para tirar uma posição em comum em relação ao governo da presidente eleita, Dilma Rousseff, do PT. Segundo o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), não cabe aos governadores fazer oposição. "Essa é uma tarefa partidária, que está mais afeita à bancada do partido na Câmara e no Senado. Mesmo assim, vamos fazer oposição de qualidade."

Para o anfitrião do encontro, o governador Teotonio Vilela Filho, Alagoas sempre teve uma boa relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo sendo governado por um partido de posição. "Com a presidente Dilma tenho certeza que não será diferente", acrescentou.

Questionado se não faria oposição ao governo federal, Vilela recorreu a uma frase de uma música do cantor e compositor Chico Buarque de Holanda: "Afasta de mim esse cálice." Na opinião do tucano, um Estado como Alagoas - que concentra um dos piores indicadores sociais do País - não pode se dar ao luxo de "brigar" com o governo federal, pois depende e muito dos repasses de verbas e programas da União. (Continua).

(Compartilho sua indignação, Alvaro Ferreira).


Share/Bookmark

Afinal, de quem é a faixa presidencial?


Share/Bookmark

Wikileaks? Muita espuma...

Como observou um leitor, a imprensa nacional ignorou a matéria publicada pela Reason (ver post anterior) denunciando a ligação do hacker Julian Assange com um extremista antissemita e negador do Holocausto (a exemplo do ditador Ahmadinejad, do Irã). Até agora, os vazamentos só foram festejados mundo afora pelos autoritários.

Quanto ao Wikileaks, muita espuma para pouca consequência. O embaixador dos EUA no Brasil, Thomas A. Shannon, foi ao ponto em entrevista à revista Veja desta semana:

Os telegramas tornados públicos não são a expressão defnitiva de nossa política. Os documentos são apenas parte de um processo muito mais complexo de formular políticas e implementar a diplomacia. São como fotografias, instantâneos de determinadas situações e, portanto, insuficientes para fazer uma narrativa crível e racional do desenrolar dos eventos reais. Algumas imagens são escandalosas e outras banais. Mas, fora do contexto, é difícil entender o significado de cada uma delas. O que mais chamou a atenção do público nos vazamentos foi a exposição da confidencialidade nas comunicações.

(....) É importante ressaltar que, para os diplomatas, sejam eles americanos, brasileiros ou chineses, a confidencialidade não é uma maneira de encobrir fatos dos olhos do público. A confidencialidade é um espaço que se abre e se tenta preservar no diálogo entre governos de modo que se possa conversar com franqueza sobre política exterior. Nesse ponto, a diplomacia não difere de outras relações humanas nas quais ninguém diz em público tudo o que se discute em ambiente privado.

Share/Bookmark

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Assange emprega negador do Holocausto


Julian Assange, o dono do Wikileaks que continua preso na Inglaterra, emprega Israel Shamir, um negador do Holocausto e antissemita. É ele que distribui o material na Rússia.

Artigo sobre as relações entre Assange e o extremista (na foto) foi publicada hoje na Reason.

Share/Bookmark

Gim, Ideli e Serys. Haja camburão!

No alvo, Augusto Nunes: "Em menos de uma semana, três raposas passaram pela gerência do galinheiro".


Share/Bookmark

Já vai tarde...

E o isopor, Sponholz?

Share/Bookmark

Lula: 470 dias no exterior.


O Pequeno Timoneiro viajou bem mais que FHC, a quem tanto criticava. Com o tirano Hugo Chávez, esteve 13 vezes. A preferência já diz tudo. No blog do Ricardo Setti:

Deixei de comentar no blog, mas faço hoje, o cartel de viagens do presidente Lula ao exterior, recentemente divulgado: 470 dias de seus 8 anos de mandato foram passados fora do Brasil. Ou 16% de seus quase 2,900 dias como presidente, até agora , em paises estrangeiros.

Até aí nada de muito extraordinário – presidentes precisam, mesmo, viajar, e hoje em dia, apesar da diplomacia profissional, tornou-se indispensável a chamada “diplomacia presidencial”, sobretudo para um país ampliando seus horizontes como o Brasil.

Se bem que é sempre interessante ver queimar a língua um presidente que, junto com seu partido, invariavelmente criticava o “excesso de viagens” de seu antecessor, FHC, o presidente recordista até então, e agora deixa longe os 347 dias além-fronteiras do ex-presidente (12% do mandato). Lula permaneceu no exterior 123 dias mais do presidente que criticava — 4 meses e 3 dias mais.(Continua).


Share/Bookmark

Quadrilheiro contra a imprensa

O deputado cassado José Dirceu, acusado de "chefe de quadrilha" pela Procuradoria da União, está cada vez mais afoito (certamente, vai apitar muito no próximo governo). Anti-democrata de carteirinha, defendeu o "controle da mídia", isto é, a censura, e atacou os militares:

O ex-ministro José Dirceu afirmou ontem, no Rio, que "o Brasil precisa entrar no século 21 em matéria de mídia". Para isso, defendeu a criação de um ente regulador dos meios de comunicação.
"Regulação da mídia não é censura à mídia. Regulação como existe nos EUA, na França e na Inglaterra, adaptada às nossas necessidades e pactuada. Não é imposto a ninguém. Nós estamos numa democracia, é o Congresso que aprova, se não pactuar, não construir consensos, não aprova."
O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) finaliza um projeto de regulação da mídia para deixar à presidente eleita, Dilma Rousseff.
A Folha revelou que a proposta inclui a criação de uma Agência Nacional de Comunicação, que teria poderes para multar empresas que veicularem programas considerados ofensivos ou preconceituosos.
Para Dirceu, os meios de comunicação são contra a regulação por medo de enfrentar novos concorrentes. "O Brasil precisa de mais meios de comunicação, cada vez mais."
O ex-ministro foi um dos homenageados no prêmio Democracia e Liberdade Sempre, da CUT. O evento também foi um ato de desagravo a Dilma pelo que a entidade viu como "criminalização" de sua luta armada durante a ditadura.
"Nós não pegamos em armas. Quem pegou em armas foram as Forças Armadas, usurpando as armas que a Constituição deu a elas para impor uma ditadura ao país. Nós só resistimos", disse.
Ele saudou ainda a notícia de que Lula irá "expor a farsa do mensalão" após deixar a Presidência.(Folha de S. Paulo).

Share/Bookmark

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Governo Lula é uma droga mesmo!

Basta ler (políticas de prevenção, quá!):

O consumo de crack já se alastrou pelo País, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgada na manhã de hoje, em Brasília. Levantamento feito com 3.950 cidades mostra que 98% dos municípios pesquisados enfrentam problemas relacionados ao crack e a outras drogas. "Falta uma estratégia para o enfrentamento do uso do crack. Não há integração entre União, Estados e municípios", alertou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. (Continua).

Share/Bookmark

Onde há fumaça, há fogo. Onde há petista, há maracutaia.

A máfia do Orçamento pratica mais uma gatunagem, desta vez através de uma senadora petista (ah, não, foi a secretária dela) que tem nome, huumm, digamos, peculiar...

O presidente do PPS, Roberto Freire, pediu o afastamento da relatora do Orçamento da União para o próximo ano, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), depois de reportagem revelando que sua assessora Liane Muhlemberg preside uma entidade que recebeu R$ 4,7 milhões de recursos do Orçamento por meio de convênios com o governo realizados sem licitação. A reportagem publicada nesta segunda-feira, 13, no Estado revela que o dinheiro chegou à entidade, Instituto de Pesquisa e Ação Modular (Ipam), por meio de emendas de parlamentares do PT para shows e eventos culturais.(Continua).

Share/Bookmark

domingo, 12 de dezembro de 2010

Ei, Assange,por que não divulgar os documentos da Al Qaeda e das ditaduras?

Só levarei Julian Assange e seu WikiLeaks a sério quando publicarem documentos secretos das ditaduras (Coreia do Norte, por ex.) e dos grupos terroristas, a começar pela Al Qaeda.

Violar dados de países democráticos parece ser a especialidade do hacker australiano.

Share/Bookmark

Duelo de banjos



No vídeo, a antológica cena de "Amargo Pesadelo". (Com meus votos de que ninguém tenha uma segunda-feira amarga).
Share/Bookmark

Ministério de quinta categoria

Do Blog do Villa (assino embaixo):

O ministério divulgado até hoje (sexta) é péssimo. Falam que alguns políticos tem cota. Sarney, só ele, emplacou 2. Temer também tem cota: emplacou Moreira Franco (que Brizola chamava de gato angorá). O nível é baixo. 2011 vai ser um ano economicamente difícil (Paulo Bernardo "descobriu" que errou a receita somente em 12 bilhões). Este ministério não segura uma onda contrária. Teremos emoções. Como sempre, o problema é a oposição. Sem brio, pegada ou idéias. Sem nada. Como já escrevi, a oposição vai esperar iniciar o ano legislativo para começar a articular. Sequer fez um balanço crítico da campanha.

Share/Bookmark

Sponholz faz um balanço do governo Lula


Share/Bookmark

sábado, 11 de dezembro de 2010

A liberdade é o valor supremo

Estou quase terminando de ler Sabres e utopias (visões da América Latina), de Mario Vargas Llosa (ver seção Livros, ao lado), um dos raros defensores do liberalismo nesse viveiro de ditaduras que tem sido a América Latina, e fico contente em saber que ele chegou a essa filosofia através de alguns autores que também me motivaram em relação a essas ideias, entre eles Isaiah Berlin e Karl Popper.

Vargas Llosa chama atenção para um ponto particularmente importante: o coletivismo não sobrevive apenas no comunismo, mas também nas religiões ou doutrinas que procuram submeter o indivíduo a uma coletividade. Cito um trecho:

A defesa do indivíduo é uma consequência natural do princípio de se considerar a liberdade como o valor individual e social por excelência. Pois a lierdade é medida no interior de uma sociedade pela margem de autonomia de que dispõe o cidadão para organizar sua vida e concretizar suas expectativas sem interferências injustas, ou seja, por aquela "liberdade negativa", como a denominou Isaiah Berlin, em dominar a natureza, vencer o medo do trovão, dos animais, do desconhecido e do outro, daquele que tinha uma cor de pele diferente, outra língua e outros costumes. Mas o coletivismo sobreviveu no decurso da história nas doutrinas e ideologias que pretendem transformar em valor supremo o pertencimento de um indivíduo a uma determinada coletividade, a raça, por exemplo, ou a classe social, a religião ou a Nação. Todas essas doutrinas coletivistas, o nazismo, o fascismo, os fanatismos religiosos, o comunismo, são, por isso, os inimigos naturais da liberdade e os mais violentos adversários dos liberais.

Desnecessário dizer, mas vá lá: a liberdade é um valor supremo para a literatura e as artes, as ciências e a filosofia, tanto quanto para a sociedade e o indivíduo.

Share/Bookmark