Jamais se espere coerência dos petistas, e muito menos que façam as contas com o passado. Incapazes de reconhecer seus próprios e abundantes erros, julgam-se portadores da verdade (como se verdade fosse uma questão meramente político-ideológica, e não epistemológica). Ontem cuspiam, hoje bajulam. Formam o único partido ocidental que não fez as contas com a história - para a qual, aliás, fazem questão de virar as costas. Arrogância e ignorância, nesse caso, sempre andaram juntas.
A ministra francesa das Finanças, Christine Lagarde, iniciará nesta segunda-feira, no Brasil, visitas a países emergentes como parte de sua campanha para o posto de diretora-presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ela disse que iniciará as viagens pelo Brasil porque o país foi o primeiro a responder à sua solicitação.
Lagarde deve chegar a Brasília na manhã desta segunda-feira. Em seguida, ela almoça com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. À tarde, será recebida pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
"Eu decidi visitar todos os países emergentes", declarou a ministra no domingo à emissora de rádio francesa Europe 1. "Eu pedi para visitar o Brasil, a China, a Índia e alguns países da África", afirmou, acrescentando que provavelmente fará um giro também pelas nações do Oriente Médio.
Os países emergentes "são aqueles que expressam atualmente uma preocupação e uma frustração. Eles querem que seus interesses e sua situação econômica sejam reconhecidos e expressados na direção dos órgãos internacionais", declarou a ministra francesa. "Querem saber se os candidatos (à direção do FMI) têm vocação universal." (Continua).
4 comentários:
O Fortuna,
Velut Luna
Statu variabilis,
Semper crescis
Aut decrescis;
Vita detestabilis
Nunc obdurat
Et tunc curat
Ludo mentis aciem,
Egestatem,
Potestatem
Dissolvit ut glaciem.
Sors immanis
Et inanis,
Rota tu volubilis
Status malus,
Vana salus
Semper dissolubilis,
Obumbrata
Et velata
Michi quoque niteris;
Nunc per ludum
Dorsum nudum
Fero tui sceleris.
Sors salutis
Et virtutis
Michi nunc contraria
Est affectus
Et defectus
Semper in angaria.
Hac in hora
Sine mora
Corde pulsum tangite;
Quod per sortem
Sternit fortem,
Mecum omnes plangite!
Vã é a felicidade
Sempre dissolúvel,
Nebulosa
E velada
Também a mim contagias;
Agora por brincadeira
O dorso nu
Entrego à tua perversidade.
A sorte na saúde
E virtude
Agora me é contrária.
Dá
E tira
Mantendo sempre escravizado
Nesta hora
Sem demora
Tange a corda vibrante;
Porque a sorte
Abate o forte,
Chorai todos comigo!
Os petralhas têm um afeto volúvel como a lua em relação ao FMI: antes decrescia (ou era ausente do céu como a lua nova), hoje é de lua crescente tendente a cheia.
Tudo "vareia" de acordo com os interesses minguantes ou crescentes dessa etnia.
Antes, recentemente, o governo, conforme os meios de comunicação, teria preferência por um representante do terceiro mundo, atuais emergentes, para a direção geral do FMI. Depois, dentro da variabilidade e da volubilidade descrita, poeticamente, no comentário da Maria do Espírito Santo, parece estar inclinado a apoiar a senhora Lagarde, representante da França. Pode ser que haja outra opção daqui a pouco e depois nova opção. Como diziam no interior: vorteia qui vorteia e fica no mêmo.
Dawran Numida
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