segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Campanha contra a sacola plástica não passa de embuste dos falsos salvadores do planeta


O ambientalismo ongueiro, essa praga politicamente correta,
espalha pelo país a campanha contra as sacolas plásticas. 
Alguns Estados já proibiram oficialmente seu uso, 
forçando os cidadãos a comprar sacolões. 
Quem não compra, tem que sair pelas ruas carregando caixas. 
Leiam no Estadão uma boa crítica a mais esse engodo 
dos falsos "salvadores do planeta".
Quem não tem “saco” para ler algumas verdades inconvenientes, como diria o 
biodesagradável Al Gore, é melhor parar por aqui. Bom. Dado o aviso, 
siga adiante por sua conta e risco.
No tempo do politicamente correto, a onda é navegar em campanhas ecológicas 
bem produzidas e que possuem um forte apelo emocional. 
Nelas, o cidadão é arrebatado pelo chamado da consciência e motivado 
a contribuir heroicamente para a salvação do planeta.

Campanha: USE MAIS PAPEL HIGIÊNICO E GANHE ECOBAGS!
Muito bem. Muito bonito. E muito inútil e ardiloso também.
Inútil por que em momento algum essas companhas instigam o consumidor a refletir 
sobre o seu padrão de consumo. Sobre a real necessidade de adquirir 
esse ou aquele produto.
Ardiloso por que, na base dessas campanhas, está um preceito muito caro 
para as empresas: o consumo. Então, munidos de apelos sentimentais, 
os marqueteiros se lançam a convencer o consumidor a comprar produtos 
ecologicamente corretos. Eu disse, e repito: comprar!
E ai está o segredo que sustenta o interesse da maioria das empresas 
nessa onda ambientalmente correta: comprar mais. 
Elas descobriram um novo filão para aumentar as suas vendas e, de quebra,
ainda dão um suporte psicológico para que o consumidor possa gastar
seu dinheiro acreditando que o está fazendo por uma boa e justa causa.
Aposto que o leitor nunca viu um anúncio dizendo: Você vai trocar de carro? 
Não, não faça isso. Será que o seu carrão não dura mais um pouco?
Faça revisão, mas não compre um novo agora não. A realidade é outra.
A mensagem do anunciante é: COMPRE o novo carro X que polui menos! 
COMPRE o xampu Y que é feito com essências da Amazônia.
COMPRE. COMPRE. COMPRE.
Lamento, caro leitor, mas na onda do politicamente correto, 
você faz o papel de trouxa. Ou pelo menos é assim que muitas empresas 
e certas ONGs enxergam você. (Continua).

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9 comentários:

Maria do Espírito Santo disse...

É a maior babaquice este negócio anti-saco "prástico".

Lá em Belo Horizonte tá um inferno fazer compras em supermercados. Beagá foi dominada pelo espírito da floresta de Marina Silva. E a população da cidade que mais deu votos à verdolenga tem aceitado essa prática ridícula como se isso fosse salvar o planeta!

Salvem-me dos ecólotras, please!!!

Arnaldo disse...

É o fim da picada! Essa praga tá pegando até nas cidades do interior.

Anônimo disse...

A Ford está com um comercial incentivando a revisão.

LesPaul disse...

Salve Professor, salve Maria. Em ano sem Paulaner ou Oktober em München, a dica é descobrir as boas 'louras', 'ruivas' e 'rubis' produzidas nas micro-cervejarias (tem hífen?) do Vale do Itajaí. Abraços, Paulao.

Bolsas 'ecológicas' são 200 vezes
mais nocivas ao meio ambiente

A Agência Ambiental Britânica (Environment Agency) apontou as Ecobags (bolsas ecológicas) como sendo 200 vezes piores ao meio ambiente do que as sacolas de plástico. Além disso, o documento aponta que o Polietileno de Alta Densidade (Pead), substância utilizada na fabricação de sacolas plásticas, emite apenas um terço do Gás Carbônico (CO²) que a matéria-prima das Ecobags emite. Desta forma, o argumento usado para a venda das bolsas “ecológicas” podem não ser verídicos, já que elas não são mais sustentáveis que as famosas sacolinhas de plástico. Informações do Estadão.

Link no CH de 27/09/11: http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php

Blog do Ferra Mula disse...

Para não perder o costume, quando estive na Italia, fui até um supermercado dentro da estação do metrõ, comprei garrafinhas de água mineral, e ao passar pelo caixa, pedi para colocar nos saquinhos, aí veio a surpresa, 30 centavos de euros por sacola.

Voce anda pela Europa, tudo está muito limpo não possui lixo, mas onde eles enfiam essa imundície?

Nos containers e despacham para o 3º mundo, ou descarregam em alto mar sem que ninguém perceba, porque abre-se um compartimento no fundo dos cascos dos navios e despejam todo tipo de lixo e hoje já se fala em Pacifico de Plástico, e Lixão do Mundo. Voces acreditam que todo esse lixo se acumula só por conta das correntezas marítimas?
Ninguem questiona onde o americanos jogam seus lixos descartáveis que não é pouco,pois existe um oceano de plástico, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. dos ingleses já sabemos mandam pra cá e a China, a India? No Japão é sabido do processamento de esgotos nos edifícios mas e o lixo?

Será que alguém já fez essa pergunta parao AL GORE? Nesse contexto acho que a Marina é o lixo útil aos interesses da NOM/NWO.

"O CARA" também aderiu a essa nova onda do "gasta, gasta, gasta. . . compra, compra, compra."

Ah, bons tempos quando as embalagens eram de vidros e eram trocadas no comércio, enviadas aos engarradoras, higienizadas e retornavam para o consumo sem riscos à saúde e ao meio ambiente.

O que eles querem é que resolvamos os problemas por eles criados e ainda faturar uns trocados nessa armação, como já acontece.

Paulo disse...

O que deveria ser o alvo de campanhas ecológicas é o saneamento básico, que é ignorado pela maioria dos governantes, e isso envolve a necessidade básica do ser humano que é a água, muitas cidades jogam todo o esgoto coletado nos rios. Agora ficam com essa gracinha das sacolas plásticas.

Maria do Espírito Santo disse...

Perfeito, Paulo!
Sacolinhas politicamente corretas e esgoto a céu aberto é o que há de ridículo!
Os ideólogos se ligam em abstrações marinescas do gênero salvar o planeta! Quanto às crianças humanas, elas que se danem com as suas verminoses e outros problemas de saúde bem piores!

Dawran Numida disse...

É isso, Paulo. Saneamento básico e orçamento do que comprar, quanto, quando e onde. Para consumir o necessário e poupar. Quase não ouve-se que os produtos "naturais", "ecológicos", "produzidos de forma sustentável" etc., são muito mais caros. Isso inclui as ditas sacolas, sacos de plástico biodegradável, verduras e legumes etc. É uma verdadeira chatice e patrulha.

Maria do Espírito Santo disse...

Na mosca você também (como sempre) Dawran! É exatamente assim: produtos naturais industrializados (não é algo meio paradoxal?) são muito mais caros mesmo. Os dietéticos, então, nem se fala!

Quando às sacolas, haja saco ou estômago duplo de ruminante.