segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A lulista Dilma corta fundo na Educação

Seguindo seu líder, que sempre se orgulhou de jamais ter estudado nem lido livro algum, Dilma Rousseff faz um dos maiores cortes no setor de Educação.

Pronto. Além de falar em lulês, as novas gerações escreverão como Emir Sader. "Getúlho" Vargas vai se virar no túmulo.

UPDATE: e os funcionários públicos, que temiam a "volta do Paulo Renato", vão se roçar nas ostras neste ano: nada de aumento, garante Dilma. Era tudo dilmentira...

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"Cimentando" a reforma política

E lá vai a pior legislatura da história brasileira.

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Prêmio Kadafi de Direitos Humanos!

É inacreditável, mas está na página do sociólogo suiço Jean Ziegler na wikipedia: Kadafi criou um Prêmio de Direitos Humanos em Genebra, no final dos anos 80. O suiço foi um dos gestores do fundo mantenedor.
Aliás, Ziegler também assinou, em 1996, um documento em favor de Roger Garaudy, um comunista francês que virou fundamentalista islâmico e foi um dos primeiros malucos a negar o Holocausto - "Adolfinejad" veio bem depois...
Kadafi, como se sabe, é um respeitador dos direitos humanos: bombardeia a população e enterra civis vivos.
(Grato, CFE).

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Fanáticos iranianos veem chifre em cabeça de cavalo


É mesmo coisa de "aiatolões" xiitas (lembremos que eles querem eliminar Israel do mapa):

O Irã reclamou de forma oficial do logotipo escolhido pelos Jogos Olímpicos de Londres-2012. O país islâmico afirma que o símbolo, revelado em 2007, remete à palavra ''Zion'', que, em inglês, remete a Jerusalém e ao judaísmo.

O logo traz os algarismos que compõem o número 2012 de forma estilizada. Assim, na visão iraniana, o ''2'' pode ser um ''Z'', o ''0'' seria um ''O'', o ''1'' interpretaria o ''I'', enquanto o outro ''2'' poderia ser lido como um ''N'' ao contrário.

Como o número aparece escrito com "20" em cima e "12" logo abaixo, uma leitura vertical permitira encontrar um "ZI" e um "ON".

Bahram Afsharzadeh, secretário-geral do Comitê Olímpico do Irã enviou uma carta ao presidente do COI, Jacques Rogge, criticando o emblema e ameaçando inclusive o boicote aos Jogos. "Não há dúvidas de que negligência neste questão pode afetar a presença de alguns países em Londres", diz a carta. (Continua).

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Emir continua maltratando a língua portuguesa

O sociólogo Emir Sader, aquele que escreve Getúlho assim mesmo, com lh, continua espancando a língua portuguesa. Segundo o Coturno, tascou no twitter um "fusilamento" com s.

Mesmo não dominando o português, queria ser ministro da Cultura, cargo que acabou ficando com a maninha do Chico "Leite Derramado" Buarque, Ana Buarque de Hollanda, por ele (Sader, é claro) chamada de "autista".

Como prêmio de consolação por sempre ter se ajoelhado diante do lulismo e das ditaduras, querem dar um pequeno "emirado" a esse brilhante "cientista humano": a presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa, que viraria um entreposto de ideologias totalitárias.

Vade retro!


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Apagões, outro recorde mundial da dupla Lula-Dilma.

Apagão é com o lulopetismo - moral inclusive:

Dez anos depois de mergulhar no maior racionamento da história, o Brasil volta a conviver com problemas no setor elétrico. Mas, desta vez, a crise não está na falta de energia, como ocorreu em 2001, mas na dificuldade de fazer o produto chegar até o consumidor final. Nos últimos meses, uma série de apagões e blecautes regionais causaram transtornos e prejuízos aos brasileiros.

Só neste ano, até o dia 22, foram 14 grandes ocorrências, conforme relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A maior delas deixou o Nordeste sem luz por até cinco horas. O incidente - ainda sem explicações precisas - garantiu ao Brasil o título de país com o maior número de blecautes de grandes proporções. Das seis maiores ocorrências registradas no mundo desde 1965, três são do Brasil: em 1999 (97 milhões de pessoas), 2009 (60 milhões) e 2011 (53 milhões), segundo a consultoria PSR. O maior ocorreu na Indonésia, em 2005, atingindo 100 milhões de pessoas. (Continua).


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Nada mais governamental que uma ONG


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O harém "virgem" do assassino Kadafi


Há mais de 40 anos no poder, o tirano Muamar Kadafi, da Líbia, confia sua segurança apenas a um grupo de mulheres altamente treinadas, que juram dar a vida pelo líder.

Elas dominam artes marciais e são especialistas em armas de fogo.

Para integrar esse "harém" armado, as moças devem ser virgens e jurar castidade...
(Grato, CFE).

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cadê Marina Silva?


Será que a macilenta candidata do PV - que obteve 20 milhões de votos - virou definitivamente um avatar?

Bene, que sumiu do noticiário, sumiu. Cumpriu sua tarefa, talvez: evitar que a oposição ganhasse as eleições. E quem votou nela não passa de bobalhão útil.


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Lucro da Petrobras, prejuízo para o consumidor.

Pois é, a Monstrobras - a caixa-preta mais fechada do Brasil desde a ditadura - obteve lucros de mais de 30 bilhões no ano passado.

Enquanto isso, o péssimo coquetel de combustíveis que impinge aos cidadãos é um dos mais caros do mundo.

Os petistas devem estar se refestelando: é mais dinheiro para propaganda e autopromoção.

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Tiririca, um legítimo representante da era lulista.



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Os últimos ditadores da América Latina


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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Agora só falta Cuba

Artigo de Fernando Javier Ruiz analisa a situação em Cuba, onde mal se esconde o descontentamento em relação à ditadura castrista. Que os cubanos sigam o exemplo árabe.

En Cuba el descontento de la ciudadanía es pavoroso, donde resulta evidente que entre la propia clase gobernante no hay ninguna fe en que el régimen pueda democratizarse, y ya no tienen un Bush para enfrentarse sino un Obama. Solo falta que se cruce el umbral de la protesta masiva. Como ocurrió en 1989 en Europa del Este y ahora en Africa del Norte, las dictaduras caen cuando se rompe el miedo a la protesta en la calle, cuando el descontento individual se organiza colectivamente pues se pierde el miedo a identificarse como un opositor.

Es en ese momento donde se ponen a prueba las dos instituciones de control principales de la dictadura: las fuerzas armadas y los medios de comunicación oficiales. Si comienzan las protestas en Cuba, la primera línea represiva del régimen serán los cuadros partidarios y la policía política, tratando de evitar la presencia directa de los militares en la calle frente al pueblo. Si las protestas adquieren entidad, es decir, si la gente va rompiendo ese miedo a revelar en público su disidencia vital con el régimen, en algún momento los militares van a tener que decidir utilizar o no la fuerza. Pueden elegir la opción de China, de Burma o de Libia, y disparar, o pueden elegir la opción de los militares egipcios y no hacerlo. En apariencia, los militares serían el sector del régimen más respetado por la población, pero frente a las protestas masivas deberán elegir defender o no a la dictadura, de la que son obviamente los principales beneficiarios.

El otro sector clave del estado son los medios de comunicación, en especial la televisión pública. Cualquier fisura en el monopolio discursivo del régimen alentará la revuelta, y la nacionalizara. La caída de Honecker en Alemania Oriental, de Ceaucescu en Rumania, y la resistencia frente al golpe contra Gorbachov, tuvieron en la televisión un actor central. También el intento de golpe en España, hace treinta años, fue detenido entre otras cosas por la valentía de los empleados de la televisión pública española. Las revoluciones democráticas triunfantes son capaces de penetrar el espacio mediático audiovisual, que es actualmente el principal lugar de encuentro del pueblo en un país. Los corresponsales internacionales basados en Cuba están relativamente controlados por el castrismo pero frente a un torbellino de acontecimientos seguramente no dejarán de cubrirlo. De hecho, llevan décadas esperando poder hacerlo. (Continua).


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Coco de bigode e o abominável eleitor


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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os vícios imperiais da história brasileira

Em mais de um século, a história do Brasil mudou pouco, pelo menos em termos institucionais. Cito apenas um trecho do excelente livro introdutório Uma breve história do Brasil, de Mary del Priore e Renato Venâncio (Planeta, 2010), a propósito da desigualdade que sempre reinou entre os Estados, privilegiando o Norte e o Nordeste (atenção, isto não foi coisa da recente ditadura civil-militar, política prosseguida agora pelo lulismo com extremo zelo). Do Segundo Reinado até hoje, a situação pouco mudou:

"No Centro-Sul (...), apesar da superioridade populacional e econômica, a região mais rica do país possuía uma representação inferior à do Norte e do Nordeste, daí inclusive a aprovação de leis emancipatórias que tanto contrariavam os interesses da lavoura cafeeira. A distribuição desigual de recursos fiscais era outra consequência desse desequilíbrio político. Nos anos 1880, época em que o Império subsidiou, a juros 50% mais baixos do que os cobrados pelo mercado, a criação dos engenhos centrais baianos e pernambucanos - empreendimentos quase do mesmo porte das usinas de nossa época -, foi também o período em que, para cada mil-réis de impostos pagos pelos paulistas ao governo central, apenas 150 réis voltavam como benefícios. A monarquia, dessa forma, foi se distanciando dos segmentos mais importantes das elites regionais, que passaram a defender cada vez mais a descentralização e o federalismo, aliás, principais bandeiras do movimento republicano nascido em 1870."

No terceiro período do governo lulopetista, o que temos é mais do mesmo, a começar por Sarney e apaniguados, que continuam dominando a política nacional. Não à toa, o grande sucesso eleitoral da "governanta" Dilma ocorreu justamente no Nordeste e no Norte - que hoje contam com um porta-voz mineiro, o Visconde Aécio das Neves, senador que até agora não compareceu à tribuna, mas vive articulando em favor do continuísmo imperial.

(Para informações sobre o livro, ver seção ao lado).

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Pasmem! A Líbia de Kadafi integra o Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Pois não é que a Líbia do tirano Muammar Kadafi, que bombardeia seu próprio povo, foi eleita como membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU? Bom lugar para um carniceiro.

Aquilo lá é, de fato, um reduto de tiranos do planeta. Entre outros figurantes, também Angola, Uganda e Equador participam do conselho. Eita, mundo variado!

E sabem qual é o nome oficial da Líbia do tirano sanguinário? Grande República Socialista Popular Árabe da Líbia...

A descoberta é do CFE, atento comentador do blog desde o início. Gracias, amigo.

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Haja fantasia para o governo Dilma!


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Lula não pede ao "irmão" Kadafi pelos brasileiros na Líbia

O Pequeno Timoneiro, que chamou Kadafi de irmão, amigo e líder, silencia em relação à situação dos brasileiros que pretendem sair da Líbia.

Desde domingo, o chanceler Antonio Patriota espera sentado a autorização do governo local para o pouso em algum aeroporto. Desde domingo, Lula faz de conta que conhece só de vista o homem que há 42 anos manda e desmanda no país. O que espera Patriota para interromper a amnésia malandra e recordar ao ex-presidente os tempos em que entrava sem bater na tenda beduína onde Muammar Kadafi conversa, descansa e dorme escoltado pela guarda pessoal só de mulheres? (Contnua no blog de Augusto Nunes).


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ATENÇÃO, moradores e turistas: estes bandidos são procurados em Florianópolis.

De vez em quando, blog também é serviço de utilidade pública. Tomem cuidado: a galeria do terror abaixo - eita, Lombroso! - continua agindo em Florianópolis e adjacências.


Veja as fotos e os nomes dos 28 presos que continuam foragidos:


ISRAEL BITTENCOURT


ADRIANO MACHADO DE SOUZA


ENILTO ADOLFO GONÇALVES



MICHEL TEIXEIRA HARDT



EDUARDO SANTOS VARGAS



CLEBER WILSON SILVA



ELEANDRO FERREIRA DA SILVA


JEISON LUIZ PEREIRA GOULART



SCHARRIAM SOARES ARDT



JAIRO JULIO DA SILVEIRA



GILBERTO NETO DA LUZ



NICOLAS ESTEBAN LOPEZ GOMEZ



MAICON BELMIRO



GEOVANI MARILDA BRITO



CAIQUE HABRAÃO PORFIRIO DA SILVA



RAFAEL WEISS



ALEXANDRE CAMACHO



RODOLFO RODRIGUES NORONHA



FERNANDO AUGUSTO DA COSTA MARTINS



DANILO DE BORBA



WILIAN AFONSO



NEI GABRIEL FERREIRA HERTER



TIAGO JOSEFINO DA SILVA



RAFAEL SILVA LEAL



FABIANO MARÇAL



LUAN ROBERTO DA SILVA



CRISTIAN ROGER SOARES LOPES


MARCOS DARIO SIQUEIRA


(Publicado por soldado Ezequiel Onedi Debortoli, do Centro de Comunicação Social :: Fotos: divulgação/SSP e ClicRBS: http://www.clicrbs.com.br/).



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Kadafi é um genocida

O próprio embaixador da Líbia na ONU acusa Kadafi de cometer genocídio. Que tal nomear Lula como apaziguador? Afinal (ver post anterior), ele não disse que é amigo, irmão e seguidor do tirano assassino?

O Embaixador líbio na Organização das Nações Unidas (ONU) chamou de "genocídio" as ações tomadas pelo governo de Muamar Kadafi para conter os protestos populares que se espalham pelo país. Em entrevista à rede árabe Al Jazeera, Ibrahim Dabbashi defendeu que "Kadafi deve ir embora, caso contrário o povo irá expulsá-lo. Ele sabe que esse é o seu destino".

O pronuciamento de Dabbashi chega exatamente no momento de maior violência no país. Os protestos ocorrem principalmente em Benghazi, no leste do país, mas já atingem Trípoli, que nesta segunda foi alvo de um bombardeio das forças armas contra manifestantes. Emissoras de televisão da região apontam para um saldo de até 200 mortos.

"É o fim do seu jogo", disse o embaixador sobre Kadafi, pedindo que a comunidade internacional entre em ação para "dar fim a este genocídio na Líbia".

Ontem mesmo, Saif al Islam Kadafi, um dos filhos do líder, pronunciou-se na rede estatal líbia para pedir desculpas pelos excessos do exército na repressão e acusar os manifestates de serem obra de um "complô" internaiconal para dividir o país em pequenos emirados islâmicos. (Continua).


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Lula a Kadafi: "meu amigo, meu irmão e líder"


Isto aconteceu em julho de 2009, na cúpula da União Africana, realizada na Líbia, onde hoje o líder do Pequeno Timoneiro ordena bombardeios contra a população (já há mais de 400 mortos).

Não se deve esquecer que Lula sempre demonstrou predileção por tiranos. Sob seu governo, o Itamaraty se aliou à escória internacional (Chávez, os ditadores africanos etc.).
(Gracias, CFE).

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Uma dupla perfeita


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Ditador islamofascista manda bombardear manifestantes


O vetusto ditador líbio Muammar Kadafi, que encarna o que alguns chamam apropriadamente de islamofascismo, chegou a uma decisão monstruosa: bombardear com caças da Força Aérea os manifestantes contra o governo.

Alguns pilotos se negaram a cumprir a ordem do tirano enlouquecido e fugiram para Malta.

Faço apenas uma observação: se no Egito a situação pode piorar, na Líbia acontece o contrário: qualquer coisa é melhor que o fascista do livrinho verde.

P.S.: Kadafi foi abraçado por Lula, o grande conciliador do Oriente e estadista das relações internacionais...

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STF também esnoba o Legislativo

Quando o próprio STF decide aumentar os salários por conta própria, sem passar pelo Legislativo, estamos, de fato, desmontando o o Estado de Direito. A Câmara de Deputados, aliás, já se imolou diante do altar da "governanta" Dilma na questão do mínimo. Do jeito que a coisa vai, caminhamos para uma ditadura consentida.

Responsável pela palavra final sobre a regra de reajuste do salário mínimo por meio de decreto, o Supremo Tribunal Federal (STF) adotou procedimento semelhante ao do governo quando enviou projeto ao Congresso propondo elevar o salário dos ministros de R$ 26.723 para R$ 30.675. O exemplo foi seguido também pelo Ministério Público Federal na proposta de aumento salarial para o procurador-geral da República.

A autorização prevista no projeto de aumento do mínimo para que os próximos reajustes anuais, até 2015, sejam feitos por meio de decreto, sem a necessidade de passar por votação no Congresso, provocou polêmica na Câmara. O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), anunciou que recorrerá ao Supremo, caso essa regra vire lei após votação pelo Senado. A Constituição estabelece que o valor do salário mínimo será fixado em lei.

(...)

Na proposta para aumentar o salário dos ministros do Supremo, o presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso, estabelece o reajuste salarial dos ministros nos meses de janeiro de cada ano, sem a necessidade de enviar ao Congresso um novo projeto de lei. Essa fórmula, segundo o projeto, começa a partir de 2012 e servirá de base para o reajuste dos índices anuais. (Continua).


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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Drogaria grotense


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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Suiça, o paraíso fiscal da era lulista.


Nem vou comentar....

O volume de dinheiro de brasileiros na Suíça vem crescendo. Entre 2005 e 2009, o BC suíço aponta a entrada de mais US$ 1,1 bilhão do Brasil. Segundo dados oficiais, nenhum outro país emergente registrou tal avanço e a expansão é a maior registrada de dinheiro vindo do Brasil.

O total da fortuna mantida por brasileiros na Suíça já é superior aos de China, Índia e Arábia Saudita. A Suíça estima que tem, em seus cofres, US$ 3 trilhões em fortunas pessoais. O valor seria quase metade da fortuna privada do planeta. (Continua).

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O Brasil é europeu

O professor e pesquisador Sérgio Danilo Pena, da UFMG, enfim merece consideração no exterior. Aliás, até aqui no Brasil seus estudos são pouco divulgados, já que se chocam com a política de racialização perpetrada pelo governo.

Os leitores mais antigos do blog devem lembrar que sempre citei o professor nas questões referentes à ultrapassada noção de "raça", assim como o ítalo-americano Luigi Cavalli-Sforza, que fez o mesmo tipo de estudo em quase todo o planeta (é só procurar na caixa de pesquisa do blog, à margem esquerda). Ambos comprovam: "raça" não encontra fundamentação nas ciências.

O estudo de Pena comprova o que muitos, nutridos apenas por ideologias, pretendem negar: a população brasileira é miscigenada. Seu DNA é majoritariamente europeu: por surpreendente que seja, negros e mestiços possuem um DNA mais europeu que africano ou índio.

Leiam no jornal El País.

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Governo e congresso apetralhado tentam forçar a absolvição dos mensaleiros

Ter um mensaleiro na presidência da Comissão de Constituição e Justiça torna vil a Câmara dos Deputados, digna representante do Grotão lulista. No blog de Augusto Nunes:


Vista de longe, a ascensão do deputado João Paulo Cunha à presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara parece uma patifaria a mais na rotina de obscenidades que transformou o Congresso numa Casa do Espanto. Se um José Sarney preside o Senado, se reuniões de líderes frequentemente lembram rodas de conversa em pátio do presídio, se o corregedor da Câmara chegou ao posto por ter sido o melhor aluno do professor de bandalheiras Severino Cavalcanti, não há nada de espantoso na entrega do comando da mais importante comissão a um parlamentar acusado de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no processo sobre o mensalão que corre no Supremo Tribunal Federal.

Sim a escolha feita pela bancada do PT não surpreendeu ninguém: essa gente não não desperdiça chances de debochar dos brasileiros honestos. Mas a exumação festiva do presidente da Câmara do Mensalão não foi um ultraje qualquer, alerta a contemplação menos ligeira do episódio. Associada a meia dúzia de infâmias recentes, a afronta atesta que está na fase dos arremates a ofensiva, concebida em parceria pelo governo e pelo Congresso, destinada a constranger o STF e livrar do merecidíssimo castigo a quadrilha que protagonizou o maior escândalo da história da República.(Continua).


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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mercadante submete C&T aos pelegos da CUT

Ministro da Ciência e Tecnologia e doutor em lulismo pela Unicamp, Mercadante abre as portas do ministério aos pelegos da CUT, braço sindical do petismo. A infeliz iniciativa só terá um resultado: o fracasso.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, recebeu nesta quarta-feira (16) em seu gabinete, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos. No encontro foram discutidas propostas da entidade para o desenvolvimento do País, nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. A proposta da entidade é ter uma maior interlocução com todos os 37 ministérios da presidenta Dilma Rousseff.

Mercadante, por sua vez, reiterou a necessidade das centrais sindicais de fazerem parte das discussões em torno dos programas do Executivo. "Não apenas destaco a participação da CUT nos projetos de inclusão digital, por exemplo, como também tenham lugar garantido nos conselhos consultivos de entidades ligadas ao MCT", enfatizou.

Segundo o sindicalista, ao todo são mais de 220 propostas elaboradas de acordo com os anseios da classe trabalhadora de vários segmentos. "Apresentamos ao ministro Mercadante propostas nas áreas de ciência e tecnologia. Assim, faremos com os demais ministérios. O documento representa também a posição do setor produtivo em participar com o governo federal na implantação de novas ações e, principalmente na capacitação em geral dos trabalhadores, com aporte de contrapartidas", explicou. (Continua).

(Por indicação da blog Ciência Brasil)


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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Minimorum petralhensis


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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O língua-presa da Dilmiséria

O ressuscitado Vicentinho, língua-presa como Lula - e da mesma região, a São Bernardo da máfia sindical grotense -, foi justamente vaiado como relator do dilmínimo, o dilmiserável de 545 patacas.

Trabalhadores que reincidiram no lulismo, votando em Dilma, bem que merecem. Todos aí se merecem, aliás. O atual congresso é a maior coalizão de mediocridade já reunida"neste país". (Aqui).

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Nos tempos em que os petralhas eram oposição


Felipe Flexa, do Leite de Pato, achou a prova da contradição (reproduzida pelo Coturno):

Na foto: Mercadante, o Irrevogável Revogável Doutor em Lulismo pela Unicamp. Atrás dele, o Exterminador de Sigilos Bancários, Antônio Palocci. Em primeiro plano, José Dirceu, chefe de uma “sofisticada organização criminosa”, cassado por corrupção e à direita, Ricardo Berzoini, caçador de velhinhos e responsável pela Bancoop, onde você comprava uma casa própria e recebia… uma pirocada.

A foto é de 2000, em que a petralhada faz pouco do aumento de 19,2 por cento do salário mínimo. Hoje, no poder, faz gesto positivo para o mísero aumento de 6,9 por cento pretendido por Dilma.

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Brasil já é recordista mundial em censura


Isto aqui é mesmo um Grotão - graças às autoridades que temos:

Só na primeira metade do ano passado, autoridades brasileiras exigiram que o Google retirasse de seus servidores 398 matérias. É um recorde mundial e é o dobro do segundo da lista, que foi a Líbia. Além disso, nos dias finais da corrida eleitoral brasileira uma pesquisa do Centro Knight para o Jornalismo, do Texas, EUA, revelou que juízes brasileiros emitiram pelo menos 21 ordens de censura durante a campanha. Os dados, que apontam um crescimento da censura no País, estão no relatório Ataques à Imprensa em 2010, lançado nesta terça-feira, 15, pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), de Nova York.

O trabalho do Comitê revela ainda que muitas agências de notícias de todo o Brasil foram multadas, tiveram de remover conteúdos ou foram impedidas de divulgar informações ao longo de 2010. E destaca, também, o fato de já passar de um ano a censura ao jornal O Estado de S. Paulo e ao portal Estadão.com.br, impedidos de divulgar investigações da Polícia Federal envolvendo o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney. (Continua).

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A lucidez de Coutinho e o ranço de Safatle

De João Pereira Coutinho, em lúcido artigo na Folha, sobre o Egito (cito alguns trechos):

Nada como uma boa revolução para deslumbrar os deslumbrados. Sempre foi assim.
(...)
E é, no mínimo, aberrante que os jornalistas e comentadores ocidentais confundam os milhares de manifestantes da praça Tahir - muitos deles genuínos democratas- com os 80 milhões de egípcios que estão longe, muito longe, desse tipo de cosmopolitismo.
Segundo as pesquisas conhecidas, realizadas pelo conhecido Pew Research Center, em 2010, a maioria dos egípcios deseja uma maior participação do Islã na vida política, não olha para a democracia com grande entusiasmo e até apoia esmagadoramente os preceitos penais mais bárbaros da sharia.
O Egito livrou-se de um ditador. Mas é possível e provável que o futuro seja pior - para o Egito, o Oriente Médio e para nós, ocidentais.
É por isso que, nos delírios românticos dos últimos dias, a única coisa sensata foi dita pelo vice-presidente Omar Suleiman na sua comunicação ao país. Disse ele: "Espero que Deus nos ajude".
Nem mais. Só Deus, agora, pode ajudar o Egito.


Do uspiano Vladimir Safatle, em rançoso artigo ideológico, também na Folha:

Por isso, talvez seja o caso de dizer que, enfim, assistimos o começo do século 21.
Um fato como o 11 de setembro nunca poderia servir de marco para uma época, já que ele era um contra-acontecimento que serviu apenas para realimentar os piores preconceitos, medos e arcaísmos que deveriam ter sido há muito ultrapassados. Durante esses dez últimos anos, vivemos em um tempo morto e suspenso.
O verdadeiro fato que tem a força de inaugurar uma nova época são as revoltas no mundo árabe. O desespero de alguns analistas em lê-las através de esquemas e dicotomias velhos de mais de 30 anos, em tentar ressuscitar o fantasma da fracassada revolução iraniana, apenas demonstra como eles não estão preparados para enxergar o novo.

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O corte que precisa ser feito


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Censura comprada? Era só o que faltava!

No Estadão:

A censura imposta ao Estado e mais 83 meios de comunicação em setembro do ano passado pelo desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), pode ter sido comprada. Ofício encaminhado pela Polícia Federal no ano passado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) revela a existência de indícios de "comércio de decisões judiciais", inclusive no caso da "censura dos meios de comunicação".
A liminar, concedida às vésperas das eleições do ano passado, impedia a publicação de notícias sobre a investigação do Ministério Público de São Paulo que citava o então governador Carlos Gaguim (PMDB) como integrante de organização criminosa montada para supostamente fraudar licitações. A decisão impedia também a publicação de dados sobre o lobista Maurício Manduca. Aliado e amigo do então governador, Manduca foi preso no ano passado. A censura atingiu 8 jornais, 11 emissoras de TV, 5 sites, 40 rádios comunitárias e 20 comerciais. Se a decisão fosse descumprida, seria aplicada multa diária de R$ 10 mil. (Continua).

Sem comentários...

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Idolatria fenomenal

A idolatria promovida pela Globo em cima de Ronaldinho foi de doer. Balbuciante, falou durante quase uma hora no jornal do meio-dia. E a babação no JN não deixou por menos.

Ninguém na história brasileira foi tão louvado. Igual tempo de TV, só o ditador Chávez, proprietário da Venezuela, é que tem. Nem rei saudita chega perto.

O episódio de hoje, que expôs a fragilidade do "fenômeno" Ronaldo, supera a exaltação messiânica em torno de Ayrton Senna por ocasião de sua morte.

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Os novos ricos do PT

Estaria tudo bem, se a riqueza fosse fruto do trabalho dos militantes, e não do assalto aos cofres públicos. O fato é que a burguesia lulista obtém mais lucros do que muitas empresas, bancos inclusive.

O PT espera arrecadar R$ 3,6 milhões neste primeiro ano de governo Dilma Rousseff só com as contribuições de parlamentares e ocupantes de cargos de confiança filiados ao partido. O valor é pouco superior ao que foi amealhado no último ano de mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da eleição de um número maior de deputados e senadores e do aumento da participação de integrantes do partido no primeiro escalão do governo.

Mas os R$ 3,6 milhões mostram que a arrecadação cresceu mais de 700% em relação ao valor arrecadado em 2002, antes da chegada do PT ao Palácio do Planalto.(Continua).


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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Oxford e Cambridge rumo ao brejo?

Títulos de mestrado doados? Vejam no blog do Marcelo Hermes.

Imaginem se a coisa pega por aqui. A República Sindicalista do Grotão seria povoada por mestres e doutores de araque - aliás, não anda longe disso...

A doutrina politicamente correta é mesmo uma desgraça mundial. Bye, England.
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A volta do palanqueiro

Editorial do Estadão, sobre o retorno de Lula, o bravateiro:

Durou exatos 38 dias o retiro sabático de Luiz Inácio Lula da Silva. Foi só surgirem as oportunidades - o 11.º Fórum Social Mundial, em Dacar, Senegal, e a festa do 31.º aniversário do PT, em Brasília - para o ex-presidente subir de novo no palanque. Para variar, disse algumas, poucas, coisas sensatas (como o puxão de orelha nos sindicalistas "oportunistas" que estão pressionando pelo aumento do salário mínimo acima do previamente combinado com o governo) e, como de hábito, confirmando o dito popular segundo o qual quem fala muito dá bom dia a cavalo, exibiu o melhor de seu repertório: banalidades, incongruências e demagogia. O mais notável, porém, foi a revelação de um sentimento insuspeitado: ciúmes. Lula deixou claro, exaltou-se mesmo, ao manifestar sua inconformidade com o fato de os "formadores de opinião" tenderem a aplaudir e elogiar o comportamento de Dilma Rousseff em suas primeiras semanas no poder. Para ele, isso significa que se está tentando "criar diferenças" entre o seu governo e o de sua sucessora, com o objetivo de "desconstruir" sua administração: "O sucesso do governo Dilma é o meu sucesso. O fracasso de Dilma é o meu fracasso. Se a grande desconstrução do governo Lula é falar bem do governo Dilma, eu posso morrer feliz". Descontada a patética demagogia barata dessa manifestação, ela pode ser interpretada também como um incisivo recado aos "formadores de opinião": parem de falar bem da Dilma!

E para que cada um entenda como quiser, garantiu, exaltado, que elegeu Dilma para ela fazer mais e melhor, porque "se fosse para fazer o mesmo, eu teria disputado o terceiro mandato". E, com a mesma desfaçatez, completou: "Eu apenas não estou no governo. Mas sou governo como qualquer companheiro que está no governo".

Compreende-se que o ex-presidente esteja ferido em sua egolatria, mas as diferenças entre seu governo e o atual não são invenção da mídia. Elas saltam aos olhos, mesmo quando se trata apenas de questão de estilo. Para citar apenas um exemplo, este no âmbito externo: Dilma já deixou claro que não mais ignorará o desrespeito aos direitos humanos de regimes autocráticos como o do Irã e o de Cuba. Mesmo assim, em Dacar, cobrado pelos jornalistas a respeito da incoerência que significa apoiar tanto as manifestações populares contra o governo do Egito quanto o regime fundamentalista dos aiatolás, Lula saiu-se com uma tirada que beira o cinismo: "É diferente. No Irã tem eleições". Como se não soubesse que no Egito também há eleições. Há outra diferença notável: em apenas duas ocasiões, em Dacar e Brasília, Lula falou muito mais do que Dilma em 40 dias de governo. (Continua).

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Alô, dilmistas, enforquem os trabalhadores!


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Vá para o PT, Visconde Aécio das Neves!

A cada dia que passa, o senador Aécio Neves, que reserva o título de pátria apenas a Minas Gerais, mostra sua verdadeira face: a de traidor. Ele prefere abraçar os pelegos a seguir as propostas de seu partido, o PSDB - que, aliás, está procurando destruir.

No Estadão:

O ex-governador José Serra (PSDB) quer unificar o PSDB em torno da proposta de aumento do salário mínimo em R$ 600, valor defendido por ele durante a campanha presidencial, mas ainda não há consenso entre os tucanos. Ontem, Serra recebeu em seu escritório, na zona oeste de São Paulo, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira (SP), para discutir a posição da legenda na votação.

Durante a semana, o ex-governador já havia se reunido em Brasília com a bancada do PSDB para defender o valor de R$ 600.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu ontem que o partido busque um "caminho mais prudente" e se articule com as centrais sindicais, em especial a Força. O presidente da Força Sindical, deputado Paulinho Pereira da Silva (PDT-SP), anunciou que apresentará uma emenda defendendo o valor de R$ 560.

Para Aécio, há "algum espaço" para um reajuste maior do que R$ 545, mas ele não defende os R$ 600 propostos por Serra. "O governo obviamente, vai pressionar sua base para votar o valor proposto. Acho que o caminho mais prudente para nós, do PSDB, é um entendimento com outras forças políticas, em especial as centrais, para termos um projeto comum, mesmo que não seja aquele de R$ 600 inicialmente apresentado pelo partido."




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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Até o cardápio é maldito


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Egito livre? A ver...

Mubarak caiu fora - já vai tarde - e os militares, respeitados pela população, assumem o governo, mas é cedo para dizer que o Egito caminha, de fato, para uma democracia. Se convocarem eleições e a radical Irmandade Muçulmana vencer, será apenas a troca de uma ditadura por outra, desta vez teocrática.Haja cautela.

A conferir...

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Fantasiado de Chávez, Lula volta a atacar a imprensa.


Retornando do Senegal, onde participou do Fórum Social Mundial - reunião da turma do utópico "outro mundo", que outra coisa não é senão o velho comunismo -, Lula foi estrela na festa de 31 anos do PT (pois é, 31 anos e ainda não chegou a 1989!).

O Pequeno Timoneiro não perdeu o péssimo hábito de criticar a imprensa. Fora do governo (mas nem tanto...), ele se parece cada vez mais com o tirano Hugo Chávez, seu amigo do peito. A foto diz tudo, com destaque também para o mensaleiro José Dirceu.

Durante participação nas comemorações dos 31 anos do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou nesta quinta à noite, em tom exaltado, os "formadores de opinião" que, segundo ele, estão tentando criar diferenças entre o governo dele e o de Dilma Rousseff. "O sucesso do governo Dilma é o meu sucesso. O fracasso de Dilma é o meu fracasso", reclamou. "Se a grande desconstrução do governo Lula é falar bem do governo Dilma, eu posso morrer feliz", completou. "Alguém tem de fazer mais e melhor, se era para fazer a mesma coisa, eu disputaria o terceiro mandato." (Continua).

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Os apagões vieram para ficar. Haja vela!


O governo Lula-Dilma e agora Dilma deixou o país literalmente no escuro. Zombando, a revista The Economist diz que os brasileiros terão que se acostumar com aquilo que o ministro Lobão chama de "interrupção temporária de energia". A situação energética só tende a piorar. Haja vela, haja lanterna! Aqui, um resumo da matéria:

- A energia elétrica no Brasil custa dois terços mais do que nos Estados Unidos, e o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) prevê que o preço aumente mais.
- O País passou décadas de crescimento de consumo de energia acompanhado de baixo investimento, provocando o apagão de 2001 e 2002.
- O Brasil sofreu 91 apagões em 2010, quase o dobro do registrado dois anos antes (48).
- A dependência de hidrelétricas da região amazônica deixa o País vulnerável a eventuais períodos de menor umidade nessas áreas.
- A energia do Sudeste e do Sul depende de longas linhas de distribuição oriundas do Norte, que são “difíceis de manter”, diz a revista. (Continua)

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