segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Quem manda no governo? Ou melhor: há governo?

De José Serra, em seu blog:


O governo Dilma Rousseff está numa encruzilhada, num daqueles pontos onde as coisas se definem para o futuro. Ou mostra que tem força para fazer as coisas acontecer na administração e para continuar dissecando os abscessos – e, portanto, sinaliza que está no controle da situação – ou acaba abrindo um período de vale-tudo. Perto do qual o que vimos até agora parecerá brincadeira de criança.
A política é relação de forças e não admite o vácuo. Ou a presidente manda no governo dela, ou saberemos que alguém está a mandar.

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Curiosidade: você entre os 7 bilhões.

No site da Veja, um infográfico sobre o crescimento da população mundial. Digitando a data de nascimento, você saberá qual o seu "número" entre os 7 bilhões de habitantes do planeta.


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PCdoB: falsificando a história, como Stálin.

O fato é que, com ou sem Aldo Rebelo, nada muda no ministério loteado pelo partido stalinista. A propósito, reproduzo o parágrafo final da coluna de Pompeu de Toledo na Veja:


Desconcertante história, a desse partido. A defesa do stalinismo levou-o a festejar o grande timoneiro Mao Tsé-tung e, quando o timão do chinês emperrou, buscar inspiração na Albânia do "Supremo Camarada" Enver Hoxha. Arriscou uma aventura guerrilheira nos barrancos do Araguaia. E, em anos recentes, encantou-se pela UNE e pelo monopólio da carteirinha de estudante, declarou ao esporte um amor insuspeitado em quem associava o partido à figura franzina do patrono João Amazonas (1912-2002) e recrutou, para reforço de suas chapas, jogadores de futebol (Ademir da Guia, Muller) e cantores (Netinho de Paula, Martinho da Vila) em quem nunca se suporia inclinação pela causa da foice e do martelo. Se há uma coisa em que manteve a coerência, é no vezo stalinista. Stálin mandava cortar das fotos dirigentes do partido caídos em desgraça. O PCdoB inclui em suas fileiras gente que lhe foi alheia. Pelo avesso, chega ao mesmo fim de falsificar a história.


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domingo, 30 de outubro de 2011

Ministérios, uma herança maldita.

E bota maldita nisto! 


William Ricardo de Sá, professor associado da faculdade de ciências econômicas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que Dilma Rousseff recebeu uma “herança maldita”. “O governo assumiu um grande acordo costurado pelo Lula, mas é um acordo meramente político. 
Para ele, o governo deve passar por mudanças no ministério ainda este ano, e aponta um alvo em potencial: Mário Negromonte, ministro das Cidades. “Ele já vem sofrendo um desgaste interno, que deve se agravar”. 

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Doçuras ou falcatruas?



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República em frangalhos


Vivemos, de fato, numa república de araque. Bom artigo do historiador Marco Villa no Estadão:
Em 1899 um velho militante, desiludido com os rumos do regime, escreveu que a República não tinha sido proclamada naquele mesmo ano, mas somente anunciada. Dez anos depois continuava aguardando a materialização do seu sonho. Era um otimista. Mais de cem anos depois, o que temos é uma República em frangalhos, destroçada.
Constituições, códigos, leis, decretos, um emaranhado legal caótico. Mas nada consegue regular o bom funcionamento da democracia brasileira. Ética, moralidade, competência, eficiência, compromisso público simplesmente desapareceram. Temos um amontoado de políticos vorazes, saqueadores do erário. A impunidade acabou transformando alguns deles em referências morais, por mais estranho que pareça. Um conhecido político, símbolo da corrupção, do roubo de dinheiro público, do desvio de milhões e milhões de reais, chegou a comemorar recentemente, com muita pompa, o seu aniversário cercado pelas mais altas autoridades da República.
Vivemos uma época do vale-tudo. Desapareceram os homens públicos. Foram substituídos pelos políticos profissionais. Todos querem enriquecer a qualquer preço. E rapidamente. Não importam os meios. Garantidos pela impunidade, sabem que se forem apanhados têm sempre uma banca de advogados, regiamente pagos, para livrá-los de alguma condenação.
São anos marcados pela hipocrisia. Não há mais ideologia. Longe disso. A disputa política é pelo poder, que tudo pode e no qual nada é proibido. Pois os poderosos exercem o controle do Estado - controle no sentido mais amplo e autocrático possível. Feio não é violar a lei, mas perder uma eleição, estar distante do governo.
O Brasil de hoje é uma sociedade invertebrada. Amorfa, passiva, sem capacidade de reação, por mínima que seja. Não há mais distinção. O panorama político foi ficando cinzento, dificultando identificar as diferenças. Partidos, ações administrativas, programas partidários são meras fantasias, sem significados e facilmente substituíveis. O prazo de validade de uma aliança política, de um projeto de governo, é sempre muito curto. O aliado de hoje é facilmente transformado no adversário de amanhã, tudo porque o que os unia era meramente o espólio do poder.
Neste universo sombrio, somente os áulicos - e são tantos - é que podem estar satisfeitos. São os modernos bobos da corte. Devem sempre alegrar e divertir os poderosos, ser servis, educados e gentis. E não é de bom tom dizer que o rei está nu. Sobrevivem sempre elogiando e encontrando qualidades onde só há o vazio. (Continua).

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sábado, 29 de outubro de 2011

Agora só falta demitir Lula



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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Estudantes liberais vencem na UnB do reitor lulista


Enfim, a defesa das liberdades chega aos estudantes, vítimas de doutrinamento ideológico do Oiapoque ao Chui (ou melhor, à Chaui). E justo na Universidade de Brasília, cujo reitor, lulista de carteirinha e um dos adeptos do "Direito achado na rua", transformou a instituição em uma das mais ideológicas do país. Depois de Lula, a perversão dos valores democráticos chegou a tal ponto que, aqueles que defendem as liberdades (econômica, de ir e vir, de crença, de opinião, de imprensa etc.), são chamados de "reacionários", quando não de fascistas. Ufa: sinais de inteligência no planalto central!
A hegemonia da esquerda no Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de Brasília (UnB) foi quebrada de forma surpreendente nas eleições concluídas nesta quinta-feira. A chapa Aliança pela Liberdade, uma nota dissonante entre outras sete alinhadas aos ideais socialistas, foi a vencedora.  Com 1.280 votos (22% do total) no turno único da disputa, os novatos derrotaram, de uma só vez, representantes de PT, PCdoB, PDT, PSB, PSTU, PSOL, PCO e PCB. Foi a primeira vitória de um grupo não-esquerdista desde que o DCE da universidade foi revitalizado, em 2000.  
A chapa rechaça o rótulo de conservadora, aplicado pejorativamente pelos adversários: "Isso é absurdo. Somos liberais", diz André Maia, presidente do grupo. Mas talvez a melhor palavra para definir a Aliança pela Liberdade seja pragmatismo. Os integrantes da nova diretoria são alunos dos cursos de Direito, Economia, Administração e Engenharia. E defendem melhorias concretas na estrutura da universidade. As propostas da chapa não tratam da reforma agrária, da destruição do capitalismo global ou da defesa de Fidel Castro. Tratam, isso sim, de propostas de interesse real dos alunos: o aumento da segurança, o incentivo a parcerias com fundações privadas e a melhoria na gestão da burocrática instituição de ensino.
Os novos comandantes do diretório não são militantes profissionais, alimentados com recursos de partidos políticos. "O nosos foco é a sala de aula. São os projetos de extensão, a pesquisa. Tem estudante que quer salvar o mundo ? Não somos contra. O problema é prioridade" resume André Maia. A vitória da Aliança pela Liberdade cria um cenário raríssimo: o comando do DCE tem um perfil mais moderado do que a reitoria. Na UnB, aliás, a entidade que representa os servidores também está nas mãos de um grupo que se opõe à gestão de José Geraldo de Souza - um dos fundadores do PT. A guinada tem relação direta com o momento político vivido pela universidade.(Continua).

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Comissão da Verdade? 20 por cento para o PT.



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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Lula, um deseducador nato.

Ao texto do Villa, publicado no jornal O Globo, acrescento apenas isto: os males que o falastrão de Garanhuns causou ao Brasil perdurarão por décadas. Basta considerar o que se "ensina" da creche às universidades:



Luiz Inácio Lula da Silva não é um homem de palavra. Proclamou diversas vezes que, ao terminar o seu mandato presidencial, iria se recolher à vida privada e se afastar da política. Mentiu. Foi mais uma manobra astuta, entre tantas que realizou, desde 1972, quando chegou à diretoria do sindicato de São Bernardo, indicado pelo irmão, para ser uma espécie de porta-voz do Partidão (depois de eleito, esqueceu do acordo).


A permanente ação política do ex-presidente é um mau exemplo para o país. Não houve nenhuma acusação de corrupção no governo Dilma sem que ele apoiasse enfaticamente o acusado. Lula pressionou o governo para não "aceitar as pressões da mídia". Apresentou a sua gestão como exemplo, ou seja, nunca apurou nenhuma denúncia, mesmo em casos com abundantes provas de mau uso dos recursos públicos. Contudo, seus conselhos não foram obedecidos.

Não deve causar estranheza este desprezo pelo interesse público. É típico de Lula. Para ele, o que vale é ter poder. Qualquer princípio pode ser instrumento para uma transação. Correção, ética e moralidade são palavras desconhecidas no seu vocabulário. Para impor a sua vontade passa por cima de qualquer ideia ou de pessoas. Tem obtido êxito. Claro que o ambiente político do país, do herói sem nenhum caráter, ajudou. E muito.

Ao longo do tempo, a doença do eterno poder foi crescendo. Começou na sala de um sindicato e terminou no Palácio do Planalto. E pretende retornar ao posto que considera seu. Para isso, desde o dia 1 de janeiro deste ano, não pensa em outra coisa. E toda ação política passa por este objetivo maior. Como de hábito, o interesse pessoal é o que conta. Qualquer obstáculo colocado no caminho será ultrapassado a qualquer custo. (Continua)..B

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Estupidez ideológica na universidade

Ao subir o segundo andar do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, ontem, rumo à minha sala de aula, vi no mural um cartaz sobre um seminário de "Direito e Neoliberalismo", promovido por um certo PET de Direito.


No cartaz, todos juntos, como "neoliberais", Churchill (a quem o mundo democrático deve, em grande parte, a derrota do totalitarismo), Hayek (um dos primeiros economistas a denunciar a praga coletivista), Hitler (?), Reagan, Pinochet e...FHC (?). 

No site que vocês podem acessar aqui, alguns nomes foram omitidos, ou, melhor, substituídos por ilustrações de demônios. É a ideologia no que tem de pior: o maniqueísmo. Luta entre o bem e o mal, a luz e as trevas. O mal, obviamente, está sempre com os que não se alinham à doutrina retrógrada de professores e alunos que se julgam portadores da "Verdade", confundindo ideologia com conhecimento.

Bene, esse tipo de coisa só acontece em universidades - bem entendido, em certas áreas cada vez mais parecidas com um sanatório.


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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Enem: incompetência e corrupção.

Como já disse, mais uma conquista do ministro Haddad, outro entulho do governo Lula. 
Nem comento, por falta de saquinhos.


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Já para a Albânia, Orlandinho !

A esta altura do lodaçal, Sponholz, sou Orlandão...

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Além de corruptos, mentirosos.

Esses stalinistas não tomam vergonha mesmo. Só no Brasil os derrotados pela história ainda têm cargos no governo:


O PCdoB deveria ser processado por propaganda enganosa. Numa das inserções no horário político, aparecem alguns nomes conhecidos da cultura brasileira que teriam sido ligados ao partido: Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Pagu, Portinari, Olga Benário e Niemeyer…
É uma mentira deslavada, que já gerou até um justo protesto da historiadora Anita Leocádia Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes. A história é um pouco longa, mas sintetizo.
O PCB nasceu em 1922 com o nome de “Partido Comunista DO Brasil”. Em 1956, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, Krushev denunciou os crimes de Stálin. No Brasil, o partido se dividiu — uma ala continuou fiel ao bigodudo facinoroso. As divergências foram crescendo. Em 1960, a linha majoritária do PCB, alinhada com Krushev e com a nova linha da URSS, iniciou uma campanha pela legalização. A locução adjetiva “do Brasil” indicava o que eram os partidos comunistas mundo afora: seções da nave-mãe. Isso alimentava a crítica de que se tratava de um grupo que atendia a um comando internacional, o que era, de resto, verdade! O PCB decide ser, então, “Partido Comunista Brasileiro”.
Pois bem: aquela minoria ferrenhamente stalinista, denhominada “Ala Vermelha”, foi expulsa do PCB (já “Partido Comunista Brasileiro) e decidiu, então, criar o “PCdoB” para ser o “verdadeiro Partido Comuinista do Brasil”. A partir de então, os dois grupos passaram a reivindicar a história daquela legenda criada em 1922. Nominalmente, um conservava a sigla, e o outro, o nome por extenso. Então deu empate? Não! (Continua).

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Albânia, Romênia, PCdoB = corrupção.

As piores ditaduras comunistas - felizmente derrubadas - foram as dos países acima citados, exemplos para os comunistas do B. Mas a história, no Brasil - inclusive o ensino, nas escolas -, ainda não chegou a 1989. Partidos comunistas só existem e, pior, chegam ao governo por aqui. O Brasil chafurda na burrice ideológica, deitado na roubalheira de Estado. É, no mínimo, repugnante. 


No inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ministro do Esporte, Orlando Silva, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, aponta suspeitas de que o dinheiro supostamente desviado do programa Segundo Tempo teria como destino o PC do B, partido ao qual o ministro é filiado.
G1 procurou a assessoria do partido, que informou que o presidente nacional da legenda, Renato Rabelo, estava em reuniões em Brasília e que não conseguiu localizá-lo. Rabelo também não foi encontrado por meio do telefone celular até o horário de publicação desta reportagem. O G1 deixou recado na caixa postal do aparelho. (Continua).


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Halloween vem aí, Ideli e Iriny !



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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

ONU, um reduto de tiranetes contraditórios.


O amigo PRA observou num post as contradições da vetusta e inútil ONU, hoje refém de déspotas e corruptos da periferia:

Os países membros da ONU elegeram a Líbia para seu Conselho de Direitos Humanos em 2010, para o Conselho de Segurança em 2008-2009, e como Presidente da Assembleia Geral em 2009;

A Líbia também foi escolhida pela ONU para dirigir o planejamento de sua conferência mundial contra o racismo, designando a filha da Kadhafi, Ayesha, como Embaixadora da Boa Vontade da ONU.
Em 1989 o Conselho de Direitos Humanos da ONU anunciou a criação do “ Premio Moammar Kadhafi de Direitos Humanos”. O mentor desta iniciativa foi Jean Ziegler, membro do Conselho da ONU, que na época comparou Kadhafi ao filósofo Rousseau.
Muitos líderes mundiais, inclusive vários dos que agora o derrubaram, curvaram-se aos interesses comerciais com a Líbia, ao longo dos anos, fazendo vista grossa aos desmandos humanitários do ditador líbio.


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Pobre Argentina, no círculo vicioso do peronismo.

Sobre a vitória da viúva Kirchner, uma espécie de Evita rediviva, embora vestindo luto permanente e exibindo rostinho de botox, apenas remeto ao post que escrevi não faz muito tempo:

Os ataques do kirchnerismo à liberdade de imprensa, principalmente com Cristina (através dos pelegos sindicais, que, meses atrás, impediram a distribuição dos principais jornais por alguns dias), são herança das práticas peronistas. (Adelante, buraco abaixo).


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De Plutarco a Lula, o falastrão de Garanhuns.

Do texto Sobre a Tagarelice, que já citei aqui:

Os filósofos e os amantes de definição dizem que a embriaguez é o desatino do bêbado; sendo assim, não é o beber que é criticado, se o beber vier seguido de silêncio, mas o delírio, que transforma a alegria em embriaguez. Se o homem embriagado desatina com o vinho, o tagarela desatina em toda parte, no mercado, no teatro, na hospedaria, de dia, de noite; assistindo, é mais penoso que a doença; companheiro de travessia, mais desagradável que o enjoo; elogioso, mais insuportável que o caluniador.


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Conheça as modalidades esportivas do lulismo



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Até Ongs beneficiadas depõem contra o comunista do Esporte

E o que é mais é necessário para que esse sujeito seja defenestrado, Dona Dilma? 

Em novo depoimento de mais de quatro horas à Polícia Federal, nesta tarde, o policial militar João Dias informou que pelo menos vinte organizações não-governamentais (ONGs) aceitaram delatar o esquema de arrecadação de propina que o PCdoB teria montado no Ministério do Esporte com entidades conveniadas ao programa Segundo Tempo e outras ações da Pasta. As entidades, segundo ele, vão depor nos próximos dias. (Continua).


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Brasileiros estão certos: a corrupção aumentou nos últimos três anos.

A população está acordando para a corrupção estrutural que solapa as instituições. E não venham os esquerdistas idiotas, beneficiários dessa roubalheira que aumentou com o lulismo, dizer que se trata de "udenismo". Todo mundo está farto de custear essa desgraça.


A frequência dos escândalos e o aumento dos casos envolvendo o desvio de recursos públicos levaram 64% dos brasileiros a acreditar que a corrupção aumentou nos últimos três anos, ou seja, de cada 10 pessoas, seis acreditam que a corrupção cresceu. O índice mundial de percepção, no entanto, permaneceu inalterado na comparação com 2009. O Brasil ocupa a 69ª posição no Ranking de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional com uma pontuação de 3,7 em uma escala de zero a dez, em que dez indica que os servidores são percebidos pela população como pouco corruptos e zero corresponde à percepção de corrupção disseminada. Em 2009, o Brasil ocupava o 75º lugar entre 180 países no ranking. Já a pesquisa Barômetro Global da Corrupção 2010, da Organização Transparência Brasil, os partidos políticos, o poder Legislativo e os policias(especialmente os estaduais) estão entre os mais corruptos. (Continua).

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Teocracia à vista na Líbia pós-Kadafi

Que ninguém se iluda. Nada de democracia, depois da derrubada e execução de Kadafi: o que está se configurando por lá é um regime que não distingue Estado e religião, a exemplo da ditadura dos aitolás no Irã:

"Nós, como nação muçulmana, teremos a Sharia islâmica como fonte de nossa legislação. Daqui para a frente, toda lei que entrar em conflito com os princípios do Islã será declarada legalmente nula", disse Abdeljalil, que até a revolução era ministro da Justiça de Muamar Kadafi.(Continua).


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domingo, 23 de outubro de 2011

Outra vez, Haddad?

Mais uma  grande conquista do ministro da Educação, também candidato a prefeito de São Paulo (atenção, paulistanos!):


Uma hora antes do término do prazo mínimo de permanência nos locais de prova, quando os participantes do Enem podem sair e se comunicar com pessoas fora do exame, o site do jornal O Globo publicou o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio 2011. A proposta, "Viver em rede no século 21: limites entre o público e o privado", foi divulgada pelo site às 13h59. Os participantes poderiam deixar a prova a partir das 15h.
Segundo a nota do site, "os textos de referência são os artigos 'Liberdade sem fio', da revista Galileu e 'A internet tem ouvidos e memória', do portal Terra. Eles ainda citaram uma tirinha da série Quadrinhos dos anos 10, do cartunista André Dahmer". De acordo com o jornal, a informação foi passada à redação por um dos participantes do Enem, o que comprova o vazamento. (Continua).



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Grotão lulista: campeão da corrupção.



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sábado, 22 de outubro de 2011

Copa da corrupção só poderia ser no Grotão


Rima miserável, mas vá lá. O relator da Lei Geral da Copa do Mundo - petista, para variar - fez lobby por um mafioso russo. Saquinho, por favor.

RIO - Deputado federal pelo PT paulista em primeiro mandato, não foi à toa que o mineiro Vicente Cândido emplacou a relatoria da Lei Geral da Copa do Mundo. Dono de um escritório de advocacia onde tem como sócio o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Pólo del Nero, ele é um dos vice-presidentes da entidade e, por conta de suas relações estreitas com a bancada da bola no Congresso, foi considerado interlocutor perfeito do COL e da Fifa. Cândido, porém, ganhou notoriedade em 2006, como deputado estadual, fazendo lobby no Palácio do Planalto numa negociação que, de acordo com investigações da Polícia Federal na época, envolveram o então secretário da presidência Gilberto Carvalho e os ex-ministros José Dirceu e Márcio Thomaz Bastos, para que o ex-presidente Lula concedesse asilo político ao magnata russo Bóris Berezovski, um dos pivôs do escândalo Corinthians-MSI.
Acusado em seu país de fraudes financeiras e assassinato, Berezovski, que vive exilado em Londres, foi apontado pelo Ministério Público e pela Polícia Federal como principal investidor da Media Sports Investment (MSI), empresa que injetou mais de US$ 30 milhões, de origem desconhecida, no clube paulista por meio de uma parceria que resultou em acusações de crimes como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha a toda a diretoria do Corinthians na ocasião e ao iraniano Kia Joorabchian, representante da MSI no Brasil e tido como "laranja" do russo. Ex-diretor de futebol do clube na época, o atual presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi o único a não ser intimado após as investigações conduzidas pelo delegado e atual deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP).
Membro do PT desde a sua fundação, Vicente Cândido foi presidente do diretório de Campo Limpo nos anos 80, administrador regional na gestão da prefeita Luiza Erundina e presidente do partido na capital paulista entre 1996 e 1999. Aliado de José Dirceu na corrente Campo Majoritário, o hoje relator foi flagrado nos grampos da Operação Perestroika atuando a favor dos interesses do Corinthians, ora buscando soluções para pendências financeiras na Receita Federal, ora agindo em favor da MSI.
Foi ele o principal articulador da audiência realizada em fevereiro de 2007 entre o então presidente Lula, o ex-presidente do Corinthians Alberto Dualib e o empresário Renato Duprat, dono da Unicor, que pleiteavam exílio a Berezovski sob argumento de que ele investiria pesadamente no país, em setores como infraestrutura e aviação. Na ocasião, Cândido alegou que se empenhava pela vinda do russo em prol do desenvolvimento econômico do país. Chegou-se a especular que Berezovski teria interesse em adquirir a Varig.
O presidente da Comissão da Copa é Renan Filho (PMDB-AL), filho do senador Renan Calheiros, que já teve relações estreitas com a CBF. A bancada da bola possui vários representantes entre os membros da comissão, que também tem ex-jogadores e hoje parlamentares como Romário (PSB-RJ), Deley (PSC-RJ) e até o ex-boxeador Popó (PRB-BA). (Fonte: O Globo).
(Grato, Cris Azevedo).

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O lamaçal de Brasília



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Revista de "estudos atrasados" na USP

Definitivamente, no Brasil a área de ciências humanas e sociais - com raríssimas exceções - patina na ideologia. Sirva de exemplo a revista Estudos Avançados, da USP, que pisa na jaca quando se trata de Cuba ou do socialismo em geral. Nesse caso, merece mesmo o epíteto de "revista de estudos atrasados". Ideologia, de fato, emburrece. Eis a crítica de L. Narloch e Duda Teixeira (atenção, alunos de jornalismo):


A expressão “estudos avançados” deveria designar discussões científicas de ponta, novas interpretações históricas e atualizações a teorias consagradas. A revista “Estudos Avançados”, da USP, costuma publicar artigos com esse perfil desde que foi criada, em 1987.

Não é o caso do número 72, nas bancas neste mês. O “Dossiê Cuba”, que compõe a maior parte da edição, apresenta estudos que são tudo, menos avançados: artigos sem nenhuma intenção científica e peças de propaganda escritas por pessoas ligadas ao governo cubano.
São ao todo 15 artigos de pesquisadores e jornalistas cubanos, e mais dois de brasileiros. Nenhum dos autores é crítico de um regime que, todos hão de concordar, desperta opiniões divergentes.
O texto mais emblemático é “A democracia em Cuba”, do ensaísta Julio César Guanche.
O autor afirma que a revolução de 1959 consagrou um “novo conceito de democracia, com o intuito de garantir o acesso à vida política ativa de grandes setores da população” e defende a manutenção do que chama de “unidade revolucionária” -a proibição imposta aos cubanos de fazer reuniões e formar partidos, jornais ou sindicatos.
Um trecho de “Ciência em Cuba: uma aposta pela soberania” lembra um vídeo institucional: “Inaugurada em Havana pelo próprio presidente Fidel Castro, a entidade conhecida pela sigla CIGB [Centro de engenharia genética e biotécnica] contribuiu de maneira excepcional para colocar Cuba entre os líderes mundiais de tão importante setor”.
Diversos textos seguem o padrão de citar Fidel no início, mencionar a situação de Cuba antes de 1959 e descrever conquistas da revolução.
O artigo “A educação em Cuba entre 1959 e 2010″ não traz discussões sobre métodos de ensino ou experiências mais ou menos eficientes. Em vez disso, o autor reproduz diversas falas de Fidel Castro, incluindo até mesmo a tautologia “é necessário mudar tudo o que deva ser mudado”.
Do mesmo modo, “Um olhar para a saúde pública cubana” não tem problematização ou comparação de dados, como é praxe nos artigos da revista da USP. O autor se destina apenas a destacar supostas conquistas médicas obtidas em Cuba por causa da “vontade política do governo revolucionário”.
Não há menção à falta de remédios ou aos subornos exigidos por médicos, queixas tão frequentes entre cubanos menos comprometidos.
Quem assina o texto sobre a saúde de Cuba é o jornalista José A. de la Osa, que ensinava censura, ou melhor, ministrava a disciplina de “política informativa” da Universidade de Havana.
De acordo com ex-alunos da universidade, Osa ensinava quais eram os temas que não poderiam figurar nos jornais oficiais, como fracassos econômicos, opiniões de dissidentes e crimes chocantes.
A edição é ilustrada com fotos fornecidas pelo governo cubano. As imagens das páginas 47 e 76 são relíquias da propaganda comunista.
Trata-se de reconstituições, à la Stálin, de episódios do movimento revolucionário.
Deve ser direito de qualquer pessoa manifestar a opinião que desejar, inclusive as mais ultrapassadas. Mas se essa manifestação envolve dinheiro público, então é preciso acatar opiniões divergentes e realizar apenas as tarefas para as quais os recursos se destinam.
A revista “Estudos Avançados” funciona com fundos do governo federal e da USP, que por sua vez ganha 5% de todo o ICMS de São Paulo. São cerca de R$ 3 bilhões por ano pagos por empresas capitalistas e por cidadãos de todas as classes sociais, que vivem numa democracia com liberdade de pensamento.
Não é justo que parte desse dinheiro ajude a mascarar a mais longa ditadura do mundo atual. (Do Instituto Millenium-FSP).


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É corrupto? Lula apóia.

Não é surpresa: Lula quer que o partido inspirado na ditadura albanesa do século passado defenda Orlando Silva. Certamente, em causa própria: os ministros já demitidos foram todos ministros de seu governo. Coincidência?


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta sexta-feira a Orlando Silva e ao PCdoB para que resistissem às pressões e não entregassem o Ministério do Esporte. No fim do dia, Lula, que trabalhou ativamente nos bastidores pela permanência de Orlando no governo , ligou para o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, e reafirmou que o momento era de resistência. Após a conversa por telefone com Lula no início da noite, Rabelo abriu a 17ª Conferência Estadual do partido no Rio e destacou que o crescimento da pasta comandada por seu partido despertou a cobiça de vários setores. (Continua).



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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Não falem na revista Veja perto de ministros...



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Até a mulher do ministro mamou nos cofres públicos

E a "presidenta" Dilma está esperando o que para dar um chute no ministro do Esporte?


Documentos obtidos pelo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PC do B, partido do marido e ministro. A informação sobre negócios da União com a empresa de familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que vai se reunir com o ministro. Ele poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte. (Continua).


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Onde está Lula, o "irmão" de Kadafi?

O falastrão de Garanhuns desapareceu depois que mais um dos ministros que impingiu à Dilma naufragou na lama. E nada tem a dizer, claro, sobre a morte do ditador líbio Kadafi, que um dia ele chamou de "amigo, irmão e líder"


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Veja, o único serviço de limpeza do Grotão.


Mas esqueçam as escolinhas de comunicação...

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Liberdade de imprensa sempre em perigo na América Latina

Continente de tradição populista e celeiro de ditaduras, a América Latina sempre perseguiu a imprensa. O Brasil, claro, também é latino-americano:


Os relatórios apresentados e os debates a respeito da liberdade de imprensa no continente americano realizados durante a 67.ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), encerrada terça-feira em Lima, Peru, colocaram em evidência que as ameaças ao direito da livre informação ainda existem no Brasil, mas a situação é muito mais grave, pela existência de uma censura praticamente sistêmica, em outros países como Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Nesses países, os veículos de informação que não apoiam os respectivos governos são vítimas permanentes das mais variadas formas de perseguição política: censura judicial, pressão econômica, cassação de concessões, leis casuísticas que estabelecem restrições à livre divulgação de notícias e informações, etc. Esse quadro sombrio, se por um lado revela que o Brasil vive, comparativamente, um período de relativa tranquilidade em relação à liberdade de imprensa, por outro lado é um sinal de alerta sobre a necessidade de se preservar esse status diante da permanente ameaça representada por medidas de "democratização dos meios de comunicação", ou do "controle social da mídia", que os dirigentes do PT insistem em preconizar.

O relatório sobre o Brasil foi apresentado por Paulo de Tarso Nogueira, vice-presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa da entidade e consultor do Estado, que deu ênfase ao fato de mais quatro jornalistas brasileiros terem sido assassinados nos últimos seis meses, todos eles envolvidos na investigação de denúncias de corrupção contra autoridades locais. Além disso, Nogueira relatou outros 21 episódios: 2 prisões, 8 agressões físicas, 2 atentados, 3 casos de abuso de poder e 6 outros de censura judicial. Dentre os últimos, destacou a censura judicial que durante meses impediu que o Estado divulgasse informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que envolveu a família e os interesses do senador José Sarney. De acordo com o relatório do representante brasileiro, "é crescente a ampliação do poder discricionário de magistrados, especialmente os de 1.º grau, no julgamento de ações de antecipação de tutela e direito de resposta", o que acaba resultando em flagrante violação da liberdade da imprensa. (Continua).

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Os cientistas e o Código Florestal: mais idealistas que realistas.


No Estadão, uma interessante análise dos documentos produzidos pelos cientistas sobre o Código Florestal:
Os cientistas estão errados? No mundo ideal, não. No mundo real, composto por 5,2 milhões de estabelecimentos rurais, ocupando, no mínimo, 330 milhões de ha (39% do território brasileiro) - sendo que 72% desse total já foi convertido para atividades antrópicas -, cuja situação de conformidade com a legislação ambiental é absolutamente desconhecida, a possibilidade de os cientistas estarem defendendo argumentos confinados ao campo das ideias é muito grande.
Não estou, em hipótese alguma, desmerecendo as ideias. Mas, se temos um código vigente, que desde 1965 é ignorado pelo próprio Estado - porque ele determina que o reflorestamento das APPs em áreas privadas pode ser executado pelo poder público se o dono da terra não o fizer e, no caso de ocupação com atividades produtivas, o proprietário deverá ser indenizado -, qual o propósito prático de defender a recomposição integral de APPs e, principalmente, de RLs? (Na íntegra).


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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Os instrumentos dos comunistas



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Dez quilos de saquinhos, por favor...

É de vomitar constantemente:

Ex-secretário advoga agora para empresas que fiscalizava
www.conjur.com.br

O ex-secretário de Fiscalização da Receita Federal, Marcus Vinícius Neder, hoje é advogado e defende as empresas que fiscalizava. Segundo reportagem da revista Época, o sócio do escritório Trench, Rossi e Watanabe Advogados se reuniu recentemente com auditores da Receita para discutir mudanças nas regras tributárias.


De acordo com a reportagem, um ano antes de deixar o comando da secretaria, Neder editou portaria para centralizar a fiscalização dos grandes contribuintes. Até dezembro de 2009, esse trabalho era feito pelas delegacias do Fisco espalhadas pelo país. Com a nova regra, o secretário teve acesso a detalhes da relação de grandes contribuintes com o Fisco. Sua exoneração foi publicada na edição do dia 27 de janeiro de 2011 do Diário Oficial.

No dia 13 do mês passado, segundo a revista, Neder participou, na sede do Fisco em Brasília, de uma reunião na sala da Coordenação-Geral de Tributação (Cosit), o departamento por onde passam todas as mudanças na legislação promovidas pela Receita. Convocada pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, a reunião tinha o objetivo de rever as regras de tributação sobre o lucro das subsidiárias de empresas brasileiras no exterior, um tema caro a gigantes da economia nacional.

Neder participou do encontro como advogado de empresas que antes fiscalizava: Vale, Odebrecht, Petrobras, BR Foods, Banco do Brasil, entre outras. Também foram à reunião representantes desses clientes. A reportagem da Época afirma que a intenção dos empresários e do advogado na reunião foi uma só: pedir alterações das normas tributárias sobre o lucro das subsidiárias.

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Nada mais governamental do que uma ONG


Nem vou comentar. Já peguei o saquinho...

O volume de recursos repassados do governo federal para entidades sem fins lucrativos vem aumentando ano a ano. De 2004 a 2010, as ONGs receberam dos cofres públicos um total de R$ 23,3 bilhões. Nesse período, os repasses aumentaram 180%. Além das ONGs, os partidos também entram no bolo das entidades sem fins lucrativos que recebem recursos governamentais. E tiveram, no período, um aumento crescente da verba embolsada, passando de R$ 112,6 milhões em 2004 para R$ 160 milhões no ano passado.(Continua).


Bleargh!


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Liberdade na Estrada promove na UFSC um debate sobre o futuro da economia mundial


Liberdade na Estrada, promovido pelo site Ordem Livre, traz a Florianópolis, para um debate sobre o futuro da economia mundial, os palestrantes Diogo Costa, Fábio Barbieri e Fábio Ostermann. O encontro será no Auditório da Economia (CSE-UFSC), na quinta-feira, às 18:30. Um bom debate. (Clique para ampliar). 


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Vem aí a "patrulha virtual" do PT

Qualquer semelhança com as práticas das ditaduras cubana, chinesa e norte-coreana não é mera coincidência. O inimigo é sempre a liberdade. Leiam no Implicante:

O PT anunciou para os próximos dias a criação de uma “patrulha virtual”. O intuito é rebater as denúncias de corrupção veiculadas na imprensa. Como é praticamente impossível coibir os instintos e os desmandos da companheirada, a solução encontrada pelos dirigentes petistas foi atacar quem denuncia as falcatruas.

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Fora, Stálin de várzea!


Editorial do Estadão, hoje: "O ministro tem de sair". Aliás, já deveria ter saído há muito tempo.
Por sua extrema gravidade, não basta que se investigue a fundo a denúncia de que o ministro do Esporte, Orlando Silva, do PC do B, se beneficiou pessoalmente do desvio de recursos do programa Segundo Tempo, criado para promover atividades esportivas com crianças e adolescentes pobres. O programa foi terceirizado para organizações não governamentais (ONGs) conveniadas com a pasta - e, claro, dirigidas por gente do partido do ministro. A acusação, divulgada no fim da semana pela revista Veja, deixou Orlando Silva sem condições de continuar no cargo. Ele pediu à Polícia Federal que investigue o caso, que certamente acabará nos tribunais. Mas, no âmbito da política, o princípio da presunção de inocência não se aplica nem se pode esperar que sentenças transitem em julgado. O ministro precisa sair não apenas para não ter a sua autoridade cada vez mais desgastada, que é o que costuma acontecer nessas circunstâncias, mas sobretudo para poupar a presidente Dilma Rousseff de novas atribulações no campo minado da corrupção - bem agora que o Esporte ganhou uma projeção sem precedentes, com os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 no País e dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, dois anos depois.
Em fevereiro último uma série de reportagens deste jornal revelou que o Segundo Tempo era uma mina de ouro para o PC do B, graças justamente aos convênios da pasta com entidades ligadas à sigla, realizados sem licitação. Somente em 2010 o aparelhado Ministério desembolsou R$ 30 milhões em transferências - em mais de um sentido - do gênero. Ao que tudo indica, o contubérnio começou com o antecessor de Orlando Silva, Agnelo Queiroz, que se elegeu governador do Distrito Federal (DF) depois de trocar o PC do B pelo PT. Comissões de 20% que teriam sido pagas ao partido da foice podem ter somado ao longo da era Lula cerca de R$ 40 milhões. Mas os "comunistas" não guardavam tudo para si. Teriam ajudado a cobrir gastos da campanha do presidente, em 2006, diz o policial militar (PM) e ex-militante do PC do B João Dias Ferreira. Em abril do ano passado, ele foi preso na Operação Shaolin, da Polícia Civil do DF, por suspeita de participação no desvio de R$ 1,99 milhão repassado pelo Ministério dos Esportes, mediante dois convênios, à Associação João Dias de Kung Fu. (Continua).

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vinho, a bebida da civilização.

Eis aí um livro que vou comprar (só no mês que vem, claro, porque o conhecido dragão dos chargistas já ronda casas e bolsos): Bebo, Logo Existo, do filósofo britânico Roger Scruton, que aos poucos começa a ser conhecido no Grotão do estrabismo esquerdista.


Vai aí um trecho da resenha de Jerônimo Teixeira, na Veja:


O vinho foi a bebida dos banquetes filosóficos gregos, das saturnais romanas e da Eucaristia cristã. Pode-ser dizer que é uma bebida tão antiga quanto a civilização (...). Scruton vai além: vinho, diz ele, é civilização. "A distinção entre países civilizados e incivilizados é a distinção entre os lugares onde o bebem e onde não o bebem", diz o filósofo.




Claro que Scruton (aqui citado outro dia) está provocando os países islâmicos, onde qualquer bebida alcoólica é proibida, ao menos para a plebe. Mas cutuca também os alemães, com sua cerveja que ergue barrigas protuberantes. A desesperança do filósofo Schopenhauer, por exemplo, não deve ter sido incentivada pelo consumo da bebida dos deuses...


Considerações sobre o vinho, diz o resenhista do livro, "servem como ponto de partida para ataques às regulamentações econômicas centralizadoras da União Europeia, à obsessão contemporânea por saúde e boa forma, ao proselitismo ateu do biólogo Richard Dawkins e do jornalista Christopher Hitchens, ao jargão impenetrável de grande parte da filosofia moderna, da fenomenologia de Husserl ao desconstrucionismo de Derrida."


Definitivamente, vinho não é bebida de bárbaro. Dos bárbaros de ontem aos bárbaros de hoje, muitos dos quais se afogam em destilados de péssima qualidade.


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Governo centralizador vira central de corrupção


É o que fez o lulismo com o Estado brasileiro. O resultado aí está, na boa análise de José Serra em seu blog:

Novo escândalo envolvendo verbas federais, agora para o esporte. Quero chamar a atenção para um aspecto menos visível nesses reiterados casos de corrupção que diz respeito mesmo à organização do estado brasileiro – ou à sua desorganização. Reparem que o imbróglio envolve recursos federais alocados pelo próprio ministério para pequenos projetos locais, municipais ou inframunicipais.

Um programa como esse “Segundo Tempo” deveria, obviamente, ser de caráter municipal ou, no máximo, estadual. Bastaria o governo federal entregar os recursos para as outras esferas de governo e, naturalmente, estabelecer algum tipo de controle sobre sua aplicação. Poderia até fixar uma certa contrapartida dos estados e municípios – governadores e prefeitos aceitariam fazê-lo, com grande facilidade.

Isso não evitaria, por si, desvios e propinas, mas os dificultaria, sem dúvida, em razão de um cruzamento de controles feitos por esferas distintas. Haveria, ao menos, mais fiscalização e, estou certo, mais eficiência.
A descentralização saiu de moda no Brasil. Historicamente, a ela sempre tenderam a resistir os parlamentares federais, pois a centralização lhes permite atuar como facilitadores da liberação de recursos para programas que são do interesse da população. Mesmo os parlamentares sérios, que não estão em busca de propinas, acabam condescendendo com esse modelo.

Nos anos oitenta, surgiram forças políticas que fizeram da descentralização uma bandeira e uma prática, a exemplo de Franco Montoro e José Richa, quando governaram, respectivamente, São Paulo e Paraná e, depois, na Constituinte. Foi essa tradição que Fernando Henrique seguiu na Presidência da República. Nos bons tempos, essa chegou a ser uma bandeira do PSDB.

Mas a gestão federal petista fez tudo ao contrário: recentralizou ao máximo as ações apoiadas pelo governo federal, na ânsia de manipular e obter faturamento político-eleitoral. Mais ainda: a centralização facilita o loteamento da administração federal, pois fortalece, abre ou cria novas áreas de domínio para oferecer aos parceiros nas lambanças.

Ou por outra: o governo acaba se tornando uma central de corrupção.

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Sai daí, Stálin de várzea!


Ah, ele não sai, não: é protegido da "presidenta" que perdeu a vassoura. E o cara-de-pau, ainda por cima, acusa a imprensa. 


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O futuro dos jornais: mais informação e menos jornalismo declaratório.

Carlos A. Di Franco, articulista do Estadão, escreve na edição de hoje sobre o futuro dos jornais. Cito o trecho final:


Uma cobertura de qualidade é, antes de mais nada, uma questão de foco. É preciso declarar guerra ao jornalismo declaratório e assumir, efetivamente, a agenda do cidadão. O nosso papel é ouvir as pessoas, conhecer suas queixas, identificar suas carências e cobrar soluções dos governantes. O jornalismo de registro, pobre e simplificador, repercute o Brasil oficial, mas oculta a verdadeira dimensão do País real. Precisamos fugir do espetáculo e fazer a opção pela informação. Só assim, com equilíbrio e didatismo, conseguiremos separar a notícia do lixo declaratório.
Só um sério investimento em qualidade e rigor garantirá o futuro dos jornais. (Na íntegra).

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domingo, 16 de outubro de 2011

A tarefa dos professores

Shikida, professor de Economia do Ibmec em Belo Horizonte, mandou bem:


Ser professor é padecer dentro e fora de sala de aula. Não somos psicólogos, médicos ou amigos: somos professores. Eventualmente, damos uns conselhos, mas nosso papel principal é fazer com que o aluno entenda que seu verdadeiro potencial só será realmente aproveitado quando ele se dedicar aos estudos.
Parece piegas, mas é isso mesmo. O trabalho do aluno é que materializa o que ensinamos.

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No Brasil, todo dia é dia das bruxas.



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Quem é populista?

Do  professor britânico Andrew Heywood (no livro Ideologias políticas. Do feminismo ao multiculturalismo, Ática, 2010):

O termo "populismo" (do latim populus, que significa "povo") é usado para descrever tanto movimentos políticos específicos quanto uma determinada corrente do pensamento político. Os movimentos ou partidos descritos como populistas alegam dar apoio às pessoas comuns diante das "corruptas" elites econômicas e políticas. Como corrente política, o populismo reflete a crença de que os instintos e desejos das pessoas oferecem a principal e legítima orientação à ação política. Assim, os políticos populistas apelam diretamente à população e a firmam expressar suas esperanças e temores mais profundos, além de pregarem que nenhuma instituição intermediária é confiável. Embora o populismo possa estar relacionado a qualquer causa ou ideologia, ele muitas vezes é visto como implicitamente autoritário. A democracia "populista" é inimiga da democracia "pluralista".


Não deve ser difícil identificar quem, no Brasil, é o maior populista de todos os tempos...


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116 bilhões para o curral eleitoral do lulopetismo


Bolsa disso, bolsa daquilo: tudo para manter o curral eleitoral do petismo.

O governo federal gastou, no ano passado, 17% do Orçamento com transferências de dinheiro à população de baixa renda ou desempregada. Foram R$ 114 bilhões repassados diretamente às mãos de 31,8 milhões de pessoas. Se forem incluídos programas de transferência de renda de menor escala, o volume de verbas repassadas atinge R$ 116 bilhões. Isso é mais do que o dobro de todo o investimento da União somado - R$ 44,6 bilhões -, incluindo a parcela para construção de estradas e obras de infraestrutura.

O custo dos benefícios sociais em espécie reflete apenas parte da chamada rede de proteção social brasileira. Estão na lista: aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Renda Mensal Vitalícia (RMV), seguro-desemprego, abono salarial e Bolsa Família. Eles consomem 3,1% do PIB (Produto Interno Bruto). Os cálculos foram feitos a partir de números levantados pelo economista especializado em contas públicas Raul Velloso.

O peso dos diferentes mecanismos de transferência de renda no Orçamento federal divide opiniões entre especialistas. De um lado, há quem considere as despesas exageradas, praticamente um empecilho para o desenvolvimento, enquanto outros veem a necessidade até de aumentar gastos para reduzir a pobreza e a desigualdade.(Na íntegra).



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De novo...



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