Recebi do Sik, o "bruxo" da Lagoa da Conceição, e passo adiante, com votos de um feliz 2012 a todos os amigos, leitores e visitantes.
sábado, 31 de dezembro de 2011
Feliz 2012!
Recebi do Sik, o "bruxo" da Lagoa da Conceição, e passo adiante, com votos de um feliz 2012 a todos os amigos, leitores e visitantes.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Anvisa: lerda no necessário, ligeirinha no dispensável.
Anvisa: lerda no necessário, ligeirinha no dispensável.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Bolsa para blogueiros chapas-brancas? É o fim da picada!
Emir Sader, Luís Nassif e Paulo Henrique Amorim já esfregam as mãos.
Bolsa para blogueiros chapas-brancas? É o fim da picada!
Não, Chávez! O bolivarianismo é o verdadeiro câncer da América Latina.
Não, Chávez! O bolivarianismo é o verdadeiro câncer da América Latina.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Stasi petista não desiste da mordaça
Não é novidade a forma de agir dos donos do poder. Nas três últimas eleições presidenciais, o PT e seus comparsas produziram dossiês, violaram sigilos fiscais e bancários, espalharam boatos, caluniaram seus opositores, montaram farsas. Não tiveram receio de transgredir a Constituição e todo aparato legal. Para ganhar, praticaram a estratégia do vale-tudo. Transformaram seus militantes, incrustados na máquina do Estado, em informantes, em difamadores dos cidadãos. A máquina petista virou uma Stasi tropical, tão truculenta como aquela que oprimiu os alemães-orientais durante 40 anos.
A truculência é uma forma fascista de evitar o confronto de ideias. Para os fascistas, o debate é nocivo à sua forma de domínio, de controle absoluto da sociedade, pois pressupõe a existência do opositor. Para o PT, que segue esta linha, a política não é o espaço da cidadania. Na verdade, os petistas odeiam a política. Fizeram nos últimos anos um trabalho de despolitizar os confrontos ideológicos e infantilizaram as divergências (basta recordar a denominação “mãe do PAC”).
A pluralidade ideológica e a alternância do poder foram somente suportadas. Na verdade, os petistas odeiam ter de conviver com a democracia. No passado adjetivavam o regime como “burguês”; hoje, como detém o poder, demonizam todos aqueles que se colocam contra o seu projeto autoritário. Enxergam na Venezuela, no Equador e, mais recentemente, na Argentina exemplos para serem seguidos. Querem, como nestes três países, amordaçar os meios de comunicação e impor a ferro e fogo seu domínio sobre a sociedade.
Mesmo com todo o poder de Estado, nunca conseguiram vencer, no primeiro turno, uma eleição presidencial. Encontraram resistência por parte de milhões de eleitores. Mas não desistiram de seus propósitos. Querem controlar a imprensa de qualquer forma. Para isso contam com o poder financeiro do governo e de seus asseclas. Compram consciências sem nenhum recato. E não faltam vendedores sequiosos para mamar nas tetas do Estado.
O panfleto de Amaury Ribeiro Junior (“A privataria tucana”) é apenas um produto da máquina petista de triturar reputações. Foi produzido nos esgotos do Palácio do Planalto. E foi publicado, neste momento, justamente com a intenção de desviar a atenção nacional dos sucessivos escândalos de corrupção do governo federal. A marca oficialista é tão evidente que, na quarta capa, o editor usa a expressão “malfeito”, popularizada recentemente pela presidente Dilma Rousseff quando defendeu seus ministros corruptos.
Sob o pretexto de criticar as privatizações, focou exclusivamente o seu panfleto em José Serra. O autor chegou a pagar a um despachante para violar os sigilos fiscais de vários cidadãos, tudo isso sob a proteção de uma funcionária (petista, claro) da agência da Receita Federal, em Mauá, região metropolitana de São Paulo. Ribeiro — que está sendo processado — não tem vergonha de confessar o crime. Disse que não sabia como o despachante obtinha as informações sigilosas. Usou 130 páginas para transcrever documentos sem nenhuma relação com o texto, como uma tentativa de apresentar seriedade, pesquisa, na elaboração das calúnias. Na verdade, não tinha como ocupar as páginas do panfleto com outras reportagens requentadas (a maioria publicada na revista “IstoÉ”). (Continua).
Stasi petista não desiste da mordaça
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Imprensa resiste ao chavismo kirchnerista
Imprensa resiste ao chavismo kirchnerista
sábado, 24 de dezembro de 2011
Boas festas a todos
A obra acima é de Jiri Sliva, da ex-Tchecoslováquia. Que sejamos todos amparados por esse anjo protetor de ébrios (e não ébrios também, claro).
Boas festas a todos
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Blog chega primeiro. Imprensa pasta no governismo.
Vale a pena ler esta notícia publicada hoje na Folha (ver abaixo). É bom lembrar que a "lebre" fui eu quem levantou (ver o post "Triste Judiciário", artigo originalmente publicado em "O Globo"):
STJ pagou R$ 2 milhões a nove ministros
Pagamentos referentes a decisão judicial foram feitos em parcela única, ao contrário do que ocorreu em outros tribunais
Benefícios pagos aos ministros do STJ vão de R$ 162 mil a R$ 435 mil; corte não revela os nomes dos beneficiados
DE BRASÍLIA
Nove dos 33 ministros do Superior Tribunal de Justiça receberam de uma vez só neste ano pagamentos de auxílio-moradia atrasados dos anos 90. Os valores, somados, superam R$ 2 milhões.
É o mesmo benefício recebido pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, e pelo ministro Ricardo Lewandowski.
O direito foi reconhecido em 2000, quando o STF decidiu que todos os magistrados do país deveriam ter ganho aquilo que, durante alguns anos da década de 90, foi pago apenas aos congressistas.
A transferência destes recursos aos magistrados está no centro da polêmica que envolve a corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Não pelo pagamento em si, que é legal, mas pela forma como ele foi feito.
Segundo informações da corregedoria, não há padronização nos pagamentos feitos, e o STF, quando analisou a questão, afirmou que tudo deveria ser feito observando-se a "legalidade e igualdade".
No caso do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), a corregedoria chegou a iniciar uma inspeção para verificar a regularidade destes pagamentos, como a não observação da "igualdade" citada na decisão do STF.Segundo a Folha apurou, o TJ-SP pagou o benefício em uma única vez a alguns magistrados, e em parcelas para outros. Essa investigação foi interrompida após liminar de Lewandowski, que suspendeu o trabalho do CNJ. (Continua).
Blog chega primeiro. Imprensa pasta no governismo.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Lulopetismo, uma permanente ameaça às liberdades.
Lulopetismo, uma permanente ameaça às liberdades.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Fascismo volta à Argentina sob a saia do peronismo kirchnerista
Fascismo volta à Argentina sob a saia do peronismo kirchnerista
Depois de Lula, nada mais pode ser fiscalizado. Os poderes dizem amém.
Depois de Lula, nada mais pode ser fiscalizado. Os poderes dizem amém.
Viagem ao inferno da Coreia do Norte
Viagem ao inferno da Coreia do Norte
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Kim Jong, o pior ditador do planeta.
Sobre Chávez, diz a revista que "o líder louco da revolução bolivariana promove uma doutrina de democracia participativa na qual ele é o único participante".
Quanto a Raúl, zomba a FP: ficou entre os últimos talvez "porque tenha algum defeito intelectual que não lhe permita perceber que a revolução que lidera é antiquada".
Ia esquecendo: Ahmadinejad (putz, pra variar, mais um amigo de Lula!) está em oitavo lugar.
Coréia do Norte recria o horror nazista
The Guardian, em 02 de fevereiro de 2004.
Reproduzido pelo JB em 02/02/2004.
No Nordeste remoto da Coréia do Norte, perto da fronteira com China e Rússia, fica Haengyong. Escondida nas montanhas, é a sede do Campo 22, o maior campo de concentração do país, onde milhares de homens, mulheres e crianças acusadas de crimes políticos são mantidos presos.
Testemunhas contam como assistiram a famílias inteiras serem postas em câmaras de vidro e envenenadas com gases. Agonizavam enquanto cientistas tomavam notas. Os relatos oferecem o mais chocante retrato do regime do ditador Kim Jong Il.
Kwon Hyuk, cujo nome foi trocado, é um ex-adido militar na embaixada da Coréia do Norte em Pequim. Ele também foi o chefe administrativo do Campo 22. Em um documentário exibido ontem pela BBC, Hyuk diz que é preciso que o mundo saiba o que acontece.
- Assisti à morte de uma dessas famílias. Pais, um filho e uma filha. Os mais velhos vomitavam e agonizavam. No último momento, tentaram salvar as crianças, fazendo respiração boca a boca - revela ele.
Hyuk desenhou para a reportagem um diagrama detalhado da câmara de gás:
- O vidro é selado. Ela mede 3,5m de largura, 3m de comprimento e 2,2m de altura. Um tubo entra pela parede. Normalmente eles colocam as famílias no centro e prisioneiros individualmente sentados nos cantos. O processo e as reações são acompanhados por cientistas do alto, pelo vidro - conta, dizendo que acreditava que tal atrocidade fosse justificada.
- Na época eu sentia que aquelas pessoas mereceram. Todos nós fomos levados a crer que as coisas ruins que acontecem na Coréia do Norte eram culpa delas, por isso nós éramos pobres, divididos e não conseguíamos progredir. O oficial vai mais longe:
- Seria mentira dizer que sentia pena de ver crianças sendo mortas de forma tão dolorosa. No regime em que vivia, apenas sentia que ali estava o inimigo - diz, sendo confirmado por Soon Ok-Lee, que esteve no Campo 22 por sete anos.
- Um oficial ordenou que selecionasse 50 mulheres saudáveis. Um guarda me deu um cesto cheio de repolho cozido e me disse para não comer. Mandou que eu desse o material às mulheres. Ouvi quando começaram a gritar. Todas vomitavam sangue e se debatiam de dor. Um inferno. Em 20 minutos estavam mortas - contou.
Desertores contrabandearam documentos que revelam como eram metódicos os experimentos. Um, com o carimbo ''Top Secret'' é datado de fevereiro de 2002: ''A pessoa acima está sendo transferida para o campo 22 para participar das experiências em humanos com gases e armas químicas''. O nome da vítima era Lin Hun-hwa, 39 anos. Kim Sang-hun, um ativista norte-coreano dos direitos humanos, atesta sua legitimidade:
- O texto tem o formato usado pelo governo, a qualidade do papel é a mesma e há selos legítimos das agências envolvidas na experiência. Também traz nomes, locais e datas.
O número de prisioneiros nos campos norte-coreanos gira em torno de 200 mil pessoas, distribuídas em 12 centros. O Campo 22 abriga 50 mil prisioneiros, a maioria porque parentes criticaram o regime. Muitos são cristãos, religião que o ditador Kim Jong-il tem como ameaça ao seu poder. Por isso, ele não prende só o dissidente mas as três gerações da família, de forma a eliminar até a raiz do que chama de ''sangue ruim e sementes da dissensão''.
Com a Coréia do Norte tentando obter concessões a partir do seu retorno ao programa nuclear, cresce a pressão pela questão dos Direitos Humanos. Richard Spring, porta voz do Partido Conservador britânico, de oposição, pressiona a Câmara para debater o tema. Para Mervyn Thomas, da ONG Christian Solidarity Worldwide, não era sem tempo:
- Por muito tempo o sofrimento do povo norte-coreano, especialmente os presos nesses bárbaros campos, foi deixado em silêncio. É imperativo que a comunidade internacional não continue de olhos fechados às atrocidades que devem pesar em sua consciência - concluiu.
Kim Jong, o pior ditador do planeta.
Arrecadação de impostos: a única coisa que cresce no Brasil.
Arrecadação de impostos: a única coisa que cresce no Brasil.
Seja bem recebido no inferno, ditador!
Seja bem recebido no inferno, ditador!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Lula, salvo pelos mensaleiros, mas não pela História.


Lula, salvo pelos mensaleiros, mas não pela História.
Homenagens a quem nunca foi dogmático nem fugiu dos debates
Homenagens a quem nunca foi dogmático nem fugiu dos debates
Dilma Ano I: Brasil à deriva. E o pior ainda virá.
É bom o desempenho da presidente Dilma no primeiro ano de seu mandato?
NÃO
Na centenária história da República não houve, no primeiro ano, uma administração com tantas acusações de corrupção que levaram a demissões de ministros, como a da presidente Dilma Rousseff.
Dilma Ano I: Brasil à deriva. E o pior ainda virá.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Grotão lulista: corrupto e violento.
O comentário sobre esse mapa assustador - mais uma "conquista" do lulismo - é de José Serra (mas não precisa ser tucano pra ver que a coisa piorou: aliás, consultem o reloginho dos assassinatos - permanente - lá embaixo, à margem direita, criado pelo Zappi, que preferiu se exilar na Austrália). O fato é que, a partir do governo Lula, o governo se tornou ainda mais leniente com a criminalidade, afagando bandidos com ou sem colarinho. E o Congresso é mesmo a cara de quem o elegeu.
Grotão lulista: corrupto e violento.
Invasão de propriedades já não é crime na Venezuela
Invasão de propriedades já não é crime na Venezuela
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Quadrilha dos mensaleiros ficará impune
Quadrilha dos mensaleiros ficará impune
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Argentina: cada vez mais perto da Recoleta.
Argentina: cada vez mais perto da Recoleta.
Alguém sabe o que é o STJ?
Alguém sabe o que é o STJ?










