A chegada de Maria das Graças Foster no comando da Petrobras no lugar de José Sergio Gabrielli representará também uma transição entre presidentes com perfis muito diferentes. Para o diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE) e especialista em energia, Adriano Pires, sai de cena um executivo que prejudicou minoritários, fez com que a compahia não conseguisse cumprir suas próprias metas de produção e, principalmente, aprofundou, e muito, a ingerência política na companhia. Entra uma presidente oriunda dos quadros técnicos da empresa – e não alguém com ligações partidárias, o que não ocorria há 20 anos – e que chegou onde chegou por mérito. O saldo, portanto, é positivo. (Continua).
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