quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

De boas intenções o Brasil está cheio, "presidenta".

Editorial do Estadão:


O governo Dilma Rousseff viveu na segunda-feira, com a realização da primeira reunião ministerial de 2012, um esplendoroso dia de Poliana, dando uma demonstração para lá de eloquente de que entra no segundo ano da nova administração cheio de boas intenções. Para começar, a presidente assinou decreto que cria uma supersecretaria, destinada a reestruturar o funcionamento do primeiro escalão do governo e a monitorar suas ações, que Dilma definiu com entusiasmo aos seus 38 ministros como um sistema de monitoramento online de todo o governo, "um projeto revolucionário, progressista e indispensável para a verdadeira reforma do Estado".
Na reunião, quem mais falou foi o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que prometeu que o País cumprirá este ano a meta de superávit primário sem reduzir os investimentos do PAC ou outros que, ao contrário, serão reforçados, e ainda capitalizará os bancos públicos e manterá os programas sociais responsáveis pelo fortalecimento do mercado interno. Isso tudo apesar dos substanciais cortes no Orçamento que serão anunciados em meados de fevereiro. Tudo indica, portanto, que, apesar da crise financeira que tira o sono de europeus e norte-americanos, mais uma vez o mundo se curvará diante da pujança econômica brasileira. Tomara. (Continua).

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2 comentários:

Anônimo disse...

A cada dia que passa, mais me convenço de que o lulopetismo é uma doença grave, maligna, contagiosa, potencialmente fatal, sustentada por mentiras, propaganda enganosa, estelionatos eleitorais, dossiês criminosos contra adversários políticos, mensalões e "bolsas" de dinheiro público, e que só poderá ser erradicada às custas de muita educação, honestidade, ética na política e democracia.

Dawran Numida disse...

Impressiona a desenvoltura propagandística, pela criação de mais uma estrutura burocrática.
E desta vez, eletrônica, para controlar a modorra já existente.
Novidade seria eliminar uns 20(vinte) ministérios. E pelo que produz, 18(dezoito) ainda seria muito.
Extinguir os cargos e suspender contratações desnecessárias para cargos confiança.
E ainda querem vender o governo como técnico, no sentido de eficácia.