Governo sem rumo: Plano Plurianual não passa de exercício burocrático.
Formar 140 mil profissionais da rede pública de educação "nas temáticas de gênero, relações étnico-raciais e orientação sexual" talvez seja uma meta, mas o conjunto parece um tanto desequilibrado, quando se planeja "alcançar o número de 13.400 bolsas de iniciação tecnológica concedidas pelo CNPq para as Engenharias". Ou quando se considera o objetivo de 30 mil bolsas de pós-graduação e de 49.500 para iniciação à pesquisa. Quando se tem de competir com a China, capaz de formar uns 400 mil engenheiros por ano, os objetivos do PPA para ciência e tecnologia parecem modestíssimos.
A leitura dos detalhes do PPA reforça a impressão de um mero ajuntamento de ideias mal articuladas - uma indisfarçável negação do conceito de planejamento. Continua com razão quem descreveu o PPA como um exercício burocrático. (Continua).
2 comentários:
Imagino o seguinte diálogo:
"- Qual é a sua formação universitária?
- Sou especialista nas temáticas de gênero.
- Sua irmã também é generista? É generista ou genérico(a) aquele ou aquela que se especializa nas temáticas de gênero?
- Isso eu não sei dizer por ter cursado sociologia na graduação. Melhor seria perguntar para um graduado em Letras. Mas a minha irmã é especializas em relações étnico-raciais e o nosso irmão caçula, por sua vez, se especializou em orientação sexual."
Tanta asnice é de fazer chorar!
Ops, especialista e não especializas.
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