sábado, 13 de fevereiro de 2016

A ridícula e marqueteira campanha de Dilma contra o Aedes. Financiamento à pesquisa, zero!

Acho que pouca gente, no Brasil, sabe tratar do assunto dengue e associados mais que Artur Timerman, infectologista e presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses. Não adianta apenas combater a proliferação do Aedes Egypti. Erradicá-lo, aliás, é estratégia inútil. O que o Brasil precisa, principalmente para diminuir o pânico com os casos de zika associados à microcefalia, é um investimento maciço em pesquisa - coisa que o cosmético governo Dilma não faz. Importante é criar uma vacina contra esse inseto que já foi portador da febre amarela há 100 anos.

Aliás, inseto que evolui, de acordo com a descoberta de Darwin em relação às espécies, quaisquer que sejam. Evolução assombrosamente rápida, como diz Timerman:

"O papel da ciência não é acabar com o Aedes. É impossível acabar com o mosquito. O Aedes tem uma capacidade de adaptação biológica sofisticada, superior à de qualquer inseto. Há menos de 10 anos, ele se reproduzia apenas em poças grandes, de meio litro, constituídas de água limpa. Hoje, basta uma quantidade equivalente a uma tampinha de água - limpa ou suja. O Aedes sempre teve um comportamento diurno, atraído pela luz do sol, e já o vemos durante a noite, em torno de luz artificial. Suas larvas sobreviviam por três meses. Agora, o tempo é quatro vezes maior. Seu voo tingia a distância de 10 metros. São 50 metros atualmente. Essa capacidade extraordinária sempre driblará qualquer tecnologia." (Entrevista à revista Veja).

Sai daí, Dilma!

Um comentário:

Anônimo disse...

Estão desmoralizando as Forças Armadas cada vez mais, basta dizer que em seu comando está um comunista terrorista.