sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Desemprego cresce 41,5% em um ano. É a maldita herança petista.

Segundo a Pnad Contínua do trimestre encerrado em novembro de 2015, há 9,126 milhões de desocupados no País, o maior valor desde 2012; desemprego de 9% também foi recorde e a renda do trabalhador caiu 1,3%:

O País registrou em novembro do ano passado o maior número de desempregados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada no primeiro trimestre de 2012. No trimestre encerrado em novembro do ano passado, a pesquisa contabilizou 9,126 milhões de desocupados, um aumento de 41,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado equivale a 2,676 milhões de pessoas a mais na fila do desemprego.

Como consequência, a taxa de desemprego se manteve no pior patamar da série no trimestre até novembro de 2015, aos 9,0%. Embora tenha repetido o resultado do trimestre encerrado em outubro, o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, ressalta que foi a pior taxa da série. "Foi o pior resultado da série porque a expectativa era que fosse muito menor, porque a taxa de desocupação já devia estar cedendo com a aproximação do fim do ano", explicou Azeredo. Em igual período de 2014, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua havia ficado em 6,5%. 
A renda média real do trabalhador foi de R$ 1.899 no trimestre até novembro de 2015. O resultado representa queda de 1,3% em relação ao mesmo período de 2014.
Num período em que o mercado de trabalho costuma registrar aumento sazonal no número de vagas, por conta das contratações de trabalhadores temporários para atender à elevação na demanda do fim do ano, a população ocupada na verdade diminuiu. A queda no total de empregados foi de 0,6% no trimestre até novembro de 2015 ante igual período de 2014, o equivalente a 533 mil postos de trabalhos extintos. A inatividade também encolheu, 0,3% no período, o que significa que 201 mil pessoas que estavam fora da força de trabalho voltaram a pressionar o mercado. 
O resultado da taxa de desemprego veio dentro das estimativas e em linha com a mediana captada a partir das projeções dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que esperavam uma taxa de desemprego entre 8,80% e 9,20%, com mediana de 9%.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 169,9 bilhões no trimestre até novembro de 2015, resultado considerado estatisticamente estável pelo IBGE na comparação com igual período do ano anterior.
Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A nova pesquisa tem por objetivo substituir a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange apenas seis regiões metropolitanas e será encerrada em fevereiro de 2016, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produz informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano. (Estadão).

2 comentários:

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Terra arrasada, o Brasil. Anos de incompetência na área econômica, aliada a uma corrupção sistemática, o lulo-petismo vai pavimentando o caminho do inferno.Grécia ou Venezuela?? ou tudo junto e misturado??
Quem votou nessa corja deve estar muito arrependido. Mas todos, toda a nação está pagando um preço altíssimo para conviver com esse estado de decrepitude
social, econômico e moral.

Anônimo disse...

a metodologia de pesquisa do IBGE, modificada pelo PT, é totalmente errada. portanto, os índices que apresenta são errados ou defasados. o certo seria 20 % ou mais. os mais pessimistas, ou realistas já falam eo 29% o índice do desemprego. só de comércio, foram mais de 120 mil lojas fechadas; a anta dilma rompeu um acordo dos seus líderes no congresso e lascou aumento exorbitante "nas bebidas quentes",na calada da noite do dia 30 dezembro de 2015, com isso já começaram a fechar as pequenas e médias vinícolas de caxias do sul e o entorno. , já serão colocados na estatística milhares de trabalhadores. fora os empregos temporários que essas indústrias levam para a região dos vinhos. nada como uma bela estratégica visão da economia do país, mostrada pela anta !