quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Trump vem aí, para horror dos "progressistas".

Para horror de esquerdistas em geral, tanto daqui quanto de fora, o pré-candidato republicano Donald Trump vai levando todas. O "polêmico" empresário, como o tratam os jornalistas também no Brasil, confirmou a dianteira em Nevada. Seguramente, Trump será o candidato a enfrentar, talvez, a hilariante "progressista" Hillary Clinton, que só tem caído nas primárias de seu partido. O blogueiro aqui se diverte com os preconceitos dos esquerdistas, que sempre viram os republicanos (lembre-se George Bush) como toscos ignorantes. Para eles, Trump é, além disso, um monstro, só porque jura que enfrentará o terror islâmico e, ah, vai construir um muro na fronteira do México para evitar a entrada de clandestinos. Duvido que faça o tal muro, mas não dará moleza aos bárbaros fundamentalistas do Islã que querem destruir o mundo ocidental e seus valores. Será muito bom ver o presidente do país mais importante do planeta enterrar de vez o reincidente e complacente obamismo e sua lengalenga politicamente correta, assim como o Partido Democrata, que de liberal nada tem: é, no máximo, uma agremiação próxima da parca social-democracia latino-americana. O fato é que Obama e seu partido deixaram o mundo numa situação de perigo extremo. Que se vayan! A propósito, segue reportagem do jornal português Observador: "Alguém pode impedir Donald Trump de chegar à Casa Branca?" Tudo indica que a resposta é NÃO:


Quando Donald Trump surgiu finalmente na corrida republicana à Casa Branca – Trump fez-se saber “presidenciável” por três ocasiões, em 2000, 2008 e 2012, mas só em julho de 2015 se decidiu a avançar de uma vez por todas –, poucos analistas acreditariam que hoje, a poucos meses da eleição, Trump seria o favorito dos republicanos para defrontar Hillary Clinton ou Bernie Sanders.

Até ver, Hillary leva a dianteira, depois de vencer nos caucus do Iowa e do Nevada (perdeu nas primárias do New Hampshire) e vai-se afastando aos poucos do senador socialista do Vermont, mas a sua nomeação não é ainda uma certeza como era no começo.

Voltando a Donald Trump. Era tudo uma questão de tempo até cair, certo? Até Trump ser Trump. Os favoritos no verão (há mais de meio ano, portanto) eram, e por larga margem, Hillary Clinton, do lado democrata, e Jeb Bush, no Partido Republicano. Trump foi Trump: mal-humorado, excessivo, sarcástico, irascível e tantas vezes xenófobo. E continua a sê-lo — até o Papa Francisco disse de Trump que este não é o cristão que faz crer ser. Mas pelos vistos os republicanos gostam que Trump seja Trump. Tanto, que é cada vez mais improvável que ele caia.

Aliás, nas próximas semanas, mais do que definir-se se é ou não Trump a ganhar a nomeação do Partido Republicano – a Convenção Nacional Republicana é em meados de julho –, o que vai ser definido é quem fica desde já fora da corrida e quem será o seu adversário republicano final. Será Marco Rubio? Será Ted Cruz? Ben Carson e John Kasich já quase só contam para a estatística.

Um adversário que no começo se previu ser difícil para Donald Trump, Jeb Bush, pelo apelido que carrega, pela experiência política como governador do estado da Florida, pela angariação de fundos que conseguiu – Bush sai da corrida com mais de 150 milhões de dólares em donativos –, simplesmente não o foi.

Bush acabou por desistir depois de (mais) uma derrota estrondosa, agora nas primárias da Carolina do Sul, onde foi o quarto mais votado (tal como no New Hampshire e no Iowa), mas com apenas 7,9% dos votos e longe dos 32,5% de Trump.

Mas a sua saída não tem o peso das demais até aqui – Chris Christie, Carly Fiorina, Rick Santorum, Rand Paul, Mike Huckabee, George Pataki, Lindsey Graham, Bobby Jindal, Scott Walker e Rick Perry também já desistiram da corrida. Tem muito mais, porque o seu eleitorado tenderá a derivar para algum lado. E essa derivação de apoios sentir-se-á sobretudo na chamada Super Tuesday, já a 1 de março, em que 12 estados vão a votos, muitos deles no Sul, onde os Bush (os George, pai e filho) são habitualmente fortes.

Se o eleitorado de Bush pender para Trump, como ele acha que vai acontecer – “Eles não percebem que à medida que vão desistindo, eu vou ficando com muitos desses votos”, disse numa entrevista –, os demais candidatos republicanos podem bem arrumar as malas, pois Trump está a caminho da nomeação. Se é que não está desde já: há 36 anos que todos os candidatos que vencem as primárias do New Hampshire e da Carolina do Sul (como Trump venceu) conseguem a nomeação. E entretanto, esta quarta-feira de madrugada, Trump somou mais uma vitória, desta feita no Nevada.


Mas o eleitorado de Bush pode votar em Marco Rubio, também ele da Florida, ou até num candidato menor como John Kasich, por ser o único senador ainda na corrida. Se os votos caírem para o lado de Rubio, este será o mais do que provável adversário de Trump até ao final. Mas, até ver, só Ted Cruz é que bateu o pé a Trump, no caucus do Iowa. E Cruz espera garantir muitos dos 152 delegados do Texas, a sua terra natal, que representam uma parcela significativa dos 588 lugares em disputa nos 12 estados, e assim distanciar-se de Rubio, o “menino bonito” do partido.

Uma coisa é certa: dificilmente alguém vencerá Trump no um-contra-um eleitoral. Isto entre republicanos, claro. Quando a disputa for entre partidos, Hillary vencerá, certo? Mais ou menos. No verão, quando os candidatos surgiram aos molhos, uns atrás dos outros, era mais certo do que é hoje – e nem se colocava a questão de ser Hillary contra Trump, mas contra Bush. Em maio de 2015, por exemplo, Hillary Clinton tinha 52,9% das intenções de voto, contra os 33,6% de Donald Trump. Passado quase um ano, as sondagens de fevereiro de 2016 continuam a dar a vitória a Hillary (só a da Suffolk/USA Today dá a vitória a Trump por 45% contra 43% dos votos), mas o distanciamento é cada vez menor e os indecisos cada vez mais.

É precisamente aqui, na subida de popularidade de Trump e na queda de Hillary, que entra outro milionário ao barulho: o independente e ex-mayor de Nova Iorque, Michael Bloomberg. Será que avança? Ele diz que talvez, mas só depois da Super Tuesday. Mas poderá ser só fogo-de-vista. (CONTINUA).

2 comentários:

Anônimo disse...

Mais um ponto para Trump, até o falso Papa o atacou. Todos este mainstream traidor o ataca. Talvez Trump seja em anos um dos poucos políticos que não pode ser comprado. Ele financia sua própria campanha e não se curva para ninguém. Espero que ele vença as eleições.

Anônimo disse...

Donald Trump é o candidato para fortalecer de vez os EUA contra a praga islâmica e seu expansionismo, cujo controle nas fronteiras deve ser de fato mais enérgico como tem sustentado com lucidez em seus debates nas primárias republicanas. Que venha Trump contra o ISIS, Al Nusra e afins com o uso da força tão necessário para o bem do mundo cristão e ocidental. A barbárie vinda da cultura tão abjeta como a islâmica tem de ser sepultada.