segunda-feira, 7 de março de 2016

Dilma: com Lula, contra a Justiça até o fim. E o fim será o impeachment.

Dilma insiste em confrontar o Poder Judiciário, mostrando seu verdadeiro caráter autoritário, forjado na clandestinidade. Esquece que Lula sempre fugiu dos depoimentos e que a única solução foi conduzir o tiranete "sob vara", como o cidadão comum que é. Ex-presidentes não merecem privilégio, ainda mais quando envolvidos em escândalos que horrorizam a nação. É isso, dona
Dilma, continuem nesse abraço de afogados. O Brasil responderá no próximo dia 13:


A presidente Dilma Rousseff aproveitou o discurso feito na manhã desta segunda-feira, 7, na entrega de casas do Programa Minha Casa, Minha Vida em Caxias do Sul (RS), para criticar a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira, mandado cumprido pela Polícia Federal a pedido da força-tarefa da Operação Lava Jato após autorização do juiz federal Sérgio Moro. Para a petista, não havia o "menor sentido" na remoção do padrinho político de sua casa, em São Bernardo do Campo, para prestar depoimento em uma sala do Aeroporto de Congonhas preparada para este fim.

No sábado, os procuradores da Lava Jato defenderam a necessidade da medida e criticaram quem se opôs à condução de Lula, mas não às outras 116 vezes em que esse recurso foi adotado pela PF. Antes, o próprio Moro havia divulgado nota afirmando que a condução coercitiva do ex-presidente foi tomada por "segurança" e para "averiguação da verdade", e que isso não configura "antecipação de culpa".
"Não tem o menor sentido conduzir (Lula) sob vara para prestar depoimento", discursou Dilma, repetindo termo utilizado na sexta pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal. A presidente afirmou que o antecessor "jamais se recusou a depor" à Justiça Federal - o petista contesta investigação conduzida por um promotor do Ministério Público Estadual de São Paulo. "Justiça seja feita, Lula nunca se julgou melhor do que ninguém", disse Dilma.
Sob aplausos da plateia presente à cerimônia em Caxias do Sul, a presidente ironizou a explicação dada pela força-tarefa da Lava Jato e por Moro para justificar a condução coercitiva de Lula. "Não cabe alegar que Lula estava sob proteção. É necessário saber se ele queria ser protegido. Tem certo tipo de proteção que é muito estranho", afirmou a presidente. Segundo relatório da PF, Lula disse que só iria sair de casa para depor "algemado", mas concordou em ir a Congonhas após consultar seu advogado, Roberto Teixeira, ao ser abordado pelos federais, na manhã de sexta.
Em sua fala, Dilma voltou a criticar o "vazamento" de informações que fazem parte de inquéritos judiciais. Para a presidente, muitas vezes essas informações não corresponderiam à verdade, mas o "estrago de jogar lama" já estaria feito. "Com vazamentos, há estrago no julgamento." Dilma afirmou que não se pode demonizar ninguém, nem os órgãos de imprensa, mas é necessário exigir respeito. (Estadão).

2 comentários:

Anônimo disse...

2 observaçõezinhas:
- a única atividade oficial da oligofrênica são essas inaugurações, programa perfeito para alguém no nível de prefeito ou secretário municipal;
- ella, que já não é muito pródiga em pensamentos ou ideias, não deve ter tido escolha, e foi obrigada a repetir o besteirol petralha.

Anônimo disse...

AULA DE ARROGANCIA
https://www.youtube.com/watch?v=39M25i-fl7c