terça-feira, 15 de março de 2016

Dilma e Lula se lascaram de vez: Teori aprova colaboração premiada de Delcídio.

Queriam anunciar Lula como super-ministro hoje à tarde na presidência da República, mas o fato é que, com a homologação da colaboração premiada do senador Delcídio Amaral, a coisa deve ir para o brejo. Lula está mais para presidiário do que para ministro (leiam post anterior):

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira, 15, a delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS).
O ex-líder do governo firmou o acordo com a Procuradoria-Geral da República para colaborar com as investigações e fez acusações contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Delcídio deixou a prisão em 19 de fevereiro, após ter ficado quase três meses na cadeia acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Parte do conteúdo da deleção, mantida em sigilo, foi revelada pela revista IstoÉ no último dia 3. 
O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira, 15, a delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS).
O ex-líder do governo firmou o acordo com a Procuradoria-Geral da República para colaborar com as investigações e fez acusações contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Delcídio deixou a prisão em 19 de fevereiro, após ter ficado quase três meses na cadeia acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Parte do conteúdo da deleção, mantida em sigilo, foi revelada pela revista IstoÉ no último dia 3. 
Belo Monte. O senador petista também apontou ao MPF um esquema de desvio de dinheiro nas obras da Usina de Belo Monte que teria sido encabeçado pelos ex-ministros Erenice Guerra (Casa Civil), Antônio Palocci (Fazenda) e Silas Rondeau (Minas e Energia). O esquema teria servido para pagar gastos de campanhas eleitorais do PT e do PMDB.
Delcídio teria informado em depoimento que, durante campanha eleitoral de 2014, o atual ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, “esquentou” doações provenientes da indústria farmacêutica com notas frias e o orientou a fazer o mesmo para saldar R$ 1 milhão de dívida de sua campanha. Edinho foi tesoureiro da campanha de Dilma no último pleito.
Em nota, a defesa do senador afirmou, no entanto, que as informações sobre o esquema em Belo Monte não são verdadeiras.
Outro lado. Quando os trechos da delação vieram à tona, todos os políticos citados rechaçaram as acusações. A presidente Dilma reafirmou sua versão sobre a compra de Pasadena e disse que a delação do senador foi motivada por sentimento de vingança. 
Em vídeo no Facebook, Aécio afirmou que o escândalo de corrupção na Petrobrás tem o "DNA do PT" e que a possível menção a seu nome é "mais uma tentativa de vincular a oposição na Operação Lava Jato". Ele afirmou que outras tentativas foram arquivadas, pois foram "desmascaradas". "Nada disso me intimida", disse. (Estadão).

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