quinta-feira, 3 de março de 2016

Efeito Dilma: em ranking de 32 países, economia brasileira fica em 30° lugar.

Dilma e Maduro: companheiros de desgraça e incompetência.
Em poucas palavras, a economia brasileira só ganha da Venezuela e da Ucrânia.  É o que dá manter o PT no poder. Sob escombros, mais escombros:

O desempenho da economia brasileira em 2015 só foi melhor do que o da Ucrânia e da Venezuela, com a 30ª posição num ranking de 32 países elaborado pela Austin Rating.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país teve queda de 3,8% no ano passado, o pior resultado desde 1990, quando havia retraído 4,35%, destacou a agência classificadora de risco.
A economia da Ucrânia, que vive resquícios na guerra com a Rússia, caiu 6,4% no ano passado. No mesmo período, a Venezuela, afundada numa profunda crise econômica acentuada pela queda no preço do barril de petróleo, apresentou retração de 4,5%.
"O cenário de recessão, definitivamente, está confirmado com o resultado do acumulado de 2015 e, muito provavelmente, também ocorrerá em 2016", diz em nota Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. A estimativa da agência é de queda de 2,9% do PIB em 2016. Para 2017, vê um "provável crescimento, mesmo que medíocre".
Caso as estimativas da agência para o próximo ano se confirmem,será o biênio com o pior desempenho econômico do Brasil em 85 anos. "A última vez que o Brasil teve queda do PIB por dois anos consecutivos foi em 1930 (-2,1%) e 1931 (-3,3%) refletindo, em parte, o crash da bolsa de Nova York em 1929 e o ambiente político nacional conturbado com o fim da oligarquia paulista devido a revolução de 1930", destaca.
De acordo com o ranking, as economias com melhor desempenho no ano passado foram a Índia (7,2%), China (6,9%), Filipinas (6,4%), Malásia (5,4%) e Indonésia (4,7%). Os Estados Unidos aparecem na 16ª posição, com alta de 2,4%.
Na outra ponta do ranking, além da Ucrânia, Venezuela e Brasil, aparecem a Grécia (0,5%) e o Japão (0,6%). A lista considera países que publicaram os seus resultados até o momento. 
2011. A queda de 3,8% no PIB a economia brasileira a retroceder a patamares vistos no início de 2011, disse Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.
"Como houve essa retração em 2015, a gente voltou mais ou menos ao patamar do início de 2011", explicou Rebeca. Segundo ela, a reversão do crescimento de anos anteriores no consumo das famílias foi um fator determinante para o desempenho negativo do ano passado.
"O consumo das famílias tem um peso de mais de 60% na economia, e teve uma mudança. Em 2014, a taxa de crescimento do consumo das famílias tinha desacelerado bastante, já não era como em anos anteriores, na casa de 4%, 5%, mas ainda era positiva. Mas no ano passado não, houve queda de 4%, e isso é bastante relevante nesse quadro", afirmou a coordenadora.
O desempenho do consumo das famílias foi o pior da série, iniciada em 1996. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), como os investimentos são medidos no PIB, encolheu 14,1%, também o pior resultado nesta comparação. (Mais informações no Estadão).

Um comentário:

lgn disse...

Uma pessoa que acredita no efeito realizador de sucesso social, econômico e político num regime de esquerda desconhece história e se guia pelo discurso, este muito mais afável, terno, envolvido em esperança. Assim como Fidel precisou e ainda precisa dusamericano para justificar a pobreza em seu país, Maduro, Dilma, e toda esquerda mundial precisa de um bode expiatório para justificar o desastre em que seus países são submetidos por força dessa macabra tarefa. Então, fica assim, quando todo o planeta estiver sob o jugo desse regime, aí então a felicidade vem morar na terra com toda sua disposição. Enquanto existir algum componente opositor a coisa não funciona. Há um princípio em engenharia que determina o controle total de todas as variáveis que atuam num produto. Não pode haver falha numa delas para que não ocorra o comprometimento e o sucesso comercial. O chamado recall, prática adotada pelas empresas quando se dão conta de algum problema de falha, ou falta de algum componente, ilustra esse fato. Para isso a empresa trabalha com o que se chama sistema fechado, isto é, com ciência física. Sabe-se perfeitamente de onde se sai e onde se chega. Não pode haver surpresa. Paralelamente, se considerarmos os regimes totalitários, as variáveis são as decisões e escolhas de indivíduos ou grupos. E estes não podem ficar fora do controle. Razão pela qual nesses regimes a matança de dissidentes é um fator de engenharia social. Peça com defeito, descarte, eliminada. A necessidade dos fiscais do povo é permanente e necessária para manter o sistema sob controle. A dificuldade está no fato de o ser humano não ter explícito em seu corpo, isto é, no seu componente exterior, o que lhe vai no oculto. Se algum psicopata - e como tem - quiser efetivamente controlar a humanidade terá que fazê-lo por via mental, mas aí já estamos chegando nos arroubos do dr. Silvana, célebre facínora combatido pelo Capitão Marvel.