quarta-feira, 30 de março de 2016

Maioria esmagadora da população quer ver Dilma pelas costas

Não tem conversa: 82% da população desaprova o governo Dilma e 80% não confia nela. Tivesse alguma dignidade, renunciaria imediatamente. Como não o faz, que venha o impeachment:


A porcentagem da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo oscilou de 70% para 69% de dezembro para março, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa também oscilou, de 9% para 10%. Já os que consideram o governo regular oscilaram de 20% para 19%. Todas as variações ocorreram dentro da margem de erro máxima de dois pontos porcentuais.

De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma em março, mesmo patamar desde setembro de 2015. A proporção dos que aprovam também se manteve em 14%. Não souberam ou não responderam 3%.

A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança em relação à presidente Dilma Rousseff. A parcela dos que não confiam nela oscilou de 78% em dezembro para 80% em março - o pior nível desde o governo José Sarney, quando em junho de 1989 a parcela que não confiava em Sarney era de 80%. O porcentual daqueles que confiam na pessoa da presidente permaneceu em 18%.

Políticas públicas. A pesquisa mostra um recuo na desaprovação da política do governo no combate ao desemprego. Em dezembro, 87% desaprovavam o governo nessa área, hoje são 86%. Também caiu a desaprovação das políticas do governo no combate à fome e à pobreza (de 71% para 69%), na educação (de 76% para 74%), na segurança pública (de 85% para 84%) e no meio ambiente (de 74% para 68%).

A pesquisa mostra ainda que a parcela dos entrevistados que percebe o noticiário mais desfavorável ao governo subiu de 75% para 76%, enquanto aqueles que vêm o noticiário mais favorável subiram de 9% para 10%. O porcentual dos que enxergam o noticiário nem favorável nem desfavorável ao governo caiu de 11% para 9%.

As notícias sobre o governo mais lembradas pela população são Presidente Dilma convida o ex-presidente Lula para assumir ministério(31%); notícias sobre manifestações a favor da do impeachment (17%) e notícias sobre Operação Lava-Jato (13%).

A pesquisa foi realizada entre 17 e 20 deste mês, tendo sido iniciada quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi anunciado como ministro da Casa Civil e teve início uma série de manifestações na porta do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 142 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 deste mês, tendo sido iniciada quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi anunciado como ministro da Casa Civil e teve início uma série de manifestações na porta do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 142 municípios. O grau de confiança da pesquisa é de 95%. (Veja detalhes no Estadão).

2 comentários:

Anônimo disse...

Não sei quanto aos outros, mas quanto a mim, não quero vê-la nem pelas costas e muito menos pela frente!!!! Que suma!!!

lgn disse...

Com toda a pressão popular sobre seu governo e particularmente contra ela, Dilma parece ser mais pressionada ainda pelos companheiros do Foro de São Paulo. É lá que se encontra o verdadeiro projeto que inspira a esquerda brasileira. Sendo o Brasil, até então, o patrocinador financeiro de tal projeto, sua saída seria lamentável para todos aqueles signatários. A incapacidade de Dilma como gerentona e as condições externas fizeram um furo no caixa de tal ordem que nem os pobres que sustentavam com seu voto o esquema escaparam da crise. Teríamos de ser muito ricos para atender a tantas demandas internas e externas. Deu no que deu. Esta é a pressão que a presidente sofre da esquerda. Não abandonar o projeto e, portanto, manter-se a qualquer custo no poder. Seja com sua saída, seja com sua permanência, o rombo já está feito e a governabilidade já foi para o brejo. Mas a maior perda é a da esquerda latino americana. Para aumentar seus sofrimentos o preço do barril de petróleo que asseguraria riqueza para sustentar o regime venezuelano foi para as cucuias. A realidade não perdoa sonhos disparatados e a utopia comunista não passa disto.