domingo, 6 de março de 2016

Pelego da PF que forjou dossiê contra Moro é do PDT. Nenhuma surpresa.

O PDT, depois de Leonel Brizola (reconheçamos algum mérito ao próprio, cum grano salis), virou ajuntamento de arrivistas e oportunistas de várias regiões do país. Não merece nem sequer uma pá de cal:


O presidente do Sindicato dos Policias Federais no DF, Flávio Werneck, que conforme a revista Veja levou um dossiê para o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, contendo informações contra o juiz Sérgio Moro e investigadores da Operação Lava Jato é ligado ao PDT, partido aliado ao governo da presidente Dilma Rousseff. Em 2014, Werneck disputou mandato de deputado federal pela legenda, sem sucesso. O Estado apurou que a Coordenação de Assuntos Internos da Corregedoria da PF deverá instaurar investigação para apurar sua conduta nesse episódio do dossiê.

Werneck já ocupou na gestão do governador Agnelo Queiroz (PT) o cargo de chefe da diretoria de assuntos estratégicos da corregedoria de saúde. O petista deixou o governo em 2014 em meio a vários escândalos de corrupção, inclusive na área da saúde.

Delegados da PF já identificaram nos seu quadro pessoas com a intenção de produzir dossiês contra investigadores que atuam na Lava Jato, mas não tinham conhecimento do episódio envolvendo Werneck que também é vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, que representa os agentes da PF. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) irá divulgar nota nesta segunda dando apoio aos trabalhos dos delegados que atuam na Lava Jato e cobrando explicações de Werneck. “A entidade que ele dirige não representa os delegados”, diz a nota.

À revista Veja, Werneck justificou que apresentou o caso ao Planalto por se tratar de uma denúncia grave. “Temos um problema de anacromismo na investigação que já tem dois anos e vem pegando pontos-chave de empresas e do governo Isso afeta diretamente a economia”, disse, segundo registrou a revista. No dossiê a acusação é de que Moro e os outros envolvidos na Lava Jato estão a serviço de um grande plano do PSDB para implodir o PT e o governo.

Segundo a Veja, o ministro Jaques Wagner disse que encaminharia o dossiê para um promotor baiano de sua confiança dar sequência ao assunto. Ao Estado, o ministro negou que tivesse recebido qualquer documento. “Desconheço e não me interessa conhecer.” O Estado não conseguiu localizar Werneck neste domingo. Na última semana, Wagner indicou o promotor Wellington Cesar Lima e Silva para o Ministério da Justiça no lugar de José Eduardo Cardozo. A nomeação foi cancelada por decisão da Justiça Federal no DF por ele ser promotor na Bahia. (Estadão).

3 comentários:

Anônimo disse...

qual "autoridade" é mais safada ? a que fez o dossiê falso ou a "autoridade" que o recebe, o mantém e nada faz ?

Anônimo disse...

o jornalista políbio braga, publicou artigo extraído do livro do TUMA JR, onde relata que o " ex-ministro da justiça" (justiça?), TARSO GENRO, tentava obrigá-lo a fazer dossiês falsos sobre autoridades políticas e com muita insistência....

Anônimo disse...

wagner, werneck, wellington... Só dá w minúsculo!