quinta-feira, 14 de abril de 2016

Governo foi obrigado a reconhecer: situação é dramática com a debandada dos deputados.

Acostumado a negar os fatos, o governo petista foi obrigado a reconhecer um que está à vista de quem não foi cegado pela ideologia: a situação é crítica. E deve se agravar até domingo, quando o Brasil dará adeus à presidente búlgara, que agora aposta nas ausências. Deputado que se ausentar é canalha, merece ser escorraçado nas ruas:


Palácio do Planalto e líderes governistas no Congresso consideram que a situação política da presidente Dilma Rousseff no Congresso se agravou de maneira drástica com a debandada de partidos importantes da base aliada.

A oposição dizia já ter os votos necessários, 342. Na contabilidade do Planalto nesta quarta-feira, havia 188 votos pró-Dilma. O Estado, porém, apurou que Dilma não contava com os votos necessários (171) e que, em privado, o governo reconhecia a situação crítica e apostava nas ausências.

Outro ponto de preocupação dos governistas era o silêncio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao Senado. Em conversas reservadas, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que não conversa com o petista desde março. O líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), também afirmou não ter sido procurado por Lula. Nos bastidores, o comentário é que o ex-presidente considera muito difícil barrar a abertura do processo de impeachment na Câmara no domingo. Tudo está sendo feito, porém, para evitar uma “derrota humilhante”. Segundo um auxiliar de Dilma, o Palácio do Planalto não pode ser humilhado porque, se isso ocorrer, não há chance de reverter o cenário no Senado.

Até esta edição ser concluída, o Placar do Impeachment do Estado marcava 332 votos a favor do impeachment e 124 contra. Só nesta quarta-feira, 31 deputados anunciaram mudança de posicionamento, sendo 26 pelo afastamento da presidente. Embora avalie a situação de Dilma como “muito complicada”, Lula não jogou a toalha. Nos encontros que tem mantido com políticos, recorre a uma frase de impacto: “Pense que você será responsabilizado pelo que acontecer neste país”. Mas os movimentos do ex-presidente provocam dúvidas até no Planalto. Na sexta-feira, ao participar de encontro com estudantes e profissionais da Educação, em São Paulo, Lula reiterou críticas a Dilma e à política econômica do governo. (Estadão).

Um comentário:

Anônimo disse...

Que seja divulgada a lista daqueles que planejam faltar!E os doadores de campanha que financiaram esses covardes?Pra cima deles!Nem sei o que faria se um cara que votei praticasse um ato de covardia desse!!!Não merecem a cadeira que ganharam!Fora covardes!Vá junto com a Dilma seus vendidos!Estão aí pra representar o Brasil,não o PT!!!Vão cair juntos seus pelegos!Fora!!!