sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mais de 11 milhões de desempregados. E Dilma ainda está lá.

O desemprego subiu a 11,1%, segundo a Pnad Contínua, do IBGE. Com o país desgovernado e sem rumo, a situação se torna pior a cada dia:


O Brasil encerrou o primeiro trimestre com taxa de desemprego de 10,9%, o que corresponde a 11,1 milhões de pessoas sem trabalho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último trimestre de 2015, a taxa havia sido de 9%.

Com a elevação, a taxa de desemprego renovou mais uma vez a máxima da série histórica, iniciada em 2012 - no trimestre encerrado em fevereiro, o desemprego chegou a 10,2%.

No total, são 2 milhões de desempregados a mais do que o número registrado entre outubro e dezembro de 2015. A população ocupada soma 90,6 milhões de pessoas. Desse contingente, 34,6 milhões de pessoas têm carteira assinada, número 2,2% menor que o do último período de 2015 e 4%b menor que o do mesmo período do ano passado.

A média salarial foi de 1.966 reais, segundo a Pnad Contínua. O montante quase não teve variação em relação ao último trimestre do ano passado, quando foi de R$ 1.961 reais, mas caiu 3,2% se comparada com os 2.031 reais do primeiro trimestre de 2015.

Na comparação com o último trimestre de 2015, o setor em que mais houve retração foi a indústria geral, com queda de 5,2%, ou o equivalente a 645.000 pessoas. Na sequência aparecem construção, que teve retração de 4,8% (380.000 pessoas), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que, somados, recuaram 1,9% (299.000 pessoas), e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com retração de 1,6% no comércio (280.000 pessoas).

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, houve aumento de 4,3% em transporte, armazenagem e correio, (184.000 pessoas); serviços domésticos (4,3%, ou 258.000 pessoas), alojamento e alimentação (4%, ou 173.000 pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,4%, ou 358.000 pessoas). As quedas nessa base de comparação ocorreram na indústria geral e da informação (11,5%, ou 1,5 milhão de pessoas) e comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (6,3%, ou 656.000 pessoas). (Veja.com).

5 comentários:

lgn disse...

Deveria nos espantar o fato de as centrais sindicais estarem a favor desse governo que tira o emprego de milhões. Mas conhecemos bem a razão. Dinheiro cala a boca.

Anônimo disse...

já estou 1 ano e nove meses demitido, estou enviando cv para todo lado do brasil, nao so meu estado, minha cidade.
estou muito preocupado com a direção deste desgoverno.
imagino que ate não sair a votação dos deputados, vai ficar tudo parado.
a saída que eu vejo? pelos AEROPORTOS.

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
O PT é inimigo dos brasileiros. O PT, exterminador do presente e do futuro do Brasil.
Os verdadeiros brasileiros , os empregados e desempregados têm que irem às ruas protestarem contra esse caos social implementado pelos governos do PT.

Anônimo disse...

perguntem ao IBGE o que são os mais de 5 milhões de "DESALENTADOS" ? quanto está sendo pago em salário desemprego ? quem recebe salário desemprego é considerado empregado ou desempregado ? na minha opinião, o índice é mentiroso !

Carol Brasil disse...

Bacana, gostei muito do seu artigo, também tenho um site: http://vagadeemprego.liste.com.br/