terça-feira, 14 de junho de 2016

Professores sabujos do petismo deturpam a história em favor da tirana Dilma

"Historiadores pela democracia": Dilma rodeada de sabujos.
Historiadores e professores ligados ao PT e a Lula se apressam em escrever sobre o "golpe" contra Dilma - na verdade, afastamento à luz da Constituição -, na tentativa de enfiar a tirana na história como vítima. De fato, nas universidades impera o pensamento único, a serviço das ideologias:

Alguns historiadores brasileiros, cujo ofício é o de reconstituir o passado para entender o que somos no presente, estão com pressa de antecipar a história que será escrita no futuro. A aguerrida militância política desses intelectuais pretende transformar em versão oficial a conclusão de que a presidente Dilma Rousseff sofreu um golpe – e qualquer outra consideração será entendida como parte dessa conspiração. 
Não haveria nenhum problema se os defensores dessa interpretação dos fatos fossem cidadãos sem qualquer responsabilidade sobre o que se ensina em sala de aula. No entanto, o que se tem hoje no Brasil é a formulação de uma espécie de pensamento único nas escolas e universidades – e a vanguarda desse pensamento é formada por historiadores muito bem posicionados na academia, local de onde pretendem difundir um discurso consensual segundo o qual só é democrático quem defende o mandato de Dilma.
No dia 7 passado, a presidente afastada recebeu um grupo desses profissionais, intitulado “Historiadores pela Democracia”. Ali, na melhor tradição dos intelectuais a serviço de partidos que se dizem revolucionários, eles prestaram homenagem não a Dilma – mera figurante dessa história e certamente detestada por muitos dos convidados –, mas sim ao lulopetismo, que lhes franqueou espaço privilegiado ao longo da última década.
Nesse período, esses intelectuais pretendiam aproveitar o sucesso eleitoral petista para tornar hegemônica a versão segundo a qual o PT e seus satélites transformaram o Brasil no paraíso da “justiça social”. Qualquer sinal da realidade que contrariasse esse discurso seria tratado como evidência do complô das “elites”, supostamente injuriadas com a transformação dos pobres em consumidores. Em troca do serviço prestado aos políticos, os intelectuais bajuladores do poder teriam a glória de ditar os termos da história, pregando o rótulo de “fascistas” nos colegas que ousassem denunciar o engodo do lulopetismo, isolando-os nas universidades como se fossem doentes cujo contato se deveria evitar.
Mas a democracia brasileira provou-se forte o bastante para implodir o edifício fraudulento que o PT de Lula e seus sequazes acadêmicos estavam erguendo. Quando o lulopetismo julgava ter encontrado a fórmula perfeita para se perpetuar no poder, comprando o Congresso e associando-se a empresários corruptos, eis que um punhado de procuradores, policiais federais e magistrados puxou o fio da meada e expôs ao País as entranhas do projeto do PT. Além disso, técnicos do Tribunal de Contas da União mostraram que o milagre econômico anunciado por Lula e Dilma estava assentado em grossa irresponsabilidade fiscal. O afastamento da presidente foi o desfecho lógico – e legítimo – desse empreendimento criminoso e autoritário.
Agora, com a história a lhes escorrer por entre os dedos, os “Historiadores pela Democracia” e seus congêneres, incapazes de aceitar a democracia, representada pelo respeito à Constituição, ainda tentam desesperadamente fazer prevalecer a tese da conspiração. “Sabemos que está em disputa, na sociedade, na mídia e no governo interino, a narrativa desse evento”, diz o manifesto desses historiadores, sem esconder, portanto, a intenção de moldar, desde já, a interpretação desse período no futuro. 
Os signatários advertem os “historiadores do futuro” que não se fiem “na grande imprensa”, pois esta faz parte do “golpe”. E o tal “golpe”, dizem, “ameaça a continuidade das políticas que buscam a integração da população negra, pobre, indígena na sociedade brasileira” e “representa a força do passado na sociedade brasileira, com suas bandeiras de privilégio de classe, misoginia, racismo e corrupção”. Isso não é história, é má-fé.
O manifesto afirma, por fim, que “a história fará justiça” ao governo de Dilma. Se os historiadores do futuro seguirem o conselho do grande mestre desse ofício, Marc Bloch, que pedia a seus colegas apenas “honesta submissão à verdade”, esse julgamento já tem um veredicto: a absoluta desmoralização do lulopetismo. (Estadã0).

5 comentários:

Anônimo disse...

Bando de VA GA BUN DOS!!!!Não passarão!Nunca ouvi falar que historiador pudesse ser filiado em partido político!!Ele tem que ser alguém imparcial em seu trabalho,é claro!Ou historiador agora faz a história?Pensei que contavam a história ou ajudavam os alunos,as pessoas entenderem fatos atuais relacionados a decisões tomadas no passado.De novo...um bando de vagabundos!Meus filhos formaram em universidades e nenhum deles caiu na lábia desses espertinhos!Cabe a família conversar, participar sempre e encaminhar seus filhos!Não deixar que a escola faça o papel de família!Tem coisas que só cabem à família!Destruíram a família,por isso se aproveitam da situação.A maioria dos alunos de hoje,coitados,tem viseira,não enxergam nada,por isso são presas fáceis na mão desses caras!!!Isso tudo vai ter um fim!!!

Anônimo disse...

Ô coitados! A sociedade avançou, e a soi-disante vanguarda ficou pra trás - perdidinha, perdidaça, porque ninguém deu bola para a sinalização delles, e fomos em outra direção, inteiramente diferente. Uma hora elles acordam e caem na real. Temos intelectuais de valor - quase todos fora da academia - que já despertaram do sono dogmático da esquerda, que em italiano, e não é à toa, se diz sinistra.

Anônimo disse...

Má-fé e desmoralização, eis os eixos desse "documento" asnático.

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Cadê o nome dos componentes da corja de vagabundos??? Esses esquerdopatas, cínicos, dotados de um enorme senso de oportunismo, usam e abusam do nome "democracia", o que na verdade esconde o caráter fascista de suas ações.
Repararam , aqui no Brasil, a esquerda crê que a luta pela democracia é mérito seu. Então é "historiadores pela democracia", " sindicatos pela democracia, "juízes para a democracia", " atores pela democracia" e até "gatunos pela democracia" (esse é por minha conta). Ô país de gente salafrária e oportunista.

Selma SALMEN MAURÍCIO disse...

Realmente,corja de vagabundos querendo q os jovens incautos caiam em suas mentiras tendenciosas.