terça-feira, 14 de junho de 2016

Matar homossexuais é mandamento islâmico. Repetindo: é a religião, estúpido.

Xeique  Yusuf al-Qaradawi: jurista sunita.
Volto ao tema chamando a atenção para o artigo publicado por Andrew McCarthy na National Review (traduzido por Daniel Lopes e Eduardo Wolf, bravos articulistas da revista Amálgama): o fato é que não é o Isis que ordena a morte de homossexuais, mas o próprio Islã, esta religião de guerra que divide o mundo entre fiéis (eles) e infiéis (todo os outros). O cerne da violência contra os valores e os hábitos ocidentais está nos textos sagrados dos muçulmanos. Aproveito para recomendar, novamente, a leitura das obras (todas) do historiador Bernard Lewis, o maior especialista em questões do Oriente Médio e do islamismo. Quem achar que é pesado demais, por favor leia os livros de Ayaan Hirsi Ali, que foi criada no mundo tribal - e islâmico - da Somália, fugindo depois para a Holanda e, finalmente, encontrando segurança nos EUA. Sempre perseguida pelos pacíficos e moderadíssimos muçulmanos (conforme a iconografia politicamente correta):


Várias notícias indicam que o número de mortos no ataque jihadista em uma popular boate gay de Orlando pode passar das 50 pessoas, com mais de 50 outras feridas. A identidade do terrorista foi informada: ele é Omar Mateen, um cidadão americano de 29 anos de idade, muçulmano devoto de Fort Pierce, Flórida, filho de imigrantes do Afeganistão.

O FBI apontou que Mateen, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia por volta das 5 da manhã, era um extremista islâmico. O deputado Peter King (republicano de Nova York), que preside o comitê de segurança interna da câmara, diz que o atirador foi “treinado para usar armas”. Como já observamos aqui muitas vezes, treinamento militar é o que geralmente diferencia terroristas competentes de meros aspirantes. Mas quer sejam verdadeiros ou apenas potenciais jihadistas, esses muçulmanos são motivados pelo supremacismo islâmico, a crença de que a sharia – a ancestral e totalitária lei islâmica – deve ser imposta à sociedade.

Baseado nisso tudo, há uma abundante especulação em Washington e na mídia de que o ataque foi “inspirado pelo ISIS”. Isso é consistente com a inanição bipartidária, com selo governamental, que temos presenciado há um quarto de século, o que costumo chamar de “Um Islã Apenas Deles”, uma invenção da classe política que diz mais ou menos assim:

O islã é uma religião da paz, e ponto final. Fim da discussão. Grupos “extremistas violentos” como ISIS e al-Qaeda matam arbitrariamente, sem qualquer motivação ideológica real. Assim, ISIS e al-Qaeda não são islâmicos, mas, na verdade, anti-islâmicos – e se eles citam a escritura islâmica para justificar suas atrocidades, estão “sequestrando” e “pervertendo” o islã. Como devemos ver esses grupos como “anti-islã” ao invés de islã, só é aceitável chamar um assassinato em massa de “terrorismo” se as autoridades conseguirem fazer uma ligação plausível entre o ocorrido e algum desses grupos. De outra forma, se há um muçulmano envolvido, fique com “violência doméstica” ou coisas do tipo. Por último, se um ataque perpetrado por um muçulmano é terrorismo o suficiente para ser muito difícil negar, chame-o de “inspirado pelo ISIS” ou “inspirado pela al-Qaeda” ou “resistência política do Hamas” etc. – mas nunca, jamais, o atribua ao islã em qualquer de suas formas.

Isso é idiotice. Será que o ocorrido hoje, o pior ataque em massa com arma de fogo da história americana, nos ajudará a enxergar o quão idiota são esses argumentos?

Precisamos considerar em separado o islã e sua lei da sharia.

Existem várias formas de interpretar a escritura islâmica a fim de desvinculá-la da violência. Isso, claro, não muda o fato de que o islã supremacista, fundamentalista, é uma interpretação legítima, tradicional e virulentamente anti-ocidental do islã; mas pelo menos significa que podem existir outras correntes tradicionais do islã que rejeitam a violência e o sistema político-legal da religião.

A sharia, por outro lado, é gravada em pedra. Mesmo a maioria dos reformistas islâmicos reconhece que ela precisa de reforma – não que ela possa ser reinterpretada, mas que precisa ser mudada. Suas disposições e especialmente suas punições draconianas foram em grande parte estabelecidas um milênio atrás.

A exigência de que homossexuais sejam mortos não é do ISIS ou da al-Qaeda. É da sharia – que deriva da escritura muçulmana.

Uma versão em inglês do clássico manual da sharia, Reliance of the Traveller, foi endossada por estudiosos da Universidade al-Azhar, sede do ensinamento sunita desde o século X; pelo Instituto Internacional do Pensamento Islâmico, um think tank da Irmandade Muçulmana influente em Washington; e por outros influentes governos e comentaristas islâmicos. Eis o ensinamento sobre homossexualidade encontrado no capítulo “Gravidades”, dedicado às ofensas mais graves: (segue o texto)

4 comentários:

Anônimo disse...

Já disse aqui: Enquanto os filhos dos "moderados" matam os "infiéis", a comunidade muçulmana "moderada" comemora, uns abertamente, com festas e carreatas; outros, mais contidos, comemoram em reuniões familiares e festas mais restritas e sem publicidade!!! Estes últimos, a maior parte políticos e geralmente mais ricos, são os mais nefastos, pois são os que financiam o terror!!! Tudo isso, no Ocidente, sob os olhares de líderes estúpidos e pusilâmines, contaminados pelo nefasto esquerdismo politicamente correto!!! Quando abrirmos os olhos será tarde demais!!!!

O MESMO de SEMPRE disse...

A farsa se repete como história!!!!

A biblia também condena a morte os gays e os que transam com animais.
Em Levitico Javé manda matar aqueles homens que se deitam com outros como se fossem mulher. Tmbém os que fazem sexo com animais, adultério, incesto e demais.

Bom lembrar que inventado o cristianismo pelo governo Romano, visando submeter voluntariamente o povo ao governo a título de vontade divina, em meio as divergencias e DISPUTAS de PODER, os cristãos se uniram aos BARBAROS e deu no que deu.

Em meio a discórdia e alvoroço nas hostes do Império Romano, líderes politicos cristãos não hesitaram em aceitar os BARBAROS como aliados a fim de vencer a luta pelo Poder.
Luta vencida implantou-se o FEUDALISMO com a concessão de títulos de nobreza e a governança sobre extensões de terras chamadas de FEUDOS.

Inicialmente os FEUDOS não eram hereditários e tãompoouco considerados propriedades. A idéia era que o Senhor Feudal daria "proteção" aos SERVOS de GLEBA. obviamente que os senhores logo tornaram os FEUDOS hereditáriose propriedades das terras. É lógico!!!

Os políticos atualmente receosos de sua poppulação, temerosos de perder a OBEDIÊNCIA CIVIL, não hesitam em fazer concessões aos NOVOS BARBAROS do ISLAN.

Com a derrocada do Socialismo ante a QUEDA do MURO de BERLIN e sobretudo devido à internet nos ultimos tempos, É o ISLAMISMO o refúgio para as alta hierarquia estatal tentar MANTER o DOMINIO sobre a sociedade: a VOLTA das DISPUTAS RELIGIOSAS ou velhas ideologias mirabolantes como meio de dar SUPORTE IDEOLÓGICO ao PODER ESTATAL, até então apoiado na IDEOLOGIA SOCIALISTA do "DEUS ESTADO" que agora cede lugar aos VELHOS DEUSES mágicos e personalistas.

Anônimo disse...

Gostaria de perguntar ao comentarista O MESMO de SEMPRE, quantos Gays e zoofilistas os cristão mataram no último ano?

O MESMO de SEMPRE disse...

Caro anônimo,
os cristãos não estão matando porque estão desobedecendo ao "deus todo poderoso e senhor dos exércitos" ...rsrs


O fato é que até reles humanos conseguem ser mais decentes do que um deus inventado há milênios atras e para um povo tosco e ignorante, para o qual a escravidão era natural (VIDE LEVITICO).

Assim, o senhor dos exércitos que deu as leis a Moisés, onde constava "não matarás" é o mesmo senhor dos exércitos que não fez outra coisa se não mandar Moisés e "seu povo" MATAR HOMENS, MULHERES e CRIANÇAS até de peito, como bem frisado na bíblia.

As atrocidades que Javé manda "seu povo" cometer podem ser vistas em toda a bíblia: Samuel, Deuteronômio, Levitico, Números.
Quantop a escravizar, Javé diz que não devem escravizar DO SEU PRÓPRIO POVO. Certamente o "não matarás" igualmente refere-se entre "seu povo". Afinal, javé manda matar o tempo todo e mesmo escravizar e mesmo tomar mulheres dos outros povos para si (tarado!!!) ...rsrs

IDEOLOGIAS são amontoados de IMUNDICIES!!!