terça-feira, 26 de julho de 2016

Imprensa brasileira é serviçal de Obama e Hillary

Alexandre Borges propõe um teste para saber quais veículos da mídia brasileira são serviçais do Partido Democrata. Se dependermos apenas da imprensa brasileira, não há dúvida: o candidato Donald Trump é odiado, enquanto a demagoga politicamente correta Hillary Clinton é a queridinha dos jornalistas, cuja maioria a considera "progressista" como eles próprios:


Teste simples para você saber qual veículo no Brasil está cobrindo a eleição americana e quem é apenas serviçal do Partido Democrata:

– Veja quem está dando o devido destaque aos assuntos mais relevantes do momento, todos prejudiciais às aspirações de Hillary Clinton:

1.DNC Leaks – WikiLeaks divulga emails trocados entre os principais membros da direção do Partido Democrata, auxiliares, consultores e jornalistas. Além da já manjada relação incestuosa com a imprensa, fica clara a intenção de destruir Bernie Sanders da maneira mais baixa;

2. Bernie Sanders – Os eleitores dele, que já não são atraídos naturalmente por Hillary, devem ficar ainda mais afastados após as revelações do DNC Leaks. Apoiadores de Sanders cantaram “lock her up” (prendam ela) em manifestações. O mesmo slogan que os republicanos entoaram na própria convenção e que gerou olhos virados e gritinhos de “ai, ui” da imprensa;

3. Debbie Wasserman Schultz – O vazamento dos e-mails gerou uma crise no comando do Partido Democrata que levou à queda da poderosa deputada Debbie Wasserman Schultz, a comandante doDemocratic National Committee. Debbie foi imediatamente contratada pela campanha de Hillary;

4. Donald Trump – O candidato republicano teve um boom de preferência popular depois de sua participação na convenção republicana. Ele passou a liderar a disputa segundo uma pesquisa da insuspeita CNN, conhecida como Clinton News Network. Se até a CNN reconhece é porque não há mesmo como negar mais;


5. Michael Moore – O ultra-esquerdista Michael Moore, autor dos “documentiras” socialistas e antiamericanos que você conhece, escreveu em seu blog que Donald Trump vai vencer;

6. Ted Cruz – A visão favorável dos republicanos em relação a Ted Cruz despencou de 60% para 33% na mesma pesquisa da CNN. Sua pantomima na RNC pegou muito, mas muito mal mesmo. Sua carreira política pode ter sofrido um golpe de morte;

7. Malik Obama – Irmão de Barack Obama diz que apoia Donald Trump para presidente. Não é notícia? Curioso;

8. Nate Silver – O estatístico-celebridade continua, contra todas as evidências, dizendo que Trump não vence. Está colocando sua credibilidade em risco. Ele dá 58% de chances de vitória para Hillary, mas é claro que pode ir “ajustando” ao longo da campanha para não ficar longe do resultado final;

9. O vice escolhido por Hillary, Tim Kaine, é um esquerdista radical apoiado pela Planned Parenthood, como reconhecido pela própria metodologia da ADA, mas parte da imprensa trata o candidato como “moderado”, o que é uma piada;

10. Michael Bloomberg, que a imprensa insiste em chamar de “republicano”, declarou apoio a Hillary. É a mesma tática usada com Colin Powell, entre outros que tiveram passagens pelo Partido Republicano mas são democratas convictos;

Agora veja os jornais que você acompanha. Se eles estão falando das notícias e não servindo de meninos de recado dos democratas, continue levando a sério.(Instituto Liberal).

Um comentário:

Anônimo disse...

O medo que a imprensa e a elite americana tem de Trump é quase lendário. Nenhum candidato assustou tanto os marionetes globalistas como Trump. Desde a pré candidatura tudo foi feito para pará-lo, a direção do Partido Republicano chegou a ameaçar não ratificar a nomeação mesmo depois de Trump ter esmagado todos os adversários nas prévias. Cruzman Sachs faz o que seus patrões da Goldman Sachs ordenam. Os globalistas Bush já declararam voto e Hillary, o que fez Trump ganhar mais votos, mesmo entre aqueles que costumam votar em candidatos Democratas. Hillary tem contra si ela mesma: Uma mulher falsa e amargurada com muita coisa para responder, incluindo as mortes dos funcionários e do embaixador americano em Benghazi e o vazamento de emails sigilosos quando esta era secretária de segurança de Obama até a morte de Muammar Gaddafi. Trump será o novo presidente dos Estados Unidos e muita coisa irá mudar.