terça-feira, 23 de agosto de 2016

A grande mentirosa: FBI encontra mais 15 mil e-mails que Hillary escondeu.

Os e-mails encontrados pelo FBI estão num servidor privado. Em 2014 ela tinha entregue 30 mil e-mails, afirmando que nada mais havia. A grande mentira da demagoga Clinton foi agora revelada. Merece cassação:


O FBI encontrou cerca de 14.900 mil emails que Hillary Clinton alojou no seu servidor privado durante o período em que foi Secretária de Estado dos EUA, entre 2009 e 2013. Segundo o Washington Post, descoberta levou a que um juiz federal instasse o Departamento de Estado a divulgar o acesso a esses emails antes de Outubro. As eleições presidenciais norte-americanas são a 8 de novembro e o tema dos emailsde Hillary Clinton podem tornar-se numa das maiores barreiras a uma vitória da candidata democrata.

Em dezembro de 2014, no âmbito de uma investigação lançada pelo FBI devido ao uso indevido de um servidor privado para alojar a sua conta deemail, Hillary Clinton recebeu uma ordem judicial para ceder às autoridades todos os emails relacionados com trabalho — excluindo assim os que tratassem apenas de assuntos pessoais ou íntimos. Nessa altura, a equipa de advogados da ex-Secretária de Estado e atual candidata do Partido Democrata às eleições presidenciais cedeu um total de 30 mil emails.


O que a notícia desta segunda-feira pode demonstrar é que Hillary Clinton e a sua equipa não partilharam a totalidade dos emailsrelacionados com trabalho quando receberam uma ordem judicial nesse sentido.

A campanha de Hillary Clinton reagiu a esta notícia com um comunicado. “Não estamos certos qual é o tipo de material adicional que o Departamento de Justica terá encontrado, mas se o Departamento de Estado entender que alguns são relacionados com trabalho, então obviamente apoiamos a decisão de esses documentos também serem divulgados publicamente”, lê-se, numa reação do porta-voz de campanha, Brian Fallon.

Em julho, o diretor do FBI, James Comey referiu que Hillary Clinton e a sua equipa na Secretaria de Estado “foram extremamente descuidados na maneira como lidaram com informação sensível e altamente classificada”, mas referiu que o a investigação não encontrou provas de que estes tenham “[violado] intencionalmente leis que dizem respeito ao modo de lidar com informação classificada”.

Apesar do tom crítico, James Comey acabou por recomendar que não fossem levantadas acusações contra Hillary Clinton — algo que foi aceite pela Procuradora Geral dos EUA, Loretta Lynch. (Observador).

2 comentários:

Anônimo disse...

Parece que a Suprema Corte americana é igual à da Venezuela: só protege o governo! Caso contrário, Hillary já teria sido banida da política!!!!

Anônimo disse...

Seria hilária, se não fosse falsa.