quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Atenção, eleitor: os péssimos políticos são obra sua.


2 comentários:

lgn disse...

Intelectuais, ou ao menos quem teve alguma instrução escolar, gostam de jogar nas costas do zé mané a situação em que se formam as casas congressuais, ou governos. Uma questão de lógica. Como é que um povo que, em sua maioria, consta de analfabetos, semi analfabetos, ou analfabetos funcionais, têm pela frente dois grupos ideológicos se digladiando, trinta e pouco partidos, e ainda tem que votar racionalmente?

Anônimo disse...

"O fato é que a sociedade está sempre se cristalizando e absorvendo o indivíduo, e que uma revolução criativa, constante, só pode ocorrer no indivíduo, não na sociedade, não do lado de fora. Isso quer dizer que a revolução criativa só pode acontecer no relacionamento dos indivíduos, que é a sociedade. Podemos ver que a atual estrutura social na Índia, na Europa, nos Estados Unidos, e em todas as partes do mundo está rapidamente se desintegrando, e experimentamos isso em nossa própria vida. Podemos observar isso andando na rua. Não precisamos que grandes historiadores nos mostrem o fato de que nossa sociedade está desmoronando. Serão necessários novos arquitetos, novos construtores, para a criação de uma nova sociedade. A estrutura deve ser erguida sobre um novo alicerce, sobre novos fatos e valores. Esses arquitetos ainda não existem. Não há construtores, ninguém que, observando, percebendo que a estrutura está desabando, esteja se transformando em arquiteto. Esse é o nosso problema. Vemos a sociedade esfacelando-se e somos nós, você e eu, que temos de ser os arquitetos. Você e eu temos de redescobrir os valores e construir um alicerce mais firme, mais duradouro, porque, se dependermos de arquitetos profissionais, dos construtores políticos e religiosos, continuaremos exatamente no mesmo lugar em que estamos".

Trecho do livro, página 47 - Krishnamurti, J (Jiddu), A primeira e última liberdade. Rio de Janeiro: Nova Era, 2010

Índio/SP