domingo, 28 de agosto de 2016

Boff, ex-frei, embusteiro e governista.

Uma das figuras mais pusilânimes geradas pela Igreja católica (que o condenou ao "silêncio obsequioso" quando ainda era frei), Leonardo Boff sempre foi defensor do lulopetismo, além de tentar enganar a juventude com suas arengas literárias, talvez financiadas pelo MEC (a conferir):

Na coluna do último dia 13, comentei sobre as vantagens do livre mercado e critiquei alguns colunistas que insistem em defender ideologias insustentáveis. Pois bem, um deles é Leonardo Boff, que continua incansável em sua arte de proferir baboseiras, como as ditas em sua coluna “De tempos em tempos a plutocracia tenta um golpe”. Lá estão devaneios do tipo “A plutocracia brasileira (os 71.440 miliardários, segundo o Ipea) possui pouca fantasia. Usa os mesmos métodos, a mesma linguagem, o mesmo recurso farisaico do moralismo e do combate à corrupção para ocultar a própria corrupção e dar um golpe na democracia e, assim, salvaguardar seus privilégios”. Ora, senhor Boff, os plutocratas predadores, entre os 71.440 miliardários citados, estão em absoluta minoria. Por sua vez, a quase totalidade deles contribui, e muito, para dar sustentabilidade a este país de governos cleptocráticos.

É PRECISO ENFATIZAR que ser rico é uma coisa e que ser plutocrata, ligando o dinheiro ao poder, é outra. Vale aqui lembrar as palavras de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do país: “Nós nunca vamos ter estabilidade se tivermos desigualdade”. A plutocracia é realmente nociva, principalmente quando seus representantes políticos trabalham em conluio com os que os apoiam financeiramente no processo eleitoral. Os predadores petistas e seus aliados são mestres plutocratas, e esticaram ao máximo as cordas que articularam as propinas com os mega empresários escolhidos para lhes dar sustentação financeira e se manterem no poder, portanto, Boff também é um plutocrata, já que indiretamente apoia esta prática condenável.

BOFF DIZ AINDA que “os grupos do dinheiro e do poder não conseguem dar uma resposta ao desafio que vem das bases, que cresceram enormemente em consciência e em reclamos de direitos. Por mais que manipulem dados, eles sabem que dificilmente voltarão ao poder pela via da eleição. Daí a razão do golpe”. Quanto a tal invencionice do “golpe”, nem vale a pena comentar a respeito, mas a esquerda precisa entender que as bases foram sim, esfaceladas, mas não pela “pouca fantasia dos miliardários”, e sim pelo populismo insustentável promovido por um projeto socialista que nos levou a um retrocesso econômico de 50 anos. A principal herança dos governos petistas serão os valores negativos que difundiram ao longo dos últimos 13 anos. Felizmente o partido morreu, mas as bases continuam sim precisando de respostas, e elas definitivamente não se encontram no estatismo da esquerda. (Blog do Rodrigo Constantino).

2 comentários:

Anônimo disse...

Artur NOgueira diz:
Porta voz da "teologia da libertação". Mais uma fraude produzida por esses admiradores da nefasta ideologia. Picareta, vigarista, esse pseudo-intelectual, usa os pobres e a pobreza material e espiritual do povo , para se dar bem.
Graças à adulação da mídia esquerdista, setores da igreja católica e também dos "intelectuais" da Academia, se mantém em evidência.

Paulo Robson Ferreira disse...

Leonardo Boff que se intitula cristão, mostra na sua incoerência um senso crítico muito rasteiro e pouca lucidez. Dizia o profeta do cristianismo: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" ou seja, tal afirmação é uma total contestação do princípio marxista da luta de classes que como resultado contabilizou cerca de cem milhões de mortes nos últimos cem anos. Esse princípio, que o PT invoca sempre que se vê diante das reações da sociedade, se traduz no rasteiro "nós contra eles", vária vezes mencionado pelas lideranças sectárias do partido. Talvez Leonardo Boff desconheça que se produz a verdadeira justiça social, atualmente, com muito mais espírito cristão que aquele proposto pela esquerda populista e com resultados infinitamente mais consistentes. Basta que se avalie o desempenho econômico na Coréia do Sul da década de sessenta até hoje, para se concluir que a verdadeira Justiça Social se implanta com valorização da EDUCAÇÃO, e que o resto são propostas de mentes primitivas que não conhecem o poder da negociação na solução dos problemas sociais.