sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Contra as escolas militares, o gemido dos medíocres.

Paulo Freire: cascateiro socialista.
Meu companheiro de lutas e ideias Paulo Roberto de Almeida pescou o artigo escrito pelo médico e professor Paulo André Chenso, de Londrina (PR), que resume a desgraça em que se tornou o ensino no país graças à invasão ideológica esquerdista, calcada no nefasto cascateiro Paulo Freire. Citando o preciso comentário de Paulo, publico em seguida o texto publicado na Folha de Londrina. Ah, sim, Chenso é também ilustrador e especialista em história da arte:


"As escolas brasileiras não são o que são por acaso: é preciso muita constância no erro para transformá-las em antros de mediocridade. Esse é o resultado da aplicação da "pedagogia do oprimido" do "patrono da educação brasileira", o grande idiota Paulo Freire. Enquanto isso, os colégios militares se destacam. Os medíocres não gostam disso, como demonstra este artigo". (PRA).


O Colégio Militar foi criado por D. Pedro 2º em 1889, e mantido pela República. Durante 126 anos nunca se viu qualquer comentário sobre essas escolas. De repente, descobriram o filão – e como o descobriram? Simples, as escolas militares encabeçam a lista dos melhores desempenhos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e isso, parece, incomodou alguns setores da nossa "educação civil". É como se o sucesso dos colégios militares causasse inveja aos colégios civis. São 12 colégios do Exército e 93 da Polícia Militar, com um total de mais de 30 mil alunos atendidos. Bastou aparecer na mídia o brilhante desempenho e já emergiram de suas tocas os pseudopedagogos de beira de estrada para criticar o sistema de ensino dos colégios militares. 

Na reportagem da Folha de São Paulo (12/8) afirma-se: o Colégio Militar "padroniza comportamentos", "inibe o questionamento" e "impede criar perspectiva de construção de identidade". Se durante mais de 100 anos foi assim, os colégios militares formaram uma multidão de alienados – que, no entanto, estão dando um show de desempenho. É, realmente, paradoxal. 

Sou professor há 42 anos e acompanhei gerações de alunos do nível médio, e assisti, com imensa tristeza, a deterioração do comportamento, o desinteresse, o aumento da violência, a impossibilidade de se aplicar disciplina mais rigorosa, e necessária, pois, hoje, o aluno já sabe, previamente, que não importa o que aconteça, ele será aprovado. Vi professores sendo agredidos, desrespeitados, às vezes humilhados, e por que não, abandonados pelos próprios órgãos que lhes deveriam dar apoio, como é o caso dos núcleos de ensino, com pareceres quase sempre favoráveis ao aluno. Ora, vendo tudo isso ao longo dos anos, a contínua corrupção (e corrosão) do ensino, com facilitações que chegam às raias do absurdo para justificar, alhures, que aqui não há repetências, e encerramos cada ano com alunos cada vez menos preparados. Como concordar? Alunos do nível médio que escrevem Brasil com z! Que nunca leem nada além de ridículos livrecos empurrados pelas grandes editoras - há um enorme contingente de alunos que chegam ao terceiro colegial sem ter lido um único autor clássico brasileiro. É uma vergonha! 

E agora vem a mídia e seus "especialistas" em educação tecer críticas ao único sistema, hoje, que atua na educação do jovem de forma global e completa. Ora, é preciso ver o programa pedagógico desses colégios antes de sair por aí falando asneiras como se fossem os arautos da melhor educação. Se fossem, o ensino não estaria essa tragédia. Sem contar o desinteresse absoluto do Estado, o mísero investimento feito pelo poder público. O verdadeiro abandono das nossas escolas. Dispensa comentários. 

Não vi entrevistas com os alunos, nem com os pais. Vi declarações, sim, de pessoas que parecem ignorar a real situação de nossas escolas. Ninguém mencionou na imprensa se os milhares de alunos desses colégios militares gostam ou não. É explícito nos regulamentos: caso o aluno não se adapte à disciplina militar, é imediatamente transferido para colégios civis. Ninguém é obrigado a estudar lá. E mais, para estudar nesses colégios, participa-se de um concurso na qual a média de candidatos chega a 22 mil! Será que é mesmo tão ruim, ou são nossos "pedagogos" que estão impregnados com as ideias "supermodernas" introduzidas na educação brasileira nos últimos anos?

3 comentários:

shamijacobus disse...

QUO VADIS
Ganhei uns trocados em época de faculdade e antes da mesma dando "umas"aulas particulares.
Tive casos INÉDITOS com alunos de escola militar de Curitiba.
Acontece que os pais os colocavam nas aulas "particulares" não para se safarem das notas baixas,mas para ATINGIREM O TOP das notas que os premiariam com acesso as escolas SUPERIORES MILITARES sem necessidades de prestarem os "vestibulares"que ficariam sujeitos caso estivessem na média de todos.

Paulo Robson Ferreira disse...

Além da corrupção em dimensões industriais, a outra grande marca do governo do PT foi a instituição da mediocridade generalizada. Desde o mais alto escalão do governo até às mais simples manifestações da militância que aparelhou os órgãos públicos, a aura da incompetência tem sido o principal atributo do PT. Sem querer ser repetitivo, para mim fica claríssimo que, como todo movimento sectário, o PT é dominado pelas trevas, e como argumento que consolida essa convicção, resta observar a competência com que o partido domina os "idiotas inúteis" ao lado da total incapacidade de gerar benefícios sustentáveis para a população.

Helena Amorim disse...

Grande Tambosi! Volto a agradecer pelo material. Cruz Alta me aguarda!
Trabalho pronto. Mando link após a apresentação.
Acesse o link do VI SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO - EASA no site BRASIL BRASILEIRO (http://www.brasilbrasileiro.pro.br) Acredito que não vai se arrepender.
Grande abraço.