sábado, 13 de agosto de 2016

"Justiça" bolivariana confirma condenação de Leopoldo López, líder da oposição.

A ditadura chavista destruiu a economia do país, acabou com a independência dos poderes e viola diariamente os direitos humanos, perseguindo e condenando os oposicionistas. Por ela demonstraram simpatia Dilma e Lula, além de núcleos de antidemocratas universitários brasileiros (haja vergonha alheia). O que a pretensa justiça acaba de cometer é outro crime, confirmando a condenação de Leopoldo López por 14 anos. É um prisioneiro político - algo que só existe em regimes ditatoriais:



Um tribunal venezuelano confirmou na sexta-feira a condenação a 14 anos de prisão do líder da oposição Leopoldo Lopez, disse à agência AFP o advogado do ativista. Lopez, que se declarou por diversas vezes inocente das acusações de incitação de violência em protestos contra o Governo em 2014, considera-se agora um preso político.

“Este é certamente um julgamento político. Infelizmente, os interesses do Governo têm prioridade no sistema judicial”, disse à agência AFP o advogado de Lopez, Juan Carlos Gutierrez. “Confirmaram a sentença nos mesmos termos”, disse Gutierrez, referindo-se à pena de 14 anos.

Lopez, de 45 anos, foi detido em fevereiro de 2014, durante uma vaga de protestos contra e a favor do Governo que causaram a morte de 43 pessoas. O Governo acusou Lopez, um dos mais duros opositores ao Presidente Nicolas Maduro, de incitar violência.

A condenação, anunciada em setembro após um julgamento à porta fechada, foi condenada pelas Nações Unidas, pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Durante a sessão de recurso, em julho, Lopez voltou a declarar-se inocente.

A oposição venezuelana, que culpa Maduro pela situação de caos que o país atravessa, está envolvida numa batalha para o retirar do poder, através de um referendo.

A Venezuela, com as maiores reservas mundiais de petróleo, é fustigada por uma severa escassez de alimentos, medicamentos e produtos básicos, situação que tem gerado pilhagens e violência. (Observador).

Um comentário:

Anônimo disse...

Cadê a OEA e ONU que não interferem nos assuntos da Venezuela? Só dão pitado no Brasil?