domingo, 28 de agosto de 2016

Lula em Brasília para tentar segurar o poste: outro tiro no pé.

Dilma, Lula e Haddad: fim de festa.
O tiranete vai participar de um jantar com a assombração do Alvorada, Dilma Rousseff, acompanhado do stalinista Rui Falcão, que preside o partido totalitário. Não há o que salve o pobre diabo em que se transformou a presidente afastada, que demonstra cada vez mais não ter o mínimo senso de realidade. Quanto à Lula, há cela em sua espera:


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao Palácio da Alvorada no final da tarde deste domingo a fim de se reunir com a presidente afastada, Dilma Rousseff, na véspera do depoimento da petista no Senado no julgamento do processo de impeachment. Lula também foi arrolado na lista de acompanhantes de Dilma no Senado.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Lula vai participar de um jantar com Dilma e com o presidente do PT, Rui Falcão, os líderes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, e do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), João Pedro Stédile, e os ex-ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), Katia Abreu (Agricultura) e Nelson Barbosa (Fazenda).

O depoimento de Dilma está marcado para começar às 9 horas. Ela terá 30 minutos para fazer uma exposição inicial, tempo que pode ser prorrogado. Em seguida, os senadores terão cinco minutos para fazer suas perguntas. A presidente não tem um tempo delimitado para as respostas.

Senadores da base aliada do governo do presidente em exercício, Michel Temer, se reuniram na manhã deste domingo para discutir como vão abordar a presidente afastada e a ordem de quem vai fazer as perguntas. Eles escalaram nomes de mais representatividade para serem os primeiros.

Até agora, 47 dos 81 senadores estão inscritos para fazer perguntas durante o depoimento da petista. A primeira será feita pela senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma. Do lado favorável ao impeachment, falará primeiro a senadora Ana Amélia (PP-RS).

Segundo Aécio Neves, as perguntas se delimitarão aos assuntos técnicos dos motivos do impeachment, como a edição de decretos suplementares e as chamadas pedalada fiscais, que são atrasos no repasse a bancos públicos. Ele disse que quem dará o tom será a presidente.

“Vamos tratar a presidente afastada com todo respeito que ela merece como pessoa e como presidente, mas não vamos aceitar provocações. Se existirem, serão respondidas à altura”, disse o senador José Agripino (DEM-RN). (Veja.c0m).

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