domingo, 21 de agosto de 2016

Psicólogos trazem à UFSC a filósofa da corte petista, Marilena Chaui.

Chauí: lulista de carteirinha.
Ao que parece, a tal de aula magna de Marinela Chaui não foi iniciativa da UFSC, mas de psicólogos ligados à Associação Psicanalítica de Porto Alegre, o que demonstra que o núcleo psicanalítico de POA tem rabo preso ao lulopetismo. Quanto à filósofa da USP, que vê tudo se iluminar quando o tiranete Lula fala, basta recordar que odeia profundamente a "classe média". Seu universo conceitual continua congelado nos anos 80:


“Primeiramente”, diz Marilena Chauí ao iniciar jocosamente a aula magna “O que é democracia”, logo depois da maioria dos presentes na segunda-feira, 15 de agosto, ao auditório Garapuvu lotado cantar, em coro, o que quase foi proibido nas Olimpíadas do Rio. Em seguida, ela explica, de forma didática, as origens e o desenvolvimento da democracia, finalizando com as dificuldades do Brasil em lidar com o tema da aula magna do curso de formação profissional “Como lidar com os efeitos psicossociais da violência”.

O encontro foi promovido pelo Centro de Estudos em Reparação Psíquica de Santa Catarina (CERP-SC), uma realização do Instituto APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre), no âmbito do Projeto Clínicas do Testemunho, financiado pela Comissão de Anistia, órgão do Governo Federal brasileiro, e pelo Fundo Newton, iniciativa do governo britânico.

Como o curso é destinado a profissionais que tratam dos efeitos psíquicos da violência e das graves violações de direitos humanos pelo Estado, os organizadores trouxeram Marilena Chauí, professora de Filosofia da USP e autora de A nervura do real, para fazer elaborações sobre a necessidade da democracia.

A palestra iniciou com a descrição da invenção da política por gregos e romanos, “que não dispunham de modelos para enfrentar problemas. O poder político nasceu quando foram separados os poderes do chefe de família, do chefe militar e do religioso, nasceu para distinguir o público do privado”. Ela explica que, com a criação da democracia, pelos gregos, e da república, pelos romanos, nasceu o espaço público, com direitos e leis a serem seguidos pelos cidadãos, agora associados por uma comunidade de interesses.

Marilena Chauí esclarece a distinção entre poder, que é do povo, e governo, delegado por ele. “Só na democracia os governantes não podem se apropriar do poder”. Ela afirma que, com a existência de maioria e minoria, situação e oposição. “Isto significa que a sociedade não é una, as divisões são legítimas e devem se expressar”.Um dos pontos problemáticos para a democracia e a participação popular, segundo a palestrante, é o obstáculo dos meios de comunicação de massa. “Cria-se um obstáculo à verdade quando você, ao invés de estar sem informação, está mal informado, um risco à democracia”.

Entre as dificuldades da democracia no Brasil estão o mito da não-violência do brasileiro e o autoritarismo presente na sociedade. “A gente encontra, em cada esquina, a imagem de um povo generoso, alegre, sensual, solidário, que respeita as diferenças. Ele remonta ao período do descobrimento, nossa autoimagem de povo ordeiro e pacífico, bonito por natureza, uma solução imaginária que nega e justifica a realidade”. Ela questiona como o mito persiste sob o impacto da violência cotidiana, divulgada pela mídia: o que se faz “é alojar a violência na criminalidade, ela fica invisível em todo o restante. Não é percebida onde se origina, a sociedade não nota que as explicações estão na sociedade brasileira, estruturalmente violenta”.

A filósofa defende que o autoritarismo da sociedade brasileira é marcado pelo predomínio do espaço privado sobre o público, onde se reforçam as relações de mando e obediência, onde o outro não é reconhecido. “As relações de iguais são entre parentes; entre desiguais de cooptação e opressão. Da família, o autoritarismo se espraia para a escola, as relações amorosas, mídia, nasce a naturalidade com que se aceita a violência policial”. Ela comenta que, nos Estados Unidos, “quando há uma altercação, pergunta-se ‘quem você acha que é?’ No Brasil, é o ‘você sabe com quem está falando?’, que hierarquiza e propõe situação de mando e obediência”.

Marilena Chauí terminou o encontro respondendo questionamentos da plateia. (UFSC).

7 comentários:

Anônimo disse...

Essa mulher deveria estar internada num manicômio, e não fazendo palestras.

Anônimo disse...

Na mesma linha do comentário anterior, por causa dessas e outras é que sempre fui contra o fechamento dos hospícios!!!

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
É, realmente RS está "impossível".
Por esses dias, saiu um manifesto-carta de POA-, de "resistência contra o golpe" ao governo Dilma. Este ato foi assinado, entre outros signatários, pela associação denominada "carreiras jurídicas pela Democracia". Este ato foi realizado nas instalações do anfiteatro das Ciências Econômicas da UFrgs. Vejam bem, universidade pública federal sediando ato político-partidário.
Quem tiver coragem de encarar a reportagem, saiu no jornal comuna/socialista SUL21. Ah, a tal da APPOA dá seus pitacos neste panfleto gaúcho. ENGOV E SAQUINHOS, por favor!

Milton Valdameri disse...

E por acaso a psicologia não uma mistificação tão imbecil quanto o marxismo?

Anônimo disse...

Concordo, logo vamos fazer isto a esta mulçumana.

Anônimo disse...

porto alegre é um antro !

Anônimo disse...

Caso de psiquiatra, mesmo !!!!!Esses "democratas chamam o fóssil Fidel Castro de presidente e os Presidentes militares do Brasil de ditadores. É o caso típico de bacilo fecal na pasta encefálica.