sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Herdeiros de Hitler e Stálin: PSOL é acusado de antissemitismo.

Shimon Peres: Prêmio Nobel da paz foi chamado de genocida.
O PSOL reúne a escória ideológica da política nacional. Além de retrógrados anticapitalistas e antiliberais, os membros do partido foram acusados de antissemitismo pela comunidade judaica do Rio de Janeiro. Será uma vergonha para os cariocas elegerem o tal Marcelo Freixo para prefeito. Vade retro:


É péssimo o clima entre a comunidade judaica e o Psol. Federações israelitas de todo o país divulgaram notas de repúdio contra o partido, motivadas pelo texto “Shimon Peres – Morreu o genocida prêmio Nobel da Paz”. O artigo foi pela Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST), entidade baseada no Rio e que faz parte do quadro político do Psol. Ele acusa o ex-presidente de Israel, morto em setembro, de crimes contra a humanidade.

Um dos protestos, divulgados pela Federação Israelita do Estado do Rio (Fierj) diz que “poucas vezes se viu em um texto tão curto uma quantidade tão grande de mentiras e ódio”.

Em outro trecho, afirma que “engana-se quem diz que ele reflete somente as posições desta corrente do PSOL, visto que as mesmas mentiras e o mesmo ódio ao Estado Judeu estão presentes em diversos textos publicados no próprio site oficial do partido”.

A avaliação é de que o tema pode afetar gravemente a campanha de Marcelo Freixo à prefeitura do Rio. Em 2012, ele apareceu num vídeo em que Babá, então candidato do Psol para vereador, queima a bandeira de Israel. (Veja.com).

Nenhum comentário: