quarta-feira, 9 de novembro de 2016

EUA preferiram a mudança: fim do obamismo politicamente correto.

A vitória de Donald Trump foi confirmada nesta madrugada: ele alcançou 276 delegados, contra 218 de Hillary Clinton. É o fim da Era medíocre de Obama, que deixou ao mundo como legado o terrorismo do Estado Islâmico:


Contrariando virtualmente todas as projeções dos institutos de pesquisas, Donald Trump venceu na madrugada desta quarta-feira, 9, a eleição presidencial dos EUA, derrotando a democrata Hillary Clinton. Outsider que nunca ocupou um cargo público, o bilionário será a pessoa com menos experiência política a comandar a maior economia e o mais poderoso aparato militar do planeta.

A vitória do magnata foi confirmada às 5h30, quando a apuração apontou sua vitória no Estado de Winconsin e ele chegou a 276 delegados – 6 a mais do que os 270 necessários para ser eleito – contra 218 de Hillary. Às 6h30, a apuração ainda estava em andamento, mas o placar de delegados no colégio eleitoral continuava inalterada.

A incerteza em torno de seu governo e de suas propostas derrubaram os mercados acionários globais e provocaram desvalorização de 12% da moeda do México, o país que se transformou no principal bode expiatório dos ataques de Trump ao comércio internacional e à imigração.

O Partido Republicano manteve a maioria na Câmara e no Senado, o que deixará a legenda no comando dos poderes Executivo e Legislativo – é a primeira vez que isso ocorre desde 1928. Mas não está claro como será a relação do presidente eleito com integrantes da elite de seu próprio partido, muitos dos quais se opuseram à sua candidatura.

A vitória de Trump foi impulsionada por forças nacionalistas semelhantes às que levaram à vitória do Brexit, outro evento que colocou em xeque a capacidade dos institutos de pesquisas. Às 5h50 (horário de Brasília), Trump disse em seu discurso da vitória ter recebido a ligação de Hillary reconhecendo a derrota democrata. “É hora de caminhar juntos. Serei o presidente de todos os americanos”, disse o presidente eleito.

Seus ataques à globalização e ao comércio internacional mobilizaram trabalhadores brancos americanos sem educação superior, que impuseram uma derrota histórica a Hillary em locais que votaram no Partido Democrata nas últimas eleições presidenciais. Trump venceu na Pensilvânia, em Michigan, Ohio e Iowa, que integram o chamado “cinturão da ferrugem”, locais que sofreram com o processo de desindustrialização do país nas últimas décadas.

Com sua candidatura insurgente, o bilionário capturou o desejo de mudança de eleitores que se consideram esquecidos pela classe política e ameaçados por transformações que não controlam. Muitos se sentem deslocados pelo processo de globalização e não se reconhecem em uma sociedade cada vez mais diversa.

“As pessoas sentem que estão sendo deixadas para trás pela velocidade das mudanças econômicas, sociais e culturais nos EUA e acreditam que não têm um lugar na mesa em que as decisões são tomadas”, disse Tom Russall, um vendedor de 23 anos que aguardava o resultado da apuração em frente ao quartel general montado pela campanha de Trump em Nova York.

Na medida em que a contagem avançava, aumentava o público no local e diminuía o que estava reunido em um centro de convenções de Nova York para a frustrada festa de celebração da vitória de Hillary. Na calçada em frente ao hotel em que o candidato estava, seus seguidores gritavam “USA, USA” e “lock her up”, o grito de guerra usado na campanha para pedir a prisão da democrata.

Cerca de 30 minutos antes de a confirmação da vitória de Trump, o diretor de campanha de Hillary, John Podesta, discursou para os apoiadores da democrata que acompanham a votação no QG montado em Manhattan e afirmou que ela não faria nenhum discurso na madrugada (manhã de quarta, em Brasília). “Não teremos nada para dizer nesta noite. Então me escutem: todos deveriam ir para casa e dormir. Teremos mais para falar amanhã”, disse Podesta.

“Nós precisamos de um líder forte”, disse Mitch Pilcer, um americano-israelense que carregava uma bandeira de Israel. “As políticas democratas para o Oriente Médio provocaram instabilidade e uma onda de refugiados.”

Desde o início da campanha eleitoral, Trump apresentou uma visão dos EUA como um país decadente, invadido por imigrantes e refugiados, mergulhado na violência e humilhado no exterior por aliados e adversários. O bilionário cultivou a imagem de um líder forte, representante da “lei e da ordem”, com poder de resolver sozinho os problemas do país.

O resultado da eleição revelou profundas divisões na sociedade americana. As pequenas cidades do interior votaram em massa para Trump, enquanto os grandes centros urbanos mantiveram a fidelidade ao Partido Democrata. A hostilidade entre eleitores dos dois candidatos atingiu patamares nunca registrados na história recente dos EUA: 96% dos eleitores de Hillary têm uma visão desfavorável de Trump, enquanto 95% dos que votaram no bilionário têm uma imagem negativa da democrata.

Sob o slogan “Tornar a América Grande de Novo”, o bilionário prometeu deportar 11 milhões de imigrantes que vivem de maneira ilegal no país e construir um muro na fronteira com o México. Trump também adotou um discurso populista de rejeição à globalização e a tratados de livre comércio e disse que trará empregos industriais de volta aos EUA com a punição de empresas que transfiram suas linhas de montagem a outros países.

O candidato defendeu o uso da tortura contra suspeitos de terrorismo e chegou a propor a suspensão da entrada nos EUA de praticantes da religião muçulmana. Com ataques frequentes ao politicamente correto, Trump distribuiu ofensas de maneira generalizada durante a campanha, iniciada com a acusação de que os mexicanos que entram no país são estupradores e assassinos e encerrada pouco depois da divulgação de um vídeo no qual diz que pode fazer o que quiser com as mulheres por ser famoso.

Sodagens realizadas nos dias que antecederam a eleição davam uma vantagem de cerca de 3 pontos porcentuais a Hillary em âmbito nacional e projeções realizadas por institutos de pesquisa davam à candidata uma probabilidade de 68% a 98% de chance de ganhar a corrida presidencial. (Estadão).

6 comentários:

O MESMO de SEMPRE disse...


Os PROSTITUTOS de PESQUISAS tentaram MANIPULAR a população, tal e qual o fizeram com o BREXIT e mesmo com o plebiscito sobre desarmamento aqui no feudo bananéio.

PULHAS! PULHAS! e PULHAS!

...Um destes PROSTITUTOS de pesquisa esta envolvido na roubalheira na Petrobras e o dono de outro destes PROSTITUTOS de PESQUISA bancou 3 milhões de Reais para um preso na Lava Jato.

A certa feita deram Trump na frente de Clinton e logo na sequencia ALARDEARAM a QUEDA de Trup nas "pesquisas" até dar Clinton, DIAS ATRAS, com mais de 10% de vantagem para Trump (de 12% pra cima).

É fato que tal CALHORDA ESTRATÉGIA visava exatamente DESESTIMULAR eleitores sugerindo que até os eleitores de Trump estariam desistindo de seu candidato. Para assim INDUZIR a HERANÇA SÍMIA para que eleitores de Trump se constrangessem em persistir apoiando-o.

Aquela subida repentina de Clinton e vertiginosa queda de Trump FOI UMA ESTRATÈGIA CANALHA de MANIPULAÇÃO por parte dos PROSTITUTOS de PESQUISA.

VERMES! ...CORRUPTOS!

Se Trump é confiável ou não é algo que ignoro 100% e só quem o conhece pode saber. Contudo é inegável que efetivamente se opôs ao establishment e teve TODA MIDIA caluniando-o em profusão de "CARETAS CONTAMINANTES" e GRITOS de HORROR como argumentos contra ele, Trump.

Ocorre que a maioria da população parece ter resistido a sua HERANÇA SÍMIA e não imitou, em ostensivo triunfo moral, os gritinhos indignados e as caretas para ostentação postiça de uma "moral superior".

Os ardis dos canalhas parecem estar em decadente prestigio, tal é a realidade que insiste em ostentar-se ante o rebanho humano que, então, começa a descobrir a sua força.

PROSTITUTOS de PESQUISA e as PROSTITUIÇÕES JORNALISTICAS aguardem um "Requiem Aeternam". Assim espero ...PULHAS!

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Boa sorte aos americanos e tomara que Trump faça o que tem que fazer: trabalhar duro e mostrar que os EUA não pode ficar refém de políticos oportunistas.
Opiniões divergentes sim, mas enquanto endeusavam Hillary Clinton, muitos massacraram e execraram a figura de Trump.
Nota zero prá esses vadios, amorais da mídia esquerdista (redundância) e também alguns analistas-blogueiros, que foram além da análise imparcial.

Anônimo disse...

na comemoração, havia muitos cartazes com MAIORIA SILENCIOSA ! o recado está sendo dado pelo mundo inteiro ! cansamos !

Alexandre Sampaio disse...

São Paulo, 9 de novembro de 2.016

Prezado Sr. Tambosi,

A mídia mundial está de luto! A vitória acachapante de Trump, o "bufão", "nazista", "racista", "Xenófobo", "Homofóbico", etc., etc., etc., demonstrou que os americanos de verdade, aqueles que pagam as contas, que trabalham, que são constantemente hostilizados pelos canalhas democratas e por boa parte de republicanos de fancaria, não são trouxas! Após oito anos de Barack Hussein Obama, seria suicídio eleger a "Dilma americana", como aconteceu aqui em Banãnia. GO TRUMP! Que George Soros, família Rothchield e os demais globalistas abram os olhos..., a cobra começou a fumar...

Anônimo disse...

Quem de vcs tem alguma coisa a dizer de Rubens Recupero, ela falou muito mal do Trump,eu me lembro que este sr.foi alguma coisa do governo do socialista Fabiano FHC, naquela ocasião ele disse que para reeleger FHC poderia mentir até para o diabo,vcs sabem mais alguma coisa?

Anônimo disse...

A vitória de Trump foi a vitória contra os conglomerados de comunicação, todos declararam apoio a Hillary, até mesmo a "conservadora" Fox Network, foi uma vitória contra esta "elite" todas as tais celebridades apoiaram Hillary de atores a cantores Pop fazendo declarações ridículas e afetadas que deixariam os EUA caso Trump vencesse, agora a espera é que cumpram a promessa. Uma vitória contra as oligarquias que controlam a vida das pessoas e suas marionetes os Bush votaram em Clinton, Goldman Sachs e afins apoiaram e despejaram caminhões de dinheiro na campanha de Hillary.

Eles acreditavam que controlavam as mentes, a opinião e a vontade das pessoas mas se enganaram.