sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Na grande potência lulopetista, mais da metade da população tem apenas o ensino fundamental completo.

Exatamente 52 por cento da população brasileira tem apenas o ensino fundamental. Não se espere, por aqui, nenhum Prêmio Nobel. Este é o resultado do vetusto patrimonialismo brasileiro, agravado por Lula e seu partido:


Mais da metade da população brasileira (52%) ainda tem apenas o ensino fundamental completo, ou seja, até nove anos de estudo, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) para 2015, divulgados nesta sexta-feira. Em 2012, esta parcela era de 55,2% da população. Um quarto da população (26,4%) consegue estudar mais três anos e concluir o ensino médio. Já que os que conquistam o diploma do ensino superior são minoria e chegam a 13,5% da população.

Por outro lado, a taxa de analfabetismo continuou caindo, de 8,3% em 2014 para 8% em 2015, mas o Brasil ainda tinha 12,9 milhões de analfabetos no ano passado. Em 2004, o indicador era de 11,5% (15,3 milhões). O analfabetismo continua concentrado nas faixas etárias mais elevadas. Na população entre 15 e 19 anos, a taxa de analfabetismo era de 0,8% em 2015, ante 0,9% em 2014. Entre 20 e 24 anos, o indicador era 1,3%, enquanto no grupo de 25 a 29 anos era de 1,9%. A taxa chegava a 4% na faixa entre 30 a 39 anos. Os números são ainda maiores nos grupos de 40 a 59 anos (8,5%) e acima de 60 anos (22,3%).

— A taxa de analfabetismo é um indicador bastante estrutural. E é maior conforme vão crescendo as faixas etárias. Sabemos onde está essa população analfabeta, regionalmente e em termos de faixa etária. Está no nordeste e entre os mais velhos. A região Nordeste foi a que apresentou maior queda do analfabetismo, mas ainda tem a maior taxa de analfabetismo. Concentra 54% de todos os analfabetos e tem apenas um quarto da população, então, proporcionalmente concentra mais analfabetos — explica Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad.

A gerente do IBGE ressalta ainda que, apesar do indicador médio de anos de estudo não chegar a 9 anos, ou seja, ao ensino fundamental completo, ele vem aumentando em todas as regiões.

— Embora o analfabetismo seja bem baixinho até os 29 anos, as pessoas não chegam a atingir níveis mais altos de escolaridade. O analfabetismo vem caindo, mas não se consegue escolaridade alta — explica a , Maria Lucia Vieira.

Avança parcela de crianças de 4 e 5 anos na escola
A boa notícia nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) veio da educação infantil: a taxa de escolarização de crianças de 4 e 5 anos é a que vem apresentando os maiores aumentos. Em 2007, 70% das crianças nesta faixa etária frequentavam a escola. A proporção saltou para 77,4% em 2011 e 84,3% em 2015. Com isso, a taxa de escolarização se aproxima daquela da faixa entre 15 e 17 anos, que era de 85% em 2015. Este indicador, no entanto, está abaixo do registrado em 2009, quando era de 85,2%.

O salto nas matrículas da pré-escola se deve à Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que tornou obrigatória a frequência à escola nesta faixa etária. A obrigação só começou a valer este ano, mas estados e municípios já vinham se preparando para este momento.

— Entre os anos de 2007 e 2015, a frequência escolar das crianças de 4 e 5 anos é a que mais vem crescendo — diz Maria Lucia Vieira. (O Globo).

2 comentários:

Paulo disse...

E olha que a gigantesca maioria destes que tem ¨ensino fundamental completo¨ não passam de analfabetos funcionais. Quanto ao resto da população que nem isto possuem só são melhores que asnos/burros/jegues/jumentos porque sabem falar um pouco de português e entender coisas simples como futebol e carnaval, por exemplo.

Beleg Cúthalion disse...

Paulo, infelizmente o analfabetismo funcional não impera apenas entre os que tem ensino fundamental completo. Atualmente muitos com diploma universitário são analfabetos funcionais.