domingo, 6 de novembro de 2016

"Teologia da libertação": Papa peronista se une ao bandoleiro Stédile, do MST.

O chefão do MST e o Papa peronista.
O blog GPS do Agronegócio me alertou para a notícia, escamoteada pela imprensa brasileira: o Papa Francisco promoveu até ontem, no Vaticano, o III Encontro Mundial dos Movimentos Populares. Foi o ajuntamento de gente contrária ao capitalismo e à propriedade privada, ódio promovido pela maldita "Teologia da Libertação", criada na América Latina por obtusos padrecos que tentaram unir a religião ao marxismo de orelha. É muita picaretagem para pouca enxada:


Com a participação de 170 delegadas e delegados de 65 países, movimentos populares em que se organizam trabalhadoras e os trabalhadores da economia popular, do campo e diversos setores que representam os excluídos da sociedade; convidado pelo Papa Francisco, começa a partir desta quarta-feira, 2 novembro ate Sábado, 5, o III Encontro Mundial dos Movimentos Populares no Vaticano.

Nos quatro dias do Encontro, serão debatidos os diferentes eixos que historicamente vem marcando o evento e representam preocupações latentes tanto para os movimentos populares como para o Papa Francisco: Terra, Teto e Trabalho

Neste Encontro se abrirão novas discussões, ampliando as perspectivas de análise e trabalho sobre Povos e Democracia, Território e Natureza e Refugiados e Desalojados do mundo, com o objetivo de ter novas ferramentas, reforçadas pela visão própria dos protagonistas destes problemas.

Segundo Juan Grabois, da Comissão Organizadora EMMP, “há um grande número de organizações que estão integradas e organizadas pelos excluídos e que não estão resignados a miséria imposta a eles e resistem com solidariedade ao paradigma tecnocrático atual. O diálogo entre nós e a igreja tem o objetivo de acompanhar, incentivar e visibilizar esses processos que surgem das bases populares. “

Em função dos eixos que estruturam o Encontro diz: “3-T continuam a ser o coração dos nossos Encontros; direitos estão sendo violados por um sistema injusto que deixa milhões de camponeses sem terra, famílias desabrigadas e trabalhadores sem direitos. Por isso os principais protagonistas de nossos Encontros são os três principais setores sociais mencionados, marginalizados do campo e da cidade. “

O Painel de Abertura acontecera o dia 2 de Novembro as 14:00hs pelo Comité de Organização; Card. Peter Turkson, Consejo Pontificio de Justicia y Paz – Vaticano; João Pedro Stédile, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) – La Vía Campesina – Brasil; Juan Grabois, Movimiento de Trabajadores Excluidos (MTE) – Confederación de Trabajadores de la Economía Popular (CTEP) – Argentina; Jockin Arputham, National Slum Dwellers Federation of India – Slum Dwellers International (SDI) – India; Xaro Castelló, Hermandad Obrera de Acción Católico (HOAC) – Movimiento Mundial de Trabajadores Cristianos (MMTC) – España. O intercâmbio das delegações participantes será concluído no dia 5 de novembro quando, em diálogo com o Papa Francisco, se apresentará o documento final com as propostas do Encontro. (Matéria mal elaborada e publicada pelo IHU-Unisinos, em conluio com a Adital, antro de comunistas ligados às igrejas).

2 comentários:

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Na verdade, as preocupações desta corja é Terra (de preferência invadida), Teta(do Estado) e pouco ou nenhum-Trabalho.

César de Castro Silva disse...

Corretíssimo, Anônimo, faço minhas suas palavras.Querem apenas terras para nada produzirem e depois de desmatarem a gleba venderem ou abandonarem, pois a grande maioria dessa organização nunca pegou em uma enxada, a começar pelo chefão Stédile.