quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Lula e Renan: enfim, juntos.


Um comentário:

Anônimo disse...

O Joaquim Barbosa poderia ter sido mais elegante com o Reinaldo Azevedo. Poderia ter dito, simplesmente, que ele é, por suposto, um jornalista medíocre, de inteligência mediana, doméstico, socialista fabiano (herança tardia do trostkismo), sem visão de geopolítica continental e mundial, que cresceu, ou melhor, inchou, a partir do antipetismo, granjeando muitos "reinaldetes”.

Contudo, a partir do momemto em que esse alpinismo jornalístico lhe rendeu cinco empregos - e cinco patrões! - subiu no muro, tornou-se um isentão legalista, um reacionário (de esquerda), rendeu-se de vez ao establishment político. Tanto que defende, com unhas e dentes, o governo transitório de Temer - que é parte da herança maldita do PT -, enquanto o PSDB não vem. E essa é, também, a razão pela qual rosna como um cão danado a cada mísera falha cometida pela Lava Jato, a bendita operação que salvou o Brasil, pelo menos por enquanto, da supremacia absoluta de políticos e jornalistas de corte bolivariano ou simplesmente esquerdista. É a delação da Odebrech, estúpido!

Hoje, o sonho de consumo dele deve ser, suponho, eleger o Serra presidente e ser convidado por ele para exercer alguma função na área de comunicação do governo. Seria o Paraíso, com "p"' maiúsculo, para alguém que, na sua megalomania, parece se supor Deus. Ou, pelo menos, a "Mãe Dináh" da Jovem Pan.