quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Não dá para tolerar o Islã radical. Mas existe o moderado?

Em sua coluna de hoje na Gazeta do Paraná, Rodrigo Constantino afirma que não dá para tolerar o Islã radical. Mas a pergunta é: o islamismo não é radical desde a origem? A resposta é positiva. O islamismo é incompatível com a democracia, com as liberdades e com os valores ditos ocidentais. Basta ler o livros de Bernard Lewis, o maior conhecedor da história do Oriente Médio e da religião muçulmana. Basta ler, também, os livros de Ayaan Hirsi Ali, que afirma ser o próprio Alcorão contra as liberdades e contra as mulheres. Por fim, se moderados há, não se levantam contra as barbaridades praticadas por terroristas islâmicos como o Isis:


O Ocidente, com tudo o que ele representa em termos de valores, está sob ataque. As liberdades individuais, a democracia, o império das leis, cada um dos pilares que sustentam o mundo civilizado tem sido alvo do ódio dos fanáticos muçulmanos. E como os ocidentais reagem? Com coragem e firmeza na defesa desses valores? Não. Com um acovardado relativismo moral que quase pede desculpas ao inimigo.

C.S. Lewis expôs a contradição desse relativismo em Cristianismo puro e simples: “A intenção da discussão é mostrar que o outro lado está errado. Não haveria sentido em demonstrá-lo se você e ele não tivessem algum tipo de consenso sobre o que é certo e o que é errado, da mesma forma que não haveria sentido em marcar a falta de um jogador de futebol sem que houvesse uma concordância prévia sobre as regras do jogo”.

Ou seja, só é possível existir discussão, ou debate civilizado, quando o relativismo não se faz presente. Com ele, o que resta é uma espécie de “vale tudo”. No limite, o relativismo leva à agressão, ao ataque físico, justamente porque o debate calcado em argumentos foi suspenso, por ser considerado desnecessário ou inviável. O Islã radical não quer conversa: quer nos destruir. Não aceita nossos valores. E encontra no próprio relativismo ocidental um aliado e tanto.


A esquerda chega a colocar a culpa do terrorismo no próprio Ocidente, e não no Islã radical veja também

“Tolerância não significa renunciar a todas as opiniões que outros podem considerar ofensivas”, diz Roger Scruton em Como ser um conservador. Toleramos justamente aquilo que não apreciamos, que desaprovamos. Ele continua: “Tolerância significa estar preparado para aceitar opiniões pelas quais temos forte aversão. Do mesmo modo, democracia significa aceitar ser governado por pessoas por quem nutrimos repugnância profunda. Isso só é possível se mantivermos a confiança na negociação e no desejo sincero, entre os políticos, de compromisso com os adversários”.

Ou seja, para existir a verdadeira tolerância, antes é necessário haver concordância quanto aos métodos do debate e seu resultado final. É preciso apostar nas regras do jogo. Não há como nazistas e comunistas participarem da democracia pois eles não aceitam a democracia, são antidemocráticos em sua essência. “Não devemos aceitar sem qualificação o princípio de tolerar os intolerantes, senão corremos o risco de destruição de nós próprios e da própria atitude de tolerância”, resume Karl Popper.

Os “progressistas” ocidentais hoje têm agido com excessiva “tolerância” para com aqueles que não respeitam nossas regras e desejam nos destruir. A esquerda chega a colocar a culpa do terrorismo no próprio Ocidente, e não no Islã radical. E essa turma acha que será deixada em paz se acender velas, escrever cartazes bonitinhos ou pedir desculpas por existir.

Essa covardia só vai alimentar mais a ousadia do inimigo. É como se em plena Segunda Guerra Mundial os franceses e britânicos fizessem protestos para alegar que nem todos os alemães eram nazistas. O Ocidente hoje está mudado, bem mais afeminado, com “homens” que acham que vão enfrentar os estupradores muçulmanos com saias e batom, em vez de armas. Como foi que chegamos a esse ponto tão patético?

Para não “ofender” os malucos de turbante, o Ocidente tem sacrificado seus mais caros valores e princípios, cuspido em seu próprio legado, que representa nada menos do que a civilização mais avançada que já tivemos. Chegará o momento em que intelectuais ocidentais defenderão não celebrarmos mais o Natal, para não “ofender” o Islã e ficarmos em paz.

O que falta é coragem, convicção moral, determinação para defender o que é nosso e valioso. Diante da covardia dos “progressistas”, o vácuo será ocupado pela direita nacionalista e religiosa, a única com estamina suficiente para enfrentar o inimigo. Quem viver verá. E um Feliz Natal a todos!

2 comentários:

Paulo Robson Ferreira disse...

O grande inimigo da verdadeira evolução é a disposição de grande parte da humanidade de entregar sua consciência a doutrinas das mais diversas naturezas. Sejam políticas, religiosas ou culturais. Quando isso acontece o indivíduo perde seu senso crítico e se permite produzir qualquer tipo de estupidez sem o menor escrúpulo. Fanatismo é o verdadeiro nome de quem age dessa forma e demonstra um primitivismo de alguém que não chegou ainda à condição de ser humano. Também não entendo porque praticar essa tolerância com o islamismo, se essa cultura não produziu os antídotos para neutralizar, no seu rebanho, a ação assassina dos seus terroristas. Não prego a discriminação, mas o distanciamento daqueles que ainda não entenderam a selvageria da violência.

Irmão do Eremildo disse...

O ALCORÃO É RELIGIÃO DE PAZ COMO OS MUÇULMANOS FALAM?
CONFIRAM:

Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alah não encaminha os iníquos” - Alcorão, Suratra 5,51.

"O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo" - Alcorão, Suratra 5,33.

“Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido,(Ramadã) matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os” - Alcorão, Suratra 9,5.

“E quando vos enfrentardes com os incrédulos, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.” - Alcorão 47:4.

Quanto àquelas, dentre vossas mulheres, que tenham incorrido em adultério, apelai para quatro testemunhas, dentre os vossos e, se estas o confirmarem, confinai-as em suas casas, até que lhes chegue a morte ou que Alah lhes trace um novo destino. Suratra 4:15

"Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Alah, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso." - Alcorão 3:151.

O Alcorão – conforme lemos acima – incita seus fiéis a práticas violentas contra os que não praticam a religião do Islã mesmo contra a mulher, em varios versículos dá plenos poderes ao homem.