quarta-feira, 8 de março de 2017

Elizabeth: uma mulher independente bem antes das feministas.

Não, o feminismo não foi criado pelas "ativistas empoderadas", difusoras da ideologia de gênero. Bem antes, muito antes delas, Elizabeth da Inglaterra revelou-se uma mulher independente, algo que as feministas não são, com seu coletivismo e dependência do Estado. Texto de Alexandre Borges:


Seu pai mandou cortar a cabeça de sua mãe quando ela tinha dois anos e meio de idade.

O casamento dos seus pais foi anulado e ela foi considerada ilegítima, perdendo o direito de suceder o rei. Quando tinha 20 anos, sua meia-irmã se tornou rainha e ela foi presa por suspeita de traição. Aos 25 anos, com a morte da irmã, conseguiu assumir o reino da Inglaterra e Irlanda.

Em 1588, a maior potência do mundo na época, Espanha, construiu a "Invencível Armada" para invadir a Inglaterra, tirar a rainha do trono e anexar o país. Ela venceu a guerra, a Espanha quebrou financeiramente e perdeu parte do protagonismo no mundo.

Seu apoio aos holandeses contra os espanhóis foi fundamental para a independência dos Países Baixos no final do séc. XVI, criando as bases para o "século de ouro holandês" e o nascimento do primeiro país capitalista do mundo. Da Holanda do início do séc. XVII saíram também os colonos para os primeiros assentamentos britânicos na América que criaram os EUA como conhecemos.

Durante seu longo e estável reinado, a Inglaterra viu o florescimento das artes e o nascimento do "teatro elisabetano", que tinha como seu mais conhecido autor ninguém menos que William Shakespeare.

Mesmo com vários pretendentes, ela preferiu não se casar, sendo conhecida no reino até a morte como "a rainha virgem". O estado americano da Virgínia foi batizado em sua homenagem.

Seu reinado durou 44 anos e durante o período a Inglaterra se tornou a maior potência econômica, militar e cultural da Europa, conquistando um forte sentimento de identidade nacional.

Mesmo Elizabeth tendo sido um dos grandes monarcas da história há quase 500 anos e durante meio século, professores, jornalistas e ativistas-lacradoras-empoderadas vão dizer que o feminismo foi inventado por eles anteontem. Alguém precisa avisar que não foi.

Um comentário:

Anônimo disse...

As FEMINAZISTAS ARRUACEIRAS não têm pessoalmente ideal algum, as que se vêem por aí zoando são mercenarias de gentalha como Soros, querendo gerar o caos social pela destruição da identidade cristã do Ocidente com sua base na familia, e criar um mundo de alienados que são faceis de serem manipulados e escravizados!
O sonho desses conspiradores nas sobras que as usam são de criarem países-estábulos de gado humano confinado, como Cuba, Coreia do Norte e China - o povo sob as patas deles no bem-bom e o resto pastando!
Onde se instalam essas pragas de gafanhotos, a primeira coisa que fazem é por o povo na miseria para manter a todos na dependencia do Estado, dominar e além de destruirem tudo para conseguirem o objetivo, caso da Venezuela - a bola da vez
Sem miseria e caos gerais não se instala o comunismo!