sábado, 22 de abril de 2017

E aí, juiz Moro? Léo Pinheiro entrega documentação sobre o triplex de Lula.

A pergunta é apenas esta: Lula tem voo de volta de Curitiba? Se tiver, continuará sendo o Grande Impune, não é, Reinaldo Azevedo? E olhe que não sou entusiasta do setor jurídico (não segui o Direito, minha graduação):


O Ministério Púbico Federal anexou no último dia 11 uma série de relatórios e documentos na ação penal que investiga o triplex no Condomínio Solares, no Guarujá. As informações são parte dos documentos que os investigadores e o próprio ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, devem utilizar para provar que o imóvel foi uma forma da empreiteira repassar valores indevidos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os documentos mapeiam as ligações entre o empreiteiro e pessoas ligadas a Lula, as viagens de veículos do Instituto Lula para o Guarujá e registros de reuniões entre Lula e Léo Pinheiro, que agora o acusa de ser o real dono do triplex.

O jornal O Globo revelou hoje que Léo Pinheiro pretende entregar documentos para provar o que disse ao juiz Sergio Moro, na última quinta-feira, 20. Pinheiro afirmou que o apartamento era de Lula e o valor do imóvel foi abatido de um encontro de contas de “propina”.

Do material anexado pelo MPF. a cópia de um e-mail, no qual um funcionário do Instituto Lula envia a agenda do ex-presidente do dia três de junho de 2014, revela um encontro entre os dois. Ao juiz Moro, o empreiteiro citou uma conversa no mesmo mês entre os dois em que Lula teria pedido a destruição de provas de possíveis repasses da OAS para Vaccari – ex-tesoureiro do PT. ‘Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari com vocês? Se tiver, destrua’”, teria dito Lula, segundo Léo Pinheiro.

Outro encontro, de acordo com e-mail anexado, teria ocorrido às 16h do dia 25 de julho de 2014. Nos mesmo ano, as agendas de Lula ainda aponta reuniões em 13 de outubro e 10 de novembro.

Um dos documentos juntados ao processo é um relatório sobre as viagens dos veículos do Instituto Lula para o Guarujá. O mapeamento foi feito por meio da análise do dados do sistema de pedágio Sem Parar. O MPF também preparou uma análise de todas as ligações realizadas entre números de telefone em nome de Léo Pinheiro e pessoas próximas ao ex-presidente. Entre os nomes mapeados estão o do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhados, José di Filippi, do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do segurança de Lula, Valmir Moraes da Silva.


O presidente afastado da OAS Léo Pinheiro. Foto: Beto Barata/AE – Março/2003

O Ministério Púbico Federal anexou no último dia 11 uma série de relatórios e documentos na ação penal que investiga o triplex no Condomínio Solares, no Guarujá. As informações são parte dos documentos que os investigadores e o próprio ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, devem utilizar para provar que o imóvel foi uma forma da empreiteira repassar valores indevidos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os documentos mapeiam as ligações entre o empreiteiro e pessoas ligadas a Lula, as viagens de veículos do Instituto Lula para o Guarujá e registros de reuniões entre Lula e Léo Pinheiro, que agora o acusa de ser o real dono do triplex.

O jornal O Globo revelou hoje que Léo Pinheiro pretende entregar documentos para provar o que disse ao juiz Sergio Moro, na última quinta-feira, 20. Pinheiro afirmou que o apartamento era de Lula e o valor do imóvel foi abatido de um encontro de contas de “propina”.

Do material anexado pelo MPF. a cópia de um e-mail, no qual um funcionário do Instituto Lula envia a agenda do ex-presidente do dia três de junho de 2014, revela um encontro entre os dois. Ao juiz Moro, o empreiteiro citou uma conversa no mesmo mês entre os dois em que Lula teria pedido a destruição de provas de possíveis repasses da OAS para Vaccari – ex-tesoureiro do PT. ‘Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari com vocês? Se tiver, destrua’”, teria dito Lula, segundo Léo Pinheiro.

Outro encontro, de acordo com e-mail anexado, teria ocorrido às 16h do dia 25 de julho de 2014. Nos mesmo ano, as agendas de Lula ainda aponta reuniões em 13 de outubro e 10 de novembro.

Um dos documentos juntados ao processo é um relatório sobre as viagens dos veículos do Instituto Lula para o Guarujá. O mapeamento foi feito por meio da análise do dados do sistema de pedágio Sem Parar. O MPF também preparou uma análise de todas as ligações realizadas entre números de telefone em nome de Léo Pinheiro e pessoas próximas ao ex-presidente. Entre os nomes mapeados estão o do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhados, José di Filippi, do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do segurança de Lula, Valmir Moraes da Silva.

Para Okamotto, apontado como braço-direito de Lula, são mais de 100 ligações entre 2012 e 2014. Sombra do ex-presidente, o segurança Valmir Moraes recebeu em seu telefone ao menos 12 chamadas de Léo Pinheiro. Do Instituto direto para o empreiteira o MPF elencou apenas uma ligação em 20 de maio de 2014.

O MPF também reuniu na ação penal e-mails e anotações sobre reuniões e encontros entre Léo Pinheiro e Lula no ano de 2013. Na agenda de 3 de setembro de 2013, enviada por um funcionário do Instituto para vários e-mails de pessoas próximas ao ex-presidente, consta que às 17h30 naquele dia ele receberia Léo Pinheiro para um encontro.

Outras anotações juntadas são sobre recados e ligações do pretenso delator ao Instituto Lula para tentar falar com Paulo Okamotto. Em 3 de outubro de 2013, por exemplo, uma funcionário do Instituto manda e-mail para outra pessoa do setor financeiro: “Marta, o Leo Pinheiro disse que está tentando no celular do sr. Paulo, mas sem sucesso. Pediu para transmitirmos o recado, pois tem certa urgência”. Em outra mensagem, a mesma funcionária é avisada que “Léo Pinheiro e Skaf” ligaram há pouco e “os dois pediram retorno.” (Continua no Estadão).

Um comentário:

Anônimo disse...

bem, numa tramoia dessas não haverá recibo de compra e venda, não haverá documento de doação, não haverá lançamento no imposto de renda, não fará parte do espólio da marisa letícia,mas haverá as fotos, as visitas, o testemunho do porteiro (demitido), dos motoristas, do léo pinheiro, do engenheiro responsável pelas obras, do comprador das cozinhas kitchens (coincidentemente, igual que a do sítio), do contrato falso feito pelo engenheiro, das notas fiscais dos materiais utilizados nas obras (notas já em poder do MPF e alertado pelo engenheiro que fez o contrato falso que essas notas fiscais estavam no apto do luladrão em SB do campo). e, por fim, a OBVIEDADE.