quarta-feira, 3 de maio de 2017

É esta a imprensa que checa as informações e desmascara as fake news da internet?

Ricardo Bordin flagrou uma barrigada do jornal inglês The Independent, que, baseado em fake news, acusou dois jornalistas de fazerem gestos nazistas dentro da Casa Branca (ah, o "nazista" Trump está lá). Mentira deslavada:

Que mico, senhores! O jornal britânico The Independent (só no nome mesmo) caiu em uma cilada da Internet e, em um futuro próximo, vai ter que desembolsar alguns milhares (sendo otimista) de libras para indenizar duas pessoas a quem chamou indevidamente de NEONAZISTAS – sim, este foi o tamanho do vacilo.
Tudo começou com uma “repórter” de um outro veículo de comunicação comprando gato por lebre e tuitando que os jornalistas adeptos da Alt-right (que coincidência) Mike Cernovich e Cassandra Fairbanks estavam fazendo “gestos de supremacia branca” dentro da Casa Branca. A saber: eles estavam se referindo àquele símbolo de “OK” típico dos americanos, unindo indicador e polegar no ar.
O Independent, membro da inquestionável mídia tradicional, cuja honrosa missão é não permitir que a era da pós-verdade prospere e verificar a veracidade de tudo que é dito no ambiente virtual (aham), foi na onda e deu repercussão à gafe publicando um artigo inteiro sobre o suposto caso, levando ao conhecimento de seu público que, conforme aprendeu com trollers digitais, sinalizar OK equivale a saudar Hitler. Só que não, companheiros!
O resultado: quem é fakenews mesmo agora? Paul Joseph Watson explica melhor neste vídeo o enrosco que arranhou, e muito, a reputação da chamada mainstream media. Se eles soubessem, aliás, o que este mesmíssimo gesto significa no Brasil, entenderiam que foi exatamente lá que o editor do jornal tomou…
E pensar que ainda tenho um sem número de amigos que depositam fé quase cega nas notícias vindas destes fontes outrora tidas como 100% fidedignas, e absorvem como se fosse lei, sem submeter a qualquer tipo de filtro, tudo que sai da TV, do rádio ou dos jornais. Time to wake up, friends. OK? (Por um Brasil sem Populismo).

Nenhum comentário: